30.9.18

Love as a Foundation of Unity

Sunday, September 30


A clear message flowing out of the Creation story in Genesis 1 and 2 is the overall harmony that existed at the end of the week of Creation. God’s final words that all was “very good” (Genesis 1:31) refer not only to aesthetic beauty but also to the absence of any element of evil or discord when God finished making this world and the humans who were to populate it. God’s original purpose in Creation included the harmonious coexistence and interdependent relationship of all life forms. It was a beautiful world created for the human family. All was perfect and worthy of its Creator. God’s ideal and original purpose for the world was one of harmony, unity, and love.

Read Genesis 1:26, 27. What do these verses teach about human uniqueness in contrast to the rest of the earthly creation as depicted in Genesis 1 and 2?

Genesis says that God created humankind in His image, something not said about anything else in the Genesis creation account. “Then God said, ‘Let Us make man in Our image, according to Our likeness. …’ So God created man in His own image; in the image of God He created him; male and female He created them” (Genesis 1:26, 27, NKJV). Although theologians have debated for centuries the exact nature of this image, and the nature of God Himself, many passages of Scripture present God’s nature as love.

Read 1 John 4:7, 8, 16. How can these verses help us to understand how we were originally created and how this could have impacted the original unity found at the Creation?

God is love, and because humans also can love (and in ways that the rest of the earthly creation certainly can’t), to be created in His image must include the ability to love. Yet, love can exist only in relationship with others. Thus, whatever else being made in the image of God entails, it must entail the capacity to love, and to love deeply.

Creation and Fall

Lesson 1, September 29 - October 5


Sabbath Afternoon


Memory Text: "Then [God] brought [Abraham] outside and said, ‘Look now toward heaven, and count the stars if you are able to number them.’ And He said to him, ‘So shall your descendants be.’ And he believed in the LORD, and He accounted it to him for righteousness” (Genesis 15:5, 6, NKJV).

The story of God’s people starts with the creation of humans and their tragic fall into sin. Any attempt at understanding the nature of unity in the church must begin with God’s original plan at the Creation and then the need for restoration after the Fall.

The first chapters of the Bible reveal that God intended for humanity to remain one family. Unfortunately, this unity was severed after the tragedy of sin. In sin alone the roots of disunity and division arose, more of disobedience’s foul consequences. We get a hint of this division in the immediate interaction between Adam and Eve when God first approached them after they ate of the forbidden tree (see Genesis 3:11). Hence, among all else that the plan of salvation will accomplish, the restoration of this original unity is one crucial goal, as well.

Abraham, the father of God’s people, became a key player in God’s plan of salvation. Abraham is depicted in Scripture as the great example of “righteousness by faith” (see Romans 4:1-5), the kind of faith that unites God’s people with each other and with the Lord Himself. God works through people to restore unity and to make His will known to lost humankind.

O Amor como Fundamento da Unidade - Comentário

“Deus fala-nos na natureza. É a Sua voz que ouvimos quando contemplamos a beleza e a opulência do mundo natural. Divisamos a Sua glória nas belas coisas feitas por Sua mão. Pomo-nos a contemplar as Suas obras sem um véu de permeio. Deus nos deu estas coisas para que aprendamos Dele ao contemplar as obras de Suas mãos.

Deus nos deu estas preciosas coisas como expressão do Seu amor. O Senhor ama o que é belo, e para agradar-nos e contentar-nos, Ele estendeu diante de nós as belezas da natureza, assim como um pai terrestre procura colocar belas coisas diante dos filhos a quem ama. O Senhor sempre Se apraz em ver-nos felizes. Pecaminosa como ela é com todas as suas imperfeições, o Senhor prodigalizou à Terra o que é útil e belo. As lindas flores coloridas falam de Sua ternura e amor. Elas têm uma linguagem própria, lembrando-nos do Doador.” Este Dia Com Deus [MM 1980], p. 252

“O amor puro é singelo em sua maneira de atuar, e separado de todos os outros princípios de ação. Quando combinado com motivos terrenos e egoístas, deixa de ser puro. Deus mais considera a quantidade de amor com a qual trabalhamos, do que a quantidade do que fazemos. O amor é atributo celestial. Não lhe pode dar origem o coração natural. Essa planta celestial só cresce onde Cristo reina supremo. Onde existe o amor, manifesta-se na vida poder e verdade. O amor faz o bem, e coisa alguma senão o bem. Os que possuem amor produzem fruto para santidade, e no fim terão a vida eterna.” Para Conhecê-Lo [MM 1965], p. 163

“O atributo que Cristo mais aprecia no homem é o amor procedente de um coração puro. Este é o fruto produzido na árvore cristã. “Todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” (1 João 4:7). Disse o Senhor Jesus: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:34, 35).

Quando Se achava envolto na coluna de nuvem, Ele falou aos filhos de Israel por intermédio de Moisés: “Não aborrecerás teu irmão no teu íntimo; mas repreenderás o teu próximo e, por causa dele, não levarás sobre ti pecado. Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor” (Levítico 19:17, 18). “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros.”

Se vos conservais no amor de Deus, a pessoa será circundada por uma influência que será um aroma de vida para vida. Deveis velar pelas pessoas como quem deve prestar contas.” Este Dia Com Deus[MM 1980], p. 382

O Amor como Fundamento da Unidade

Domingo, 30 de setembro

Uma mensagem clara que emana da história da criação em Génesis 1 e 2 é a harmonia geral que existia no final da semana da criação. A avaliação final de Deus foi que tudo era “muito bom” (Génesis 1:31), não apenas em referência à beleza estética, mas também à ausência de qualquer elemento maligno ou de discórdia quando Deus terminou de criar este mundo e os seres humanos que deveriam povoá-lo. O propósito original de Deus na criação incluía a coexistência harmoniosa e a relação interdependente de todas as formas de vida. Era um mundo belo criado para a família humana. Tudo era perfeito e digno do seu Criador. O ideal de Deus e o Seu propósito original para o mundo eram de harmonia, unidade e amor.

1. O que ensina Génesis 1:26, 27 sobre a singularidade humana em contraste com a restante criação terrestre, descrita em Génesis 1 e 2?

O livro de Génesis declara que Deus criou a humanidade à Sua imagem, algo que não é dito sobre nenhuma outra criatura no relato da criação. “Também disse Deus: Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança [...]. Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Génesis 1:26, 27). Embora os teólogos tenham discutido durante séculos a natureza exata dessa imagem, assim como a natureza do próprio Deus, muitas passagens das Escrituras apresentam a natureza de Deus como sendo “amor”.

2. Leia 1 João 4:7, 8, 16. Como fomos criados originalmente e como isso poderia ter impactado a unidade original encontrada na criação?

Deus é amor e, visto que o ser humano também pode amar (e de maneiras que o restante da criação terrestre certamente não pode), o facto de ter sido criado à Sua imagem deve incluir a capacidade de amar. No entanto, o amor só pode existir quando nos relacionamos com os outros. Assim, sejam quais forem as implicações do facto de que fomos feitos à imagem de Deus, essa condição sugere a capacidade de amar, e amar profundamente.

What's next?

Sábado à tarde – Comentário

“O homem deveria ter a imagem de Deus, tanto na aparência exterior como no caráter. Cristo somente é a “expressão exata” do Pai (Hebreus 1:3); mas o homem foi formado à semelhança de Deus. A sua natureza estava em harmonia com a vontade de Deus. A mente era capaz de compreender as coisas divinas. As afeições eram puras; os apetites e paixões estavam sob o domínio da razão. Ele era santo e feliz, tendo a imagem de Deus, e estando em perfeita obediência à Sua vontade.” Patriarcas e Profetas, p. 45

“É o pecado que nos obscurece a mente e embota as percepções. Ao ser o pecado expulso de nosso coração, a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo, iluminando a Sua Palavra e refletida através da natureza, haverá de declará-Lo cada vez mais plenamente, “misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade” (Exodo 34:6).

Em Sua luz veremos a luz, até que a mente, o coração e a alma estejam transformados à imagem da Sua santidade.” Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 322

“A união faz a força; a desunião enfraquece. Unidos uns aos outros, trabalhando juntos, em harmonia, pela salvação dos homens, seremos na verdade “cooperadores de Deus” (1 Coríntios 3:9). Os que se recusam a trabalhar em boa harmonia desonram grandemente a Deus. O inimigo deleita-se em vê-los a trabalhar para fins mutuamente contrários. Essas pessoas precisam cultivar o amor fraternal e a ternura de coração. Se pudessem correr a cortina que lhes vela o futuro e ver o resultado da sua desunião, por certo seriam levados a arrepender-se.

