28.2.19

Homens e Lobos

Excelente reportagem da RTP. É preciso parar esta treta ignorante do lobo mau.




The Mark of the Beast

Thursday, February 28


Revelation 13 indicates that the lamblike beast will have the leading role in the final crisis. This world power will establish a global system in an attempt to control the beliefs of people. This system will mirror medieval Christianity under papal control.

Read Revelation 13:16-17 along with Deuteronomy 6:4-8. What does putting the mark on the right hand or the forehead have to do with the commandments of God?

People of all social classes will be pressured to receive the mark of the beast on their right hands or their foreheads. Just as the seal in the forehead identifies those whom God regards as His (Revelation 7:3-4; Revelation 14:1), so the mark of the beast identifies the worshipers of the beast.

The mark of the beast is not a visible sign of any kind. Its placement on the right hand or on the forehead counterfeits the instruction Moses gave the Israelites to bind God’s law as a sign upon their hands or their foreheads (Deuteronomy 6:8). The right hand has to do with behavior, while the forehead has to do with the mind or mental agreement. Some will choose to receive the mark of the beast to escape the threat of death, while others will be fully committed mentally and spiritually to this apostate system of worship.

The central issues in the final crisis will be worship and obedience to God in keeping His commandments (Revelation 14:12). The Sabbath commandment in particular, will be the test of faithfulness and obedience to God. As the Sabbath is the distinctive sign of the obedience of God’s faithful people (Ezekiel 20:12, 20), so the mark of the beast is the sign of allegiance to the beast.

The mark of the beast involves the substitution of a human commandment for God’s commandment. The greatest evidence of this fact is the humanly established institution of Sunday (Daniel 7:25) as the day of worship instead of the seventh-day Sabbath, the day mandated in Scripture by our Creator. The attempt to change the sign of God’s authority to another day is an attempt to usurp the role and power of God Himself. “The mark of the beast is the papal sabbath. … When the decree shall go forth enforcing the counterfeit sabbath, and the loud cry of the third angel shall warn men against the worship of the beast and his image, … then those who still continue in transgression will receive the mark of the beast”. - Ellen G. White, Evangelism, pp. 234, 235.

Revelation 13:18 (NKJV) says: “Here is wisdom. Let him who has understanding calculate the number of the beast, for it is the number of a man: His number is 666”. Who is this man? Paul describes him as “the man of sin” (2 Thessalonians 2:3). This designation points to the papal power symbolized by the sea beast, whose blasphemous name on its heads points to the divine title it claims for itself, supposedly standing in the place of the Son of God on earth.

HONDA e Prototype

27.2.19

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A Imagem da Besta - Comentários

“Mas o que é a “imagem à besta?” e como será ela formada? A imagem é feita pela besta de dois chifres, e é uma imagem à primeira besta. É também chamada imagem da besta. Portanto, para sabermos o que é a imagem, e como será formada, devemos estudar as características da própria besta – o papado. 

Quando se corrompeu a primitiva igreja, afastando-se da simplicidade do evangelho e aceitando ritos e costumes pagãos, perdeu o Espírito e o poder de Deus; e, para que pudesse governar a consciência do povo, procurou o apoio do poder secular. Disso resultou o papado, uma igreja que dirigia o poder do Estado e empregava-o para favorecer os seus próprios fins, especialmente na punição da “heresia”. Para formarem os Estados Unidos uma imagem da besta, o poder religioso deve a tal ponto dirigir o governo civil que a autoridade do Estado também seja empregada pela igreja para realizar os seus próprios fins. 

Quando quer que a Igreja tenha obtido o poder secular, empregou-o ela para punir a discordância às suas doutrinas. As igrejas protestantes que seguiram os passos de Roma, formando aliança com os poderes do mundo, têm manifestado desejo semelhante de restringir a liberdade de consciência.” O Grande Conflito, p. 443 

“A “imagem da besta” representa a forma de protestantismo apóstata que se desenvolverá quando as igrejas protestantes buscarem o auxílio do poder civil para imposição de seus dogmas. […] 

A característica especial da besta e, portanto, da sua imagem, é a violação dos mandamentos de Deus. Diz Daniel a respeito da ponta pequena, o papado: “Cuidará em mudar os tempos e a lei” (Daniel 7:25). E Paulo intitulou o mesmo poder “o homem do pecado”, que deveria exaltar-se acima de Deus. Uma profecia é o complemento da outra. Unicamente mudando a lei de Deus poderia o papado exaltar-se acima de Deus; quem quer que conscientemente guarde a lei assim modificada, estará a prestar suprema honra ao poder pelo qual se efetuou a mudança. Tal ato de obediência às leis papais seria um sinal de vassalagem ao papa em lugar de Deus.” O Grande Conflito, p. 445, 446 

“Pela primeira besta é representada a Igreja de Roma, uma organização eclesiástica revestida de poder civil, tendo autoridade para punir todos os dissidentes. A imagem da besta representa outra corporação religiosa revestida de poder semelhante. A formação dessa imagem é obra dessa besta cujo calmo surgimento e suave profissão de fé traduzem um notável símbolo dos Estados Unidos. Aqui pode ser encontrada uma imagem do papado. Quando as igrejas do nosso país, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus decretos e lhes apoie as instituições, a América protestante terá então formado uma imagem da hierarquia romana. Então será a verdadeira igreja assaltada pela perseguição, como o foi o antigo povo de Deus.” História da Redenção, p. 381, 382

A Imagem da Besta

Quarta-feira, 27 de Fevereiro 

4. Leia Apocalipse 13:12, 13, 1 Reis 18:38 e Atos 2:3. Qual é a natureza dos enganos da besta semelhante ao cordeiro – sendo o maior deles fazer descer fogo do céu? 

Ao operar milagres, a besta semelhante ao cordeiro convencerá muitos de que as suas palavras são verdadeiras, embora não estejam em plena harmonia com as Escrituras. “Mediante a agência do espiritismo, serão operados prodígios, os doentes serão curados, e serão realizadas muitas e inegáveis maravilhas” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 588). Esses milagres ajudarão a besta semelhante ao cordeiro a persuadir os habitantes da Terra a fazer uma imagem à besta do mar, que recebeu a ferida mortal. 

A cura da ferida mortal da besta do mar refere-se à restauração do papado romano como um poder político-religioso. A besta semelhante ao cordeiro também começará a falar como dragão e a exercer o poder da besta do mar, mostrando que ela se tornará tão intolerante como as nações representadas por estes símbolos. 

“Semelhante atitude seria abertamente contrária aos princípios deste governo, ao espírito das suas instituições livres, às afirmações insofismáveis e solenes da Declaração da Independência, e à Constituição […]. Mas a incoerência de tal procedimento não é maior do que o que se encontra representado no símbolo. É a besta de chifres semelhantes aos do cordeiro – professando-se pura, suave e inofensiva que fala como o dragão […]. 

“‘Dizendo aos que habitam na Terra que fizessem uma imagem à besta’. Aqui se representa claramente a forma de governo em que o poder legislativo emana do povo; uma prova das mais convincentes de que os Estados Unidos são a nação indicada na profecia. […] 

“Quando a igreja primitiva se corrompeu, afastando-se da simplicidade do evangelho e aceitando ritos e costumes pagãos, perdeu o Espírito e o poder de Deus; e, para que pudesse governar a consciência do povo, procurou o apoio do poder secular. Disso resultou o papado, uma igreja que dirigia o poder do Estado e empregava-o para favorecer os seus próprios fins, especialmente para a punição da ‘heresia.’ […]. 

“Quando as principais igrejas dos Estados Unidos, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha os seus decretos e lhes apoie as instituições, a América do Norte protestante terá então formado uma imagem da hierarquia romana, e a aplicação de penas civis aos dissidentes será o resultado inevitável.” Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 442-445

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The Image of the Beast

Wednesday, February 27


Read Revelation 13:12-13. How do 1 Kings 18:38 and Acts 2:3 help us understand the nature of the lamblike beast’s deceptive activities - the greatest of which is bringing fire down from heaven?

