31.5.20

A Bíblia como História

Lição 10, 30 de Maio a 05 de Junho


Sábado à tarde

VERSO PARA MEMORIZAR: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.” Êxodo 20:2 (veja também Deuteronómio 5:6)

LEITURAS DA SEMANA: 1 Samuel 17; Isaías 36:1-3; 37:14-38; Daniel 1; 5; Mateus 26:57-67; Hebreus 11:1-40

A Bíblia é constituída na História. A história bíblica move-se numa direcção linear de um início definido, quando Deus criou todas as coisas, para um objectivo final, quando Ele vai restaurar a Terra na Sua segunda vinda.

A natureza histórica das Escrituras é uma característica que as distinguem dos livros “sagrados” de outras religiões. A Bíblia admite um Deus, que age pessoalmente na História; ela não tenta provar essa existência. No princípio, Deus falou, e a vida foi criada na Terra (Génesis 1:1-31). Ele chamou Abrão do meio dos caldeus. Ele libertou o Seu povo da escravidão do Egito. Ele escreveu os Dez Mandamentos em tábuas de pedra com o Seu próprio dedo (Êxodo 31:18). Ele enviou profetas e juízos. Chamou o povo a viver e partilhar a Sua Lei divina e o plano da salvação com outras nações. Por fim, Ele enviou o Seu Filho Jesus Cristo ao mundo, dividindo assim a História para sempre.

Nesta semana, vamos examinar algumas das principais questões da História, conforme retratadas na Bíblia, e vamos perceber algumas evidências arqueológicas que ajudam a sustentar a História expressa nas Escrituras.

David, Solomon, and the Monarchy

Sunday, May 31


The monarchy of David and Solomon represents the golden age in Israel’s history. But what if David and Solomon did not exist, as some have claimed? What if their kingdom was not as extensive as the Bible describes, as some also have claimed? Without David there would be no Jerusalem, the capital of the nation (2 Samuel 5:6-10). Without David there would be no temple built by his son, Solomon (1 Kings 8:17-20). Finally, without David there would be no future Messiah, for it is through the line of David that a Messiah is promised (Jeremiah 23:5, 6; Revelation 22:16). Israelite history would need to be completely rewritten. Yet that history, as it reads in Scripture, is precisely what gives Israel and the church its unique role and mission.

Read 1 Samuel 17. How does God provide a decisive victory for Israel? Who is used for this victory? Where does the victory take place?

Notice the precise geographical description of the battle lines in 1 Samuel 17:1-3. The site of Khirbet Qeiyafa is located on the hills exactly in the area of the Israelite camp described in this chapter. Recent excavations there revealed a massively fortified, garrison city from the time of Saul and David overlooking the valley. Two contemporaneous gates were excavated. Since most cities in ancient Israel had only one gate, this characteristic may help identify the site as Shaaraim (1 Samuel 17:52), which in Hebrew means “two gates”.

If this is the case, then we have identified for the first time this ancient biblical city. In 2008 and 2013, two inscriptions were found that many believe represent the oldest Hebrew writing ever discovered. The second inscription mentions the name Eshbaal, the same name as one of Saul’s sons (1 Chronicles 9:39).

In 1993, excavations at the northern city of Tel Dan uncovered a monumental inscription written by King Hazael of Damascus, who records his victory over the “king of Israel” and the king of the “house of David”. This is the same way the dynasty of David is described in the Bible, adding more powerful archaeological evidence that David existed in history, just as the Bible says.

Think through the implications of what it would mean for our faith if, as some people claim, King David did not really exist?

The Bible as History

Lesson 10, May 30-June 5


Sabbath Afternoon


Memory Text: “I am the LORD thy God, which have brought thee out of the land of Egypt, out of the house of bondage.” Exodus 20:2 (also Deuteronomy 5:6).

The Bible is constituted in history. Biblical history moves in a linear direction from an absolute beginning, when God created all things, to an ultimate goal, when He will restore the earth at His Second Coming.

The historical nature of Scripture is one characteristic that distinguishes it from the sacred books of other religions. The Bible assumes the existence of a God who personally acts in history; it does not try to prove that existence. In the beginning, God speaks, and life on earth is created (Genesis 1:1-31). He calls Abram out of the Chaldees. He delivers His people from the bondage of Egypt. He writes the Ten Commandments on tablets of stone with His own finger (Exodus 31:18). He sends prophets. He sends judgments. He calls people to live and share His divine law and the plan of salvation with other nations. Ultimately, He sends His Son Jesus Christ into the world, thus dividing history forever.

This week, we’ll look at some of the key issues in history as portrayed in the Bible and also at some of the archaeological evidence that helps substantiate history as expressed in the Bible.

30.5.20

Is This The End? Questions Answered - What's Up Prof 9

Very good!

"Early Workers to Speak — God has given me light regarding our periodicals. What is it? — He has said that the dead are to speak. How? — Their works shall follow them. We are to repeat the words of the pioneers in our work, who knew what it cost to search for the truth as for hidden treasure, and who labored to lay the foundation of our work. They moved forward step by step under the influence of the Spirit of God. One by one these pioneers are passing away. The word given me is, Let that which these men have written in the past be reproduced. And in the Signs of the Times let not the articles be long or the print fine. Do not try to crowd everything into one number of the paper. Let the print be good, and let earnest, living experiences be put into the paper." Counsels to Writers and Editors, p. 28.1

29.5.20

Criação: o Génesis Como Fundamento - Parte 2 - Comentários

"Os primeiros capítulos de Génesis são fundamentais para o resto da Escritura. Os principais ensinos e doutrinas têm a sua fonte nestes capítulos."

Com Filipe Reis e Paulo Cordeiro:


"O propósito de Deus foi dado a conhecer — que nosso povo tenha a oportunidade de estudar as ciências, aprendendo ao mesmo tempo os reclamos de Sua Palavra. Devem fazer-se conferências sobre temas bíblicos; o estudo das Escrituras deve ter o primeiro lugar em nosso sistema de educação." Testemunhos para a Igreja, vol. 5, pág.25. 

Com Thiago Helker:


Com Michelson Borges, Sergio Monteiro, Gilberto Theiss e Jonathas Carvalho:


Com Leandro Quadros:

Creation: Genesis as Foundation, Part 2 - Commentaries

With Doug Batchelor and Jean Ross:


With Chris Buttery and Dojcin Zivadinovic:


With Robert Blais:

Estudo Adicional 29.5.20

Sexta-feira, 29 de Maio

Leia, de Gerald A. Klingbeil, The Genesis Creation Account and Its Reverberations in the Old Testament (Berrien Springs, MI: Andrews University Press, 2015).

