4.9.19

A Nossa Humanidade em Comum

Quarta-feira, 04 de Setembro 

Pelo Seu ministério e pelo Seu ensino, Jesus instigou uma inclusão radical. Todos os que sinceramente buscavam a Sua atenção (mulheres de má reputação, coletores de impostos, leprosos, samaritanos, centuriões romanos, líderes religiosos ou crianças), eram recebidos com genuína ternura e cuidado. Como a igreja primitiva viria a descobrir de maneira transformadora, isto incluía a oferta do dom da salvação. 

À medida que os primeiros cristãos reconheciam lentamente a característica inclusiva do evangelho, eles não apenas acrescentavam à sua fé boas obras em favor dos outros como uma coisa “boa” a ser feita. Isto era fundamental à sua compreensão do evangelho, conforme eles tinham experimentado na vida, ministério e morte de Jesus. Ao lutarem contra os problemas e questões que surgiam, primeiro de maneira individual para líderes como Paulo e Pedro (veja, por exemplo, Atos 10:9-20), depois como corpo da igreja no Concílio de Jerusalém (veja Atos 15), eles começaram a perceber a mudança dramática que estas “boas-novas” trouxeram à sua compreensão do amor e do caráter inclusivo de Deus e como isto deve ser vivido por aqueles que professam segui-Lo. 

6. O que ensinam os textos a seguir sobre a nossa humanidade em comum? De que maneira cada uma destas ideias deve influenciar a nossa atitude em relação aos outros? 

Malaquias 2:10 

Atos 17:26 

Romanos 3:23 

Gálatas 3:28 

Gálatas 3:28 é um resumo teológico da história prática que Jesus contou sobre o bom samaritano. Em vez de discutirmos acerca das pessoas a quem devemos servir, apenas sirvamos e estejamos preparados para ser servidos por quem não esperamos que nos sirva. O elemento comum da família humana global é percebido num nível superior na comunidade dos que estão unidos pelo evangelho, pelo amor salvador de Deus que nos chama à unidade Nele: “Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres” (1 Coríntios 12:13).