By working miracles, the lamblike beast will convince many that its words are true despite not being in full harmony with Scripture. “Through the agency of spiritualism, miracles will be wrought, the sick will be healed, and many undeniable wonders will be performed”. - Ellen G. White, The Great Controversy, p. 588. These miracles help the lamblike beast to persuade the inhabitants of the earth to make an image to the sea beast that received the deadly wound.

The healing of the sea beast’s deadly wound refers to the restoration of the Roman papacy as a religio-political power. The lamblike beast will also begin speaking like a dragon and exercising the power of the sea beast, showing that it will become as intolerant as the nations represented by these symbols.

“Such action would be directly contrary to the principles of this government, to the genius of its free institutions, to the direct and solemn avowals of the Declaration of Independence, and to the Constitution. … But the inconsistency of such action is no greater than is represented in the symbol. It is the beast with lamblike horns - in profession pure, gentle, and harmless - that speaks as a dragon. …

‘Saying to them that dwell on the earth, that they should make an image to the beast’. Here is clearly presented a form of government in which the legislative power rests with the people, a most striking evidence that the United States is the nation denoted in the prophecy.

But what is the ‘image to the beast’? and how is it to be formed? The image is made by the two-horned beast, and is an image to the beast. It is also called an image of the beast. Then to learn what the image is like and how it is to be formed we must study the characteristics of the beast itself - the papacy.

When the early church became corrupted by departing from the simplicity of the gospel and accepting heathen rites and customs, she lost the Spirit and power of God; and in order to control the consciences of the people, she sought the support of the secular power. The result was the papacy, a church that controlled the power of the state and employed it to further her own ends, especially for the punishment of ‘heresy’ …

When the leading churches of the United States, uniting upon such points of doctrine as are held by them in common, shall influence the state to enforce their decrees and to sustain their institutions, then Protestant America will have formed an image of the Roman hierarchy, and the infliction of civil penalties upon dissenters will inevitably result …

The ‘image to the beast’ represents that form of apostate Protestantism which will be developed when the Protestant churches shall seek the aid of the civil power for the enforcement of their dogmas”. - Ellen G. White, The Great Controversy, pp. 442-445.

Adventistas são mortos na Venezuela

26.2.19

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O Estado dos Mortos - The State of the Dead

Por que razão Satanás insiste mesmo sabendo que será derrotado?

A Besta que Emerge da Terra - Comentários

“Uma nação, e apenas uma, satisfaz às especificações desta profecia; esta aponta seguramente para os Estados Unidos da América do Norte. 

Aqui está uma impressionante figura da elevação e crescimento da nossa própria nação [Estados Unidos]. E os chifres semelhantes aos de um cordeiro, emblemas de inocência e brandura, representam corretamente o caráter do nosso governo, segundo é expresso nos seus dois princípios fundamentais: republicanismo e protestantismo. 

O Senhor tem feito mais pelos Estados Unidos do que por qualquer outro país sobre o qual brilha o Sol. […] Era desígnio de Deus que este país permanecesse sempre livre para todas as pessoas O adorarem de acordo com os ditames da consciência. Ele tencionava que as suas instituições civis, nas suas dilatadas produções, representassem a liberdade dos privilégios evangélicos. 

Mas o inimigo de toda a justiça tem planos referentes ao propósito de Deus para este país. Ele suscitará empreendimentos que levem os homens a esquecer que há um Deus. A mundanidade e a cobiça, que é idolatria, prevalecerão mediante a operação do arquienganador, até ser invalidada a lei de Deus em todos os seus aspectos.” Maranata [MM 1977], p. 191 

“A profecia do capítulo 13 de Apocalipse declara que o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro fará com que a “Terra e os que nela habitam” adorem o papado, ali simbolizado pela besta “semelhante ao leopardo”. A besta de dois chifres dirá também “aos que habitam na Terra que façam uma imagem à besta; e, ainda mais, mandará a todos, “pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos”, que recebam o “sinal da besta” (Apocalipse 13:11-16). Mostrou-se que os Estados Unidos são o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro, e que esta profecia se cumprirá quando aquela nação impuser a observância do domingo, que Roma alega ser um reconhecimento especial da sua supremacia.” O Grande Conflito, p. 578, 579 

“’Possuía dois chifres, parecendo um cordeiro, mas falava como um dragão.’ Embora professem ser seguidores do Cordeiro e de Deus, os homens tornam-se imbuídos do espírito do dragão. Eles professam ser mansos e humildes, mas falam e legislam com o espírito de Satanás, mostrando por suas ações que são o oposto do que professam ser. Este poder semelhante a um cordeiro une-se com o dragão para fazer guerra aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo. E Satanás une­se com protestantes e romanistas, agindo em parceria com eles como o deus deste mundo, dando ordens aos homens como se fosse os súbditos do seu reino, para serem manejados, governados e controlados segundo lhe apraz. Se os homens não concordarem em calcar aos pés os mandamentos de Deus, é revelado o espírito do dragão.” Maranata [MM 1977], p. 189

A Besta que Emerge da Terra

Terça-feira, 26 de Fevereiro 

A primeira metade de Apocalipse 13 descreve o poder católico romano que atuou durante o período profético de 1.260 dias/anos. Com os acontecimentos da Revolução Francesa, este sistema político-religioso recebeu uma ferida mortal. No entanto, a ferida mortal será curada no fim, o que fará com que este sistema seja restaurado. A segunda metade do capítulo descreve como ocorrerá a cura da ferida mortal da besta. 

3. Leia Apocalipse 13:11 e 12:14-16. Quais são as características da segunda besta? O que significa o facto de que esta besta emerge da terra? 

João viu o surgimento de outra besta. Diferente da primeira, a segunda surge da terra. Ela é um poder mundial, cuja influência é da mesma dimensão que a da primeira besta. Mas, em contraste com a besta do mar, que tinha aparência terrível, a besta da terra parece inofensiva, pelo menos no início. Ela “possuía dois chifres, parecendo cordeiro” (Apocalipse 13:11), o que é um símbolo de Cristo. Portanto, este poder do tempo do fim tem semelhanças com Cristo. 

Este poder surge no território que protegeu a mulher, símbolo da igreja de Deus, do rio perseguidor do dragão, no fim dos 1.260 dias/anos proféticos (Apocalipse 12:14-16). Esta besta da terra é um novo participante na cena, tendo surgido como uma potência mundial depois que a besta do mar recebeu a ferida mortal durante a Revolução Francesa, o que significa que a besta da terra atuaria exclusivamente no tempo do fim. 

“Que nação do Novo Mundo se achava em 1798 ascendendo ao poder, apresentando indícios de força e grandeza, e atraindo a atenção do mundo? A aplicação do símbolo não admite dúvidas. Uma nação, e apenas uma, satisfaz às especificações desta profecia; esta aponta insofismavelmente para os Estados Unidos da América do Norte” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 440). 

Contudo, em Apocalipse 13:11, mostra-se que a América, amplamente protestante, no fim começará a falar como o dragão, de maneira semelhante ao próprio diabo, com uma influência mundial semelhante à do Império Romano. Este poder do tempo do fim será um instrumento para fazer com que o mundo inteiro adore a primeira besta, que recebeu a ferida moral. Noutras palavras, os Estados Unidos, que outrora proporcionaram proteção e abrigo seguro para a igreja, desempenharão uma função perseguidora nos eventos finais. 

Quando os Estados Unidos foram, pela primeira vez, identificados com a segunda besta de Apocalipse 13, não tinham absolutamente o poder e influência que têm hoje. Este facto confirma a identificação dos Estados Unidos como o poder retratado nesta profecia?

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The Beast Arising Out of the Earth

Tuesday, February 26


The first half of Revelation 13 describes the Roman Catholic power active during the prophetic period of 1,260 days/years. With the events of the French Revolution, this religio-political system received a deadly wound. However, the mortal wound will eventually be healed, restoring this system to life. The second half of the chapter describes how the healing of the sea beast’s deadly wound actually will happen.

Read Revelation 13:11. What are the characteristics of the second beast? In light of Revelation 12:14-16, what is the significance of the fact that this beast emerges out of the earth?

John observes the emergence of another beast. Unlike the first beast, the second beast arises out from the earth. This second beast is a world power, with influence of the same caliber as the first beast. However, in contrast to the sea beast, which had a terrifying appearance, the earth beast appears harmless, at least at first. It has “two horns like a lamb” (Revelation 13:11, NKJV). This lamb beast is a symbol for Christ. Thus, this end-time power appears to be Christlike.