O mundo está a olhar com satisfação para a desunião entre os cristãos. Os infiéis alegram-se com isso. Deus requer mudança entre o Seu povo. A união com Cristo e dos crentes entre si é nossa única segurança nestes últimos dias. Não tornemos possível que Satanás aponte para os nossos membros da igreja, dizendo: “Eis como este povo, que se põe sob o estandarte de Cristo, se odeia entre si! Nada temos que temer dele, enquanto gasta mais esforço combatendo-se mutuamente, do que na luta contra as minhas forças”” Testemunhos para a Igreja, v. 8, p. 240

A fé genuína se manifestará em boas obras, pois boas obras são frutos da fé. Ao atuar Deus no coração, e entregar o homem sua vontade a Deus, e com Ele cooperar, ele manifesta na vida aquilo que Deus realizou em seu íntimo pelo Espírito Santo, e há harmonia entre o propósito do coração e a prática da vida. Todo pecado deve ser renunciado como a coisa odiosa que crucificou o Senhor da vida e da glória, e o crente precisa ter uma experiência progressiva, fazendo continuamente as obras de Cristo. É pela contínua entrega da vontade, pela obediência contínua, que se retém a bênção da justificação (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 397).

Criação e Queda

Lição 1 - 29 de Setembro a 05 de Outubro


Sábado à tarde

VERSO PARA MEMORIZAR: “Então, [Deus] conduziu [Abraão] até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade. Ele creu no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça.” Génesis 15:5, 6

LEITURAS DA SEMANA: Génesis 1:26, 27; 3:16-19; 11:1-9; 1 João 4:7, 8, 16; Gálatas 3:29; Deuteronómio 7:6-11

A história do povo de Deus começa com a criação do homem e a sua queda trágica no pecado. Toda a tentativa de compreender a natureza da unidade na igreja deve começar com o plano original de Deus na criação e, depois, com a necessidade de restauração após a queda.

Os primeiros capítulos da Bíblia revelam que o plano de Deus era que a humanidade continuasse a ser uma família. Infelizmente, essa unidade foi rompida após a tragédia do pecado. Com o pecado surgiram as raízes da desunião e da divisão e, em grande medida, as consequências terríveis da desobediência. Temos um indício dessa divisão na interação imediata entre Adão e Eva, quando Deus Se aproximou deles pela primeira vez depois de terem comido do fruto da árvore proibida (veja Génesis 3:11). Portanto, dentre todas as outras coisas a serem cumpridas pelo plano da salvação, a restauração dessa unidade original também é um objetivo fundamental.

Abraão, o pai do povo de Deus, tornou-se uma peça-chave no plano divino da salvação. Ele é descrito nas Escrituras como o grande exemplo de “justificação pela fé” (veja Romanos 4:1-5), o tipo de fé que une o povo de Deus uns com os outros e com o próprio Senhor. Deus trabalha através de pessoas para restaurar a unidade e fazer com que a Sua vontade seja conhecida pela humanidade perdida.

The Choice is Ours

And the Spirit and the bride say, Come. And let him that heareth say, Come. And let him that is athirst come. And whosoever will, let him take the water of life freely. Revelation 22:17.

The work of your salvation and mine depends wholly upon ourselves, for it rests with us to accept the provision that has been made for us. God has done everything for us that a God can do. Christ has purchased you with His own blood; He has paid the ransom money, that you might be united with God, and separated from sin and sinners. When the heart is opened to Christ, the Holy Spirit will work in it with mighty, renewing power. But in order that we may be laborers together with God, there must be on our part an entire surrender to God. We must, to the extent of our ability, devote ourselves to Him, straining every spiritual sinew, and as faithful soldiers doing service for Christ....

The law of duty [to God] is supreme. It claims authority over reason and conscience, over talents and possessions. It will admit no rival, and will not for one moment abate its high demands. It enters into no compromise with any oppressive power of earth. In every act of duty we are hiding self in Jesus. We reach out beyond ourselves, beyond the narrow scope of selfish and present gratification. Obedience to God brings the soul into agreement with the highest laws in the universe. It imparts dignity and true greatness to the humblest occupation where Christ can preside. It crowns the lowliest position in life with the highest honors, bringing men into alliance with God and binding up His interests with plans and purposes that have existence in the infinite mind from eternity.

The Lord Jesus Christ has paid the price for you, not to secure a mere assent to the truth, but for heart service. He desires the homage of your soul. You cannot cease to believe that you ought to do the will of God. You can no more release yourself from the claims of duty than you can flee from the presence of God. It is only in obedience to God that you will realize true happiness....

I entreat you to open the door of your heart and let your Saviour in. Give Him the whole heart—that which He has purchased. Ever bear in mind that it is you who must choose. God forces no man. He has chosen you, and engraven your name in the palms of His hands. Will you not give yourself fully to Him? Time is short. You have not a moment to lose in hesitation. The divine Word is in your hands, to be a lamp to your feet and a light to your path.—Letter 21a, January 11, 1893, to N. D. Faulkhead, treasurer of the Echo Publishing House, and at the time involved with secret societies.

This devotional is from The Upward Look by Ellen G. White. For more books by Ellen G. White, visit Ellen G. White Writings

28.9.18

The Jump

Remember the challenge Yes Theory proposed to Will Smith? Well, it happened.



Viagem para Roma - Comentário

“Cristo Espera”

Estudo Adicional – Comentário

A Maravilhosa Graça de Deus, “Cristo Espera”

E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. Mateus 24:14.

O evangelho de Cristo é, de princípio a fim, o evangelho da graça salvadora. Ele é uma idéia distintiva e dominante. Será um auxílio aos necessitados, luz para os olhos cegos à verdade, e guia às almas em busca do verdadeiro fundamento. Salvação plena e perpétua acha-se ao alcance de toda alma. Cristo espera e almeja dar perdão, e comunicar a graça gratuitamente oferecida. Ele vela e espera. Dizendo como disse ao cego deJericó: “Que queres que te faça?” Marcos 10:51. Tirar-te-ei os pecados; lavar-te-ei em Meu sangue.

Em todas as estradas da vida há almas a serem salvas. Os cegos estão tateando nas trevas. Comunicai-lhes a luz, e Deus vos abençoará como colaboradores Seus.

Necessitamos mais zelo na causa de Cristo. A solene mensagem da verdade deve ser dada com uma intensidade capaz de impressionar os descrentes com o fato de que Deus está cooperando com os nossos esforços de que o Altíssimo é a fonte viva de nossa força. — Evangelismo, 552, 553, 697.

É privilégio de todo cristão, não só aguardar, mas mesmo apressar a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Se todos os que professam o Seu nome estivessem produzindo frutos para Sua glória, quão rapidamente não seria lançada em todo o mundo a semente do evangelho! Depressa amadureceria a última seara, e Cristo viria para juntar o precioso grão. — Testemunhos Seletos 3:213.

É chegado o tempo em que, por intermédio dos mensageiros de Deus, o rolo do livro se abrirá ao mundo. A verdade contida na primeira, segunda e terceira mensagens angélicas, tem de ir a toda nação, tribo, língua e povo; ela deve iluminar as trevas de todo continente, e estender-se às ilhas do mar. Não deve haver dilação nessa obra.

Nossa divisa deve ser: Para a frente, sempre para a frente! Anjos do Céu irão adiante de nós, a preparar-nos o caminho. Nosso cuidado pelas regiões distantes nunca poderá ser deposto enquanto a Terra inteira não for iluminada com a glória do Senhor. — Obreiros Evangélicos, 470.

Estudo Adicional 28.9.18

Sexta-feira, 28 de Setembro

“Cristo confiou à igreja uma sagrada responsabilidade. Cada membro deve ser um conduto através do qual Deus possa comunicar ao mundo os tesouros da Sua graça, as insondáveis riquezas de Cristo. Não há nada que o Salvador deseje mais do que agentes que representem o Seu Espírito e o Seu caráter ao mundo. Não existe nada que o mundo necessite mais do que a manifestação do amor do Salvador através da humanidade. Todo o Céu está à espera de homens e mulheres por cujo intermédio Deus possa revelar o poder do cristianismo.” Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 600

“Deus tem esperado por muito tempo que o espírito de serviço se apodere de toda a igreja, de maneira que cada um trabalhe para Ele segundo a sua habilidade. Quando, em cumprimento da comissão evangélica, os membros da igreja de Deus fizerem a obra que lhes é indicada nos necessitados campos nacionais e estrangeiros, todo o mundo será logo advertido, e o Senhor Jesus retornará à Terra com poder e grande glória.” Atos dos Apóstolos, p. 111

Perguntas para discussão

1. Como foram os outros influenciados pela fé revelada por Paulo na viagem a Roma?

2. Paulo nunca desistiu da sua fé nem da sua missão. Em Roma, apesar da sua liberdade limitada, ele continuou a pregar. O que podemos fazer quando somos tentados a desistir de pregar o evangelho a alguém?

