31.12.18

The Purpose of the Book

Monday, December 31


Revelation 1:1 also tells us that the purpose of the book is to show future events, starting from the time when the book itself was written. Anyone familiar with Revelation will notice that the prediction of events - whether those already fulfilled (at least from our perspective today) or those events still future (again, from our perspective today) - occupies most of the book’s content.

The primary purpose of biblical prophecies is to assure us that no matter what the future brings, God is in control. Revelation does just that: it assures us that Jesus Christ is with His people throughout this world’s history and its alarming final events.

Consequently, Revelation’s prophecies have two practical purposes: to teach us how to live today and to prepare us for the future.

Read Deuteronomy 29:29. How does this text help us understand why some things are not revealed to us? According to this text, what is the purpose of the things that are revealed to us? That is, why are we told them? See also Revelation 22:7.

Revelation’s end-time prophecies are not revealed to satisfy our obsessive curiosity about the future. The book reveals only those aspects of the future important for us to know. They are disclosed to impress upon us the seriousness of what will happen so that we will realize our dependence on God and, in that dependence, obey Him.

For centuries, speculation - and even more sensationalism - has accompanied so much of the teaching regarding end-time events. Fortunes have been made by those who, predicting the immediate end, have scared people into giving money to their ministry because, well, the end was near. Each time, though, the end didn’t come, and people were left disillusioned and discouraged. As with all the good things God has given us, prophecy can be misused, and misinterpreted, as well.

Read John 14:29. What crucially important principle for the purpose of prophecy can we find here in this verse?

30.12.18

DOMINGO – O TÍTULO DO LIVRO

DOMINGO, 30 DE DEZEMBRO 2018 – O TÍTULO DO LIVRO 

“Em tons claros e distintos uma voz falou-lhe, dizendo: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim.” Virando-se, ele contemplou o seu Senhor, com quem tinha andado e falado na Judeia, e sobre cujo peito se tinha reclinado. 

Mas, oh, quão mudada estava a Sua aparência! João tinha-O visto vestido num velho manto escarlate e coroado de espinhos. Agora Ele está vestido com um traje de brilho celestial e cingido com um cinto de ouro. […] 

Tinha passado meio século desde que Jesus ascendera para apresentar a Sua igreja diante de Deus, e para preparar mansões para os Seus fiéis. Ele ainda amava o Seu povo, pois foi até ao Seu idoso servo para revelar-lhe os planos de Deus para o futuro.” Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1065 

“À medida que nos aproximamos do fim da história deste mundo, as profecias referentes aos últimos dias exigem o nosso estudo especial. O último dos escritos do Novo Testamento está cheio de verdades cuja compreensão nos é necessária. […] 

“A vida eterna é esta”, disse Cristo, “que Te conheçam a Ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). Porque não reconhecemos o valor deste conhecimento? Porque não nos ardem no coração estas gloriosas verdades? Porque não nos tremem nos lábios e não nos penetram todo o ser? […] 

Meditando sobre a vida de Cristo e o caráter da Sua missão, em cada tentativa de descobrir a verdade, raios de luz refulgirão mais distintamente. Cada novo estudo revelará algum ponto de interesse mais profundo do que já fora desdobrado. O assunto é inesgotável. O estudo da encarnação de Cristo, o Seu sacrifício propiciatório e a Sua mediação hão de, enquanto o tempo durar, ocupar o espírito do estudante diligente; e, con­templando o Céu com os seus inumeráveis anos, exclamará: “Grande é o mistério da piedade”.” 1 Timóteo 3:16; Parábolas de Jesus, p. 133, 134 

‘“Não se turbe o vosso coração”, disse; “credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, Eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se Eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também. Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho” (João 14:1-4). Por amor de vós vim ao mundo. Estou a trabalhar em seu benefício. Quando Eu for, continuarei ainda a trabalhar fervorosamente por vós. Vim ao mundo para Me revelar a vós, para que pudessem crer. Vou para o Pai para cooperar com Ele em favor de vós. O objetivo da partida de Jesus era o contrário daquilo que temiam os discípulos. Não significava uma separação definitiva. Ia preparar-lhes lugar, para que pudesse voltar, e recebê-los junto de Si. Enquanto lhes estava a construir mansões, eles deviam formar caráter à semelhança divina.’ O Desejado de Todas as Nações, p. 663

O Título do Livro

Domingo, 30 de Dezembro 

1. De acordo com Apocalipse 1:1 e 2, qual é o significado do título completo do livro? Tendo como base o título, sobre quem fala realmente o livro? 

O texto de Apocalipse 1:1 declara o título do livro: “Revelação de Jesus Cristo”. A palavra revelação vem do termo grego apokalupsis (apocalipse), que significa “descobrir” ou “revelar”. O Apocalipse é uma revelação de Jesus Cristo; é tanto da parte Dele como sobre Ele. Embora tenha vindo de Deus através de Jesus Cristo (veja Apocalipse 22:16), o livro testifica que Jesus também é o foco do seu conteúdo. O Apocalipse é a Sua autorrevelação para o Seu povo e uma expressão do Seu cuidado para com ele. 

Jesus é a figura central do Apocalipse. O livro começa e termina com Ele (Apocalipse 1:5-8; Apocalipse 22:12-16). “Deixemos que Daniel fale, que fale o Apocalipse e digam a verdade. Mas seja qual for o aspecto do assunto apresentado, ele vai a Jesus como o centro de toda a esperança, ‘a Raiz e a Geração de Davi, a resplandecente Estrela da Manhã’” (Ellen G. White, Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 118). 

Além disto, o Jesus do Apocalipse é o Jesus dos quatro evangelhos. O Apocalipse dá continuidade à descrição de Jesus e da Sua obra de salvação a favor do Seu povo, conforme primeiro retratada nos evangelhos. O livro do Apocalipse concentra-se em diferentes aspectos da Sua existência e ministério. Essencialmente, ele começa onde os evangelhos terminam, com a ressurreição de Jesus e a Sua ascensão ao Céu. 

Juntamente com a epístola aos Hebreus, o Apocalipse enfatiza o ministério celestial de Jesus. Ele mostra que, após a Sua ascensão, Cristo foi empossado no Seu ministério real e sacerdotal no santuário celeste. Sem o Apocalipse ou o livro de Hebreus, o nosso conhecimento do ministério sumo sacerdotal de Cristo, no Céu a favor de Seu povo, seria muito limitado. No entanto, além do livro de Hebreus, o livro do Apocalipse apresenta-nos uma perspectiva singular do ministério de Jesus Cristo em nosso favor. 

De acordo com João 14:1 a 3, o que está Jesus hoje a fazer por nós no Céu? Que esperança esta maravilhosa promessa nos pode trazer?

The Title of the Book

Sunday, December 30


Read Revelation 1:1-2. What is the significance of the full title of the book? What does the title teach us in terms of whom the book is really about?

Revelation 1:1 states the title of the book as “The Revelation of Jesus Christ”. The word “revelation” comes from the Greek word apokalupsis (apocalypse), which means “uncovering” or “unveiling”. The Apocalypse is an unveiling of Jesus Christ; it is both fromJesus and about Him. While it came from God through Jesus Christ (Revelation 22:16), the book testifies that Jesus also is the focus of its contents. The Apocalypse is His self-revelation to His people and an expression of His care for them.

Jesus is the central figure of Revelation. The book begins with Him (Revelation 1:5-8) and concludes with Him (Revelation 22:12-16). “Let Daniel speak, let the Revelation speak, and tell what is truth. But whatever phase of the subject is presented, uplift Jesus as the center of all hope, ‘the Root and the Offspring of David, and the bright and morning Star’”. - Ellen G. White, Testimonies to Ministers and Gospel Workers, p. 118.

Also, the Jesus of the Apocalypse is the Jesus of the four Gospels. Revelation continues the description of Jesus and His work of salvation on behalf of His people as first depicted in the Gospels. The book of Revelation focuses on different aspects of His existence and ministry. Essentially, it begins where the Gospels end, with Jesus’ resurrection and ascension into heaven.

Together with the Epistle to the Hebrews, Revelation emphasizes Jesus’ heavenly ministry. It shows that, after His ascension, Jesus was inaugurated into His royal and priestly ministry in the heavenly sanctuary. Without Revelation or Hebrews, our knowledge of Christ’s high priestly ministry in heaven in behalf of His people would be very limited. And yet, besides Hebrews, the book of Revelation provides us with a unique look into the ministry of Jesus Christ in our behalf.