This power arises in territory that protected the woman, a symbol of God’s true church, from the dragon’s persecuting flood at the conclusion of the 1,260 days/years (Revelation 12:14-16). This earth beast is obviously a new player on the scene, having arisen as a world power after the sea beast received the deadly wound during the events of the French Revolution, which means the earth beast is exclusively an end-time player.

“What nation of the New World was in 1798 rising into power, giving promise of strength and greatness, and attracting the attention of the world? The application of the symbol admits of no question. One nation, and only one, meets the specifications of this prophecy; it points unmistakably to the United States of America”. - Ellen G. White, The Great Controversy, p. 440.

Revelation 13:11 shows, however, that America, largely Protestant, will eventually start speaking like the dragon, like the devil himself, with a worldwide influence similar to the Roman Empire. This end-time power will be instrumental in making the whole world worship the first beast, which received the deadly wound. In other words, the United States, which at one time had provided protection and a haven for the church, at some point will play a persecuting role in last-day events.

When the United States was first identified as the second beast of Revelation 13, it had nowhere near the power and influence it has now. How does this fact help affirm the identification of the United States as the power depicted in this prophecy?

25.2.19

A Atuação da Besta do Mar - Comentários

“Os papas levantaram-se contra o Deus do Céu pelo modo como trataram a Sua Palavra. Esta é a razão pela qual, na profecia, o poder papal é descrito como o “homem do pecado” (ARC). Satanás é o originador do pecado, e o poder que ele usa para alterar qualquer dos santos preceitos de Deus é o homem do pecado. Sob a direção especial de Satanás, o poder papal tem feito exatamente essa obra. 

Embora os que estão à frente do papado afirmem ter grande amor por Deus, Ele os considera os Seus opositores. Eles mudaram a verdade de Deus em mentira. Adulterar os mandamentos de Deus e colocar em seu lugar tradições humanas é a obra de Satanás, e isso divorcia o mundo religioso de Deus; pois Ele declara: “Porque Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que Me aborrecem” [Êxodo 20:5]. Deus cumprirá essa promessa.” Ms 126, 1901; Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1012 

“Nas visões dos profetas do passado o Senhor da glória foi representado como concedendo luz especial à Sua igreja nos dias de trevas e incredulidade que precederiam a Sua segunda vinda. Como Sol da Justiça, Ele devia brilhar sobre a Sua igreja, “trazendo salvação debaixo de Suas asas” (Malaquias 4:2). E de todo o verdadeiro discípulo devia ser difundida influência para a vida, coragem, prestatividade e verdadeira cura. 

A vinda de Cristo ocorrerá no mais escuro período da história da Terra. Os dias de Noé e de Ló retratam a condição do mundo imediatamente antes da vinda do Filho do homem. As Escrituras que apontam para este tempo declaram que Satanás operará com todo o poder e “com todo o engano da injustiça” (2 Tessalonicenses 2:9, 10). A sua operação é claramente revelada pelas trevas em rápido progresso, os inumeráveis erros, heresias e enganos destes últimos dias. Não somente está Satanás a levar cativo o mundo, mas os seus enganos estão a fermentar as professas igrejas do nosso Senhor Jesus Cristo. A grande apostasia redundará em trevas profundas como a meia-noite. Para o povo de Deus será essa uma noite de provação, de lágrimas e de perseguição por amor da verdade. Mas da noite de trevas brilhará a luz de Deus.” Profetas e Reis, p. 717 

“A pessoa que é atraída repetidamente por seu Redentor, e despreza as advertências dadas, não cedendo às suas convicções no sentido de se arrepender, nem atendendo quando é exortada a buscar perdão e graça, essa pessoa está em posição perigosa. […] Outra atração existe, à qual ele vai cedendo – é a atração de Satanás. Cede obediência aos poderes das trevas. Este procedimento é fatal e deixa a pessoa em obstinada impenitência. Esta é a blasfémia mais comum entre os homens, e atua de modo muitíssimo sutil, até que o pecador não mais sinta remorso de consciência, nem arrependimento, e consequentemente não mais tem perdão. […] 

Nunca, nunca jamais se sintam na liberdade de desperdiçar as oportunidades que lhes são concedidas.”Para Conhecê-Lo [MM 1965], p. 240

A Atuação da Besta do Mar

Segunda-feira, 25 de Fevereiro 

Como vimos no estudo de domingo, em Apocalipse 13:5, especifica-se um período de perseguição. Os 42 meses da atuação da besta correspondem ao mesmo período de 1.260 dias/anos de perseguição da mulher (igreja) em Apocalipse 12:6, 14. Um dia profético simboliza um ano (Números 14:34; Ezequiel 4:6; veja o estudo de terça-feira da lição 7). O ano 538 d.C. marca, apropriadamente, o início deste período profético, quando a igreja romana, tendo o papa como o seu líder, se estabeleceu como um poder eclesiástico e de Estado que dominou o mundo ocidental durante a época medieval. Em 1798 d.C., os acontecimentos da Revolução Francesa infligiram à besta a ferida mortal, dando assim um fim temporário ao domínio opressivo da igreja e à religião apoiada pelo Estado. 

2. Compare Apocalipse 13:5-8 com Daniel 7:24, 25 e 2 Tessalonicenses 2:2-12. De que maneira as ações da besta do mar refletem a descrição do chifre pequeno e do homem da iniquidade? 

As ações da besta do mar durante os 1.260 dias/anos proféticos são expressas em termos de blasfémias. No Novo Testamento, blasfémia significa uma reivindicação de igualdade com Deus (João 10:33; Mateus 26:63-65) e a ação de usurpar a Sua autoridade (Marcos 2:7). As blasfémias da besta do mar são dirigidas “contra Deus, para Lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no Céu” (Apocalipse 13:6). A habitação de Deus é o san­tuá­rio celestial, onde Cristo ministra em favor da nossa salvação. A besta do mar busca negar a obra mediadora de Cristo, procurando substituí-la por um sacerdócio humano que afirma conferir salvação e perdão dos pecados. Usurpar estes poderes pertencentes somente a Deus é a essência da blasfémia. 

Em Apocalipse 13, revela-se um período de ampla apostasia no cristianismo, cumprido quando o catolicismo romano reivindicou a posição e a autoridade de Deus com o papa como o seu líder. Aqueles que negaram submissão a Roma foram perseguidos e martirizados. Embora hoje estas declarações sejam vistas como severas, até mesmo intolerantes, o presente não pode apagar a história, não importando quanto as pessoas o desejem. 

Como podemos ser fiéis à profecia sobre a história da igreja e, ao mesmo tempo, gentis e cautelosos quando apresentamos estas verdades aos outros?

The Activities of the Sea Beast

Monday, February 25


Revelation 13:5 specifies a time period of persecution that we talked about in yesterday’s study. The 42 months of the beast’s activities is the same time period as the 1,260 days/years of the persecution of the woman/church in Revelation 12:6, 14. (A prophetic day symbolizes a year [Numbers 14:34, Ezekiel 4:6]. See Tuesday’s study in Lesson 7). The year A.D. 538 marks appropriately the beginning of this prophetic period when the Roman church, with the pope as its head, established itself as a church-state power that dominated the Western world throughout medieval times. The events of the French Revolution inflicted the deadly wound upon the beast in A.D. 1798, thus bringing the church’s oppressive rule and the state-empowered religion to a temporary end.

Compare Revelation 13:5-8 with Daniel 7:24-25 and 2 Thessalonians 2:2-12. In what way do the activities of the sea beast mirror the descriptions of the little horn and the man of lawlessness?

The sea beast’s activities during the prophetic 1,260 days/years are stated in terms of blasphemies. In the New Testament, blasphemy can denote a claim of equality with God (John 10:33, Matthew 26:63-65) and the action of usurping His authority (Mark 2:7). The sea beast’s blasphemies are directed “against God, to blaspheme His name, His tabernacle, and those who dwell in heaven” (Revelation 13:6, NKJV). The dwelling of God is the sanctuary in heaven, where Christ ministers on behalf of our salvation. The sea beast seeks to negate Christ’s mediatorial work by attempting to replace it with a human priesthood that claims to administer salvation and the forgiveness of sins. Assuming these powers that belong only to God is the essence of blasphemy.