3. Leia Romanos 1:14, 15. Porque sentia Paulo a obrigação de pregar o evangelho? A nossa obrigação é menor que a dele? Considere esta afirmação: “Salvar pessoas deve ser a obra vitalícia de todo aquele que professa seguir a Cristo. Somos devedores ao mundo pela graça que nos foi dada por Deus.” Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 53

4. O texto de Isaías 6:9 e 10 pode ser aplicado a nós? Recebemos a verdade, mas se endurecermos o coração a ela, ou mesmo a aspectos que entrem em conflito com os nossos desejos, que perigo enfrentaremos?

5. Imagine que fosse o soldado acorrentado a Paulo. O que acha que ele viu no homem a quem estava tão intimamente ligado?

Further Thought 28.9.18

Friday, September 28


“Christ has given to the church a sacred charge. Every member should be a channel through which God can communicate to the world the treasures of His grace, the unsearchable riches of Christ. There is nothing that the Saviour desires so much as agents who will represent to the world His Spirit and His character. There is nothing that the world needs so much as the manifestation through humanity of the Saviour’s love. All heaven is waiting for men and women through whom God can reveal the power of Christianity.”—Ellen G. White, The Acts of the Apostles, p. 600.

“Long has God waited for the spirit of service to take possession of the whole church so that everyone shall be working for Him according to his ability. When the members of the church of God do their appointed work in the needy fields at home and abroad, in fulfillment of the gospel commission, the whole world will soon be warned and the Lord Jesus will return to this earth with power and great glory.”—Page 111.

Discussion Questions:

How does Luke portray Paul’s faith in God throughout the whole journey to Rome? How were others affected by such unconditional faith?

Despite everything he had gone through, Paul never gave up his faith or his mission. In Rome, he continued to preach despite his limited freedom. What can we do when tempted to give up on our proclamation of the gospel to someone?

Read Romans 1:14, 15. Why did Paul feel himself under obligation—or a debtor—to preach the gospel to everybody? Are we less obligated than he was? Consider this statement: “To save souls should be the lifework of everyone who professes Christ. We are debtors to the world for the grace given us of God, for the light which has shone upon us, and for the discovered beauty and power of the truth.”— Ellen G. White, Testimonies for the Church, vol. 4, p. 53.

Read again the passage from Isaiah that Paul used. How could this idea apply to us? Yes, we have been given a great deal of truth, but if we harden ourselves to it, or even to aspects of it that might conflict with our own wishes or desires, what danger could we face spiritually?

Imagine being the soldier chained to Paul. What do you think he saw in the man to whom he was so closely tied?

Orar por todos os homens


Esta manhã Deus deu-me uma mensagem muito directa e muito clara. Às vezes, no meu zelo pela verdade, sou muito rápido em apenas apontar os erros de alguém, esquecendo que todas as pessoas são filhos e filhas de Deus que Ele quer salvar. Sim, porque Deus “quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.” (1 Timóteo 2:4)

Não tenho problema em admitir que estou errado, por muito que isso possa ferir o meu eu. Por isso mesmo precisamos crucificar o nosso eu todos os dias! (“Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me.” Mateus 16:24)

Será que estou eu sozinho neste problema de ser rápido em apontar o erro, mas muito lento em buscar a Deus pela pessoa que errou?

E em relação a ninguém é isto mais real do que quando falamos de pessoas que estão no poder da nação. Quão rápidos somos em apontar o dedo…

Aqueles que acompanham o ministério do Amazing Facts, devem saber que há mais de 20 anos que o ministério, de forma especial na pessoa do Pastor Doug Batchelor, tem feito parte do National Religious Broadcasters (Emissoras Religiosas Nacionais, nos EUA). Eles reúnem-se com líderes do governo todos os anos para fazer o que podem para preservar o direito de grupos religiosos continuarem a ter a liberdade de transmitir o evangelho através da rádio.

Nestes últimos dias o Pastor Doug Batchelor tem estado em Washington DC, nomeadamente na Casa Branca, para participar em reuniões sobre liberdade religiosa. Mas acredito que já existem aqueles que rapidamente acusaram o Pastor Batchelor de se estar a reunir com o Trump, porque o Trump é um demónio e o Doug Batchelor é um reptiliano…

Bem, piadas à parte, o que Deus diz é que devíamos ter vergonha da rapidez com que muitas vezes abrimos a boca para dizer asneiras. Esta manhã lia eu esta publicação do Pastor Batchelor:

“Reunião com o Supremo Tribunal

Quando estivemos em Washington esta semana, o Líder da Maioria no Senado, Mitch McConnell, fez-nos uma apresentação nos bastidores sobre o que estava a acontecer com o processo de nomeação do Supremo Tribunal. A tensão na cidade era palpável. (Isso tornou-se óbvio no feio espetáculo dos mídia hoje).

Um congressista, Mark Meadows, depois de falar connosco caiu de joelhos quando nos oferece-mos para orar por ele, e outro líder na Casa Branca, que não vou citar, irrompeu em lágrimas e pediu-nos para orar por ela antes dela fazer o seu briefing. Preencher a vaga no Supremo Tribunal tem certamente sido uma das audiências mais dramáticas e emocionalmente divisivas do Supremo Tribunal na história dos EUA. Ainda assim, foi encorajador ver que ainda há muitos crentes em Washington DC que reconhecem que há uma batalha espiritual a acontecer nos bastidores.

Todos nós precisamos realmente orar por mais bondade, união e civismo no nosso país.”


Será que estas palavras do Apostolo Paulo são, hoje em dia, só para os americanos?

“Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.” 1 Timóteo 2:1-4 NVI

Talvez isto ajude:

“A Bíblia diz-nos que devemos orar a favor de todas as autoridades (1 Timóteo 2.2), mesmo que não aprovemos tudo que fazem. Então, porque orar? Porque, talvez, se gastássemos tempo para orar pelos nossos dirigentes, como gastamos para os criticar, em breve veríamos mudanças. A oração leva à ação. A oração tem o poder transformador naquele que ora e naquele que é o objeto da oração. Quem ama deseja o melhor. O nosso amor pela Pátria deve nos levar a suplicar as bênçãos de Deus sobre os nossos líderes.

Devemos pedir a orientação do Espírito Santo para escolher os nossos dirigentes e, depois, orar para que o mesmo Espírito Santo os ilumine para agir, segundo a justiça e a sabedoria de Deus. Olhemos para o mundo à nossa volta e vejamos se temos, realmente, a consciência das necessidades dos nossos compatriotas, ou mesmo de pessoas de outros países, a ponto de levá-los a Deus em oração. A oração sincera e contínua do povo de Deus é a base da fraternidade que une os povos da Terra.”


Em suma, muitos podem pensar que (aparentemente) o nosso querido Portugal é um cantinho de paz onde não se passa nada. Verdade, devemos dar graças a Deus pela paz que temos, e aproveitar que a temos. Verdade que não temos confusões políticas tão grandes como nos EUA. Verdade que não temos a crise humanitária que se vive agora na Venezuela. Mas, será que vamos continuar a ser bons (ou maus) portugueses e “só nos vamos lembrar de Santa Barbara quando trevoa?”

Pior! Só vamos orar pelo que nos interessa pessoalmente? Só quando temos desejos ou problemas? Apenas vamos interceder pelos que amamos ou por quem gostamos?

“Mas a vós, que isto ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam; Bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam.” Lucas 6:27,28

Material para pensar, meditar e orar.

Bom dia, e desde já, um feliz Sábado vos desejo a todos.

27.9.18

China e Vaticano

What's cooler than building your own Batmobile?

Roupas: uma vitrine do cristão

“É o Diabo quem faz com que as mulheres mostrem as pernas para excitar os homens.” Anton LaVey, The Satanic Bible, p.39

A Vitória do Evangelho – Comentário

“Paulo declarou que … tinha conhecido a Cristo, não pelo contacto pessoal, mas simplesmente pela concepção que, em comum com outros, tinha nutrido concernente ao caráter e obra do Messias por vir. Tinha rejeitado Jesus de Nazaré, considerando-O um impostor porque Ele não preenchia essa concepção. Mas então a visão que tinha de Cristo e a Sua missão era muito mais espiritual e exaltada; pois tinha sido convertido. O apóstolo afirmou que não lhes apresentava Cristo segundo a carne. Herodes tinha visto Cristo nos dias de Sua humanidade; vira-O Anás; Pilatos, os sacerdotes e príncipes O tinham visto; viram-No os soldados romanos. Mas não O tinham visto com os olhos da fé; não O tinham visto como o Redentor glorificado. Apreender a Cristo pela fé, ter Dele um conhecimento espiritual era mais para desejar que um contato pessoal com Ele como apareceu na Terra. A comunhão com Cristo na qual Paulo então se rejubilava era mais íntima, mais duradoura que um mero e humano companheirismo terrestre.