Read John 14:1-3. How does the very broad promise here help us better understand what Jesus is doing for us in heaven right now? What hope can we draw from this wonderful promise?

29.12.18

El Secreto que esconde HUAWEI

O Evangelho de Patmos - Lição 1, 1º trimestre 2019

Comentários de Ellen White: Lição 01 – O Evangelho de Patmos

SÁBADO A TARDE – 29 DE DEZEMBRO 2018 – INTRODUÇÃO 


“Quando os livros de Daniel e Apocalipse forem bem compreendidos, os crentes terão uma experiência religiosa inteiramente diferente. Ser-lhes-ão dados vislumbres das portas abertas do Céu que o coração e a mente se impressionarão com o caráter que todos devem desenvolver a fim de alcançar a bem-aventurança que deve ser a recompensa dos puros de coração. O Senhor abençoa todo aquele que, com humildade e mansidão, procura compreender o que está revelado no Apocalipse. Este livro fala tanto acerca da imortalidade e da glória, que todos os que o leem e pesquisam fervorosamente recebem as bênçãos prometidas àqueles “que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas”. Certamente algo será compreendido com o estudo de Apocalipse – que a ligação entre Deus e o Seu povo é íntima e decidida. 

Devemos dar mais tempo ao estudo da Bíblia. Não compreendemos a Palavra como é necessário. O livro de Apocalipse abre com uma ordem para compreendermos a instrução que ele contém. […] Quando […] compreendermos o que este livro significa para nós, veremos entre nós grande reavivamento.” A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 344 

“A sensacional verdade que tem soado aos nossos ouvidos durante muitos anos: “O Senhor está às portas; estão também preparados”, não é menos verdade hoje em dia do que quando ouvimos a mensagem pela primeira vez. Os mais caros interesses da igreja e do povo de Deus, e o destino de um mundo rebelde e ímpio, para o tempo e a eternidade, estão aí envolvidos. Estamos no limiar do Juízo. […] 

Estes eventos momentosos estão próximos, às portas; todavia, muitos que professam crer na verdade estão a dormir. Caso permaneçam na condição em que estão, serão certamente tidos como servos infiéis, os quais dizem no seu coração: “meu Senhor tarde virá”. É tão somente àqueles que O estão a aguardar em esperança e fé que Cristo aparecerá, sem pecado, para a salvação. Muitos detêm a teoria da verdade, mas negam a eficácia da piedade. Quando a Palavra de Deus habita o coração, ela também controla a vida. Fé, pureza e conformidade com a vontade de Deus testificarão do seu poder santificador.” Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 14, 15 

“Devemos acariciar e cultivar a fé da qual testificaram profetas e apóstolos – a fé que se apodera das promessas de Deus, e espera pelo livramento na ocasião e maneira apontados. A firme palavra da profecia encontrará o seu cumprimento final no glorioso advento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, como Rei dos reis e Senhor dos senhores. O tempo de espera pode parecer longo, a alma pode ser oprimida por circunstâncias desanimadoras, muitos daqueles em quem confiamos podem cair ao longo do caminho; mas como o profeta que procurou encorajar Judá em tempo de apostasia sem precedente, confiadamente declaramos: “O Senhor está no Seu santo templo; cale-se diante Dele toda a Terra”.” Habacuque 2:20; Profetas e Reis, p. 387, 388

O Evangelho de Patmos

Lição 1 - 29 de Dezembro a 04 de Janeiro 


Sábado à tarde 

VERSO PARA MEMORIZAR: “Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.” Apocalipse 1:3 

LEITURAS DA SEMANA: Apocalipse 1:1-8; João 14:1-3, 29; Deuteronómio 29:29; Romanos 1:7; Filipenses 3:20; Daniel 7:13, 14 

As profecias do Apocalipse foram reveladas em visão ao apóstolo João há mais de 19 séculos, durante o seu exílio numa pequena ilha rochosa no Mar Egeu, conhecida como Patmos (Apocalipse 1:9). Em Apocalipse 1:3, é pronunciada uma bênção aos que leem, ouvem e obedecem aos ensinos deste livro (compare com Lucas 6:47, 48). Este versículo refere-se à congregação reunida na igreja para ouvir as mensagens. No entanto, a benção não é prometida somente aos que leem ou ouvem mas também aos que obedecem às palavras do livro (veja Apocalipse 22:7). 

As profecias do Apocalipse são uma expressão do cuidado de Deus para com o Seu povo. Elas mostram a brevidade e fragilidade da vida, a salvação em Jesus e o nosso chamado para propagar o evangelho. 

As profecias bíblicas são como uma lâmpada que brilha num lugar escuro (2 Pedro 1:19). Elas têm o objetivo de orientar a nossa vida hoje e dar esperança para o futuro. Precisaremos deste guia profético até há vinda de Cristo e o estabelecimento do reino eterno de Deus.

The Gospel From Patmos

Lesson 1 - December 29 - January 4


Sabbath Afternoon


Memory Text: “Blessed is he who reads and those who hear the words of this prophecy, and keep those things which are written in it; for the time is near” (Revelation 1:3, NKJV).

The prophecies of Revelation were revealed in vision to the apostle John more than nineteen centuries ago during his exile on a small rocky island known as Patmos in the Aegean Sea (Revelation 1:9). Revelation 1:3 pronounces a blessing on those who read the book and hear and obey the teachings (compare Luke 6:47-48). This verse refers to the congregation assembled in the church to hear the messages. However, they are blessed not only because they read or listen, but also because they obey the words of the book (Revelation 22:7).

The prophecies of Revelation are an expression of God’s care for His people. They point us to the shortness and fragility of this life, to salvation in Jesus, and His work as our heavenly High Priest and King, to our calling to spread the gospel.

Biblical prophecies are like a lamp shining in a dark place (2 Peter 1:19). They are intended to provide guidance for our life today and hope for our future. We will need this prophetic guide until the coming of Christ and the establishment of God’s everlasting kingdom.

Study this week’s lesson to prepare for Sabbath, January 5.

The Book of Revelation - Sabbath School Lesson Begins

Bible Study Guide - 1st Quarter 2019

The Book of Revelation

The Good News From Patmos


Almost two millennia ago, the apostle John was exiled on a small rocky island in the Aegean Sea because of his faithful witness to the gospel. The aged apostle endured all the hardships of Roman imprisonment. On one particular Sabbath, he had a special visit from Jesus Christ, who came to encourage His servant in his suffering. In a series of visions, Jesus showed him the panoramic history of the church and what God’s people would experience as they waited for their Lord’s return.

What John had seen in vision he faithfully recorded in a scroll that he titled “The Revelation of Jesus Christ” (Revelation 1:1). The book that he wrote reveals Jesus’ work in heaven and on earth since His ascension and what He will do when He returns. It was intended to assure Christians through the ages of Christ’s presence and to sustain them as they experience the trials of daily life amid a fallen world immersed in the great controversy.

This quarter, we will delve into this book. In broad brushstrokes we will focus on the book’s major parts and themes. The idea is to become familiar with the book’s key themes and to see that it, indeed, reveals Jesus Christ, His life, His death, His resurrection, and His high-priestly ministry in behalf of His people.

As we do so, we will proceed in the following ways:

1. Our study of Revelation is based on the biblical concept of the inspiration of the Bible. While the messages of the book came from God, the language in which they were communicated is human. Noting language and images derived from the history of God’s people in the Old Testament, we will discover how John communicated those messages.

2. A careful reading of Revelation’s prophecies (like those of Daniel) shows that the historicist method of prophetic interpretation is the correct way to understand the prophecies’ intended fulfillment because they follow the flow of history, from the prophet’s time to the end of the world. This method illustrates how we should make every effort to derive meaning from the text itself, rather than imposing a predetermined interpretation upon it.

3. The organizational structure of Revelation is in many ways crucial for responsible application of the book’s prophecies. Our analysis of Revelation will be based on the fourfold structure of the book:

a. Revelation 1:1-3:22 employs the situation of the churches of John’s day to prophetically address the situation of the church in different periods of history.

b. Revelation 4:1-11:19 repeats (or recapitulates) and builds on this history of the church, using apocalyptic symbols that add progressively more detail.

c. Revelation 12:1-14:20 is the thematic center of the book and spans the history of the great controversy from before the time of Jesus to the Second Advent.

d. Revelation 15:1-22:21 focuses exclusively on the end time.