Revelation 13 points to a time of major apostasy in Christianity, which was fulfilled when Roman Catholicism claimed the position and authority of God with the pope as its head. Those who refused submission to Rome experienced persecution and martyrdom. Although today such statements are viewed as harsh, even bigoted, the present cannot erase the history, no matter how much some people wish that it would.

How can we stay faithful to prophecy about church history and yet, at the same time, be kind and cautious as we present these truths to others?

You Won't Believe How the First Spy Satellites Worked

Virgin Galactic In Space For The Second Time

Os Estados Unidos são uma das cabeças em Apocalipse 17?

24.2.19

Last week's news / Notícias da semana passada


Resumo explicativo da política internacional contemporânea:

Donald Trump quer fechar a fronteira com um muro para impedir a entrada de ilegais e bandidos. Trump é um ditador sem escrúpulos.

Nicolas Maduro fecha a fronteira com tanques para impedir a entrada de ajuda humanitária. Maduro é um bravo resistente ao imperialismo americano.

[Explanatory summary of international contemporary politics:

Donald Trump wants to close the border with a wall to prevent the entry of illegals and bad guys. Trump is an unscrupulous dictator.

Nicolas Maduro closes the border with tanks to prevent the entry of humanitarian aid. Maduro is a brave man who resists American imperialism.]

Satanás e os Seus Aliados - Comentários

A Besta do Mar - Comentários

“O apóstolo Paulo advertiu a igreja a não esperar a vinda de Cristo no seu tempo. “Porque não será assim”, diz ele, “sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado” (2 Tessalonicenses 2:3). […] Este “homem do pecado”, que também é denominado “mistério da injustiça”, “filho da perdição”, e “o iníquo”, representa o papado, que, conforme foi anunciado pelos profetas, deveria manter a sua supremacia durante 1.260 anos. Este período terminou em 1798. A vinda de Cristo não poderia ocorrer antes daquele tempo. Paulo, com a sua advertência, abrange toda a dispensação cristã até o ano de 1798. É depois dessa data que a mensagem da segunda vinda de Cristo deve ser proclamada. […] 

Desde 1798, porém, o livro de Daniel foi descerrado, aumentou-se o conhecimento das profecias, e muitos têm proclamado a mensagem solene do juízo próximo.” O Grande Conflito, p. 356 

“No capítulo 13:1-10, descreve-se a besta “semelhante ao leopardo”, à qual o dragão deu “o seu poder, o seu trono, e grande poderio”. Este símbolo, como a maioria dos protestantes tem crido, representa o papado, que se sucedeu no poder, trono e poderio uma vez mantidos pelo antigo Império Romano. Declara-se quanto à besta semelhante ao leopardo: “Foi-­lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfémias. […] E abriu a sua boca em blasfémias contra Deus, para blasfemar do Seu nome, e do Seu tabernáculo, e dos que habitam no Céu. […]” Esta profecia, que é quase idêntica à descrição da ponta pequena de Daniel 7, refere-se inquestionavelmente ao papado. 

“Deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses.” E, diz o profeta, “vi uma das suas cabeças como ferida de morte”. […] Os quarenta e dois meses são o mesmo que “tempo, tempos, e metade de um tempo”, três anos e meio, ou 1.260 dias, de Daniel 7, tempo durante o qual o poder papal deveria oprimir o povo de Deus. Este período, conforme se declara nos capítulos precedentes, começou com a supremacia do papado, no ano 538 da nossa era, e terminou em 1798. Nesta ocasião o papa foi aprisionado pelo exército francês, e o poder papal recebeu a chaga mortal, cumprindo-se a predição: “Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá.”.” O Grande Conflito, p. 439 

“Não estamos, como um povo, preparados para o aparecimento do Senhor. Caso cerrássemos as janelas da alma para a Terra e abríssemos para o Céu, toda a instituição estabelecida seria uma luz ardente e resplandecente no mundo. Cada membro da igreja, vivesse ele as grandes, elevadas e enobrecedoras verdades para este tempo, seria uma luz ardente e resplandecente. O povo de Deus não Lhe pode agradar a menos que seja superpossuído da eficiência do Espírito Santo. Tão pura e verdadeira deve ser a relação de uns para com os outros, que por suas palavras, afeições, qualidades, mostrem que são um com Cristo. Devem ser sinais e maravilhas em nosso mundo, levando avante inteligentemente todo ramo da obra.” Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 113

A Besta do Mar

Domingo, 24 de Fevereiro 

1. Leia Apocalipse 13:1-4, 8; 17:8. Quais são as características desta besta e quais são as fases da sua existência? 

João viu uma besta que subia do mar. Embora uma besta represente um poder político, a descrição da besta do mar indica um poder político cuja característica dominante é a religião. O mar simboliza a região amplamente povoada da Europa, de onde a besta do mar sobe ao poder depois da queda do Império Romano (veja Apocalipse 17:15). 

A besta tinha sete cabeças e dez chifres, tal como o dragão (Apocalipse 12:3, 4), o que mostra a íntima conexão com Roma pagã. Sobre as cabeças da besta estava um nome de blasfémia, e sobre os chifres estavam diademas reais. As cabeças da besta são os reinos que Satanás utilizou para perseguir o povo de Deus ao longo da História (veja Apocalipse 17:9-11). O nome de blasfémia aponta para o título divino que a besta reivindica. Os dez chifres apontam para Daniel 7:24, simbolizando as nações que surgiram depois da queda do Império Romano. Estas características da besta do mar indicam o papado, que surgiu do Império Romano. 

A aparência da besta do mar era como a de um leopardo, com os pés de um urso e a boca de um leão. A besta reunia as características dos quatro animais (símbolos de impérios mundiais) de Daniel 7:2 a 7: Babilónia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma (Daniel 7:17). João listou-as em ordem inversa, o que, a partir da sua perspectiva do primeiro século, mostra que a besta do mar está relacionada ao quarto animal de Daniel 7, o Império Romano. 

O dragão (o Império Romano pagão que recebeu poder de Satanás) deu à besta o seu poder, trono e grande autoridade. Assim como o Pai concedeu a Cristo o Seu trono e autoridade (Apocalipse 2:26, 27), também Satanás investiu a besta como a sua corregente e representante na Terra. 

Em Apocalipse 13:5-7, declara-se que o período das ações de perseguição da besta ao longo da história cristã é de 42 meses. Como vimos, a perseguição da mulher pura durou um tempo, dois tempos e metade de um tempo”, isto é, três tempos e meio ou anos proféticos (Apocalipse 12:13, 14; compare com Daniel 7:25). Quarenta e dois meses proféticos equivalem a 30 dias multiplicados por 42, ou 1.260 dias/anos (Apocalipse 12:6). Portanto, “um tempo, dois tempos e metade de um tempo”, 42 meses e 1.260 dias referem-se ao mesmo período de tempo de 1.260 anos. Esta fase terminou quando uma das cabeças da besta foi mortalmente ferida, causando a morte temporária da besta. Com a cura da ferida, a besta ressurgirá. Isto atrairá a admiração do mundo, e as pessoas adorarão o dragão e a besta.

Comentários de Ellen White - Introdução

Sábado à tarde 

“Quando colocamos os pés na Rocha sólida que é Cristo Jesus, como o nosso fundamento, recebemos uma dotação de poder da Fonte de todo o conhecimento, de toda a sabedoria e eficiência espiritual, de modo que todos saberão a que grupo pertencemos – aos observadores dos mandamentos, ou aos seus transgressores. O estandarte do Príncipe Emanuel, que flutua acima da nossa cabeça, não deixará de afastar toda a incerteza e dar a todos a entender que guardamos os mandamentos de Deus e temos o testemunho de Jesus Cristo. O amor de Jesus Cristo possui um poder que constrange.” Para Conhecê-Lo [MM 1965], p. 211 

“’O Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o Seu segredo aos Seus servos, os profetas.’ Ao passo que “as coisas encobertas são para o Senhor nosso Deus” (Amós 3:7), “as reveladas são para nós e para nossos filhos para sempre” (Deuteronómio 29:29). Deus tem-nos dado estas coisas, e a Sua bênção acompanhará o estudo reverente das escrituras proféticas, apoiado com oração. 