Ao falar Paulo do que sabia e testificar do que tinha visto, concernente a Jesus de Nazaré como a esperança de Israel, os que honestamente estavam à procura da verdade foram convencidos. Em alguns espíritos, pelo menos, as suas palavras causaram uma impressão que jamais se apagou. Mas outros recusaram-se obstinadamente a aceitar o claro testemunho das Escrituras, mesmo quando lhes era apresentado por alguém que tinha especial iluminação do Espírito Santo. Eles não podiam refutar os seus argumentos, mas recusaram-se a aceitar as suas conclusões.” Atos dos Apóstolos, p. 452, 453

“Deste modo, enquanto aparentemente separado do trabalho ativo, Paulo exerceu uma influência maior e mais duradoura do que se estivesse livre a viajar entre as igrejas como nos anos anteriores. Como prisioneiro do Senhor, ele reteve mais firmemente as afeições dos seus irmãos; e as suas palavras, escritas por quem estava em cadeias por amor de Cristo, impunham maior atenção e respeito do que quando ele estava pessoalmente com eles. Não antes que Paulo fosse deles separado, os irmãos compreenderam quão pesados eram os encargos que ele tinha levado em benefício deles. Até então tinham-se em grande parte escusado de responsabilidade e obrigações, porque sentiam a falta da sua sabedoria, tato e indomável energia; mas então, deixados na sua inexperiência a aprender as lições que eles tinham rejeitado, apreciaram os seus conselhos, advertências e instruções como não tinham considerado o seu trabalho pessoal. E ao aprenderem da sua coragem e fé durante a sua longa prisão, foram incentivados a maior fidelidade e zelo na causa de Cristo.” Atos dos Apóstolos, p. 454

“Todo o que tenha recebido a Cristo é chamado a trabalhar pela salvação dos seus semelhantes. “O Espírito e a esposa dizem: Vem! E quem ouve diga: Vem!” O dever de fazer este convite inclui a igreja toda. Todo o que tenha ouvido o convite, deve fazer ecoar a mensagem pelas colinas e vales, dizendo: “Vem” (Ap 22:17).

É um erro fatal supor que a obra da salvação de pessoas dependa só do ministério. O humilde e consagrado crente sobre quem o Senhor da vinha colocou o encargo das pessoas, deve receber encorajamento daqueles a quem o Senhor deu maiores responsabilidades. Os que ocupam lugar de líderes na igreja de Deus devem sentir que a missão do Salvador é dada a todos os que crerem no Seu nome.” A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 306

A Vitória do Evangelho

Quinta-feira, 27 de Setembro

Num determinado dia, os judeus vieram em grande número para ouvir a apresentação de Paulo sobre o evangelho (Atos 28:23).

6. Leia Atos 28:24-31. Qual foi o objetivo de Paulo ao citar Isaías nesse contexto?

A citação de Isaías 6:9 e 10 descreve o que acontece quando as pessoas se recusam a aceitar a mensagem divina. Embora alguns judeus tivessem crido, outros não o fizeram; e, por causa da confusão que se formou, o apóstolo não teve escolha senão, mais uma vez, voltar-se para os gentios (Atos 13:46, 47; Atos 18:6).

Paulo teve que esperar dois anos para ser julgado pelo imperador. Enquanto isso, embora restrito à sua prisão domiciliar, ele pôde compartilhar o evangelho sem restrição com aqueles que vinham até ele. A última cena de Atos enfatiza a vitória do evangelho, pois nenhuma força judaica nem romana conseguiu interromper o seu progresso.

Não está claro porque Lucas conclui o seu livro neste ponto, pois há evidências de que, por causa da fragilidade do caso contra Paulo, ele foi posto em liberdade, realizou outra viagem missionária e foi novamente levado para Roma e executado (2 Timóteo 4:6-8). Tendo em vista o propósito literário de Lucas, talvez o facto de que o evangelho tinha sido pregado até na distante cidade de Roma indicava que ele já tinha alcançado os “confins da Terra” (Atos 1:8).

“A paciência e o bom ânimo de Paulo durante a sua longa e injusta prisão, bem como a sua coragem e fé, eram um constante sermão. O seu espírito, tão diferente do espírito do mundo, dava testemunho de que um poder mais alto que o da Terra habitava com ele. E, pelo seu exemplo, os cristãos foram impelidos a defender com mais energia a causa do evangelho no trabalho público do qual Paulo tinha sido afastado. Dessa maneira, as algemas do apóstolo tiveram tal influência que, quando o seu poder e utilidade pareciam aniquilados e, ao que tudo indicava, bem pouco poderia fazer, ele alcançou para Cristo frutos em campos dos quais parecia inteiramente excluído.” Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 464

Do ponto de vista da missão da igreja, no entanto, pode-se dizer que o livro de Atos (ou a história da propagação do evangelho) ainda não foi concluído, e é aqui que cada um de nós entra em cena. Muitos outros capítulos emocionantes e dramáticos já foram escritos ao longo dos séculos, às vezes com o próprio sangue das fiéis testemunhas de Deus. Agora é nossa vez de acrescentar mais um capítulo – talvez o último – e concluir a missão que Jesus deixou aos discípulos, e “então, virá o fim” (Mateus 24:14).

The Victory of the Gospel

Thursday, September 27


On a set day, the Jews came in large numbers to hear Paul’s presentation of the gospel (Acts 28:23).

Read Acts 28:24-31. What was Paul’s point in quoting Isaiah in this context?

The quotation from Isaiah 6:9, 10 describes what happens when people refuse to accept the divine message. Though some Jews believed, others didn’t, and so, because of this great dispute, the apostle had no choice but once again to turn to the Gentiles (Acts 13:46, 47; 18:6).

Paul had to wait two years to be tried by the emperor. Meanwhile, though restricted to his house-prison, he was still able to share the gospel without hindrance with those who came to him. The last scene of Acts is one that emphasizes the victory of the gospel, as no force, whether Jewish or Roman, had been able to stop its progress.

It is not clear why Luke finishes his book at this point, as there is evidence that, due to the weakness of the case against Paul, he was released from this imprisonment, went on another missionary journey, and was again taken to Rome and executed (2 Timothy 4:6-8). Perhaps, from the standpoint of Luke’s literary purpose, by having been preached even in distant Rome, the gospel had already reached the “ends of the earth” (Acts 1:8, NIV).

“Paul’s patience and cheerfulness during his long and unjust imprisonment, his courage and faith, were a continual sermon. His spirit, so unlike the spirit of the world, bore witness that a power higher than that of earth was abiding with him. And by his example, Christians were impelled to greater energy as advocates of the cause from the public labors of which Paul had been withdrawn. In these ways were the apostle’s bonds influential, so that when his power and usefulness seemed cut off, and to all appearance he could do the least, then it was that he gathered sheaves for Christ in fields from which he seemed wholly excluded.”—Ellen G. White, The Acts of the Apostles, p. 464.

From the standpoint of the church’s mission, however, it could be said that the book of Acts—or the history of the spreading of the gospel—is not yet finished, and it is here that each one of us enters the picture. Many more exciting and dramatic chapters have been written throughout the centuries, sometimes with the blood of God’s faithful witnesses. Now it is our turn to add one more chapter, the last one (we hope!), and bring the mission Jesus left with the disciples to its full completion—“and then the end will come” (Matthew 24:14, NKJV).

26.9.18

Génesis 25:21

A Esquerda é Má. E a Direita?


Muito daquilo que normalmente se discute quanto à sociedade em que vivemos, porventura mais especialmente em época de eleições, reside nas diferenças entre os dois grandes blocos de pensamento político e filosófico: a esquerda e a direita.

Estes dois campos foram estabelecidos e consolidados após a revolução francesa. Politicamente falando, foi durante a revolução francesa que foram criados os termos “direita” e “esquerda” – referiam-se ao lugar onde os políticos de então se sentavam no parlamento francês: os que estavam à direita da cadeira do presidente parlamentar eram a favor do regime anterior (monárquico); os que se sentavam à esquerda, eram contra. Assim, quando a 28 de agosto de 1789, se discutiu na Assembleia Nacional Constituinte a questão do direito de veto do rei, os deputados que se opunham à proposta sentaram-se à esquerda do presidente; os que eram a favor deste privilégio monárquico sentaram-se à direita.

Ao longo do século XIX, a mais notada linha divisória entre a “esquerda” e a “direita” foi entre os apoiantes da monarquia (os de direita) e os apoiantes da República (os de esquerda, já então apelidados de revolucionários). O uso do termo “esquerda” tornou-se mais proeminente após a restauração da monarquia francesa em 1815 e foi aplicado aos chamados “Independentes”, os contestatários do regime monárquico.

Convém reforçar que na França daquele tempo, a “direita” representava a ordem e os valores tradicionais e históricos da monarquia, normalmente sempre próxima do papado na história e cultura europeias (conservadorismo), enquanto a “esquerda” passava a representar a novidade ideológica, o colocar em causa da ordem política estabelecida até então, rejeitando a religião e os seus valores (liberalismo, quanto aos costumes).