4. A meaningful interpretation of Revelation’s prophecies must be Christ-centered. The entire book was written from the perspective of Christ. It is only through Christ that the symbols and images of Revelation receive their ultimate meaning and significance.

Revelation promises blessings to those who read or listen to its words and who heed and keep the admonitions found therein. “The book of Revelation opens with an injunction to us to understand the instruction it contains. ‘Blessed is he that readeth, and they that hear the words of this prophecy,’ God declares, ‘and keep those things which are written therein: for the time is at hand.’ When we as a people understand what this book means to us, there will be seen among us a great revival. We do not understand fully the lessons that it teaches, notwithstanding the injunction given us to search and study it.” - Ellen G. White, Testimonies to Minsters and Gospel Workers, p. 113.

As we analyze this book, we invite you to discover for yourselves the things that you need to hear, and heed, as we await the coming of our Lord Jesus Christ.

Ranko Stefanovic, Ph.D., is professor of New Testament in the Seventh-day Adventist Theological Seminary, Andrews University. His specialty is the book of Revelation.

28.12.18

Mission 03: Antárctida

A Restauração Final da Unidade - Lição 13

SEXTA-FEIRA – ESTUDO ADICIONAL

SEXTA-FEIRA, 28 DE DEZEMBRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL 

Maravilhosa Graça de Deus, “Finalmente o Lar!”, p. 363. 

“Mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam.” 1 Coríntios 2:9. 

“Enquanto vos deleitais nas atraentes belezas da Terra, pensai no mundo por vir, o qual não conhecerá jamais a mancha do pecado e morte; onde a face da natureza não mais apresentará as sombras da maldição. 

Representai-vos na imaginação o lar dos remidos, e lembrai-vos de que ele será mais glorioso do que o pode pintar a vossa mais brilhante imaginação. Nos variados dons de Deus na natureza só discernimos o mais pálido vislumbre da Sua glória. 

E afinal abrir-se-ão as portas do Céu para dar entrada aos filhos de Deus, e dos lábios do Rei da glória brotarão as palavras que lhes soarão aos ouvidos qual música inefável: “Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Mateus 25:34. 

Então os remidos receberão as boas-vindas às moradas que Jesus lhes está a preparar.” Caminho a Cristo, 86, 87, 125, 126. 

“Vi… Jesus conduzir a multidão dos remidos à porta da cidade. Lançou mão da porta e girou-a sobre os seus resplandecentes gonzos, e mandou entrarem as nações que tinham observado a verdade. Dentro da cidade havia tudo para deleitar a vista. Contemplavam por toda parte uma intensa glória. Então Jesus olhou para os Seus santos remidos; os seus rostos estavam radiantes de glória; e, fixando o Seu olhar amorável sobre eles, disse com a Sua preciosa e melodiosa voz: “Vejo o trabalho da Minha alma, e estou satisfeito. Esta magnificente glória [364] é vossa, para a fruíres eternamente. As vossas tristezas estão terminadas. Não mais haverá morte, nem tristeza, nem pranto; tampouco haverá mais dor.” 

A linguagem é demasiadamente fraca para tentar uma descrição do Céu. Apresentando-se diante de mim aquela cena, fico inteiramente absorta. Enlevada pelo insuperável esplendor e excelente glória, deponho a pena e exclamo: “Oh, que amor que amor maravilhoso!” 

A linguagem mais exaltada não consegue descrever a glória do Céu, ou as profundidades incomparáveis do amor de um Salvador.” Primeiros Escritos, 288, 289.

Estudo Adicional 28.12.18

Sexta-feira, 28 de Dezembro 

Leia, de Ellen G. White, “Eis que venho sem demora”, p. 355-359, em Conselhos Para a Igreja; “Resurrection” [Ressurreição], p. 1082-1084 e “Heaven and New Earth” [O Céu e a Nova Terra], p. 863, 864, em Ellen G. White Encyclopedia. 

“A ressurreição e ascensão do nosso Senhor é uma prova segura do triunfo final dos santos de Deus sobre a morte e a sepultura, e um penhor de que o Céu está aberto para os que lavaram as vestes do caráter e as branquearam no sangue do Cordeiro. [...] Deus levará os que refletem a Sua imagem a contemplar a Sua glória e dela participar. 

“Há ali casas para os peregrinos da Terra. Há vestes para os justos, com coroas de glória e palmas de vitória. Tudo quanto nos tem confundido acerca das providências de Deus será esclarecido no mundo vindouro. As coisas difíceis de serem compreendidas terão então explicação. Os mistérios da graça ser-nos-ão desvendados. Naquilo em que a nossa mente finita só via confusão e promessas desfeitas, veremos a mais perfeita e bela harmonia. [...]” (Ellen G. White, Conselhos Para a Igreja, p. 358). 

Perguntas para discussão 

1. Quanto à segunda vinda de Jesus, qual é a singularidade da esperança adventista? 

2. Dois peixes estavam a nadar quando um perguntou ao outro: “Como está a água?” O outro respondeu: “O que é água?” Podemos acostumar-nos tanto com as coisas que não percebemos que elas são predominantes. Sendo pecadores, como compreender a existência que teremos no Céu? Apesar das limitações, porque devemos tentar imaginar como ela será? 

3. Evidentemente, seja como for a nossa existência na nova Terra, viveremos em unidade com todos. O que podemos fazer para preparar-nos para essa realidade? 

Resumo: A Bíblia fala com confiança do tempo em que a Terra será recriada e as ruínas do pecado serão eliminadas. Finalmente, a humanidade será restaurada ao seu propósito original, e todos viverão em harmonia. A nossa atual unidade espiritual em Cristo, embora ainda não plenamente percebida, será então uma realidade viva e eterna.

Further Thought 28.12.18

Friday, December 28


Ellen G. White, “Behold, I Come Quickly”, pp. 355-359, in Counsels for the Church. Read the articles “Resurrection”, pp. 1082-1084, and “Heaven and New Earth”, pp. 863, 864, in The Ellen G. White Encyclopedia.

“The resurrection and ascension of our Lord is a sure evidence of the triumph of the saints of God over death and the grave, and a pledge that heaven is open to those who wash their robes of character and make them white in the blood of the Lamb. Jesus ascended to the Father as a representative of the human race, and God will bring those who reflect His image to behold and share with Him His glory.

There are homes for the pilgrims of earth. There are robes for the righteous, with crowns of glory and palms of victory. All that has perplexed us in the providences of God will in the world to come be made plain. The things hard to be understood will then find explanation. The mysteries of grace will unfold before us. Where our finite minds discovered only confusion and broken promises, we shall see the most perfect and beautiful harmony. We shall know that infinite love ordered the experiences that seemed most trying. As we realize the tender care of Him who makes all things work together for our good, we shall rejoice with joy unspeakable and full of glory.” - Ellen G. White, Counsels for the Church, p. 358.

Discussion Questions:

1. Though other Christians (but not all) believe in the literal second coming of Jesus, what is unique about the Adventist hope in the second coming of Christ?

2. Two fish were swimming when one said to the other, “How’s the water?” The other fish answered: “What’s water?” The point is that we can get so used to things that we don’t realize just how prevalent they are. For instance, how can we, as beings born in sin, filled with sin, and living in a sinful world, really get a good grasp on what a wonderful new existence we will have in the new heavens and new earth? Why, though whatever the limitations, should we still try to envision what it will be like?

3. There’s no question that, whatever our existence will be like in the new earth, we will live in unity with everyone. What can we do, right now, to help prepare ourselves for when that happens?

Summary: The Bible speaks confidently of the time this earth will be re-created and the ravages of sin erased forever. At last humanity will be restored to its original purpose, and all people will live in harmony. Our current spiritual oneness in Christ, though not now fully realized, will then be a living and eternal reality.