“A Bíblia é a mais vasta e mais instrutiva história que os homens possuem. Ela veio pura da fonte da verdade eterna, e a mão divina preservou a sua pureza através dos séculos [...]. Apenas aí podemos encontrar a história da humanidade, não contaminada pelo preconceito ou o orgulho humano.” Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 25

“Foi-me mostrado que, sem a história bíblica, a geologia não pode provar nada. As relíquias encontradas na Terra evidenciam realmente um estado de coisas que diferem em muitos aspectos do presente. Mas o tempo da sua existência, e por quanto tempo estas coisas estiveram na terra, só devem ser entendidas pela história bíblica. Pode ser inocente conjecturar além da história bíblica se as nossas suposições não contradizem os factos encontrados nas Sagradas Escrituras. Mas, quando os homens deixam a Palavra de Deus em relação à história da criação e buscam explicar as obras criativas de Deus com base em princípios naturais, estão num oceano ilimitado de incertezas. Deus nunca revelou aos mortais exatamente como realizou a obra da criação em seis dias literais. As Suas obras criativas são tão incompreensíveis como a Sua existência.” Ellen G. White, Spiritual Gifts [“Dons Espirituais”], livro 3, p. 93

Perguntas para consideração:

1. Se as explicações científicas sobre a realidade são controversas, porque é que as pessoas aceitam teorias acerca de eventos que supostamente aconteceram há bilhões de anos?

2. A ciência supõe que não se pode usar meios sobrenaturais para explicar eventos naturais. Por exemplo, não poderíamos explicar uma fome alegando que uma bruxa lançou uma maldição na terra. No entanto, se excluímos o sobrenatural como causa da criação, porque qualquer outro modelo que elaborarmos estará inevitavelmente errado?

A Criação nas Escrituras

Quinta-feira, 28 de Maio

7. Leia as seguintes passagens das Escrituras e descreva como cada um destes autores se referiu aos capítulos 1 a 11 de Génesis:

Mateus 19:4, 5
Marcos 10:6-9
Lucas 11:50, 51
João 1:1-3
Atos 14:15
Romanos 1:20
2 Coríntios 4:6
Efésios 3:9
1 Timóteo 2:12-15
Tiago 3:9
1 Pedro 3:20
Judas 11, 14
Apocalipse 2:7; 3:14; 22:2, 3

Jesus e todos os escritores do Novo Testamento referiram-se a Génesis 1 a 11 como história fidedigna. Em Mateus 19:4, Jesus referiu-Se aos escritos de Moisés e à criação do homem e da mulher. Paulo usou repetidamente o relato da criação para fundamentar os argumentos teológicos que ele defendeu nas suas epístolas. Ele declarou aos sábios de Atenas: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo Ele Senhor do Céu e da Terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas” (Atos 17:24). Assim, os escritores do Novo Testamento desenvolveram as suas mensagens com base na natureza fundamental do Génesis para mostrar ao leitor moderno a importância dos seus eventos literais.

Leia, por exemplo, Romanos 5. Paulo fez uma ligação directa entre Adão e Jesus (veja Romanos 5:12, 14-19) mais de seis vezes. Isto é, ele admitiu a existência literal de um Adão histórico, um conceito que se torna fatalmente comprometido quando um modelo evolutivo das origens substitui uma leitura literal dos textos.

Se os escritores do Novo Testamento, inspirados pelo Espírito Santo, e o próprio Jesus consideravam o relato da criação uma história fidedigna, porque seria insensatez, com base em alegações de homens caídos e falíveis, não fazermos o mesmo?

Further Thought 29.5.20

Friday, May 29


Read Gerald A. Klingbeil, editor, The Genesis Creation Account and Its Reverberations in the Old Testament (Berrien Springs, MI: Andrews University Press, 2015).

“The Bible is the most comprehensive and the most instructive history which men possess. It came fresh from the fountain of eternal truth, and a divine hand has preserved its purity through all the ages. … Here only can we find a history of our race, unsullied by human prejudice or human pride.” Ellen G. White, Testimonies for the Church, vol. 5, p. 25

“I have been shown that without Bible history, geology can prove nothing. Relics found in the earth do give evidence of a state of things differing in many respects from the present. But the time of their existence, and how long a period these things have been in the earth, are only to be understood by Bible history. It may be innocent to conjecture beyond Bible history, if our suppositions do not contradict the facts found in the sacred Scriptures. But when men leave the word of God in regard to the history of creation, and seek to account for God’s creative works upon natural principles, they are upon a boundless ocean of uncertainty. Just how God accomplished the work of creation in six literal days he has never revealed to mortals. His creative works are just as incomprehensible as his existence.” Ellen G. White, Spiritual Gifts, book 3, p. 93

Discussion Questions:

1. When scientific explanations about present reality — what can be handled, heard, seen, tested and retested — are filled with debate and controversy, why do so many people unquestionably accept every scientific proclamation about events that supposedly occurred millions or even billions of years ago?

2. Modern science works on the assumption (a reasonable one on the face of it) that you cannot use supernatural means to explain natural events. That is, you can’t try to explain, for instance, a famine by claiming that a witch put a curse on the land. However, what are the limitations of this approach when it comes to the creation account as depicted in Genesis? In other words, the Genesis account was a purely supernatural event. If, however, you automatically rule out the supernatural as the means of creation, then why will any other model you come up with, of necessity, be wrong?

Creation in Scripture

Thursday, May 28


Read the following scriptural passages and write down how each of these writers referenced Genesis 1-11:














Jesus and all of the New Testament writers refer to Genesis 1-11 as reliable history. Jesus refers to the writings of Moses and the creation of male and female (Matthew 19:4). Paul repeatedly uses the creation account to substantiate the theological points that he makes in his epistles. He declared to the learned men of Athens, “God that made the world and all things therein, seeing that he is Lord of heaven and earth, dwelleth not in temples made with hands;” (Acts 17:24). In these ways, the New Testament writers built on the foundational nature of Genesis to show the modern reader the significance of this literal event.

Read, for instance, Romans 5. More than half a dozen times, Paul makes a direct link from Adam to Jesus (See Romans 5:12, 14-19). That is, he assumes the literal existence of an historical Adam, a position that becomes fatally compromised when an evolutionary model of origins replaces a literal reading of the texts.

If the New Testament writers, inspired by the Holy Spirit and Jesus Himself, viewed the creation account as reliable history, why would it be foolish for us — based on the claims of fallen, fallible human beings — not to do the same?

27.5.20

A Criação e o Tempo

Quarta-feira, 27 de Maio

6. Leia Génesis 5 e 11. Como é que a Bíblia traça a história da humanidade de Adão a Noé e de Noé até Abraão?

Há um elemento que torna estas genealogias singulares na Bíblia: elas contêm o elemento do tempo, fazendo com que alguns estudiosos as chamem corretamente de “cronogenealogias”. Elas contêm um mecanismo de interligação de informações de descendência junto com períodos de tempo, de maneira que “quando a primeira pessoa tinha vivido uma quantidade determinada de anos, ela gerou a segunda pessoa. E a primeira pessoa, depois que gerou a segunda, viveu por mais certa quantidade de anos e gerou outros filhos e filhas”. Génesis 5 acrescenta a frase padrão: “Todos os dias da primeira pessoa foram tantos anos”. Este sistema interligado teria impedido a exclusão de certas gerações ou o acréscimo de outras. Génesis 5 e 11 contêm uma linha contínua de descendência, como é confirmado por 1 Crónicas 1:18-27, em que não há acréscimo nem ausência de gerações. Desta maneira, a Bíblia interpreta-se a si mesma.