Como a mensagem do primeiro advento de Cristo anunciava o reino da Sua graça, assim a da Sua segunda vinda anuncia o reino da Sua glória. E a segunda, como a primeira mensagem, acha-se baseada nas profecias. As palavras do anjo a Daniel, com relação aos últimos dias, deviam ser compreendidas no tempo do fim. […] O próprio Salvador deu sinais da Sua vinda, e diz: “Quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto. E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia. Vigiai pois em todo o tempo, orando, para que sejais tidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem”.” Lucas 21:31, 34, 36; O Desejado de Todas as Nações, p. 234 

“É nesta vida que devemos afastar de nós o pecado, pela fé no sangue expiatório de Cristo. O nosso precioso Salvador convida-nos a unir-­nos a Ele, a ligar a nossa fraqueza à Sua força, a nossa ignorância à Sua sabedoria, aos Seus méritos a nossa indignidade. A providência de Deus é a escola na qual devemos aprender a mansidão e humildade de Jesus. […] Ninguém poderá negligenciar ou adiar esta obra sem grave perigo para a sua alma. 

O apóstolo João ouviu em visão uma grande voz no Céu, exclamando: “Ai dos que habitam na Terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo” (Apocalipse 12:12). Terríveis são as cenas que provocam esta exclamação da voz celestial. A ira de Satanás aumenta na medida em que o tempo se abrevia, e a sua obra de engano e destruição atingirá o auge no tempo de angústia.” O Grande Conflito, p. 623

Satanás e os Seus Aliados

Lição 9, 23 de Fevereiro a 01 de Março 


Sábado à tarde 

VERSO PARA MEMORIZAR: “E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.” (Apocalipse 12:17). 

LEITURAS DA SEMANA: Apocalipse 12:14-16; 13; 17:8; Daniel 7:24; 2 Tessalonicenses 2:2-12; 1 Reis 18:38 

O capítulo 12 de Apocalipse descreve os ataques de Satanás contra o povo de Deus, incluindo a perseguição empreendida por Roma pagã e posteriormente por Roma papal durante os 1.260 dias/anos (538 d.C. a 1798 d.C.; veja Apocalipse 12:6, 13, 14 e o estudo de terça-feira da Lição 7). 
O capítulo 13 descreve detalhadamente os ataques de Satanás ao longo da história, com a ajuda de dois aliados, retratados como bestas. Sob a direção de Satanás, o dragão e essas duas bestas vão-se unir no fim para se oporem às ações redentivas de Deus e buscar conquistar a lealdade do mundo. 

É necessária uma advertência. É mais fácil interpretar profecias que já foram cumpridas. Quando analisamos as profecias que ainda se vão cumprir, como no caso do estudo de terça-feira, precisamos ser cautelosos. Deus mostra-nos o que vai acontecer no tempo do fim para que não nos surpreendamos, mas Ele não revela todos os detalhes que gostaríamos de saber. 

No entanto, devemos-nos lembrar sempre que, embora estas profecias nos revelem o que vai acontecer no fim, elas não nos informam quando nem como os eventos se vão desenrolar. Devemos ter cuidado para não especular além do que a profecia ensina. Lembremos que as profecias têm propósitos práticos: ensinar-nos como viver hoje e estar preparados para o futuro.

The Beast From the Sea

Sunday, February 24


Read Revelation 13:1-4, 8 and Revelation 17:8. What are the characteristics of this beast, and what are the phases of its existence?

John watches as a monstrous beast rises out of the sea. While a beast represents a political power, the description of the sea beast points to a political power that has religion as a dominant characteristic. The sea symbolizes the largely populated area of Europe out of which the sea beast rises to power after the downfall of the Roman Empire (Revelation 17:15).

John describes the beast as it emerges from the water. The beast has seven heads and ten horns, the same as the dragon in Revelation 12:3-4, showing its close connection with pagan Rome. Upon the heads of the beast is a blasphemous name, and upon the horns are royal crowns. The heads of the beast are the kingdoms that Satan has used to persecute God’s people throughout history (Revelation 17:9-11). The blasphemous name points to the divine title the beast claims. The ten horns point to Daniel 7:24, symbolizing the nations that sprang out of the Roman Empire after its demise. These characteristics of the sea beast all point to the papacy that grew out of the Roman Empire.

The beast from the sea resembles a leopard with feet of a bear and the mouth of a lion. As such, the beast combines the characteristics of the four beasts (symbols of world empires) in Daniel 7:2-7: Babylon, Media-Persia, Greece, and Rome. However, John lists them in reverse order, which from his first-century perspective shows that the sea beast is related to the fourth beast of Daniel 7, the Roman Empire.

The dragon (the pagan Roman Empire empowered by Satan) gave the beast his power, his throne, and great authority. Just as the Father has given His throne and authority to Christ (Revelation 2:27), so Satan invests the beast as his coregent and representative on earth.

Revelation 13:5-7 states that the period of the beast’s persecuting activities through Christian history is 42 “months”. As we have seen, persecution of the pure woman lasted for “a time and times and half a time;” that is three and a half “times” or prophetic “years” (Revelation 12:13-14; compare Daniel 7:25). Forty-two prophetic “months” equals 30 days multiplied by 42, or 1,260 days/years (Revelation 12:6). Therefore, “a time and times and half a time”, 42 “months”, and 1,260 “days” all refer to the same time period of 1,260 years. This phase ends when John sees “one of his [the beast’s] heads as if it had been mortally wounded” (emphasis added). The subsequent healing of this “deadly wound” points to a time after 1798 when the beast would be revived and its power restored. The healing of the deadly wound draws the admiration of the world, and they worship both the dragon and the beast.

Satan and His Allies

Lesson 9, February 23 - March 1


Sabbath Afternoon


Memory Text: “Then the dragon was angry with the woman, and he went to wage war with the remnant of her offspring, who keep the commandments of God and have the testimony of Jesus Christ” (Revelation 12:17, MEV).

Revelation 12 describes Satan’s attacks against God’s faithful people, including persecution by pagan Rome and later papal Rome during the 1,260 day/years (A.D. 538-1798; see Revelation 12:6, 13, 14 and Lesson 7, Tuesday). Chapter 13 describes in more detail Satan’s attacks during Christian history with the help of two allies, both portrayed as beasts. Under Satan’s direction, the dragon and these two beasts will unite at the end of time to oppose God’s redemptive activities and seek to win the allegiance of the world.

A word of caution is necessary. It is easier to interpret prophecies already fulfilled in the past. But when we come to prophecies yet to be fulfilled, as we do in Tuesday’s study, we need to be more cautious. God shows us what will happen at the time of the end so that we will not be surprised, but He does not tell us every detail we would like to know.

We must always remember that while these prophecies tell us what will happen at the end, they do not tell us when and exactly how the final events will unfold. We must, therefore, be careful not to speculate beyond what prophecy tells us. Let us not forget that the prophecies of Revelation have practical purposes: to teach us how to live today and to be prepared for the future.

22.2.19

Estudo adicional 22.2.19

Sexta-feira, 22 de Fevereiro 

Leia o capítulo “Os Ardis de Satanás”, do livro O Grande Conflito, de Ellen G. White, p. 518-530. 

Em primeiro lugar, o propósito de Apocalipse 12 é revelar ao povo de Deus que os eventos do tempo do fim são parte do grande conflito entre Cristo e Satanás e as suas forças demoníacas. O livro adverte o povo de Deus sobre o que os fiéis estão a enfrentar hoje e o que estão prestes a enfrentar de maneira ainda mais séria no futuro: um inimigo experiente e irado. Paulo advertiu-nos sobre a atuação de Satanás no fim dos tempos: ele enganaria “com todo o poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo o engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos” (2 Tessalonicenses 2:9, 10). 