27.12.18

QUINTA-FEIRA – VIDA NA NOVA TERRA

QUINTA-FEIRA, 27 DE DEZEMBRO 2018 – VIDA NA NOVA TERRA 

“Na Terra renovada, os redimidos empenhar-se-ão em ocupações e prazeres que levaram felicidade a Adão e Eva no início. Será vivida a vida edênica, a vida no jardim e no campo. “E edificarão casas e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto” (Isaías 65:21). […] 

Cada faculdade será desenvolvida, toda a habilidade aumentada. Os maiores empreendimentos serão levados a êxito, as mais elevadas aspirações alcançadas, realizadas as mais altas ambições. E surgirão ainda novas alturas a ser alcançadas, novas maravilhas para serem admiradas, novas verdades a serem compreendidas, novos objetos de estudo a desafiar as faculdades do corpo, da mente e da alma. […] 

A família dos remidos não viverá toda em estado de dormente ociosidade. […] Toda a família dos remidos sentirá prazer em servir Àquele a quem pertencem tanto pela criação como pela redenção.” Minha Consagração Hoje [MM 1953, 1989], p. 337 

“Com Jesus à nossa frente, descemos todos da cidade para a Terra, sobre uma grande e íngreme montanha […] Olhamos então para cima e vimos a grande cidade, com doze fundamentos, e doze portas, três de cada lado, e um anjo em cada porta. Todos exclamamos: “A cidade, a grande cidade, vem, vem de Deus descendo do Céu”, e ela veio e pôs-se no lugar em que nos achávamos. Pusemo-nos então a observar as coisas gloriosas fora da cidade. Vi ali casas belíssimas, que tinham a aparência de prata, apoiadas por quatro colunas entremeadas de pérolas preciosas, muito agradáveis à vista. Destinavam-se à habitação dos santos. Em cada uma havia uma prateleira de ouro. Vi muitos dos santos entrarem nas casas, tirarem a sua coroa resplandecente, e pô-la na prateleira, saindo então para o campo ao lado das casas, para lidar com a terra. Não como temos de fazer com a terra aqui. Absolutamente! Uma gloriosa luz lhes resplandecia em redor da cabeça, e estavam continuamente a louvar a Deus. 

Vi outro campo repleto de todas as espécies de flores, e, quando as apanhei, exclamei: “Elas nunca murcharão.” Em seguida vi um campo de relva alta, cujo belíssimo aspecto causava admiração. Era uma vegetação viva, e tinha reflexos de prata e ouro quando magnificamente se agitava para glória do Rei Jesus. Entramos então num campo cheio de todas as espécies de animais: leão, cordeiro, leopardo, lobo. Todos em perfeita união.” Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 67, 68

Vida na Nova Terra

Quinta-feira, 27 de Dezembro 

7. De acordo com Isaías 35:4-10; 65:21-25, em que sentido a vida futura será diferente da que experimentamos hoje? 

No livro de Isaías, lemos diversas vezes sobre algo novo: “novas coisas” (42:9; 48:6), “cântico novo” (42:10), “coisa nova” (43:19), “um nome novo” (62:2). O capítulo 65 traz uma nova ordem de coisas. Haverá paz e harmonia entre todas as criaturas de Deus. As maldições da aliança na Terra por causa da desobediência e rebelião (veja Levitico 26:14-17; Deuteronómio 28:30) serão canceladas para sempre, pois não haverá mais pecado. Em vez disso, haverá abundância de bênçãos, casas para morar e comida para apreciar. 

Como será a vida num lugar tão lindo? Algumas pessoas perguntam se poderemos reconhecer os nossos amigos e familiares, depois do nosso corpo receber a imortalidade e ser totalmente restaurado à imagem de Deus. Após a ressurreição de Cristo, os Seus discípulos foram capazes de reconhecê-Lo. Maria reconheceu a Sua voz (João 20:11-16). Tomé reconheceu a aparência física de Jesus (João 20:27, 28). Os dois discípulos de Emaús reconheceram os Seus trejeitos na mesa de jantar (Lucas 24:30, 31, 35). Portanto, visto que nosso corpo deverá ser semelhante ao corpo ressuscitado de Cristo, certamente poderemos reconhecer-nos e aguardar com ansiedade toda uma eternidade de relacionamentos restaurados. Seguramente podemos supor que continuaremos a nossa convivência com os que conhecemos, amamos e que estarão lá conosco. 

“Ali os remidos conhecerão como são conhecidos. O amor e simpatias que o próprio Deus plantou no coração encontrarão ali o mais verdadeiro e suave exercício. A comunhão pura com os seres santos, a vida social harmoniosa com os bem-aventurados anjos e com os fiéis de todos os tempos, que lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro, os sagrados laços que reúnem ‘toda a família nos Céus e na Terra (Efésios 3:15, ARC) – tudo isto concorre para constituir a felicidade dos remidos.” Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 677 

“Por isso, não desanimamos [...]. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2 Coríntios 4:16-18). Neste mundo tão temporário e passageiro, como podemos alcançar e compreender o invisível e o eterno?

Life on the New Earth

Thursday, December 27


Read Isaiah 35:4-10, 65:21-25. How different will life then be from what we experience now?

Several times in the book of Isaiah we read of something new: “new things” (42:9, 48:6), “a new song” (42:10), “a new thing” (43:19), “a new name” (62:2). What is new in chapter 65 is a new order of things. There is peace and harmony among all God’s creatures. The covenant curses on the land for disobedience and rebellion (see Leviticus 26:14-17, Deuteronomy 28:30) will be canceled forever, because sin is no more. Instead, there will be abundance of blessings, houses to live in, and food to enjoy.

What will life be like in such a beautiful place? Some people wonder if we will be able to recognize our friends and family, after our bodies receive immortality and are fully restored into God’s image. After Christ’s resurrection, His disciples were able to recognize Him. Mary recognized His voice (John 20:11-16). Thomas recognized Jesus’ physical appearance (John 20:27, 28). The two disciples of Emmaus recognized His mannerisms at the dinner table (Luke 24:30, 31, 35). So, if our bodies are to be similar to Jesus’ resurrected body, we certainly will be able to recognize each other, and we can look forward to an eternity of restored relationships. We safely can assume that we will continue our relationships with those we know and love and who are there with us.

“There the redeemed shall know, even as also they are known. The loves and sympathies which God Himself has planted in the soul shall there find truest and sweetest exercise. The pure communion with holy beings, the harmonious social life with the blessed angels and with the faithful ones of all ages who have washed their robes and made them white in the blood of the Lamb, the sacred ties that bind together ‘the whole family in heaven and earth’ (Ephesians 3:15) - these help to constitute the happiness of the redeemed.” - Ellen G. White, The Great Controversy, p. 677.

“Therefore we do not lose heart. … For our light affliction, which is but for a moment, is working for us a far more exceeding and eternal weight of glory, while we do not look at the things which are seen, but at the things which are not seen. For the things which are seen are temporary, but the things which are not seen are eternal” (2 Corinthians 4:16-18, NKJV). How can we in a world that’s so temporal, so fleeting, learn to reach out and grasp the unseen and eternal?

26.12.18

QUARTA-FEIRA, 26 – UMA NOVA TERRA PARA OS REMIDOS

QUARTA-FEIRA, 26 DE DEZEMBRO 2018 – UMA NOVA TERRA PARA OS REMIDOS 

“Na Bíblia a herança dos salvos é chamada um país (Hebreus 11:14-16). Ali, o grande Pastor conduz o Seu rebanho às fontes de águas vivas. A árvore da vida produz o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a saúde das nações. Existem torrentes sempre a fluir, claras como cristal, e ao lado delas, árvores ondeantes projetam a sua sombra sobre as veredas preparadas para os resgatados do Senhor. Ali as extensas planícies assemelham-se em colinas de beleza, e as montanhas de Deus erguem os seus altivos píncaros. Nessas pacíficas planícies, ao lado daquelas correntes vivas, o povo de Deus, durante tanto tempo peregrino e errante, encontrará um lar.” História da Redenção, p. 431 

“Ali vimos a árvore da vida e o trono de Deus. Do trono provinha um rio puro de água, e de cada lado do rio estava a árvore da vida. De um lado do rio havia um tronco da árvore, e do outro lado outro, ambos de ouro puro e transparente. A princípio pensei que via duas árvores. Olhei outra vez e vi que elas se uniam em cima numa só árvore. Assim estava a árvore da vida em ambos os lados do rio da vida. Os seus ramos curvavam-se até ao lugar em que nos achávamos, e o seu fruto era esplêndido. Tinha o aspecto de ouro, de mistura com prata. 