A princípio, esta esquerda, composta e promovida essencialmente pelos intelectuais ou mais preparados de então, não teve grande acolhimento junto do povo e experimentou sérias dificuldades de penetração e consolidação. Por isso, após o golpe de estado de Napoleão III em 1851, a esquerda foi excluída do campo e debate políticos, focando as suas atenções na organização dos trabalhadores e no trabalho dos pensadores que se debruçavam sobre essas classes, uma espécie de sindicalismo original.

Desse crescente movimento operário francês, sugiram os pensamentos e as máximas que se consolidaram numa ideologia que se materializou em diversas vertentes, segundo vários pensadores e ideólogos. Contudo, a maioria dos crentes católicos praticantes (os religiosos) continuaram a votar de maneira conservadora, à direita, enquanto os grupos que foram recetivos à revolução francesa do final do século XVIII começaram a preferir as ainda novas correntes de esquerda (normalmente, não religiosas).

E assim, ao longo das décadas seguintes, a doutrina político-social de esquerda estabeleceu-se e confirmou-se numa grande parte do mundo até hoje, enquanto a direita política era remetida quase exclusivamente para uma espécie de redoma onde a catalogação obrigatória era a da religião cristã ou dos valores tradicionais e históricos da mesma. E embora o socialismo/comunismo tenha sofrido também ele uma ferida de morte – em 1989, com a queda do muro de Berlim – a verdade inegável é que cultural e socialmente, a ideologia de esquerda, está bem firmada e em alguns casos segue sendo fortalecida.

E como é que tudo isto se transpôs para a sociedade? Como algumas das principais heranças políticas e sociais deste pensamento de esquerda, ateísta e secularista, temos: socialismo, comunismo, (ou marxismo, marxismo-leninismo), sindicalismo, ativismo social, reivindicação de direitos sociais, ambientalismo, humanismo, ideologia de género, feminismo, homossexualismo (com a apologia dos chamados “direitos civis”), licenciosidade e liberalização do sexo, redefinição do casamento como ato exclusivamente civil, aborto, evolucionismo ou ciência moderna (no sentido da rejeição de Deus, oposição ao criacionismo)

Na ausência de espaço e tempo para fazer uma análise minuciosa a casa um destes itens, resumiremos da seguinte forma: de acordo com os princípios divinos que emanam das Sagradas Escrituras, nada de bom se pode retirar desta lista. Sim, leu bem – nada de bom; aquilo que aparentemente parece ser um benefício para a sociedade, na verdade não é aprovado diante do fino e rigoroso escrutínio das Escrituras. De forma simples, diremos: à luz dos valores cristãos, a esquerda é má. Pode parecer uma afirmação demasiado simplista e/ou absolutista, mas é mesmo assim.

Assim sendo, surge a pergunta: e o pensamento político de direita? Será bom ou mau? Pois bem, esta pergunta precisa ser respondida com uma sub-pergunta: qual pensamento de direita? A direita socioeconómica ou a direita religiosa? Acontece que, para benefício de um raciocínio deste tipo, enquanto a esquerda é a esquerda e está tudo dito, a direita pode ser analisada dentro destes dois barómetros; o exclusivamente civil e o religioso.

A direita socioeconómica defende as liberdades individuais, incluindo de iniciativa e religiosa, o livre mercado e a menor interferência possível do Estado na vida económica, política, social, religiosa e cultural. (Em contraponto, para a já mencionada esquerda, os ideais de igualdade estão acima das liberdades individuais, a atenção é colocada no coletivo e o Estado tem papel ativo, orientador e se necessário restritivo nos âmbitos económico, social, religioso e cultural.)

O século XX deixou bem claro que as nações mais prósperas, avançadas e cujo progresso foi e é por vezes difícil de acompanhar foram justamente aquelas onde o pensamento socioeconómico de direita foi aplicado, desde logo com os Estados Unidos à frente. (Em contraponto, os maiores fracassos sociais e mesmo como nação, foram os países onde socialismo e comunismo reinaram soberanos, desde logo com Cuba à cabeça.)

Contudo, a direita religiosa é fundamentalmente diferente da direita socioeconómica pois não passa ao lado de uma relevantíssima característica: baseia-se, apega-se, sustenta-se na religião cristã, cujos princípios e valores funcionam como primeira e prioritária inspiração, até mesmo como base e alicerce de todo o pensamento.

Aqui alguém perguntará: e qual o problema? Se a esquerda tem uma base ateísta e secular, a direita não poderá ter uma base religiosa, cristã? Poder, até poderia; o problema é que, não poucas vezes, isso implica uma mistura, uma união entre Estado e Igreja – e a História aí está para demonstrar que isso nunca corre bem, sendo que o que normalmente acontece é o Estado aceder aos ditames da Igreja.

Podemos citar como exemplos mais recentes o caso de Portugal, com o seu governo salazarista (conhecido como Estado Novo) entre 1933 e 1974 e onde, por especial pressão da Igreja Católica Romana (e não necessária e primeiramente pelo Estado), os não católicos, como adventistas e evangélicos, nem sempre tiveram a vida muito facilitada. A sinopse oficial da obra “A Igreja Católica e o Estado Novo Salazarista”, de Duncan Simpson, menciona: “O Estado Novo de Salazar, independentemente das suas diversas influências ideológicas, continha no seu núcleo uma tendência específica da doutrina católica forjada pela elite católica portuguesa no primeiro quartel do século XX (antiliberal, tradicionalista e nacionalista). Desta componente católica do programa salazarista emergiu uma aliança institucional duradoura e abrangente com a Igreja Católica, com esta a participar na legitimação, no esforço doutrinário e na implementação das políticas do Estado Novo.” Junte a isto o facto de Roma não receber ordens de ninguém e rapidamente perceberá quem mandava em quem.

Também o franquismo em Espanha (1939-1977) seria outro exemplo de governos que mantiveram relações muito próximas com a Igreja Católica Romana. Ainda outros exemplos poderiam ser mencionados, particularmente na primeira metade do século XX, com o especial – porventura espantoso – caso do nazismo alemão que chegou ao poder com o voto do Partido Católico Alemão.

Nestes casos, não havia a livre circulação, iniciativa ou trocas comerciais que seriam próprias de um regime socioeconómico de direita; pelo contrário, as limitações existentes mais pareciam inspiradas naquilo que historicamente conhecemos de um regime autoritário de esquerda. A política autoritária, embora de direita, estava misturada com os interesses da Igreja romana.

Vejamos agora o caso dos Estados Unidos da América, a nação recente que em dois séculos se tornou no mais próspero e avançado país da História humana.

A nação americana foi fundada com uma fortíssima base de liberdade de consciência religiosa, logo estendida a todas áreas de ação, nomeadamente civil. Politicamente, tinha um sistema de direita socioeconómica que, conforme mencionado antes, privilegiava as liberdades individuais, incluindo de iniciativa e religiosa, o livre mercado e a menor interferência possível do Estado na vida económica, política, social, religiosa e cultural. A mesmo tempo, e para evitar perigos que os pais fundadores conheciam bem, separou-se desde logo Estado e Igreja, impedindo que um interferisse no outro. Foi assim que os Estados Unidos se desenvolveram, cresceram e se consolidaram como a grande potência mundial: liberdades socioeconómicas, separação entre Estado e Igreja.

Poderíamos mencionar agora qualquer exemplo de Estado baseado numa premissa ateísta e secular, como é o caso dos socialistas e comunistas, para perceber o contraste e a diferença em termos do exercício das liberdade individuais. Contudo, o mesmo poderemos dizer se compararmos os Estados Unidos com um governo baseado em princípios de direita mas com a interferência ou ingerência da religião predominante. Isto indica que um Estado de direita religiosa, isto é, com predominância da Igreja, está, nos seus princípios e práticas, mais perto de um Estado de esquerda do que de um Estado de direta socioeconómica!

Confirmando: o regime de Estado que mais se aproxima da defesa e prática dos valores bíblicos é sempre uma direita socioeconómica, onde todos podem livremente escolher o que fazer, onde ir, o que negociar e que religião ter e praticar. Quando essa direita se transforma e até assume como uma direita religiosa, temos a vantagem de ver favorecidos valores cristãos de respeito pela vida, pela propriedade, pela própria liberdade e a do outro. Contudo, pode surgir também uma demasiada proximidade e muitas vezes promiscuidade com a Igreja, o que pode provocar a curto, médio ou longo prazo uma restrição a essas mesmas liberdades.

E aqui encaixa-se muito bem o entendimento profético adventista: em qual dos casos sairá favorecido o cenário escatológico que há mais de 160 anos os adventistas do sétimo dia anunciam? Com um governo de esquerda? Não. Com um governo de direita socioeconómica? Também não. Com um governo de direita religiosa? Certamente que sim!