O Apocalipse recomenda-nos levar a sério o futuro e tornar a nossa dependência de Deus a prioridade. Por outro lado, o livro assegura-nos que, embora Satanás seja um inimigo forte e experiente, ele não é suficientemente forte para vencer Cristo (veja Apocalipse 12:8). O povo de Deus pode encontrar esperança somente Naquele que no passado venceu Satanás e as suas forças demoníacas. E Ele prometeu estar com os Seus fiéis seguidores “todos os dias até à consumação do século” (Mateus 28:20). 

Perguntas para discussão 

1. Como adventistas, consideramos que temos as características do remanescente do tempo do fim. Que privilégio e que responsabilidade (Lucas 12:48)! No entanto, porque devemos ter cuidado para não pensar que isto garante a nossa salvação? 

2. “Falamos demais sobre o poder de Satanás. É verdade que Satanás é um ser poderoso; mas agradeço a Deus por um poderoso Salvador, que expulsou do Céu o maligno. Falamos sobre o nosso adversário, oramos a respeito dele, pensamos nele; e ele cresce cada vez mais na nossa imaginação. Agora, porque não falar de Jesus? Porque não pensar no Seu poder e no Seu amor? Satanás tem prazer em fazer-nos exaltar o seu poder. Exalte Jesus, medite Nele e, ao contemplá-Lo, será transformado à Sua imagem” (Ellen G. White, Advent Review e Sabbath Herald, 19 de março de 1889). De que maneira os cristãos exaltam o poder de Satanás? Por outro lado, quais são os perigos de negar não apenas a realidade do poder de Satanás, mas também a sua própria existência? 

Estudo adicional - Comentários 

Olhando Para o Alto [MM 1983], “A Palavra de Deus é Verdadeira”, p. 392.

Further Thought 22.2.19

Friday, February 22



The purpose of Revelation 12 is, first of all, to tell God’s people that end-time events are a part of the great conflict between Christ and Satan. The book warns God’s people about what they are facing today and are about to confront in an even more serious manner in the future - an experienced and furious enemy. Paul warns us of the end-time activity “of Satan, with all power, signs, and lying wonders, and with all unrighteous deception among those who perish, because they did not receive the love of the truth, that they might be saved” (2 Thessalonians 2:9-10, NKJV).

Revelation urges us to take the future seriously and make our dependence on God our priority. On the other side, Revelation assures us that although Satan is a strong and experienced enemy, he is not strong enough to overcome Christ (Revelation 12:8). For God’s people, hope can be found only in the One who in the past has victoriously defeated Satan and his demonic forces. And He has promised to be with His faithful followers “always, even to the end of the age” (Matthew 28:20,NKJV).

Discussion Questions:

1. As Seventh-day Adventists, we see ourselves as fulfilling the characteristics of the end-time remnant. What a privilege! Also, what a responsibility! (See Luke 12:48). Why must we be careful, however, not to think that this role guarantees our own personal salvation?

2. “We talk altogether too much about the power of Satan. It is true that Satan is a powerful being; but I thank God for a mighty Saviour, who cast the evil one from heaven. We talk of our adversary, we pray about him, we think of him; and he looms up greater and greater in our imagination. Now why not talk of Jesus? Why not think of his power and his love? Satan is pleased to have us magnify his power. Hold up Jesus, meditate upon him, and by beholding, you will become changed into his image”. - Ellen G. White, The Advent Review and Sabbath Herald, March 19, 1889. In what ways do Christians magnify Satan’s power? On the other hand, what dangers are there in denying not just the reality of Satan’s power but the reality of his very existence, as well?

The Latest from the Moon to Mars

21.2.19

"Hayabusa2" Touchdown (TD1)

Alex Honnold Breaks Down Iconic Rock Climbing Scenes

Galaxy Fold phone Hands-On Review

Peter's (McKinnon) Perfect Pictures

Visual Q&A with Peter McKinnon

Nusantara Satu Mission


"SpaceX is targeting Thursday, February 21 for launch of the Nusantara Satu satellite from Space Launch Complex 40 (SLC-40) at Cape Canaveral Air Force Station, Florida. The 32-minute launch window opens at 8:45 p.m. EST, or 1:45 UTC on February 22. Falcon 9 will also deliver the Beresheet lunar spacecraft and Air Force Research Laboratory (AFRL) S5 spacecraft to orbit. Deployments will occur at approximately 33 and 44 minutes after liftoff.

A 32-minute backup launch window opens on Friday, February 22 at 8:41 p.m. EST, or 1:41 UTC on February 23.

Falcon 9’s first stage for the Nusantara Satu mission previously supported the Iridium-7 mission in July 2018 and the SAOCOM 1A mission in October 2018. Following stage separation, SpaceX will attempt to land Falcon 9’s first stage on the “Of Course I Still Love You” droneship, which will be stationed in the Atlantic Ocean." Source: SpaceX

According to SpaceX Fleet twitter feed SpaceX will also try to catch the fairings.

Estratégia de Satanás no Tempo do Fim - Comentários

“A obra de Satanás como acusador, começou no Céu. Desde a queda do homem, esta tem sido a sua obra na Terra, e assim será num sentido especial à medida que nos aproximarmos do fim da história deste mundo. Vendo que tem pouco tempo, trabalhará com maior fervor para iludi-­los e destruí-­los. Está irado porque vê aqui na Terra homens que, mesmo na sua fraqueza e pecaminosidade, manifestam respeito à lei de Jeová. Decidiu que não devem obedecer a Deus. Deleita-se na sua indignidade, e arma ciladas a cada alma para que todas sejam enredadas e alienadas de Deus. Tenta acusar e condenar a Deus e a todos os que se empenham em levar a efeito neste mundo os Seus desígnios em graça e amor, compaixão e clemência. 

Toda a manifestação do poder de Deus a favor do Seu povo, provoca a inimizade de Satanás. Cada vez que Deus opera a favor deles, Satanás e os seus anjos também operam com vigor renovado para lhes ocasionar a ruína. Inveja todos quantos fazem de Cristo a sua força. O seu objetivo é instigar o mal, e se alcança êxito, lança toda a culpa sobre os tentados. Aponta-­lhes as vestes imundas e o caráter imperfeito. Apresenta-lhes a sua fraqueza, loucura, os pecados de ingratidão e a dessemelhança de Cristo, a qual tem desonrado o seu Redentor. Tudo isso expõe como argumento para provar o direito de destruí-los. Tenta terrificar o ser humano pelo pensamento de que o seu caso é sem esperança, e nunca poderão ser lavadas as manchas de sua contaminação. Espera deste modo destruir-lhes a fé para que se rendam completamente à tentação e se desviem da sua fidelidade a Deus.” Parábolas de Jesus, p. 167, 168

Estratégia de Satanás no Tempo do Fim

Quinta-feira, 21 de Fevereiro 

Ao longo da história cristã, Satanás opôs-se à obra divina, principalmente através da sutil transigência no interior da igreja e mediante a coerção e perseguição externas. Embora tivesse sido bem-sucedida durante muitos séculos, esta estratégia foi combatida pela Reforma e pela gradual redescoberta da verdade bíblica pelo povo de Deus. No entanto, ao perceber que o seu tempo está a acabar, Satanás intensificará os seus esforços e pelejará contra o remanescente no tempo do fim (Apocalipse 12:17). Os seus ataques incluirão um amplo elemento de engano. Haverá demónios a operar milagres e manifestações espiritualistas (Apocalipse 16:14). Esta mudança na estratégia de Satanás corresponde à transição de um foco histórico para um foco no tempo do fim (veja Mateus 24:24). 

É significativo o facto de que a palavra enganar é usada regularmente em Apocalipse 12 a 20 para descrever as ações de Satanás no tempo do fim. A ideia de engano (sedução) inicia (Apocalipse 12:9) e conclui (Apocalipse 20:7-10) a descrição que o Apocalipse faz das ações de Satanás no tempo do fim. 