Há quase 2.000 anos que especialistas judeus e cristãos têm interpretado que estes textos representam a história e uma forma precisa de determinar a data do Dilúvio e a idade da Terra, pelo menos a partir dos sete dias da criação, conforme descritos em Génesis 1 e 2.

Nas últimas décadas, tem havido tentativas de reinterpretar Génesis 5 e 11 para acomodar períodos mais longos, o que é sugerido na maneira em que alguns dados arqueológicos e históricos são interpretados por seres humanos falíveis. Apesar disso, podemos comprovar a confiabilidade do registo bíblico.

Se quisermos entender o conceito divino de tempo e o seu progresso ao longo da História, devemos reconhecer que estes dois capítulos são “tão históricos como teológicos, ligando Adão ao resto da humanidade e Deus ao homem no domínio dos limites do espaço e do tempo. Génesis 5 e 11:10-26 apresentam a estrutura de tempo e a cadeia humana que liga o povo de Deus ao homem que Ele criou como o clímax do evento da criação de seis dias deste planeta” (Gerhard F. Hasel, “The Meaning of the Chronogenealogies of Genesis 5 e 11”, Origins 7/2 [1980], p. 69).

Embora estes textos do Antigo Testamento estejam ali por boas e importantes razões, o que disse Paulo em 1 Timóteo 1:4 e Tito 3:9? Porque devemos dar atenção às palavras do apóstolo quando falamos sobre estes textos de Génesis?

Creation and Time

Wednesday, May 27


Read Genesis 5 and 11. How does the Bible trace the history of humanity from Adam to Noah, and from Noah to Abraham?

There is one element that makes these genealogies unique in the Bible: they contain the element of time, causing some scholars to correctly call them “chronogenealogies”. They contain an interlocking mechanism of descent information coupled with spans of time, so that “when Person One had lived x years, he fathered Person Two. And Person One, after he fathered Person Two, lived y years, and he fathered other sons and daughters”. Genesis 5 adds the formula phrase, “And all the days of Person One were z years”. This interlocking system would have precluded deleting certain generations or adding them. Genesis 5 and 11 contain a continuous line of descent, as corroborated by 1 Chronicles 1:18-27, in which there are no added or missing generations. In this way the Bible interprets itself.

For nearly 2,000 years, Jewish and Christian expositors have interpreted these texts to represent history and an accurate way to determine the date of the Flood and the age of the earth, at least from the seven days of Creation as depicted in Genesis 1-2.

In recent decades, there have been attempts to reinterpret Genesis 5 and 11 to accommodate longer ages, as some archaeological and historical data are interpreted (by fallible human beings) to suggest. This raises serious questions about the reliability of the Bible record.

But if we are to understand God’s concept of time and its progression through history, we must recognize that these two chapters are “both historical and theological, linking Adam with the rest of humankind and God with man in the realm of the reaches of space and time. Genesis 5 and 11:10-26 provide the time framework and human chain that link God’s people with the man whom God created as the climax of the six-day creation event of this planet”. — Gerhard F. Hasel, “The Meaning of the Chronogenealogies of Genesis 5 and 11”, Origins 7/2 [1980], p. 69.

Though these texts in the Old Testament are there for good and important reasons, what does Paul say in 1 Timothy 1:4 and Titus 3:9 that we need to heed when talking about such texts?

26.5.20

Génesis Versus Paganismo

Terça-feira, 26 de Maio

Longe de depender de antigos mitos pagãos da criação, o livro de Génesis foi escrito de um modo que refuta esses mitos, fazendo com que Deus, como Criador, Se distancie deles.

4. Leia Génesis 1:14-19. Como foram descritas as entidades que aparecem no quarto dia e quais são as suas funções?

Os termos “Sol” e “Lua” foram certamente evitados no relato porque os seus nomes em hebraico eram os nomes (ou estavam intimamente relacionados aos nomes) dos deuses do Sol e da Lua do antigo Oriente Próximo e do Egito. O uso dos termos “luminar maior” e “luminar menor” mostra que eles foram criados para funções específicas, “para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.” e para “alumiar a Terra” (Génesis 1:14, 15). Ou seja, o texto mostra muito claramente que o Sol e a Lua não eram deuses, mas objetos criados com funções naturais específicas, da maneira como os entendemos hoje.

5. Leia Génesis 2:7, 18-24. Como Se envolveu Deus profundamente na criação de Adão e Eva?

Os antigos mitos do antigo Oriente Próximo descrevem unanimemente a criação do homem como algo que não estava nos planos originais, resultante de uma tentativa de aliviar os deuses do trabalho pesado. Esta noção mítica é contrariada pela ideia bíblica de que o homem deve governar o mundo como vice-regente de Deus. Nada na criação do ser humano foi um pensamento posterior. Pelo contrário, o texto aponta para a humanidade como o clímax do relato da criação, mostrando ainda mais claramente quanto os relatos pagão e bíblico são diferentes.

Assim, Génesis apresenta uma correcção contra os mitos antigos. Moisés usou certos termos e ideias incompatíveis com os conceitos pagãos, expressando simplesmente a compreensão bíblica da realidade e da função e propósito de Deus na criação.

Milhares de anos atrás, a história bíblica da criação estava em desacordo com a cultura predominante. Hoje, esta mesma narrativa sagrada está em conflito com os padrões prevalecentes na cultura. Porque não nos deveríamos surpreender?

Genesis Versus Paganism

Tuesday, May 26


Far from being dependent upon ancient pagan creation myths, Genesis seems to have been written in a way that refutes those myths and distances God as Creator from them.

Read Genesis 1:14-19. How are the entities that appear on the fourth day described, and what are their functions?

The terms “sun” and “moon” were surely avoided because their names in Hebrew were the names of (or closely related to the names) the sun and moon gods of the ancient Near East and Egypt. The use of the terms “greater light” and “lesser light” showed that they were created for specific functions, “for signs, and for seasons, and for days, and years” and “to give light upon the earth” (Genesis 1:14, 15). That is, the text shows very clearly that the sun and moon were not gods but created objects with specific natural functions, much as we understand them today.

Read Genesis 2:7, 18-24. How is God intimately involved in the creation of Adam and Eve?

The ancient Near Eastern myths unanimously depict man’s creation as an afterthought, resulting from an attempt to relieve the gods of hard labor. This mythical notion is contradicted by the biblical idea that man is to rule the world as God’s vice regent. Nothing in the creation of humans was an afterthought. If anything, the text points to them as the climax of the creation account, showing even more starkly how different the pagan and biblical accounts really are.

Genesis, thus, presents a corrective against the myths of the ancient world. Moses used certain terms and ideas incompatible with pagan concepts. And he did this by simply expressing the biblical understanding of reality, and of God’s role and purpose in Creation.

Thousands of years ago, the biblical creation story was at odds with the prevailing culture. Today, the biblical creation story is at odds with the prevailing culture. Why shouldn’t we be surprised?