Conclusão: nos últimos anos, grandes e espantosas mudanças têm ocorrido no mundo: Donald Trump nos Estados Unidos, Viktor Orban na Hungria, Mateo Savini em Itália, eventualmente Jair Bolsonaro no Brasil – todos eles têm provocado enorme impacto e, preste bem atenção, são bem próximos da direita religiosa. No âmbito profético, entende agora o que poderá estar a acontecer no mundo?

Publicado em 25 Setembro, 2018 por Filipe Reis

Fonte: O Tempo Final

Paulo Chega a Roma, Finalmente – Comentário

“Muitos dos judeus que tinham sido banidos de Roma alguns anos antes, tiveram permissão para voltar, de maneira que agora ali se encontravam em grande número. A estes, antes de tudo, queria Paulo apresentar os factos que diziam respeito a si mesmo e à sua obra, antes que os seus inimigos tivessem ocasião de os incitar contra ele. Três dias depois da sua chegada a Roma, portanto, reuniu os líderes judeus, e de maneira simples e direta, declarou porque viera a Roma como prisioneiro. …

Ele nada disse dos abusos que tinha sofrido às mãos dos judeus, nem das repetidas tramas para o assassinar. As suas palavras caracterizaram-se pela prudência e bondade. Ele não estava a procurar ganhar atenção pessoal nem simpatia, mas defender a verdade e manter a honra do evangelho.” Atos dos Apóstolos, p. 450

“Os mais fortes incentivos à fidelidade são apresentados a nós, os mais elevados motivos, as recompensas mais gloriosas. Os cristãos devem ser representantes de Cristo, filhos e filhas de Deus. São as Suas joias, o Seu tesouro particular. De todos os que mantiverem a sua firmeza, Ele declara: “Comigo andarão de branco; porquanto são [dignos] disso” (Apocalipse 3:4). Os que alcançam os portais da eterna bem-aventurança, não considerarão demasiadamente grande nenhum sacrifício que tenham feito.

Queira Deus ajuda-lo a resistir à prova e conservar a sua integridade. Apegue-se, pela fé, a Jesus. Não decepcione o seu Redentor.” Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 368

“O cumprir todo o dever como sendo ao Senhor, lança um encanto ao redor da mais humilde ocupação, e liga os obreiros na Terra com os seres santos que fazem a vontade de Deus no Céu.

O bom êxito nesta vida, e no ganhar a vida futura, depende duma atenção fiel e conscienciosa às coisas pequenas. Vê-se a perfeição nas menores das obras de Deus, não menos do que nas maiores. A mão que elevou os mundos no espaço é a mesma que fez com delicada perícia os lírios do campo. E assim como Deus é perfeito na Sua esfera de ação, devemos nós ser perfeitos na nossa. … E a fidelidade deve caracterizar a nossa vida nos seus mínimos pormenores bem como nos máximos. A integridade nas pequenas coisas, a realização de pequenos atos de fidelidade e pequenas ações de bondade, alegrarão a senda da vida; e, quando terminar a nossa obra na Terra, será verificado que cada um dos pequenos deveres fielmente cumpridos exerceu uma influência para o bem – influência esta que jamais poderá perecer.” Patriarcas e Profetas, p. 574

“É dever do cristão não se deixar moldar pelo ambiente e as circunstâncias, mas viver acima das circunstâncias, formando o caráter de acordo com o Modelo divino. Ele deve ser fiel em qualquer situação em que se encontre. Deve cumprir o seu dever com fidelidade, aproveitando as oportunidades que lhe são dadas por Deus e utilizando as suas capacidades da melhor maneira possível. …

Fidelidade, economia, cuidado, esmero devem caracterizar todo o nosso trabalho, seja onde for que estejamos: na cozinha, na oficina,… ou em qualquer posição que ocupemos na vinha do Senhor.” Review and Herald, 22 de setembro de 1891; Exaltai-O [MM 1992], p. 281

Paulo Chega a Roma, Finalmente

Quarta-feira, 26 de Setembro

Depois de três meses em Malta, Paulo e os seus companheiros puderam finalmente continuar a viagem (Atos 28:11). Eles chegaram a Putéoli (Atos 28:13), atualmente conhecida como Pozzuoli, na baía de Nápoles, de onde seguiriam por terra para Roma (veja Atos 28:11-16).

A notícia da aproximação de Paulo chegou rapidamente a Roma, e um grupo de cristãos decidiu viajar vários quilômetros ao sul para recebê-lo. Embora ele nunca tivesse estado em Roma, o apóstolo tinha muitos amigos na cidade: colaboradores, conversos, parentes e muitos outros que lhe eram extremamente queridos (Romanos 16:3-16). O encontro na Via Ápia deve ter sido particularmente comovente, acima de tudo por causa do naufrágio e do facto de que Paulo era agora um prisioneiro. Como resultado de tal demonstração de amor e cuidado por parte dos seus queridos amigos, o apóstolo agradeceu a Deus e sentiu-se profundamente animado, visto que estava prestes a enfrentar o julgamento perante o imperador.

No seu relatório oficial, Festo deve ter escrito que, de acordo com a lei romana, Paulo não era culpado de nenhum crime importante (Atos 25:26, 27; 26:31, 32). Isso provavelmente explica porque foi o apóstolo autorizado a alugar uma casa (Atos 28:30), em vez de ser enviado para uma prisão comum ou campo militar. Entretanto, de acordo com o costume romano, ele foi mantido acorrentado a um soldado. O facto de que Paulo custeou as próprias despesas implica que, de alguma forma, ele pôde trabalhar (Atos 18:3).

5. De acordo com Atos 28:17-22, o que fez Paulo assim que se estabeleceu?

Embora Paulo não pudesse ir à sinagoga, a sinagoga podia vir até ele. Portanto, logo após a sua chegada, e seguindo a política de ir primeiro aos judeus (Romanos 1:16), ele convocou os líderes judaicos locais para declarar a sua inocência e explicar, como o fizera anteriormente, que ele não tinha sido preso por nenhuma outra razão senão pela esperança de Israel (Atos 23:6; 24:15; 26:6-8). A sua intenção não era defender-se, mas criar uma atmosfera de confiança que lhe permitisse pregar o evangelho, mostrando como a ressurreição de Jesus era o cumprimento da antiga esperança de Israel. Surpresos por não terem recebido nenhuma informação de Jerusalém sobre Paulo, os judeus decidiram ouvi-lo.

Leia Atos 28:22. O que revela o texto sobre a hostilidade contra os cristãos ainda naquele momento? Como podemos permanecer fiéis mesmo quando outros falam contra a nossa fé?

Paul in Rome, Finally

Wednesday, September 26


After three months in Malta, Paul and his companions were finally able to continue their journey (Acts 28:11). They arrived in Puteoli (Acts 28:13)—modern Pozzuoli, in the Bay of Naples—from where they would travel to Rome by road (see Acts 28:11-16).

The news of Paul’s approach quickly reached Rome, and from there a group of believers traveled several miles south to welcome him. Though he had never been to Rome, the apostle had numerous friends in the city: co-workers, converts, relatives, and many others who were very dear to him (Romans 16:3-16). The meeting on the Appian Way must have been particularly moving, especially in view of the shipwreck and the fact that Paul was now a prisoner. As a result of such a unique demonstration of love and care on the part of his beloved friends, the apostle thanked God and felt deeply heartened as he was about to face trial before the emperor.

In his official report, Festus certainly must have written that according to Roman law, Paul was not guilty of any significant crime (Acts 25:26, 27; 26:31, 32). This probably explains why he was allowed to rent a private dwelling (Acts 28:30) instead of being sent to a regular prison or military camp, though after Roman fashion he was chained to a soldier the whole time. That Paul was at his own expense implies he was able to carry on his own trade (Acts 18:3).

Read Acts 28:17-22. What did Paul do as soon as he settled down?

Though Paul could not go to the synagogue, the synagogue could come to him. So, soon after his arrival, following his policy of going first to the Jews (Romans 1:16), he called together the local Jewish leaders to state his innocence and explain, as he had done before, that he had been arrested for no reason other than the hope of Israel (Acts 23:6, 24:15, 26:6-8). His intention was not so much to defend himself as to create an atmosphere of trust that allowed him to preach the gospel, showing how Jesus’ resurrection was the fulfillment of Israel’s ancestral hope. Surprised that they had not received any information from Jerusalem about Paul, the Jews decided to hear him.

Read Acts 28:22. What does this tell us about the hostility against the believers still at this time? How can we stay faithful even when others are talking against our faith?

25.9.18

In Malta

Tuesday, September 25


It was only upon reaching the shore that the survivors learned they were in Malta, a small island in the center of the Mediterranean, just south of Sicily. In the two weeks they had been adrift in the sea, yielded to the force of the wind, they had covered about four hundred seventy-five miles since Fair Havens, in Crete. Now they would have to wait out the three months of winter before continuing their journey (Acts 28:11).

Read Acts 28:1-10. What happened to Paul on the island of Malta, and how was God able to use him?