Todos nós fomos para debaixo da árvore, e sentamo-nos para contemplar o encanto daquele lugar, quando os irmãos Fitch e Stockman, que tinham pregado o evangelho do reino, e a quem Deus depusera na sepultura para os salvar, se achegaram a nós e nos perguntaram o que tinha acontecido enquanto eles tinham dormido. Tentamos lembrar as nossas maiores provações, mas pareciam tão pequenas em comparação com o peso eterno de glória mui excelente que nos rodeava, que nada pudemos dizer-lhes, e todos exclamamos: “Aleluia! é muito fácil alcançar o Céu!” – e tocamos as nossas gloriosas harpas e fizemos com que as arcadas do Céu reboassem.” Primeiros Escritos, p. 17 

“A habilidade para desfrutar as riquezas da glória desenvolver-se-á em proporção com o desejo que sentimos por essas riquezas. Como se desenvolverá o apreço para com Deus e as coisas celestiais, senão nesta vida? Se as reivindicações e os cuidados do mundo têm permissão para absorver todo o nosso tempo e atenção, as nossas energias espirituais debilitam-se e morrem por não serem exercitadas.” Este Dia Com Deus [MM 1980], p. 86 

“Os santos remidos, que aqui tiverem amado a Deus e observado os Seus mandamentos, entrarão pelas portas da cidade, e terão direito à árvore da vida. Dela comerão livremente, como os nossos primeiros pais, antes da queda. As folhas daquela árvore frondosa e imortal serão para a cura das nações. Todos os seus ais terão desaparecido. Nunca mais sofrerão doença, tristeza nem morte, pois foram curados pelas folhas da árvore da vida. Jesus, então, verá o trabalho da Sua alma e ficará satisfeito, quando os remidos, que estiveram sujeitos à tristeza, aos trabalhos e aflições, que gemeram sob a maldição, se reunirem ao redor da árvore da vida, para comer o seu fruto imortal, a que os nossos primeiros pais perderam todo o direito, quando transgrediram os mandamentos de Deus. Não haverá perigo de jamais perderem novamente o direito à árvore da vida, pois aquele que tentou os nossos primeiros pais a pecar será destruído pela segunda morte.” Maranata! Meditação Matinal, p. 323

Uma Nova Terra Para Os Remidos

Quarta-feira, 26 de Dezembro 

“Eis que Eu crio novos céus e nova Terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas” (Isaías 65:17). Isaías e João (Apocalipse 21:1) tiveram uma visão da nova Terra prometida aos salvos. 

5. Considere a descrição da Nova Jerusalém, em Apocalipse 21:2, 9-27. O que sugerem esses textos sobre a unidade e harmonia que existirão ali? 

6. Leia Apocalipse 22:1-5. O rio da água da vida que flui do trono de Deus e a árvore da vida que se estende sobre ele são duas outras características importantes da nova cidade. Qual será o propósito deles na nova Terra? 

A árvore da vida, à qual Adão perdeu o acesso mediante a sua transgressão (Génesis 3:22-24), será restaurada por Cristo na Nova Jerusalém. O acesso a essa árvore é uma das promessas aos vencedores (Apocalipse 2:7). O facto de que ela produz doze espécies de frutos, uma nova espécie a cada mês, sugere uma razão para a profecia de Isaías sobre a nova Terra: “De uma Festa da Lua Nova à outra e de um Sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante Mim, diz o Senhor” (Isaías 66:23). A referência à “cura das nações” também ressalta a intenção de Deus de remover todas as barreiras entre os povos e de restaurar a humanidade ao seu propósito original: restaurar todos povos, tribos e nações em uma família indivisível, vivendo em harmonia e paz, unida para glorificar a Deus. 

“‘A cura das nações’ refere-se figurativamente à remoção das barreiras nacionais e linguísticas e separação [...]. As folhas da árvore da vida curarão a ruptura entre as nações. As nações não mais serão ‘gentílicas’, mas estarão unidas numa só família como o verdadeiro povo de Deus (compare com 21:24-26). O que Miqueias previu séculos antes será cumprido: ‘Nenhuma nação erguerá a espada contra outra, e não aprenderão mais a guerra. Todo homem poderá sentar-se debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e ninguém o incomodará’ (Miqueias 4:3, 4, NVI; compare com Isaías 2:4). Nas margens do rio da água da vida, os remidos convidarão “o seu próximo para sentar-se” (Zacarias 3:10) com eles debaixo da árvore da vida. A propriedade curativa das folhas da árvore cicatrizará as feridas – étnicas, tribais ou linguísticas – que têm dividido a humanidade por anos.” Ranko Stefanovic, Revelation of Jesus Christ: Commentary on the Book of Revelation, p. 593

A New Earth for the Redeemed

Wednesday, December 26


“For behold, I create new heavens and a new earth; and the former shall not be remembered or come to mind” (Isaiah 65:17, NKJV). Both Isaiah and John (Revelation 21:1) saw in vision the promised new earth.

Consider John’s description of the fabulous city of the redeemed, the New Jerusalem, in Revelation 21:2, 9-27. What do these verses imply about the unity and harmony that will exist in this city?

Read Revelation 22:1-5. The river of life that flows from the throne of God with the tree of life that spans it are two other important features of the new city. What will be their purpose on the new earth?

The tree of life, which Adam lost access to through his transgression (Genesis 3:22-24), will be restored by Christ in the New Jerusalem. Access to this tree is one of the promises to those who overcome (Revelation 2:7). Its bearing twelve kinds of fruit, a new kind each month, may suggest a reason that in the new earth “from one New Moon to another, and from one Sabbath to another, all flesh shall come to worship before Me, says the LORD” (Isaiah 66:23, NKJV). The reference to the “healing of the nations” also underscores God’s intent to remove all barriers between people and to restore humanity to its original purpose: to restore all people, tribes, and nations into one undivided family, living in harmony and peace, united to give glory to God.

“The healing of the nations’ refers figuratively to the removal of all national and linguistic barriers and separation. … The leaves of the tree of life heal the breaches between nations. The nations are no longer ‘gentiles’ but are united into one family as the true people of God ([compare] 21:24-26). What Micah anticipated centuries earlier is now being fulfilled: ‘Nation will not lift up sword against nation, and never again will they train for war. Each of them will sit under his vine and under his fig tree, with no one to make them afraid’ (Micah 4:3-4; [compare] Isaiah 2:4). There on the banks of the river of life the redeemed will ‘invite his neighbor to sit’ (Zechariah 3:10) with him under the tree of life. The curing quality of the leaves of the tree will heal all wounds - racial, ethnic, tribal, or linguistic - that have torn and divided humanity for ages.” - Ranko Stefanovic, Revelation of Jesus Christ: Commentary on the Book of Revelation, p. 593.

7 Maratonas 7 Continentes 7 Dias

Português vai fazer sete maratonas em sete continentes em apenas uma semana.


No início do próximo ano, um português vai participar em sete maratonas em sete continentes no espaço de apenas uma semana. Trata-se de João Netto, um empresário de 52 anos que começou a correr há apenas cinco.

Podes saber mais sobre esta prova em World Marathon Challenge.

25.12.18

Santa left a LaFerrari

TERÇA-FEIRA – RESSURREIÇÃO E RESTAURAÇÃO DOS RELACIONAMENTOS

TERÇA-FEIRA, 25 DE DEZEMBRO 2018 – RESSURREIÇÃO E RESTAURAÇÃO DOS RELACIONAMENTOS 

“A trombeta ainda não soou. Aqueles que desceram à tumba ainda não proclamaram: “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1 Coríntios 15:55). Os justos mortos ainda não foram arrebatados com os santos vivos para encontrar seu Senhor nos ares. Mas está próximo o tempo em que terão cumprimento as palavras proferidas pelo apóstolo Paulo: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1 Tessalonicenses 4:16, 17). 

