23.9.18

Navegando para Roma

Domingo, 23 de Setembro

Depois de ficar preso em Cesareia quase dois anos (Atos 24:27), Paulo foi enviado a Roma. A julgar pela primeira pessoa do plural e a riqueza de detalhes usados para descrever a longa e turbulenta viagem marítima para a Itália (Atos 27:1–28:16), Lucas acompanhava o apóstolo, assim como outro cristão chamado Aristarco (Atos 27:2). Outro personagem importante na história foi o centurião romano, Júlio, responsável também por outros prisioneiros (Atos 27:1).

Eles partiram no final do verão. O Dia do Jejum (Atos 27:9) refere-se ao Dia da Expiação, na segunda metade de outubro. Por causa das condições climáticas do inverno, normalmente evitava-se viajar pelo Mediterrâneo entre novembro e março. Desta vez, no entanto, eles enfrentaram dificuldades desde o início, e apenas depois de muita demora chegaram à pequena baía de Bons Portos, na ilha de Creta (Atos 27:8).

1. Leia Atos 27:9-12. Enquanto estavam em Bons Portos, como interveio Paulo na história e como foi recebida a sua intervenção?

As advertências de Paulo foram ignoradas, e eles decidiram navegar mais 65 quilômetros para o oeste, até ao porto de Fenice onde poderiam passar o inverno com segurança. Infelizmente, com uma súbita mudança climática, eles apanharam uma tempestade tão violenta que a tripulação não teve outra opção senão deixar o navio ser conduzido pelo vento na direção sudoeste, para longe da terra. Logo eles começaram a lançar a carga ao mar e até mesmo alguns equipamentos do navio numa frenética tentativa de aliviar o peso, visto que ele já começava a ser inundado pelas águas. A situação era dramática. Depois de vários dias sem a luz do sol, pouca visibilidade, chuva pesada e ventos fortes, sem saber onde estavam e em completo esgotamento, eles finalmente perderam “toda a esperança de salvamento” (Atos 27:20, NVI).

2. De acordo com Atos 27:21-26, qual foi a segunda intervenção de Paulo na história?

Em palavras proféticas, Paulo relatou à tripulação uma mensagem que tinha acabado de receber de Deus. Não havia motivo para se desesperarem nem perderem a esperança. Ainda haveria perigo e perda, mas todos sobreviveriam.

Porque teve um servo do Senhor como Paulo que sofrer? O que aprendemos com isto?