25.5.20

A Criação na Literatura Antiga

Segunda-feira, 25 de Maio

Os arqueólogos descobriram textos do Egito antigo e do Oriente Próximo que contêm histórias primitivas da criação e do dilúvio. Por isso, alguns indagaram se o relato de Génesis foi obtido destas culturas ou se ele dependeu delas. Mas será que é mesmo isso?

Veja estes trechos da Epopeia de Atra-asis: “Quando os deuses, em vez de homens/Fizeram a obra, suportaram as cargas, /A carga dos deuses foi grande demais, /A obra foi muito difícil, a dificuldade grande demais/ [...]. ‘Que a deusa do ventre gere descendência, /E o homem leve a carga dos deuses!” [...]. Geshtu-e, um deus que tinha inteligência, /eles mataram em sua assembleia. /Nintu misturou barro /Com sua carne e sangue” (Stephanie Dalley, Myths from Mesopotamia: Creation, the Flood, Gilgamesh and Others [Nova York: Oxford University Press, 1989], p. 9, 14, 15).

3. Quais são as diferenças entre Génesis 1 e 2:1-4 com a Epopeia de Atra-Hasis?

Embora existam semelhanças entre as histórias (por exemplo, os primeiros humanos foram feitos de barro), as diferenças são mais definidas.

(1) Em Atra-Hasis, o homem trabalha para os deuses para que estes descansem. Em Génesis, Deus cria a Terra e tudo o que nela há para os seres humanos, o ápice da criação, e descansa com eles. Em Génesis, o ser humano é colocado no jardim e convidado à comunhão com Deus e ao cuidado da criação, um conceito ausente em Atra-asis.

(2) Em Atra-asis, um deus menor foi morto, e o seu sangue foi misturado com barro para formar sete machos e sete fêmeas. Em Génesis, primeiro Adão foi formado de maneira íntima por Deus, que lhe deu o fôlego de vida, e a mulher foi feita depois para ser a sua auxiliadora. Deus não criou Adão e Eva a partir do sangue de um deus morto.

(3) Não há sinal de conflito nem de violência no relato de Génesis, como encontramos na história de Atra-asis.

O relato bíblico é sublime ao descrever o Onipotente, que concede à humanidade um propósito digno num mundo perfeito. Esta diferença fez com que os estudiosos concluíssem que estes relatos são diferentes.

Alguns alegam que as histórias da criação e do dilúvio foram transmitidas entre os povos, mas distorcidas com o tempo (daí algumas semelhanças entre estes relatos e o texto bíblico). Em contrapartida, Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, revelou o que tinha acontecido. Porque é que esta explicação esclarece mais as poucas semelhanças do que a ideia de que Moisés obteve o seu relato a partir das histórias pagãs?

Creation in Ancient Literature

Monday, May 25


Archaeologists have discovered texts from ancient Egypt and the Near East that contain primeval histories of the creation and the flood. This has caused some to wonder whether the Genesis account was borrowed from these cultures or was dependent in some way on them. But is such a thing really the case?

Read Genesis 1-2:4, and then read these excerpts from the Atra-Ḫasis Epic: “When the gods instead of man/ Did the work, bore the loads,/ The gods’ load was too great,/ The work too hard, the trouble too much/ … 'Let the womb-goddess create offspring,/ And let man bear the load of the gods!’ … Geshtu-e, a god who had intelligence,/ They slaughtered in their assembly./ Nintu mixed clay/ With his flesh and blood … ”. — Stephanie Dalley, Myths from Mesopotamia: Creation, the Flood, Gilgamesh, and Others (New York: Oxford University Press, 1989), pp. 9, 14, 15. What differences can you see?

Although there are similarities between the stories (e.g., the first humans are made of clay), the differences are much more definite.

1. In Atra-Ḫasis man works for the gods so that the gods can rest. In Genesis, God creates the earth and everything in it for humans as the apex of Creation, and then He rests with them. In Genesis, humans also are placed in a garden and invited to commune with God and care for His creation — a concept not found in Atra-Ḫasis.

2. In Atra-Ḫasis, a minor god is killed and his blood is mixed with clay to form seven males and females. In Genesis, first Adam is “formed” intimately by God, who breathes life into him, and woman is “made” later to be his “helper”. God didn’t create Adam and Eve from the blood of a slain god.

3. There is no sign of conflict or violence in the Genesis account, as found in the Atra-Ḫasis story.

The biblical account is sublime in depicting an omnipotent God who provides humanity with dignified purpose in a perfect world. This radical difference has caused scholars to conclude that, in the end, these are very different creation accounts.

Some have argued that, through the ages, creation and flood stories were handed down, loosely based on what really had happened (hence some of the similarities) but distorted over time. In contrast, Moses, under the inspiration of the Holy Spirit, revealed what had really taken place. Why does this explanation work better in accounting for the few similarities than does the idea that Moses borrowed from these pagan stories?

24.5.20

New UN Crackdown Targeting Online Speech

"The dignitaries of church and state will unite to bribe, persuade, or compel all classes to honor the Sunday. The lack of divine authority will be supplied by oppressive enactments. Political corruption is destroying love of justice and regard for truth; and even in free America, rulers and legislators, in order to secure public favor, will yield to the popular demand for a law enforcing Sunday observance. Liberty of conscience, which has cost so great a sacrifice, will no longer be respected. In the soon-coming conflict we shall see exemplified the prophet’s words: “The dragon was wroth with the woman, and went to make war with the remnant of her seed, which keep the commandments of God, and have the testimony of Jesus Christ.” Revelation 12:17." The Great Controversy, p. 592.3

Uma Terra Plana?

Domingo, 24 de Maio

É comum a crença de que muitos no mundo antigo pensavam que a Terra fosse plana. No entanto, a maioria das pessoas, por várias razões, entendia que a Terra era redonda. Mesmo assim, ainda hoje, alguns alegam que a Bíblia ensina que a Terra é plana.

1. Leia Apocalipse 7:1; 20:7, 8. Qual é o contexto destes versos? Eles ensinam o conceito de uma Terra plana?

João, o autor destes textos, escreveu uma profecia do fim dos tempos, onde descreve os quatro anjos do Céu “sobre os quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos” (Apocalipse 7:1). Ele repetiu a palavra “quatro” três vezes para ligar os anjos aos quatro pontos cardeais.

Em suma, ele usou apenas linguagem figurada, como fazemos hoje quando dizemos, por exemplo, que “o Sol se está a por” ou que o vento “veio do oriente”. Insistir numa interpretação literal de textos proféticos quando o contexto indica uma ideia figurativa de norte, sul, leste e oeste, é tirar estas passagens do contexto e fazê-las ensinar algo que não ensinam. Afinal, quando Jesus disse: “Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfémias.” (Mateus 15:19), Ele não estava a falar sobre fisiologia, nem do coração humano literal. Jesus usou uma figura de linguagem para defender um argumento moral.

2. O que ensinam Jó 26:7-10 e Isaías 40:21, 22 sobre a natureza da Terra?

Em Jó 26:7, a Terra foi descrita como estando suspensa no espaço: “O norte estende sobre o vazio; suspende a terra sobre o nada.” A Terra é “um círculo” ou esfera (Jó 26:10). Isaías 40:22 declara: “Ele é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; ele é o que estende os céus como cortina…”.