A Terra é o lugar de preparação para o Céu. O tempo passado aqui é o inverno do cristão. Aqui os ventos gelados da aflição sopram sobre nós, e as ondas de angústias rolam contra nós. Mas no futuro próximo, quando Cristo vier, sofrimento e lamentação terão fim, para sempre. Então será o veraneio do cristão. Todas as provas terão findado e não haverá mais doença nem morte. “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”.” Apocalipse 21:4; Olhando Para O Alto, [MM 1983], p. 345 

“Devemos levar claridade e bênção para a vida dos outros. O Senhor nos escolheu como condutos através dos quais possamos comunicar aos outros as Suas bênçãos. […] 

Amor, cortesia, abnegação – isso nunca se perde. Quando os escolhidos de Deus forem transformados, de mortais para imortais, as suas palavras e atos de bondade tornar-se-ão manifestos, e serão preservados através dos séculos eternos. Nenhum ato de serviço abnegado, por pequeno ou simples que seja, jamais se perderá. Pelos méritos da justiça de Cristo a fragrância destas palavras e atos será preservada para sempre.” Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 237 

“Todos saem do túmulo com a mesma estatura que tinham quando entraram ali. Adão, que está em pé entre a multidão dos ressuscitados, apresenta grande altura e porte físico imponente, com uma estatura pouco menor que a do Filho de Deus. É notável o contraste entre Adão e as pessoas das gerações posteriores. Nesse detalhe se vê a grande degeneração sofrida pela raça humana. No entanto, todos ressurgem com a beleza e o vigor da eterna juventude. No princípio, o ser humano foi criado à semelhança de Deus, não somente no caráter, mas também na forma e no aspecto. O pecado desfigurou e quase apagou a imagem divina; mas Cristo veio para restaurar o que se tinha perdido. Ele mudará o nosso corpo desprezível, modelando-o conforme o Seu corpo glorioso. As formas mortais, corruptíveis, destituídas de beleza e poluídas pelo pecado tornar-se-ão perfeitas, belas e imortais. Todos os defeitos e deformidades serão deixados no túmulo.” O Grande Conflito, p. 644, 645

Ressurreição e Restauração dos Relacionamentos

Terça-feira, 25 de Dezembro 

Desde os primórdios da igreja, talvez mais que qualquer outra coisa, a promessa da volta de Cristo tem sustentado o coração do fiel povo de Deus, especialmente durante as provações. Em suas terríveis lutas, tristezas e dores inconsoláveis, eles tinham a esperança do retorno de Cristo e as maravilhosas promessas que o segundo advento contém. 

4. De acordo com 1 Tessalonicenses 4:13-18, que promessas estão incluídas nesta passagem? O que revela isto sobre a esperança da restauração de relacionamentos? 

A segunda vinda de Cristo impactará a humanidade de maneira profunda. Um aspecto importante do estabelecimento do reino de Deus é a reunião dos eleitos. “Ele enviará os Seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mateus 24:31). No momento dessa reunião, os justos mortos ressuscitarão e receberão a imortalidade (1 Coríntios 15:52, 53). “Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1 Tessalonicenses 4:16). Este é o momento que todos aguardamos. Os ressuscitados reunir-se-ão com os que anseiam a sua presença e amor. Assim Paulo alegrou-se com este evento: “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1 Coríntios 15:55). 

O corpo enfermo, envelhecido e desfigurado que desceu ao túmulo não se levantará na ressurreição, mas sim o corpo novo, imortal e perfeito, não mais marcado pelo pecado que causou a sua deterioração. Os santos ressuscitados experimentarão a conclusão da divina obra de restauração, refletindo a perfeita imagem de Deus planeada na criação (Génesis 1:26; 1 Coríntios 15:46-49). 

No momento do segundo advento de Jesus, quando os mortos redimidos ressuscitarem, os justos vivos na Terra serão transformados e também receberão um corpo novo e perfeito. “Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade” (1 Coríntios 15:53). Então, estes dois grupos de remidos, os justos ressuscitados e os transformados, serão “arrebatados [...], entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim”, estarão “para sempre com o Senhor” (1 Tessalonicenses 4:17). 

Na nossa era científica, alguns cristãos tentam encontrar uma explicação natural para tudo, até para os milagres. Tendo em mente a promessa da ressurreição, porque apenas os atos sobrenaturais de Deus podem nos salvar?

Resurrection and Restored Relationships

Tuesday, December 25


From the earliest days of the church the promise of Christ’s return has, perhaps more than anything else, sustained the hearts of God’s faithful people, especially during trials. Whatever their frightful struggles, whatever their inconsolable sorrows and pain, they had the hope of Christ’s return and all the wonderful promises the Second Advent contains.

Read 1 Thessalonians 4:13-18. What promises are included in this passage? What does this say about the hope of restored relationships?

Christ’s second coming will affect all humanity in profound ways. An important aspect of the establishment of God’s kingdom is the gathering of the elect. “And He will send His angels with a great sound of a trumpet, and they will gather together His elect from the four winds, from one end of heaven to the other” (Matthew 24:31, NKJV). At the moment of this gathering, the righteous dead will be resurrected and receive immortality (1 Corinthians 15:52, 53). “The dead in Christ will rise first” (1 Thessalonians 4:16, NKJV). This is the moment we all have been waiting for. The resurrected ones will reunite with those who have been longing for their presence and love. This is how Paul exults at this event: “O Death, where is your sting? O Hades, where is your victory?” (1 Corinthians 15:55, NKJV).

It is not the diseased, aged, disfigured bodies that went down into the grave that come up in the resurrection, but new, immortal, perfect bodies, no longer marked by the sin that caused their decay. The resurrected saints experience the completion of Christ’s work of restoration, reflecting the perfect image of God intended at Creation (Genesis 1:26, 1 Corinthians 15:46-49).

At the moment of Jesus’ second advent, when the redeemed dead are resurrected, the righteous alive on earth will be changed and also be given new, perfect bodies. “For this corruptible must put on incorruption, and this mortal must put on immortality” (1 Corinthians 15:53, NKJV). So, these two groups of redeemed, the resurrected and transformed righteous, “shall be caught up together … in the clouds to meet the Lord in the air. And thus we shall always be with the Lord” (1 Thessalonians 4:17, NKJV).

In our scientific age, even some Christians try to find a natural explanation for everything, even “miracles.” What does the promise of the resurrection teach us about why only the supernatural acts of God can save us?

24.12.18

Kelly McGrath - Oh Holy Night

Why Does SpaceX's New Dragon 2 Have Fins On It?

This Is Happening Worldwide, And No One Knows Exactly Why...

The Promise of Restoration

Monday, December 24


Read Isaiah 11:1-10. What promise is given to Israel, and what does it say about the eternal dwelling place of the redeemed?

The Bible begins with the story of the Creation of the earth (Genesis 1, 2). It is a description of a beautiful and harmonious world entrusted to our first parents, Adam and Eve. A perfect world and home for the human race, whom God had created. The Bible’s last two chapters also speak of God’s creating a perfect and harmonious world for redeemed humanity (Revelation 21, 22), but this time it is more accurate to say re-creation, the restoration of the earth from the ravages of sin.

In many places the Bible declares that this eternal home of the redeemed will be a real place, not an imagined fantasy or dream. The redeemed will be able to see, hear, smell, touch, and feel a new experience, a new life. The prophecy of Isaiah 11 is a beautiful passage foretelling the coming of the Messiah, who will create a new era. He will end all violence and usher in an eternal peace. The reign of God on this new earth will establish universal harmony.

Read Revelation 21:1-5. What will disappear forever as a result of this new harmony?

Ellen White wrote of what awaits the redeemed: “As the years of eternity roll, they will bring richer and more glorious revelations of God and of Christ. As knowledge is progressive, so will love, reverence, and happiness increase. The more men learn of God, the greater will be their admiration of His character. As Jesus opens before them the riches of redemption and the amazing achievements in the great controversy with Satan, the hearts of the ransomed beat with a stronger devotion, and they sweep the harps of gold with a firmer hand: and ten thousand times ten thousand and thousands of thousands of voices unite to swell the mighty chorus of praise.” - Ellen G. White, The Story of Redemption, pp. 432, 433.

What are ways that we can understand even now the character of God? How does living in harmony and unity with others reveal even now something about the character and nature of God?