The people of Malta were very friendly and hospitable, and their first action toward Paul and his group, who were all wet and cold, was to light a fire to warm them up; the temperature in Malta at this time of the year would not be higher than about 50°F.

The incident of the snake drew the people’s attention to Paul. At first, the local pagans viewed the fact that he was bitten as an act of divine retribution. They thought Paul was a murderer who had managed to escape from death by drowning but was still caught by the gods, or perhaps the Greek goddess Dike, the personification of justice and vengeance. Because the apostle did not die, he was hailed as a god, as had happened in Lystra several years before (Acts 14:8-18). Though Luke does not dwell on the episode, it is probably safe to assume that Paul took advantage of this situation to bear witness of the God he served.

Publius was either the Roman procurator of Malta or just a local dignitary, but he welcomed Paul and his companions for three days until they found a more permanent place to stay. At any rate, the healing of this man’s father gave Paul the opportunity to engage in a sort of healing ministry among the Maltese people.

In Luke’s account, there is no mention of a single convert or of any congregation Paul left behind when he departed from Malta. Such omission might be entirely coincidental, but it illustrates the fact that our mission in the world goes beyond baptisms or church planting; it also involves concern for people and their needs. This is the practical aspect of the gospel (Acts 20:35; compare with Titus 3:14).

How fascinating that these islanders, who were ignorant about God’s law, had a sense of divine justice. Where, ultimately, did that come from? See Rom. 1:18-20.

The Shipwreck

Monday, September 24


In his second intervention in the story, Paul assured all who were on board—276 people altogether (Acts 27:37)—that, though not everything would come out fine, there would be no casualties; only the ship would go down (Acts 27:22). Fourteen days later, the apostle’s words were fulfilled. Still under a terrible storm and with the ship completely adrift, the sailors sensed land was near, possibly because they could hear the noise of breakers (Acts 27:27). After a series of soundings, and fearing the ship would be driven against the rocks along the shore, they dropped four anchors from the back of the ship in order to reduce the speed; meanwhile, they desperately asked their gods for daylight to come (Acts 27:28, 29).

Read Acts 27:30-44. What lessons are here for us in this story?

In the beginning of the journey, the centurion treated Paul well but had no reason to trust the apostle’s nautical judgment earlier in the trip. After two weeks, however, things were different. Paul had already gained the centurion’s respect with his prophetic intervention about the shipwreck (Acts 27:21-26), which was heading now to its fulfillment.

Paul urged the people on board to eat, otherwise they would not have the strength to swim and get ashore. Divine providence does not necessarily exempt us from doing what would normally be our duty. “Throughout this narrative a nice balance is maintained between God’s assurance of their safety and the efforts of the people involved to ensure it.”—David J. Williams, Acts (Grand Rapids: Baker, 1990), p. 438.

As morning approached, the sailors came in sight of land; it was a bay with a beach, where they decided to run the ship aground. The ship, however, never reached the beach. Instead, it struck a sandbar and ended up breaking apart by the force of the waves. The soldiers’ plan to kill the prisoners to prevent them from escaping was stopped by the centurion, mainly because of Paul. In the end, as God had promised, not a single life was lost.

What should it say to us about the power of Paul’s witness, and his character, that in a desire to keep Paul alive, the soldiers were forbidden to kill any of the prisoners?

Em Malta – Comentário

“Os náufragos foram bondosamente recebidos pelos bárbaros de Malta. Lucas escreveu: “Os nativos nos trataram com singular humanidade, porque, acendendo uma fogueira, acolheram a todos nós por causa da chuva que caía e por causa do frio.” Paulo estava entre os que se mostravam ativos em prover o conforto dos outros. “Tendo Paulo ajuntado e atirado à fogueira um feixe de gravetos, uma víbora, fugindo do calor, prendeu-se na mão dele”. Os circunstantes ficaram tomados de horror. … Mas Paulo a sacudiu ao fogo, e nenhum mal sentiu. Conhecendo a natureza venenosa da víbora, as pessoas olhavam para ele, esperando vê-lo entrar num momento em terrível agonia. “Depois de muito esperar, vendo que nada de anormal lhe acontecia, mudando de opinião, diziam que ele era um deus” (Atos 28:2-6).

Durante os três meses que o pessoal do navio permaneceu em Malta, Paulo e os seus companheiros de trabalho aproveitaram muitas oportunidades de pregar o evangelho. … Por amor de Paulo, toda a tripulação do navio foi tratada com grande bondade; todas as suas necessidades foram supridas e, ao deixarem Malta, foram liberalmente providos de tudo o necessário para a viagem.” Atos dos Apóstolos, p. 445, 446

“Volvendo-nos, porém, de todas as representações secundárias, contemplamos Deus em Cristo. Olhando para Jesus, vemos que a glória de nosso Deus é dar. “Nada faço por Mim mesmo” (João 8:28), disse Cristo; “o Pai, que vive, Me enviou, e Eu vivo pelo Pai” (João 6:57). “Eu não busco a Minha glória” (João 8:50), mas “a Daquele que Me enviou” (João 7:18). Manifesta-se nestas palavras o grande princípio que é a lei da vida para o Universo. Todas as coisas Cristo recebeu de Deus, mas recebeu-as para dar. Assim nas cortes celestiais, no Seu ministério por todos os seres criados: através do amado Filho, flui para todos a vida do Pai. Por meio do Filho ela volve em louvor e jubiloso serviço, uma onda de amor, à grande Fonte de tudo. E assim, através de Cristo, completa-se o circuito da beneficência, representando o caráter do grande Doador, a lei da vida.” O Desejado de Todas as Nações, p. 21

“Quem é que possui o nosso mundo? Quem são os verdadeiros donos das casas e terras? Não é Deus? Ele tem no nosso mundo uma abundância que colocou nas mãos dos homens, pela qual o faminto pudesse ser suprido de alimento, o nu de roupa; de casa, o que não tem lar. O Senhor moverá homens do mundo, mesmo idólatras, a dar da sua abundância para o sustento da obra, se deles nos aproximarmos com sabedoria, e lhes dermos oportunidade de fazer as coisas que é seu privilégio realizar. O que nos quiserem doar devemos considerar um privilégio receber. …

O Senhor quer ter o Seu povo no mundo, mas não do mundo. Devem procurar levar a verdade aos homens que estão em posições elevadas, e dar-­lhes boa oportunidade de receber e pesar as evidências. …

A derradeira mensagem dada por Cristo aos Seus discípulos antes que deles Se separasse e fosse elevado aos Céus, foi para levar o evangelho a todo o mundo, e foi acompanhada da promessa do Espírito Santo.” Testemunhos Para Ministros e Obreiros Bíblicos, p. 197, 198

Em Malta

Terça-feira, 25 de Setembro

Só quando chegaram à costa, é que os sobreviventes descobriram que estavam em Malta, uma pequena ilha no centro do Mediterrâneo, ao sul da Sicília. Nas duas semanas em que estiveram à deriva no mar, rendidos à força do vento, eles navegaram cerca de 800 quilômetros desde Bons Portos, em Creta. Agora teriam que esperar os três meses de inverno antes de continuar a viagem (Atos 28:11).

4. De acordo com Atos 28:1-10, o que aconteceu com Paulo na ilha de Malta e como conseguiu Deus usá-lo?

O povo de Malta foi hospitaleiro. Diante da chegada de Paulo e do seu grupo fizeram uma fogueira para aquecê-los, já que todos estavam molhados e com frio. A temperatura em Malta nessa época do ano não ultrapassaria os 10 °C.

O incidente da cobra atraiu a atenção do povo para Paulo. A princípio, os pagãos entenderam o facto de que ele tinha sido picado por uma cobra como um ato de retribuição divina. Eles pensavam que Paulo era um criminoso que tinha conseguido escapar da morte por afogamento, mas que ainda assim tinha sido apanhado pelos deuses, ou talvez pela deusa grega Dikê, a personificação da justiça e da vingança. Visto que Paulo não morreu, ele foi aclamado como deus, conforme tinha acontecido em Listra vários anos antes (Atos 14:8-18). Embora Lucas não se demore na descrição do episódio, é seguro presumir que Paulo aproveitou a situação para testemunhar do Deus a quem servia.

Públio era o procurador romano de Malta ou apenas um dignitário local, mas ele acolheu Paulo e os seus companheiros durante três dias, até que encontrassem um lugar para ficar. A cura do pai desse homem deu a Paulo a oportunidade de se dedicar a um ministério de cura entre os malteses.

No relato de Lucas, não há menção de um único converso ou uma única congregação deixada pelo apóstolo quando partiu de Malta. Essa omissão pode ser inteiramente ocasional, mas ilustra o facto de que a nossa missão no mundo vai além de batismos ou plantio de igrejas; ela também envolve o cuidado desinteressado para com as pessoas e as suas necessidades. Este é o aspecto prático do evangelho (Atos 20:35; compare com Tito 3:14).