Coloque-se no lugar dos que viveram há milhares de anos. Com base nas evidências, estaria convencido de que a Terra se move ou de que ela permanece imóvel? Acreditaria que ela é plana ou redonda?

A Flat Earth?

Sunday, May 24


It is commonly believed that many in the ancient world thought the earth was flat. Most people, however, for a variety of good reasons, understood that the earth was round. Even to this day, though, some claim that the Bible itself taught that the earth was flat.

Read Revelation 7:1 and 20:7, 8. What is the context of these verses? More importantly, do they teach a flat earth?

John, the author of these texts, is writing end-time prophecy describing the four angels of heaven “standing on the four corners of the earth, holding the four winds” (Revelation 7:1). He repeated the word “four” three times to tie the angels to the four compass points.

In short, he’s just using figurative language, as we do today when we say, for example, that “the sun is setting” or that the wind “rose from the east”. To insist on a literal interpretation of these prophetic texts when the context indicates a figurative idea of north, south, east, and west, is to take these passages out of context and make them teach something that they are not teaching. After all, when Jesus said, “For tout of the heart proceed evil thoughts, murders, adulteries, fornications, thefts, false witness, blasphemies” (Matthew 15:19), He was not talking about human physiology, or the literal human heart. He was using a figure of speech to make a moral point.

Read Job 26:7-10; and Isaiah 40:21, 22. What do they teach us about the nature of the earth?

In Job 26:7 the earth is depicted as being suspended in space: “He stretcheth out the north over the empty place, And hangeth the earth upon nothing”. The earth is a “circle” or sphere (Job 26:10). Isaiah 40:22 states, “It is he that sitteth upon the circle of the earth, And the inhabitants thereof are as grasshoppers; That stretcheth out the heavens as a curtain”.

Put yourself in the position of someone who lived thousands of years ago. What evidence would you have that the earth moved? Or would you find the evidence that it stood still more convincing? Or what evidence would you find that it is flat, or round?

A Criação: O Génesis Como Fundamento (Parte 2)

Lição 9, 23 a 29 de Maio


Sábado à tarde

LEITURAS DA SEMANA: Jó 26:7-10; Génesis 1-2, 5, 11; 1 Coríntios 1:18-27; Mateus 19:4, 5; João 1:1-3

VERSO PARA MEMORIZAR: “Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.” Salmos 19:1

Muitos pensadores importantes foram inspirados pelas Escrituras a investigar o mundo criado por Deus. Como resultado, nasceu a ciência moderna. Johannes Kepler, Isaac Newton, John Ray, Robert Boyle e outros grandes cientistas acreditavam que o seu trabalho revelava ainda mais sobre a criação das mãos de Deus.

Contudo, após a Revolução Francesa, a ciência do século 19 passou de uma cosmovisão teísta para uma cosmovisão fundamentada no naturalismo e no materialismo, frequentemente sem nenhum espaço para o sobrenatural. Estas ideias filosóficas foram popularizadas por Charles Darwin, no seu livro A Origem das Espécies (1859). Desde esta época, a ciência tem-se distanciado cada vez mais do seu fundamento bíblico, resultando numa reinterpretação radical da história do Génesis.

Será que a Bíblia ensina uma visão antiquada e não científica da cosmologia? Teria o relato bíblico sido simplesmente obtido das nações pagãs vizinhas? A Bíblia foi condicionada culturalmente pelo seu tempo e lugar, ou a sua natureza inspirada eleva-nos a uma visão das origens que é completa na sua estrutura divina?

Estes são alguns assuntos que vamos estudar na lição desta semana.

23.5.20

Creation: Genesis as Foundation, Part 2

Lesson 9, May 23-29


Sabbath Afternoon


Memory Text: “The heavens declare the glory of God; And the firmament sheweth his handywork.” Psalms 19:1

Many great thinkers were inspired by Scripture to explore God’s created world; as a result, modern science was born. Johannes Kepler, Isaac Newton, John Ray, Robert Boyle, and other early great scientists believed that their work revealed even more about the handiwork of God’s creation.

After the French Revolution, however, nineteenth- century science began to move from a theistic worldview to one based on naturalism and materialism, often with no place at all for the supernatural. These philosophical ideas were popularized by Charles Darwin’s On the Origin of Species (1859). Since that time, science has increasingly distanced itself from its biblical foundation, resulting in a radical reinterpretation of the Genesis story.

Does the Bible teach an antiquated, unscientific view of cosmology? Was the biblical account simply borrowed from the surrounding pagan nations? Was the Bible culturally conditioned by its place and time, or does its inspired nature elevate us to a view of origins that is complete in its divine framework?

These are some of the issues we will touch on in this week’s lesson.

Criação: o Génesis Como Fundamento - Parte 1 - Comentários

"Os primeiros capítulos de Génesis são fundamentais para o resto da Escritura. Os principais ensinos e doutrinas têm a sua fonte nestes capítulos."

Com o irmão Filipe Reis e o Pastor Paulo Cordeiro:


"Os primeiros capítulos de Gênesis são fundamentais para o resto da Escritura. Aqui vemos a harmonia que existe entre Deus Pai, o Filho e o Espírito Santo, aprendemos sobre a criação do mundo, sobre o sábado, que finaliza sendo o selo de Deus sobre o Seu povo; aprendemos sobre a origem do pecado, o plano da redenção e assim por diante. Portanto, recapitule a lição desta semana com Thiago Helker."


Com o Pastor Michelson Borges:


Com o irmão Leandro Quadros:

Creation: Genesis as Foundation, Part 1 - Commentaries

With Pastors Doug Batchelor and Jean Ross:


With Pastor C. Buttery & Dr. D. Zivadinovic:


With Robert Blais:

22.5.20

Este é o Fim? - Walter Veith

"Esse programa especial é um estudo aprofundado com o Dr. Walter Veith sobre onde estamos na linha do tempo, ao observarmos os eventos e profecias atuais. "Este é o fim?" Que o Espírito Santo nos conceda sabedoria ao estudar essas coisas."

Estudo Adicional 22.5.20

Sexta-feira, 22 de Maio

Textos de Ellen G. White: Patriarcas e Profetas, p. 44-51 (“A Criação”) e p. 111-116 (“A Semana Literal”).

“A evidência cumulativa, fundamentada em considerações comparativas, literárias, linguísticas e outras, converge em todos os níveis, levando à conclusão singular de que a designação yôm, ‘dia’, em Génesis 1, significa constantemente um dia literal de 24 horas.

O autor de Gênesis 1 não poderia ter produzido maneiras mais abrangentes e inclusivas de expressar a ideia de um ‘dia’ literal do que as escolhidas.” Gerhard F. Hasel, “The ‘Days’ of Creation in Genesis 1: Literal ‘Days’ of Figurative ‘Periods/Epochs’ of Time?”. Origins 21/1, 1994, p. 30, 31

“As mais vigorosas mentes, se não forem guiadas pela Palavra de Deus, tornam-se desnorteadas nas suas tentativas de investigar as relações entre a ciência e a revelação. O Criador e as Suas obras encontram-se além da compreensão destas pessoas; visto que não conseguem explicar estes fenómenos pelas leis naturais, afirmam que a história bíblica é indigna de confiança.” Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 258

Perguntas para consideração:

1. O facto de que alguns cristãos aceitem as alegações da ciência acima do relato bíblico prova que a história bíblica “é indigna de confiança”?