7. Leia 2 Tessalonicenses 2:8-12 e Apocalipse 13:13, 14 e 19:20. Qual é a natureza do engano de Satanás no tempo do fim? 

Os capítulos 12 a 20 do Apocalipse descrevem Satanás a tentar atrair a lealdade do mundo. Ele usa poderes políticos e religiosos, assim como impérios, para realizar a sua obra: Roma pagã, simbolizada pelo dragão (Apocalipse 12:4, 5); depois, um poder simbolizado pela besta do mar (Apocalipse 12:6, 15; 13:1-8); e, finalmente, um poder simbolizado pela besta da terra (Apocalipse 13:11). No restante do livro, os membros desta tríade satânica – o paganismo/espiritismo simbolizado pelo dragão; o catolicismo romano simbolizado pela besta do mar; e o cristianismo apostatado simbolizado pela besta da terra semelhante a um cordeiro – unem-se para se oporem a Deus. Eles enganam as pessoas para fazer com que elas se afastem de Deus e fiquem do lado de Satanás na “peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso” (Apocalipse 16:13, 14). Estes sistemas falsos serão destruídos na segunda vinda de Jesus (Apocalipse 19:20), enquanto o dragão, simbolizando o diabo que atuou através destes poderes terrestres (Apocalipse 12:9), será destruído no final do milénio (Apocalipse 20:10). O engano do fim dos tempos será tão grande que a maioria das pessoas será levada a escolher o caminho da destruição (Mateus 7:13). 

Há dois chamados à sabedoria e ao discernimento espiritual para perceber e resistir aos enganos do tempo do fim (Apocalipse 13:18; 17:9). Como podemos obter esta sabedoria (Tiago 1:5)?

Satan’s End-Time Strategy

Thursday, February 21


Revelation 12:17 marks a shift in Satan’s strategy as he tries to win the people of the world and even seeks to deceive Christ’s faithful followers. Throughout Christian history, Satan has opposed God’s work of salvation, primarily by means of subtle compromise within the church and through coercion and persecution from without. History shows that, while successful for many centuries, this strategy was counteracted by the Reformation and the gradual rediscovery of Bible truth by God’s people. However, as Satan realizes that his time is running out, he intensifies his efforts and goes “to wage war” against God’s end-time remnant (Revelation 12:17, MEV). His attacks on the remnant will include a large element of deception. Demons working miracles and spiritualistic manifestations will be introduced (Revelation 16:14). This shift in Satan’s strategy corresponds to the transition from a historical to an end-time focus (Matthew 24:24).

It is significant that the word “deceive” is used regularly in Revelation 12-20 to describe Satan’s end-time activities. The word “deceive” begins (Revelation 12:9) and concludes (Revelation 20:7-10) the description of Satan’s end-time activities in Revelation.

Read 2 Thessalonians 2:8-12 along with Revelation 13:13-14 and Revelation 19:20. What is the nature of Satan’s end-time deception?

Revelation 12-20 portrays Satan, endeavoring to deceive the world (see Revelation 12:9, Revelation 13:14, Revelation 18:23, Revelation 19:20, Revelation 20:8). He uses, in turn, political and religious powers to do his work: pagan Rome, symbolized by the dragon (Revelation 12:4-5); followed by a power symbolized by the sea beast (Revelation 12:6-15; Revelation 13:1-8); and finally, a power symbolized by the earth beast (Revelation 13:11). Throughout the rest of the book, the members of this satanic triad - paganism/spiritualism as symbolized by the dragon; Roman Catholicism, symbolized by the sea beast; and apostate Protestantism, symbolized by the lamblike, or earth beast - are inseparably united in opposing God’s activities in the world. They work together to deceive people, in order to turn them away from God and to get them to side with Satan in the “battle of that great day of God Almighty” (Revelation 16:13-14, NKJV). These false religious systems will be destroyed at the Second Coming (Revelation 19:20), while the dragon, symbolizing the devil, who worked through these earthly powers (Revelation 12:9), will be destroyed at the end of the thousand years (Revelation 20:10). Revelation shows that the end-time deception will be so great that most people will be led to choose the way of destruction (Matthew 7:13).

Twice in Revelation a call is made for wisdom and spiritual discernment in order to perceive and withstand the deceptive nature of Satan’s end-time activities (Revelation 13:18, Revelation 17:9). What kind of wisdom is in view here? According to James 1:5, how can we obtain that wisdom?

20.2.19

As Medidas Da Nova Jerusalém São Literais Ou Simbólicas?

Guerra Contra o Remanescente - Comentários

“’A importância do sábado como memória da criação consiste em conservar sempre presente o verdadeiro motivo de se render culto a Deus’ – porque Ele é o Criador, e nós as Suas criaturas. “O sábado, portanto, está no fundamento mesmo do culto divino, pois ensina esta grande verdade da maneira mais impressionante, e nenhuma outra instituição faz isso. O verdadeiro fundamento para o culto divino, não meramente o daquele que se realiza no sétimo dia, mas de todo o culto, encontra-se na distinção entre o Criador e as Suas criaturas. Este facto capital jamais poderá tornar-se obsoleto, e jamais deverá ser esquecido” (História do Sábado, J. N. Andrews). Foi para conservar esta verdade sempre perante o espírito dos homens que Deus instituiu o sábado no Éden; e, enquanto o facto de que Ele é o nosso Criador continuar a ser razão porque O devamos adorar, permanecerá o sábado como sinal e memória disto.” O Grande Conflito, p. 437, 438 

“É vindo o tempo em que o povo de Deus há de sentir a mão da perseguição, por santificarem o sétimo dia. […] O homem do pecado, que cuidou em mudar os tempos e a lei e que sempre oprimiu o povo de Deus, suscitará leis que forçarão a observância do primeiro dia da semana. O povo de Deus, porém, deve permanecer firme Nele. 

Que ninguém ceda à tentação e se torne menos fervoroso em seu apego à lei de Deus devido ao desprezo que irá enfrentar; pois é precisamente isto que nos deverá fazer orar de todo o coração e com fervor: “Já é tempo de operares, ó Senhor, pois eles têm quebrantado a Tua lei” (Salmos 119:126). Portanto, à vista do escárnio universal, não serei traidor quando Deus será mais glorificado e honrado pela minha lealdade.” A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 290 

“Solicitamos que tome a sua posição ao lado do Senhor e desempenhe a sua parte como súbdito leal do reino. Reconheça o dom que tem sido colocado na Igreja para a orientação do povo de Deus nos dias finais da história terrestre. Desde o princípio a Igreja de Deus tem tido o dom de profecia em seu meio como viva voz para aconselhar, advertir e instruir. 

Chegamos agora aos últimos dias da obra da mensagem do terceiro anjo, quando Satanás operará com crescente poder porque sabe que seu tempo é curto. […] 

O inimigo tem empenhado seus magistrais esforços para abalar a fé de nosso próprio povo nos Testemunhos, e quando aparecem esses erros eles pretendem provar todas as posições pela Bíblia, mas interpretam mal as Escrituras. […] 

Isto é exatamente como Satanás tencionava que fosse, e os que têm preparado o caminho para o povo não dar atenção às advertências e repreensões dos Testemunhos do Espírito de Deus verão surgir uma torrente de erros de toda a espécie. Reivindicarão a Escritura como sua prova, e prevalecerão os enganos de Satanás sob toda a forma.” Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 83

Guerra Contra o Remanescente

Quarta-feira, 20 de Fevereiro 

5. Leia Apocalipse 12:17. No tempo do fim, contra quem lutará Satanás de maneira intensa? 

As palavras restante ou remanescente descrevem aqueles que permanecem fiéis a Deus enquanto a maioria apostata (1 Reis 19:18; Apocalipse 2:24). Enquanto a maioria das pessoas do mundo tomará o lado de Satanás no fim dos tempos, um grupo de pessoas levantadas por Deus após 1798 permanecerá fiel a Cristo diante da completa ira de Satanás. 

6. Quais são as duas características do remanescente em Apocalipse 12:17? Como podemos ter a certeza de que pertencemos ao remanescente no fim dos tempos? 

O remanescente que vive no tempo do fim guarda os mandamentos de Deus. Apocalipse 13 mostra que a primeira tábua do Decálogo será fundamental para o conflito no fim dos tempos. O principal componente dos primeiros quatro mandamentos é a adoração. A principal questão na crise final é quem deve ser adorado. Enquanto as pessoas no mundo escolherão adorar a imagem da besta, o remanescente adorará a Deus, o Criador (Apocalipse 14:7). O quarto mandamento, o sábado, aponta especificamente para Deus como Aquele que nos criou. Esta é uma das razões pelas quais este mandamento desempenhará um papel fundamental na crise final. 