É impressionante que estes habitantes da ilha pouco instruídos tivessem um sentido de justiça divina. Em última análise, de onde vinha essa consciência? (Veja Romanos 1:18-20).

O Naufrágio – Comentário

“Leia acerca daquela cena no mar, quando, aos soldados e marinheiros atirados dum lado para o outro pela tempestade, exaustos pelo trabalho, vigília e longo jejum, Paulo, como prisioneiro, a caminho para o seu julgamento e execução, falou aquelas grandiosas palavras de ânimo e esperança: ‘Mas agora vos admoesto a que tenhais bom ânimo, porque não se perderá a vida de nenhum de vós, mas somente o navio. Porque esta mesma noite o anjo de Deus, de quem eu sou, e a quem sirvo, esteve comigo, Dizendo: Paulo, não temas; importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo.’ (Atos 27:22-24). Com fé nessa promessa, Paulo afirmou a seus companheiros: ‘porque nem um cabelo cairá da cabeça de qualquer de vós.’ (Atos 27:34). Assim aconteceu. Porque havia naquele navio um homem através do qual Deus podia operar, todos aqueles soldados e marinheiros gentios foram preservados. ‘Todos chegaram à terra, a salvo’” Atos 27:44; Educação, p. 256

“Paulo e os outros prisioneiros estavam então ameaçados por um perigo maior que o naufrágio. Os soldados viram que, enquanto estivessem a tentar alcançar a terra, seria impossível para eles vigiar os prisioneiros. Cada homem teria que fazer todo o possível para se salvar. Entretanto, se algum dos prisioneiros faltasse, o responsável por ele perderia a vida. Por isso os soldados desejavam matar todos os prisioneiros. A lei romana sancionava esta cruel prática, e o plano teria sido imediatamente executado, não fosse aquele a quem todos muito deviam. Júlio, o centurião, sabia que Paulo tinha sido o instrumento para salvar a vida de todos a bordo. E, além disso, convencido de que o Senhor estava com ele, temeu fazer-lhe mal. Portanto, ‘mandou que os que pudessem nadar se lançassem primeiro ao mar, e se salvassem em terra; e os demais, uns em tábuas e outros em coisas do navio. E assim aconteceu que todos chegaram à terra, a salvo’ (Atos 27:43, 44). Quando se verificou a lista, não faltava nenhum.” Atos dos Apóstolos, p. 445

“Deus fará grandes coisas por aqueles que Nele confiam. A razão pela qual o Seu povo professo não tem maior força, é que confia tanto na sua própria sabedoria, e não dá ao Senhor oportunidade para revelar o Seu poder em favor dele. Ele auxiliará os Seus filhos crentes em toda a emergência, se Nele puserem toda a confiança, e fielmente Lhe obedecerem.” Patriarcas e Profetas, p. 493

“Ânimo, fortaleza, fé e implícita confiança no poder de Deus para salvar, não nos vêm num instante. Estas graças celestiais são adquiridas pela experiência dos anos. … Quando esses primitivos cristãos foram exilados para as montanhas e desertos; quando abandonados em masmorras para morrer de fome, de frio, ou pela tortura; quando o martírio parecia ser o único caminho para saírem da sua angústia, regozijaram-se de que fossem considerados dignos de sofrer por amor de Cristo, que por eles foi crucificado. O digno exemplo deles será um conforto e ânimo para o povo de Deus, que passará por um tempo de angústia como nunca houve.” Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 213

O Naufrágio

Segunda-feira, 24 de Setembro

Na sua segunda intervenção na história, Paulo assegurou a todos os que estavam a bordo – 276 pessoas no total (Atos 27:37) – que, apesar de que nem tudo ia correr bem, não haveria mortes; somente se afundaria o navio (Atos 27:22). Quatorze dias depois, as palavras do apóstolo cumpriram-se. Ainda sob a terrível tempestade e com o navio completamente à deriva, os marinheiros sentiram que estavam próximos de terra firme, possivelmente porque podiam ouvir o barulho da rebentação das ondas (Atos 27:27). Depois de diversas vezes sondarem a profundidade, e temendo que o navio chocasse contra as rochas ao longo da costa, eles lançaram quatro âncoras da popa para reduzir a velocidade do navio; entretanto, pediam desesperadamente aos seus deuses que o dia amanhecesse rapidamente. (Atos 27:28, 29).

3. Leia Atos 27:30-44. Que lições podemos aprender com esta história?

No início da viagem, o centurião tratou Paulo de modo favorável, mas ele não tinha motivos para confiar no julgamento náutico do apóstolo. No entanto, depois de duas semanas, as coisas mudaram. Paulo já tinha ganho o respeito do centurião, com a sua intervenção profética sobre o naufrágio (Atos 27:21-26) que se aproximava do seu cumprimento.

Paulo exortou todos a bordo a se alimentarem, caso contrário não teriam forças para nadar e chegar à terra firme. A Providência divina não nos isenta de fazer o que normalmente seria o nosso dever. “Ao longo desta narrativa, mantém-se um equilíbrio entre a garantia de Deus quanto à segurança daqueles homens e os esforços deles para assegurar que isso acontecesse” (David J. Williams, Acts. Grand Rapids, MI: Baker Books, 1990, p. 438).

Com a aproximação da manhã, os marinheiros avistaram a terra – uma baía onde decidiram encalhar o navio. No entanto, o navio nunca chegou à praia. Em vez disso, atingiu um banco de areia e acabou por se partir com a força das ondas. O plano dos soldados de matar os prisioneiros para evitar que fugissem foi interrompido pelo centurião, principalmente por causa de Paulo. No fim, ninguém perdeu a vida, exatamente como Deus tinha prometido.

Desejando manter Paulo vivo, o centurião proibiu os soldados de matar os prisioneiros. O que revela isso sobre o testemunho e o caráter de Paulo?

Navegando para Roma – Comentário

“Quando nas mais desanimadoras circunstâncias, que teriam tido uma depressiva influência sobre cristãos parciais, ele [Paulo] manteve-se de coração firme, cheio de bom ânimo, esperança e alegria. … A mesma esperança e satisfação foi vista quando, estando ele no convés do navio, a tempestade açoitava o barco a ponto de destroçá-lo. Ele deu ordens ao comandante e preservou a vida de todos os que estavam a bordo. Na condição de prisioneiro, foi realmente o comandante do navio, o mais livre e o homem mais feliz a bordo. Quando naufragado e atirado a uma ilha de bárbaros, foi ele o mais confiante em si mesmo, o mais útil em salvar os companheiros. Foram as suas mãos que trouxeram a lenha para acender o fogo e aquecer os náufragos. Quando viram que uma víbora mortal lhe tinha picado a mão, encheram-se de terror. Mas Paulo calmamente sacudiu-a no fogo, na certeza de que ela não lhe faria dano algum, pois confiava implicitamente em Deus.

Quando diante de reis e dignitários da Terra, que tinham nas mãos a sua vida, não se abateu; pois tinha entregado a vida a Deus. … Como um anjo de misericórdia, a sua voz era ouvida suave e clara, repetindo a história da cruz, o insuperável amor de Jesus.” Review and Herald, 8 de setembro de 1885; Minha Consagração Hoje [MM 1953/1989], p. 313

“Os anjos são enviados em missões de misericórdia aos filhos de Deus. A Abraão, com promessas de bênçãos; às portas de Sodoma, para livrar o justo Ló da condenação do fogo; a Elias, quando se achava a ponto de perecer de cansaço e fome no deserto; a Eliseu, com carros e cavalos de fogo, cercando a pequena cidade em que estava encerrado por seus adversários; a Daniel, enquanto buscava sabedoria divina na corte de um rei pagão, ou abandonado para se tornar presa dos leões; a Pedro, condenado à morte no calabouço de Herodes; aos prisioneiros em Filipos; a Paulo e seus companheiros na noite da tempestade no mar. … – assim, em todos os tempos, os santos anjos têm ministrado ao povo de Deus.

Um anjo da guarda é designado a todo seguidor de Cristo. Esses vigias celestiais protegem os justos do poder maligno. … O agente pelo qual Deus protege Seu povo é apresentado nas palavras do salmista: ‘O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem, e os livra’” Salmos 34:7; O Grande Conflito, p. 512, 513

“Cristo procura erguer todos quantos querem ser alçados à Sua companhia para que sejamos um com Ele, como Ele é um com o Pai. Permite que tenhamos contacto com o sofrimento e calamidade para nos tirar do nosso egoísmo; procura desenvolver em nós os atributos do Seu caráter – compaixão, ternura e amor. Aceitando esta obra de beneficência entramos na Sua escola para sermos qualificados para as cortes de Deus. Rejeitando-a, rejeitamos a Sua instrução, e escolhemos a eterna separação da Sua presença.” Parábolas de Jesus, p. 388, 389