2. Porque é impossível levar a Bíblia a sério enquanto se aceita a evolução teísta? Como explicar a cruz à luz do que Paulo escreveu em Romanos 5 sobre a relação directa entre a queda, a morte de Adão e a cruz de Cristo? Qual é a explicação do evolucionista teísta?

3. Porque é que os cristãos são chamados pessoas de “mente fechada” quando estão abertos às verdades das Escrituras, reveladas por um Deus infinito? A visão ateísta e materialista do mundo não é muito mais estreita do que a cosmovisão cristã?

4. Sendo fiéis à Palavra de Deus, como podemos ministrar aos que lutam com questões de identidade sexual? Porque não devemos lançar pedras, mesmo a pessoas que, como a mulher em adultério, não conseguem viver os princípios da Palavra de Deus e se sentem culpadas?

Further Thought 22.5.20

Friday, May 22



“The cumulative evidence, based on comparative, literary, linguistic and other considerations, converges on every level, leading to the singular conclusion that the designation yôm, 'day’, in Genesis 1 means consistently a literal 24-hour day.

The author of Genesis 1 could not have produced more comprehensive and all-inclusive ways to express the idea of a literal 'day’ than the ones that were chosen.” Gerhard F. Hasel, “The 'Days’ of Creation in Genesis 1: Literal 'Days’ or Figurative 'Periods/Epochs’ of Time?” Origins 21/1 [1994], pp. 30, 31

“The greatest minds, if not guided by the word of God, become bewildered in their attempts to investigate the relations of science and revelation. The Creator and His works are beyond their comprehension; and because these cannot be explained by natural laws, Bible history is pronounced unreliable.” Ellen G. White, Testimonies for the Church, vol. 8, p. 257.4

Discussion Questions:

1. Look at the Ellen G. White quote above. How often, even today, do we see exactly what she wrote, even among professed Christians who, in face of the claims of science, will automatically take the claims of science over the biblical account, which would, as she wrote, imply that biblical history “is unreliable”?

2. Why is it impossible to take the Bible seriously while accepting theistic evolution? If you know a theistic evolutionist who claims to be a Christian, why not ask him or her to explain the Cross in light of what Paul wrote (see Romans 5) about the direct link between Adam’s fall and death and the cross of Jesus? What explanation does he or she give?

3. If the Bible is God’s revelation, then are not the believer’s faith and eyes opened to the greater reality as expressed in Scripture? How can Christians then be called “closed-minded” when they are opening their minds to the Scriptural truths revealed by an infinite God? In fact, an atheistic, materialistic view of the world is much narrower than the Christian worldview is.

4. As believers staying faithful to the Word of God, how can we minister to those who are struggling with questions of sexual identity? Why must we not be those who cast stones, even with people who, like the woman in adultery, are guilty of sin?

Is This The End? (2 Hour In Depth Study) - What's Up Prof? 8

"Episode 8 is an in depth study that Walter will be doing on where we are in the stream of time as we look at current events and prophecy. "Is this the end?" May the Holy Spirit grant us wisdom as we study these things."

21.5.20

A Criação, a Queda e a Cruz

Quinta-feira, 21 de Maio

A Bíblia apresenta uma ligação ininterrupta entre a criação perfeita, a queda, o Messias prometido e a redenção. Estes eventos importantes tornam-se o fundamento do tema da história da salvação da humanidade.

6. Leia Génesis 1:31; 2:15-17; 3:1-7. O que aconteceu à criação perfeita de Deus?

Deus declarou que tudo o que Ele tinha criado era “muito bom” (Génesis 1:31). “Agora a criação estava completa [...]. O Éden florescia sobre a Terra. Adão e Eva tinham livre acesso à árvore da vida. Nenhuma mancha de pecado ou sombra de morte desfigurava a linda criação” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 47). Deus tinha advertido Adão e Eva de que, se comessem da árvore proibida, certamente morreriam (Génesis 2:15-17). A serpente começou o seu discurso com uma pergunta e contradisse completamente o que Deus tinha dito: “É certo que não morrereis” (Génesis 3:4). Satanás prometeu a Eva grande conhecimento e que ela seria como Deus. Evidentemente, ela acreditou nele.

7. Como é que Paulo confirmou as palavras do Senhor em Génesis 2:15-17? Leia Romanos 5:12; 6:23. Como é que estes ensinos contradizem a evolução teísta?

Os escritores bíblicos posteriores confirmaram declarações bíblicas anteriores e apresentaram ideias adicionais. Em Romanos 5–8, Paulo escreveu sobre o pecado e a beleza da salvação: “Assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens” (Romanos 5:12). Mas na perspectiva evolutiva, a morte já estaria presente ao longo de milhões de anos antes da humanidade. Esta ideia tem sérias implicações para o ensino da origem do pecado, da morte substitutiva de Cristo na cruz e do plano da salvação. Se a morte não está relacionada ao pecado, então o salário do pecado não é a morte (Romanos 6:23), e Cristo não teria razão para morrer pelos nossos pecados. Portanto, a criação, a queda e a cruz estão intimamente ligadas. O primeiro Adão está ligado ao último Adão (1 Coríntios 15:45, 47). A crença na evolução darwinista destruiria o próprio fundamento do cristianismo, mesmo que algum conceito de Deus seja inserido no processo.

Creation, the Fall, and the Cross

Thursday, May 21


The Bible provides an unbroken link between the perfect Creation, the Fall, the promised Messiah, and final redemption. These major events become the basis of the theme of salvation history for the human race.

Read Genesis 1:31, Genesis 2:15-17, and Genesis 3:1-7. What happened to God’s perfect creation?

God declared His creation “very good” (Genesis 1:31). “The creation was now complete. … Eden bloomed on earth. Adam and Eve had free access to the tree of life. No taint of sin or shadow of death marred the fair creation” (Ellen G. White, Patriarchs and Prophets, p. 47). God had warned Adam and Eve that if they ate of the forbidden tree, they would surely die (Genesis 2:15-17). The serpent began his discourse with a question and then completely contradicted what God had said: “Ye shall not surely die” (Genesis 3:4). Satan promised Eve great knowledge and that she would be like God. Obviously, she believed him.

How does Paul confirm God’s statement in Genesis 2:15-17? Read Romans 5:12 and Romans 6:23. How do these teachings relate to theistic evolution?