SEGUNDA-FEIRA – A PROMESSA DE RESTAURAÇÃO

SEGUNDA-FEIRA, 24 DE DEZEMBRO 2018 – A PROMESSA DE RESTAURAÇÃO 

“Se tão-somente nos fosse dada uma visão da cidade celestial, nunca mais quereríamos habitar outra vez na Terra. Há belas paisagens na Terra, e deleito-me em todos esses aspectos de beleza natural. Associo-as com o Criador. Sei, porém, que se amo a Deus e observo os Seus mandamentos, há no Céu reservado para mim um inexcedível e eterno peso de glória. […] 

Os santos terão coroas de glória à cabeça e harpas de ouro nas mãos. Tangerão as harpas de ouro e cantarão do amor redentor, entoando melodias a Deus. As suas antigas provas e sofrimentos neste mundo serão esquecidos e dissipar-se-ão entre as glórias da Nova Terra. […] 

Representem-se na sua imaginação o lar dos remidos, e lembrem-se de que ele será mais glorioso do que o pode pintar a nossa mais brilhante imaginação. A linguagem humana é incapaz de descrever a recompensa dos justos. Ela só será conhecida dos que a contemplarem.” Maranata! Meditação Matinal, p. 353 

‘“Vi um novo céu, e uma nova Terra. Porque já o primeiro céu e a primeira Terra passaram” (Apocalipse 21:1). O fogo que consome os ímpios purifica a Terra. Todo o vestígio de maldição é removido. Nenhum inferno a arder eternamente conservará perante os resgatados as terríveis consequências do pecado. Apenas uma lembrança permanece: o nosso Redentor levará sempre os sinais da Sua crucifixão. NA Sua fronte, no Seu lado, nas Suas mãos e pés estão os únicos vestígios da obra cruel que o pecado efetuou.’ História da Redenção, p. 430 

“Para entrar no Céu, a pessoa deve ter Cristo formado no seu íntimo, a esperança da glória, e levar o Céu consigo. Unicamente o Senhor Jesus pode moldar e transformar o caráter. Por falta de paciência, bondade, clemência, altruísmo e amor, as manifestações dos traços de caráter ocorrem involuntariamente quando se está desprevenido, e palavras não cristãs e a falta de semelhança de caráter com Cristo irrompem às vezes para ruína da alma.” Fundamentos da Educação Cristã, p. 279 

“Oh! Que felicidade desfrutaremos, reunidos em volta do trono, envoltos nas vestes brancas da justiça de Cristo. Não mais tristeza, não mais separação, e, sim, habitar em paz, habitar em felicidade, habitar em glória por todos os intermináveis séculos da eternidade. Que sociedade feliz e ditosa poderemos ser! 

Consideremos agora os mesmos privilégios que temos aqui. Quando consideramos o infinito sacrifício do nosso Salvador para que pudéssemos tornar-nos filhos de Deus e membros da família real, quando consideramos esta exaltação, quando consideramos que todos estes privilégios serão nossos e podem ser nossos diariamente, e que podemos ter as regalias que pertencem aos filhos e filhas de Deus, como pode alguém de nós proferir alguma palavra de queixa? Como pode alguém pronunciar alguma palavra de murmuração? Como pode esta habitar no nosso coração?” Este Dia Com Deus [MM 1980], p. 349

A Promessa de Restauração

Segunda-feira, 24 de Dezembro 

2. De acordo com Isaías 11:1-10, que promessa é dada a Israel? O que revela ela sobre a morada eterna dos remidos? 

A Bíblia começa com a história da criação da Terra (Génesis 1; 2). O mundo descrito é belo e harmonioso e foi confiado aos nossos primeiros pais, Adão e Eva. Um mundo perfeito e um lar para a humanidade criada por Deus. Os dois últimos capítulos da Bíblia também falam sobre um mundo perfeito e harmonioso criado por Deus para a humanidade redimida (Apocalipse 21; 22), mas, desta vez, é mais correto dizer “recriação”, a restauração da Terra da ruína do pecado. 

Muitas passagens bíblicas declaram que este lar eterno dos remidos será um lugar real, não uma fantasia da imaginação nem um sonho. Os remidos poderão ver, ouvir, cheirar, tocar e ter uma nova experiência, uma nova vida. A profecia de Isaías 11 anuncia de maneira bela a vinda do Messias, que inaugurará uma nova era. Ele acabará com toda a violência e introduzirá a paz eterna. O reino de Deus nesta nova Terra estabelecerá a harmonia universal. 

3. De acordo com Apocalipse 21:1-5, o que desaparecerá para sempre como resultado desta nova harmonia? 

Ellen White escreveu sobre o que aguarda os remidos: “E, ao transcorrerem os anos da eternidade, haverá mais e mais abundantes e gloriosas revelações de Deus e de Cristo. Assim como o conhecimento é progressivo, também o amor, a reverência e a felicidade aumentarão. Quanto mais as pessoas aprenderem a respeito de Deus, mais admirarão o Seu caráter. Ao revelar-lhes Jesus as riquezas da redenção e os surpreendentes feitos do grande conflito com Satanás, o coração dos resgatados baterá com mais forte devoção, e com mais arrebatadora alegria dedilharão as harpas de ouro; e milhares de milhares, e milhões de milhões de vozes se unirão para ampliar o potente coro de louvor” (Ellen G. White, História da Redenção, p. 432, 433). 

Como podemos entender hoje o caráter de Deus? De que maneira a vida em harmonia e unidade com os outros revela um pouco do caráter e da natureza de Deus?

DOMINGO – A CERTEZA DA VOLTA DE CRISTO

DOMINGO, 23 DE DEZEMBRO 2018 – A CERTEZA DA VOLTA DE CRISTO 

“Agora é o tempo de preparo para a vinda de nosso Senhor. A preparação para o encontro com Ele não pode ser alcançado num momento. Como preparo para aquela solene cena deve haver expectante vigilância, combinada com fervoroso trabalho. Assim os filhos de Deus O glorificam. Em meio às movimentadas cenas da vida, a sua voz será ouvida a proferir palavras de encorajamento, de fé e esperança. Tudo que eles possuem está consagrado ao serviço do Mestre.” A Maravilhosa Graça de Deus [MM 1974], p. 357 

“Na contemplação de Cristo demoramo-nos na praia de um amor sem limites. Procuramos falar desse amor, e a linguagem falha. Consideramos a Sua vida sobre a Terra, o Seu sacrifício por nós, a Sua obra no Céu como nosso Advogado e as mansões que Ele está a preparar para os que O amam; e não podemos mais que exclamar: Ó altura e profundidade do amor de Cristo! “Nisto está a caridade, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou a nós, e enviou o Seu Filho em propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:10). “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus” (1 João 3:1). 

Em cada verdadeiro discípulo, esse amor, como fogo sagrado, arde no altar do coração. Foi sobre a Terra que o amor de Deus foi revelado através de Cristo. É sobre a Terra que os Seus filhos devem refletir esse amor mediante uma vida irrepreensível. Assim os pecadores serão levados à cruz, a fim de contemplarem o Cordeiro de Deus.” Atos dos Apóstolos, p. 333, 334 

“A sensacional verdade que tem soado aos nossos ouvidos por muitos anos é: “O Senhor está às portas; estejam também preparados”, não é menos verdade hoje em dia do que quando ouvimos a mensagem pela primeira vez. Os mais caros interesses da igreja e do povo de Deus, e o destino de um mundo rebelde e ímpio, para o tempo e a eternidade, estão aí envolvidos. Estamos no limiar do Juízo. “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1 Tessalonicenses 4:16, 17). 

Estes eventos momentosos estão próximos, às portas. Entretanto, muitos que professam crer na verdade estão a dormir. […] É tão-somente àqueles que O estão a aguardar em esperança e fé que Cristo aparecerá, sem pecado, para a salvação. Muitos detêm a teoria da verdade, mas negam a eficácia da piedade. Quando a Palavra de Deus habita o coração, ela também controla a vida. Fé, pureza e conformidade com a vontade de Deus testificarão do seu poder santificador.” Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 14, 15

A Certeza da Volta de Cristo

Domingo, 23 de Dezembro 

1. João 14:1-3 é a promessa mais conhecida da segunda vinda de Jesus. Como será a vida dos remidos na nova Terra? 

Os primeiros cristãos consideravam a volta de Cristo a “bendita esperança” (Tito 2:13). Eles esperavam que todas as profecias e promessas das Escrituras fossem cumpridas no segundo advento, pois esse é o verdadeiro objetivo da peregrinação cristã. Todos os que amam a Cristo aguardam o dia em que poderão compartilhar de uma comunhão face a face com Ele. Estes versículos sugerem uma proximidade e intimidade da qual compartilharemos não só com Jesus, mas também uns com os outros. 