Além disto, a segunda característica do remanescente do tempo do fim é que eles “mantêm o testemunho de Jesus”, o qual, em Apocalipse 19:10, é apresentado como “o espírito de profecia” (NVI). Ao compararmos este verso com Apocalipse 22:9, vemos que os “irmãos” de João que têm o testemunho de Jesus são profetas; portanto, a expressão “o testemunho de Jesus” refere-se a Jesus a testemunhar da verdade mediante os Seus profetas, assim como Ele fez através de João (Apocalipse 1:2). O Apocalipse mostra que, no tempo do fim, o povo de Deus terá o “espírito de profecia” para guiá-­­lo através destes tempos difíceis, visto que Satanás fará todos os esforços para enganá-lo e destruí-lo. Como adventistas, recebemos esse dom de revelação profética no ministério e nos escritos de Ellen G. White. 

Que ideias incríveis recebemos pelo espírito de profecia? Como devemos comportar-nos individualmente e como igreja em relação a esta luz adicional que Deus nos deu?

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War Against the Remnant

Wednesday, February 20


Read Revelation 12:17. At the end time, against whom does Satan make all-out war?

The word “rest”, or “remnant”, describes those who remain faithful to God while the majority apostatize (1 Kings 19:18, Revelation 2:24). While the majority of people in the world side with Satan at the end of time, a group of people whom God raised up after 1798 will remain faithful to Christ in the face of Satan’s full fury.

What are the two characteristics of the remnant in Revelation 12:17? How can one be sure that he or she belongs to God’s end-time remnant?

The end-time remnant keeps God’s commandments. Revelation 13 shows that the first tablet of the Decalogue will be central to the end-time conflict. The key component of the first four commandments is worship. The main issue in the final crisis is who should be worshiped. While the people in the world will choose to worship the image of the beast, the remnant will worship God the Creator (Revelation 14:7). The fourth commandment, the Sabbath, points specifically to God as our Creator, which is one reason it will play a pivotal role in the final crisis at the end.

Also, the end-time remnant’s second characteristic is that they “have the testimony of Jesus Christ”, which Revelation 19:10 (NKJV)explains is “the spirit of prophecy”. By comparing this verse with Revelation 22:9, we see that John’s “brethren” who have the testimony of Jesus are prophets, Therefore, “the testimony of Jesus” refers to Jesus testifying to the truth through His prophets, just as He did through John (Revelation 1:2). Revelation shows that at the time of the end, God’s people will have the “spirit of prophecy” in their midst to guide them through those difficult times, as Satan will make every effort to deceive and destroy them. As Adventists, we have been given that gift of prophetic insight in the ministry and writings of Ellen G. White.

What do you see as some of the most incredible insights we have been given through “the spirit of prophecy”? What obligations does this gift put on us, individually and as a church?

19.2.19

A Guerra no Planeta - Comentários

“No século VI o papado tornou-se firmemente estabelecido. […] O dragão dera à besta “o seu poder, e o seu trono, e grande poderio” (Apocalipse 13:2). E começaram então os 1.260 anos da opressão papal preditos nas profecias de Daniel e Apocalipse (Daniel 7:25; Apocalipse 13:5-7). Os cristãos foram obrigados a optar entre renunciar à sua integridade e aceitar as cerimónias e culto papais, ou passar a vida nas masmorras, sofrer a morte pelo instrumento de tortura, pela fogueira, ou pelo machado do verdugo […] Desencadeou-se a perseguição sobre os fiéis com maior fúria do que nunca, e o mundo tornou-se um vasto campo de batalha. Durante séculos a igreja de Cristo encontrou refúgio no isolamento e obscuridade. Assim diz o profeta: “A mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil e duzentos e sessenta dias”.” Apocalipse 12:6; O Grande Conflito, p. 54, 55 

“Em que consistia a força daqueles que no passado sofreram perseguição por amor a Cristo? Era a união com Deus, união com o Espírito Santo, união com Cristo. A acusação e a perseguição têm separado muitos dos seus amigos terrestres, mas nunca do amor de Cristo. Nunca a alma, provada pela tempestade, é mais encarecidamente amada por seu Salvador do que quando sofre a perseguição por amor à verdade. “Eu o amarei”, disse Cristo, “e Me manifestarei a ele” (João 14:21). Quando, por causa da verdade, o crente se acha perante os tribunais terrestres, Cristo acha-Se ao seu lado. Quando é encerrado entre as paredes da prisão, Cristo Se lhe manifesta e com o Seu amor anima-lhe o coração. Quando sofre a morte por amor a Cristo, o Salvador diz-lhe: Eles podem matar o corpo, mas não podem matar a alma. “Tende bom ânimo, Eu venci o mundo” (João 16:33). “Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou teu Deus: Eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da Minha justiça”.” Isaías 41:10; Atos dos Apóstolos, p. 85, 86 

“Mais um pouco, e Ele enxugará toda a lágrima dos nossos olhos. Um pouco mais e nos apresentará “irrepreensíveis, com alegria, perante a Sua glória” (Judas 24). Por conseguinte, ao dar Ele os sinais da Sua vinda, disse: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima, e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima” (Lucas 21:28). 

Mas o dia e hora da Sua vinda não foram revelados. Jesus declarou positivamente aos Seus discípulos que Ele próprio não podia dar a conhecer o dia ou a hora da Sua segunda vinda. Houvesse estado na liberdade de revelar isto, que necessidade teria então de os exortar a uma constante vigilância? […] O tempo exato da segunda vinda do Filho do homem é mistério de Deus.” O Desejado de Todas as Nações, p. 632

A Guerra no Planeta

Terça-feira, 19 de Fevereiro 

4. Leia Apocalipse 12:13, 14. Tendo sido expulso do Céu, Satanás atacou a igreja durante os 1260 dias/anos proféticos. Como cuidou Deus da igreja neste período? 

“A expulsão de Satanás, como acusador dos irmãos no Céu, foi efetuada através da grande obra de Cristo ao dar a Sua vida. Apesar da persistente oposição de Satanás, o plano da redenção estava a ser executado […]. Sabendo que o império que ele tinha usurpado lhe seria arrebatado no final, Satanás decidiu não poupar esforços para destruir o maior número possível das criaturas que Deus tinha feito à Sua imagem. Ele odeia o homem porque Cristo manifestou por ele um amor perdoador e grande compaixão. Então, ele preparou-se para aplicar todo o tipo de engano pelo qual o ser humano possa ser levado à perdição; entregou-se à sua obra com mais energia por causa da sua própria condição irremediável.” Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 3, p. 1.088 

Satanás continuou as suas atividades na Terra, lançando a sua fúria contra o grande objeto do amor de Cristo no mundo: a igreja. No entanto, a igreja encontrou proteção nos lugares desertos da Terra durante o período de 1.260 dias/anos. 

O período da perseguição empreendida por Satanás é mencionado duas vezes em Apocalipse 12 em termos de 1.260 dias/anos (Apocalipse 12:6) e “um tempo, dois tempos e metade de um tempo” (Apocalipse 12:14). Ambos os períodos se referem à duração da ação perseguidora do chifre pequeno mencionado em Daniel 7:23 a 25. Na Bíblia, os dias proféticos simbolizam anos. O período da história que melhor se encaixa neste período profético é 538 a 1798 d.C., durante o qual a Igreja Católica Romana, como poder eclesiástico e de Estado, dominou o mundo ocidental até 1798, ano em que Berthier, general de Napoleão, acabou com o poder opressivo de Roma, pelo menos temporariamente. 

Durante este longo período de perseguição, o dragão fez jorrar da sua boca água como um rio para destruir a mulher. Águas representam povos e nações (Apocalipse 17:15). Roma enviou exércitos e nações para guerrear contra o povo fiel de Deus durante esse tempo. Próximo do fim desse período profético, uma terra favorável engoliu o rio e salvou a mulher, proporcionando-lhe um abrigo seguro. Esta provisão indica o refúgio que os Estados Unidos, com a sua liberdade religiosa, proporcionaram (Apocalipse 12:16). 

Pense na perseguição dos 1.260 anos e na nossa limitação para entender porque as coisas, como o retorno de Cristo, parecem demorar, na nossa perspectiva.