In Scripture, we can see where later biblical writers confirmed earlier biblical statements and provided additional insights. In Romans 5-8, Paul writes about sin and the beauty of salvation: “Wherefore, as by one man sin entered into the world, and death by sin; and so death passed upon all men” (Romans 5:12). But an evolutionary perspective would have death present for millions of years prior to humanity. This idea has serious implications for the biblical teaching of the origin of sin, Christ’s substitutionary death on the cross, and the plan of salvation. If death is not related to sin, then the wages of sin is not death (Romans 6:23), and Christ would have had no reason to die for our sins. Thus, Creation, the Fall, and the Cross are inextricably linked. The first Adam is tied to the last Adam (1 Corinthians 15:45, 47). A belief in Darwinian evolution, even if some concept of God is inserted into the process, would destroy the very basis of Christianity.

20.5.20

O Tempo — Precioso Talento

"Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio. Salmos 90:12.

Nosso tempo pertence a Deus. Cada momento é Seu, e estamos sob a mais solene obrigação de aproveitá-lo para Sua glória. De nenhum talento que nos concedeu requererá Ele mais estrita conta do que de nosso tempo.

O valor do tempo supera toda computação. Cristo considerava precioso todo momento, e assim devemos considerá-lo. A vida é muito curta para ser esbanjada. Temos somente poucos dias de graça para nos prepararmos para a eternidade. Não temos tempo para dissipar, tempo para devotar aos prazeres egoístas, tempo para contemporizar com o pecado. Agora é que nos devemos formar o caráter para a futura vida imortal. Agora é que nos devemos preparar para o juízo investigativo.

A família humana apenas começou a viver quando principia a morrer, e o trabalho incessante do mundo findará em nada se não se adquirir verdadeiro conhecimento em relação à vida eterna. O homem que aprecia o tempo como seu dia de trabalho, habilitar-se-á para a mansão e para a vida que é imortal. Foi-lhe bom ter nascido.

Somos advertidos a remir o tempo. O tempo esbanjado nunca poderá ser recuperado, porém. Não podemos fazer voltar atrás nem sequer um momento. A única maneira de podermos remir nosso tempo consiste em utilizar o melhor possível o que nos resta, tornando-nos coobreiros de Deus em Seu grande plano de redenção. ...

Todo momento está carregado de consequências eternas. Devemos estar preparados para prestar serviço em qualquer momento. A oportunidade que agora temos de falar palavras de vida a alguma alma necessitada, pode nunca mais apresentar-se. Deus pode dizer a alguém: “Esta noite te pedirão a tua alma” (Lucas 12:20), e por nossa negligência a mesma pode não estar preparada. No grande dia do juízo, como prestaremos contas a Deus? — Parábolas de Jesus, 342, 343."

A Fé Pela Qual Eu Vivo, p. 154.4-155.3

Criação e Casamento

Quarta-feira, 20 de Maio

A última década testemunhou enormes mudanças na maneira como a sociedade e os governos definem o casamento. Muitas nações aprovaram casamentos entre pessoas do mesmo sexo, anulando leis anteriores que protegiam a estrutura familiar, cujo centro é um homem e uma mulher. Este é um acontecimento sem precedentes em muitos aspectos e levanta novas questões sobre a instituição do casamento, a relação entre Igreja e Estado e a santidade do casamento e da família, conforme definida nas Escrituras.

5. Leia Génesis 1:26-28; 2:18, 21-24. O que nos ensinam estes textos sobre o ideal de Deus para o casamento?

No sexto dia, Deus chegou ao clímax da semana da criação: Ele fez a humanidade. É impressionante que o plural seja usado para Deus em Génesis 1:26 pela primeira vez: “‘Façamos o homem à Nossa imagem”. Todas as pessoas da trindade divina, num relacionamento de amor umas com as outras, criaram o casamento humano divinamente instituído aqui na Terra.

“Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Génesis 1:27). Adão declarou: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne” (Génesis 2:23) e chamou-a “varoa” ou “mulher”. O casamento exige que o homem deixe pai e mãe e se una “à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Génesis 2:24).

As Escrituras são claras e inquestionáveis quanto ao facto de que esta relação deve acontecer entre um homem e uma mulher, que se originaram do seu pai e mãe, também um homem e uma mulher. Este conceito foi esclarecido nas instruções dadas aos primeiros pais da Terra: “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a” (Génesis 1:28). No quinto mandamento, é declarado que os filhos (descendentes) devem honrar o seu pai e a sua mãe (Êxodo 20:12). Este relacionamento mútuo só pode ser consumado numa relação heterossexual.

Leia as palavras de Jesus em Mateus 19:3-6. O que ensinam elas sobre a natureza e a santidade do casamento? Embora nunca nos devamos esquecer do amor de Deus por toda a humanidade e de que todos somos pecadores, como devemos assumir uma posição firme e fiel sobre os princípios bíblicos do casamento, à luz das Suas palavras?

Creation and Marriage

Wednesday, May 20


The last decade has witnessed enormous changes in the way society and governments define marriage. Many nations of the world have approved same-sex marriages, overturning previous laws that have protected the family structure that comprises at its center one man and one woman. This is an unprecedented development in many respects, and it raises new questions about the institution of marriage, the relationship of church and state, and also the sanctity of marriage and the family as defined in Scripture.

Read Genesis 1:26-28; and Genesis 2:18, 21-24. What do these texts teach us about God’s ideal for marriage?

On the sixth day, God comes to the climax of the Creation, the Creation of humanity. It is fascinating that the plural is used for God in Genesis 1:26: “Let us make man in our image”. All persons of the triune Godhead in loving relationship with each other now create the divinely instituted human relationship of marriage here on earth.

“In the image of God created He him; male and female created He them.” (Genesis 1:27). Adam declares, “This is now bone of my bones, and flesh of my flesh” (Genesis 2:23) and Adam names her “Woman”. Marriage requires that “shall a man leave his father and his mother, and shall cleave unto his wife: and they shall be one flesh” (Genesis 2:24).

Scripture is unequivocal that this relationship is to take place between a man and a woman, who themselves originate from their father and mother, also a man and woman. This concept is further clarified in the instruction given to the earth’s first parents: “And God blessed them, and God said unto them, Be fruitful, and multiply, and replenish the earth, and subdue it” (Genesis 1:28). In the fifth commandment, children (offspring) are to honor their father and their mother (Exodus 20:12). This interrelationship cannot be fulfilled within anything but a heterosexual partnership.

Read Jesus’ words in Matthew 19:3-6. What do they teach us about the nature and sanctity of marriage? In light of Jesus’ words, and while never forgetting God’s love for all humanity and that all of us are sinners, how should we take a firm and faithful stand on the biblical principles of marriage?

Walter Veith & Martin Smith - What do we believe, why do we believe it?

"In Episode 7 we discuss: what do we believe, why do we believe it, and what is our duty in terms of the times we are living in? There is a lot of confusion currently in the world about various issues such as 5G, RFID Chip etc. which clamour for the attention of the mind, that the broad objective of preaching the gospel is getting lost in the background noise."