Os cristãos creem nesta promessa porque a Bíblia assegura o seu cumprimento. Temos esta certeza porque acreditamos nas palavras de Jesus: “Voltarei” (João 14:3). Assim como a primeira vinda de Cristo foi profetizada, a Sua segunda vinda também foi predita, mesmo no Antigo Testamento. Antes do Dilúvio, Deus disse ao patriarca Enoque que a vinda do Messias em glória acabaria com o pecado. Ele profetizou: “Eis que veio o Senhor entre as Suas santas miríades, para exercer juízo contra todos e para fazer convictos todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram e acerca de todas as palavras insolentes que ímpios pecadores proferiram contra Ele” (Judas 14, 15). 

Mil anos antes de Jesus vir a esta Terra, o rei Davi também profetizou que a vinda do Messias reuniria o povo de Deus. “Vem o nosso Deus e não guarda silêncio; perante Ele arde um fogo devorador, ao Seu redor esbraveja grande tormenta. Intima os céus lá em cima e a Terra, para julgar o Seu povo. Congregai os Meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios” (Salmos 50:3-5). 

A segunda vinda de Cristo está intimamente ligada ao Seu primeiro advento. As profecias que predisseram o Seu nascimento e ministério (por exemplo, Génesis 3:15; Miqueias 5:2; Isaías 11:1; Daniel 9:25, 26) são o fundamento para a nossa esperança e confiança na promessa da Sua segunda vinda. Cristo “manifestou-Se uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de Si mesmo, o pecado [...]. Assim também Cristo, tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a salvação” (Hebreus 9:26, 28). 

Como podemos obter esperança e conforto da promessa da segunda vinda de Cristo?

Comentários de Ellen White: Lição 13 – SÁBADO A TARDE

Comentários de Ellen White: Lição 13 – Restauração Final da Unidade – 22 a 29 de Dezembro 2018 

SÁBADO A TARDE – 22 DE DEZEMBRO 2018 – INTRODUÇÃO 

“O grande plano da redenção tem como resultado trazer de novo o mundo ao favor de Deus, de maneira completa. Tudo o que se perdeu pelo pecado é restaurado. Não somente o homem é redimido, mas também a Terra, para ser a eterna habitação dos obedientes. Durante seis mil anos Satanás tem lutado para manter posse da Terra. Agora cumpre-se o propósito original de Deus ao criá-la. “Os santos do Altíssimo receberão o reino e possuirão o reino para todo o sempre e de eternidade em eternidade.” […] 

Deus criou a Terra para ser habitada por seres santos e felizes. Esse propósito será cumprido quando, renovada pelo poder de Deus e liberta do pecado e da tristeza, ela se tornar o eterno lar dos remidos.” O Lar Adventista, p. 539, 540 

“A Terra prometida aos mansos não se parecerá com esta, obscurecida pelas sombras da morte e da maldição. “Nós, segundo a Sua promessa, aguardamos novos céus e nova Terra, em que habita a justiça” (2 Pedro 3:13). “E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os Seus servos O servirão” (Apocalipse 22:3). 

Não haverá decepção, nem pesar, nem pecado, ninguém que diga: enfermo estou; não haverá cortejos fúnebres, nem lamentações, nem morte, nem separações, nem corações partidos; mas Jesus ali estará, ali estará a paz. Os remidos “nunca terão fome nem sede, nem a calma nem o Sol os afligirão, porque O que Se compadece deles os guiará e os levará mansamente aos mananciais das águas”.” Isaías 49:10; O Maior Discurso de Cristo, p. 17, 18 

“As vestes do nosso caráter precisam ser lavadas até que fiquem sem manchas, na fonte aberta para remover toda a impureza. O nosso valor moral será pesado nas balanças do santuário, e, se formos achados em falta, sofreremos eterna perda. Toda a aspereza, toda a rudeza deve ser removida do nosso caráter antes que Jesus venha; pois quando Ele vier, estará terminada a preparação para toda as pessoas. 

Se não deixarmos de lado a nossa inveja, os nossos ciúmes, o nosso rancor uns contra os outros, não poderemos entrar no reino de Deus. Só levaríamos conosco a mesma disposição; mas não haverá nada dessa índole no mundo por vir. Ali não existirá outra coisa senão amor, alegria e harmonia. Alguns terão coroas mais brilhantes do que os outros, mas não haverá pensamentos invejosos em nenhum coração, entre os remidos. Cada um estará completamente satisfeito, pois todos serão recompensados segundo as suas obras.” Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 155

Restauração Final da Unidade

Lição 13 - 22 a 28 de Dezembro 


Sábado à tarde 

VERSO PARA MEMORIZAR: “Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova Terra, nos quais habita justiça” 2 Pedro 3:13 

LEITURAS DA SEMANA: João 14:1-3; Isaías 11:1-10; 35:4-10; Apocalipse 21:1-5; 22:1-5; 1 Tessalonicenses 4:13-18 

Uma das maiores promessas da Bíblia é a de que Jesus virá outra vez. Sem ela, não teríamos nada, porque as nossas esperanças estão centralizadas nesta promessa e no seu significado para nós. Quando Cristo retornar nas nuvens do Céu, tudo o que é terrestre e de origem humana e, portanto, temporário e às vezes insignificante, será destruído. Após o milênio no Céu, esta Terra, com as suas guerras, fome, doenças e tragédias, será renovada e tornar-se-á a morada dos remidos, finalmente reunidos com o Senhor e uns com os outros. 

A esperança na segunda vinda de Cristo é um assunto muito importante do Novo Testamento e, durante séculos, os cristãos têm desejado o cumprimento dessa promessa. Como Adventistas do Sétimo Dia, também almejamos o Seu regresso. De facto, o nosso nome proclama esta esperança. 

Nesta última lição, vamos examinar esta promessa e o que ela significa para a unidade cristã. A nossa unidade em Cristo é muitas vezes ameaçada pelas nossas limitações e fraquezas humanas. Contudo, já não precisaremos procurar soluções para as nossas divisões, pois já não haverá desunião. No segundo advento de Cristo, seremos um com o Senhor, finalmente reunidos, formando uma família restaurada.

23.12.18

Nearer, My God, to Thee

Abide With Me

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The Certainty of Christ’s Return

Sunday, December 23


John 14:1-3 is the best-known promise of Jesus’ second coming. What does this promise tell you about the kind of life the redeemed will live on the new earth?

Early Christians considered Christ’s return the “blessed hope” (Titus 2:13, NKJV). They expected all the prophecies and promises of Scripture to be fulfilled at the Second Advent, for it is the very goal of the Christian pilgrimage. All who love Christ look forward to the day they will be able to share face-to-face fellowship with Him. His words in those verses suggest a closeness and intimacy that we will share, not only with Jesus but with each other, as well.

Christians believe in this promise because the Bible assures us of its fulfillment. We have this assurance because we believe in the words of Jesus, “I will come again” (John 14:3, NKJV). Just as Christ’s first coming was prophesied, so His second coming also is foretold, even in the Old Testament. Before the Flood, God told the patriarch Enoch that the Messiah’s coming in glory would put an end to sin. He prophesied, “Behold, the Lord comes with ten thousands of His saints, to execute judgment on all, to convict all who are ungodly among them of all their ungodly deeds which they have committed in an ungodly way, and of all the harsh things which ungodly sinners have spoken against Him” (Jude 14, 15, NKJV).

A thousand years before Jesus came to this earth, King David also prophesied of the Messiah’s coming to gather God’s people together. “Our God shall come, and shall not keep silent; a fire shall devour before Him, and it shall be very tempestuous all around Him. He shall call to the heavens from above, and to the earth, that He may judge His people: ‘Gather My saints together to Me, those who have made a covenant with Me by sacrifice” (Psalm 50:3-5, NKJV).

The second coming of Jesus is linked closely to His first advent. The prophecies that predicted His birth and ministry (for example, Genesis 3:15; Micah 5:2; Isaiah 11:1; Daniel 9:25, 26) are the foundation for our hope and trust in the promises about His second coming. Christ “has appeared to put away sin by the sacrifice of Himself. … So Christ was offered once to bear the sins of many. To those who eagerly wait for Him He will appear a second time, apart from sin, for salvation” (Hebrews 9:26, 28, NKJV).

What are ways that you can even now draw hope and comfort from the promise of the Second Coming?