19.5.20

O Sábado e a Criação

Terça-feira, 19 de Maio

O Sétimo Dia, o Sábado, é muito atacado na sociedade secular e nas comunidades religiosas. Este facto pode ser visto nos horários de trabalho das corporações mundiais; na tentativa de mudança do calendário em muitos países europeus, designando a segunda-feira como o primeiro dia da semana e o domingo como o sétimo dia; e na recente encíclica papal sobre mudança climática, que chama ao Sétimo Dia, o Sábado, “sábado judaico” e incentiva o mundo a observar um dia de descanso para reduzir o aquecimento global (Papa Francisco, Laudato Si', Cidade do Vaticano, 2015. Disponível em: https://bit.ly/2WJWdeJ).

4. Leia Génesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; Marcos 2:27; Apocalipse 14:7. Como é que a compreensão da semana da criação está ligada ao quarto mandamento? Qual é a relação disto com as três mensagens angélicas?

A Bíblia diz: “E, havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.” (Génesis 2:2). Muitos criacionistas enfatizam a obra de Deus durante os seis dias da criação, mas deixam de reconhecer que ela não terminou no sexto dia. Ignoram que a obra terminou quando Ele criou o Sábado. Por isso, Jesus disse: “O sábado foi feito por causa do homem, não o homem, por causa do sábado.” (Marcos 2:27). Jesus fez esta declaração com autoridade porque Ele criou o Sábado como sinal e selo eternos da aliança de Deus com o Seu povo. O Sábado não era só para o povo hebreu, mas para toda a humanidade.

Génesis indica três coisas que Jesus fez depois de ter criado o Sábado. 1. Ele “descansou” (Génesis 2:2), dando-nos um exemplo divino do Seu desejo de descansar connosco; 2. O Senhor “abençoou” o Sétimo Dia (Génesis 2:3). Na história da criação, os animais foram abençoados (Génesis 1:22), Adão e Eva também foram abençoados (Génesis 1:28), mas o único dia especificamente abençoado foi o Sétimo; 3. Deus “o santificou” (Génesis 2:3).

Nenhum outro dia na Bíblia recebeu estas três designações. Contudo, estas três ações foram repetidas no quarto mandamento, quando Deus escreveu com o próprio dedo e apontou para a criação como o fundamento para o Sábado (Êxodo 20:11).

O mandamento do Sábado é mencionado como fundamento para a adoração ao Criador. Como se relaciona esta ligação com o dia de Sábado com os eventos finais? (Apocalipse 14:7; Êxodo 20:11).

The Sabbath and Creation

Tuesday, May 19


Today the seventh-day Sabbath is heavily under attack in secular society and in religious communities. This fact can be seen in the work schedules of global corporations; in the attempted change of the calendar in many European countries designating Monday as the first day of the week and Sunday as the seventh day; and by the recent papal encyclical on climate change that calls the seventh-day Sabbath “the Jewish Sabbath” and encourages the world to observe a day of rest to alleviate global warming (Pope Francis, Laudato Si’, Vatican City: Vatican Press, 2015, pp. 172, 173).

Read Genesis 2:1-3, Exodus 20:8-11, Mark 2:27, and Revelation 14:7. How is the understanding of the Creation week tied to the fourth commandment? How is this tied to the Three Angels’ Messages?

The Bible says, “And on the seventh day God ended his work which he had made” (Genesis 2:2). “After resting upon the seventh day, God sanctified it, or set it apart, as a day of rest for man” (Ellen G. White, Patriarchs and Prophets, p. 47). This is why Jesus can say, “The sabbath was made for man, and not man for the sabbath” (Mark 2:27). Jesus could make this authoritative statement because He made or created the Sabbath as the eternal sign and seal of God’s covenant with His people. The Sabbath was not for the Hebrew people only, but for all humanity.

Genesis indicates three things that Jesus did after He created the Sabbath day. First, He “rested” (Genesis 2:2), giving us a divine example of His desire to rest with us. Second, He “blessed” the seventh day (Genesis 2:3). In the Creation narrative, animals are blessed (Genesis 1:22), and Adam and Eve are blessed (Genesis 1:28), but the only day specifically blessed is the seventh day. Third, God “sanctified it” (Genesis 2:3) or “made it holy”.

No other day in the Bible receives these three designations. These three actions are repeated in the fourth commandment, though, when God writes with His own finger and points back to Creation as the foundation for the Sabbath (Exodus 20:11).

A comparison of Revelation 14:7 and Exodus 20:11 reveals the Sabbath commandment to be the basis for worshiping the Creator. How does this direct link to the Sabbath tie into last day events?

18.5.20

Signs, Miracles, and Coming Deceptions - Sinais, Milagres e Futuros Enganos

The Bible predicts there will be false christs and false prophets before the world’s end. Are we seeing signs of this today? How can we know truth from error, especially when it involves miracles and supernatural manifestations? What specific warnings do we have from Bible prophecy on this subject?

A Bíblia prediz que haverão falsos cristos e falsos profetas antes do fim do mundo. Estamos a ver sinais disso hoje? Como podemos distinguir a verdade do erro, especialmente quando envolve milagres e manifestações sobrenaturais? Que advertências específicas temos da profecia Bíblica sobre este assunto?

Os Dias da Criação

Segunda-feira, 18 de Maio

Nos últimos anos tem havido uma tendência de se entender a semana da criação como não literal, como uma metáfora, uma parábola ou até um mito. Isto surgiu como resultado da teoria da evolução, que supõe longos períodos de tempo para explicar o desenvolvimento da vida no ­planeta Terra.

Mas o que ensina a Bíblia sobre este assunto? Porque devem os dias da criação em Génesis 1 ser entendidos como literais e não simbólicos?

3. Leia Génesis 1:3-5 e Êxodo 20:8-11. Como é usado o termo “dia” nestes contextos?

A palavra hebraica yôm, ou “dia”, é usada constantemente em toda a narrativa da criação para designar um dia literal. Em Génesis, nada indica que algo diferente de um dia literal tenha sido pretendido. Alguns estudiosos que não creem que os dias foram literais admitem, no entanto, que a intenção do autor era retratar dias literais.

É interessante que o próprio Deus designe este nome para a primeira unidade de tempo (Génesis 1:5). Yôm, ou “dia”, é definido com a frase “foi a tarde e a manhã” (Génesis 1:5, 8, etc.). O termo foi usado no singular, não no plural, significando um dia único.

Portanto, os sete dias da criação devem ser entendidos como uma unidade completa de tempo, introduzida pelo número cardinal ‘echad (um), seguido por números ordinais (segundo, terceiro, quarto, etc.). Este padrão indica uma sequência consecutiva de dias, culminando no sétimo dia. Não há indicação, no uso dos termos nem na própria forma narrativa, de
que devesse haver algum intervalo entre estes dias. Os sete dias da criação são, realmente, dias literais, como descrevemos os dias hoje.

Além disto, a natureza literal do dia foi tomada como certa quando Deus escreveu com o próprio dedo o quarto mandamento, indicando que o fundamento para o sétimo dia, o sábado, repousa na sequência de uma semana da criação de sete dias literais.

Além da criação em Génesis, temos a recriação, na segunda vinda de Cristo, quando Deus transformará a mortalidade em imortalidade “num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta” (1 Coríntios 15:52). Se Deus recria instantaneamente, porque usaria Ele bilhões de anos para a primeira criação, como ensina a evolução teísta?