29.10.20

The Master Teacher’s First Pupils

Thursday, October 29


One moment, they are a band of ordinary shepherds caring for an average flock of sheep outside a small town. In the next moment, they are the recipients of an amazing appearance of angels who bear startling, wondrous, world-shattering news. Motivated by that appearance, they seek out the child whom the angels announced.

Imagine standing with the shepherds and gazing into the manger. What would you see? Luke 2:8-20.

We must admire the first pupils of the Master Teacher – Joseph and Mary and the shepherds. The humble conditions of Jesus’ birth give no indication of the wonder of the incarnation – that, in the Person of this Infant, God has become One with humankind. However, with the aid of visions, dreams, and angels, those first students of His are able to look beyond the outward appearance of Jesus’ birth. The shepherds share with others the identity of this infant, that He is “a Saviour, which is Christ the Lord” (Luke 2:11; compare Luke 2:17).

How do the Wise Men respond to the news of the birth of Jesus? How does Herod respond? Matthew 2:1-12.

Before He has spoken His first parable or performed His first miracle, the Master Teacher is worthy of our worship because of who He is. To fully appreciate the later teaching ministry of Jesus, we must join these early pupils, the Wise Men, in their worship of the Master Teacher. The one whose teachings we admire is more than a wise educator. He is God come to dwell with humankind. Christian education is rooted in the worship of Christ.

With Wise Men, shepherds, and angels, we are called to worship Christ, the newborn King – and to see in the infant Jesus the reality of God Himself.

Think about what the incarnation of Jesus means regarding the character of God. The Creator of all the universe, which is so big that we cannot grasp it – this God “humbled himself” by coming into humanity, lived as Jesus lived, and then died on the cross, bearing in Himself the punishment for our sins. Why is this such good news?

28.10.20

O Mestre Dos Mestres e a Reconciliação

Quarta-feira, 28 de Outubro


Os relacionamentos humanos desmoronam muitas vezes. Acabamos por nos afastar uns dos outros. Passamos a desconfiar de amigos íntimos. No entanto, os relacionamentos arruinados podem ser restaurados. Quando isto acontece, experimentamos o milagre da reconciliação. Poucas experiências humanas são tão agradáveis e doces como esta.

7. Porque é que a reconciliação está no centro da encarnação de Cristo e da Sua função como Mestre? (2 Coríntios 5:16-21).

Se nos sentimos abençoados quando um relacionamento com outro ser humano é restaurado, não nos devemos sentir maravilhados quando somos reconciliados com Deus? Em 2 Coríntios 5:16-21, Paulo esclareceu quem é o responsável pela reconciliação – Deus, o Pai, assumiu a liderança em restaurar o nosso relacionamento arruinado com Ele. E o Senhor fez esta obra de reconciliação “por Jesus Cristo” (2 Coríntios 5:18). “Deus estava em Cristo reconciliando Consigo o mundo” (2 Coríntios 5:19).

Contudo, não devemos ser apenas consumidores das alegrias da reconciliação, mas aprender com o Mestre dos mestres. Na Sua encarnação, Jesus participou da obra da reconciliação. E nós também somos convidados a participar dela. Deus reconciliou-nos Consigo através de Cristo. E agora nós, juntamente com Paulo, recebemos “o ministério da reconciliação” (2 Coríntios 5:18).

Colossenses 1:15-20 é um texto maravilhoso sobre a encarnação. Considerado um hino, a primeira metade do texto fala sobre a função de Cristo na criação (Colossenses 1:15-17), e a última metade foca-se na Sua função na redenção (Colossenses 1:18-20). Através da função de Cristo como Criador-Redentor, Deus reconcilia Consigo todas as coisas. A obra de reconciliação que Ele faz através de Cristo é de escala cósmica, impactando “todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus.”, “havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz” (Colossenses 1:20).

Embora a nossa obra não se compare com a escala cósmica da obra do Mestre como reconciliador, somos convidados a participar no “ministério da reconciliação” na nossa esfera (2 Coríntios 5:18). Era isto que estava na mente de Jesus quando Ele orou: “Assim como Tu Me enviaste ao mundo, também Eu os enviei ao mundo” (João 17:18)?

Como podemos reflectir na prática a função de Deus como reconciliador? Pode ajudar as pessoas a se reconciliarem?

The Master Teacher and Reconciliation

Wednesday, October 28


Human relationships all too often break down. We become estranged from one another. The person who was once our close friend becomes, over time, someone we distrust. However, such a broken relationship can be mended. When that happens, we experience the wonder of reconciliation. Few human experiences are as sweet as this.

How does reconciliation lie at the heart of Christ’s incarnation and His role as Master Teacher? 2 Corinthians 5:16-21.

If we feel blessed when a relationship with another human being is restored, how grand should we feel when we are reconciled to God? In 2 Corinthians 5:16-21, Paul is clear about who is doing the reconciling – God the Father has taken the lead in mending our broken relationship with Him. And He has done this reconciling work “by Jesus Christ” (2 Corinthians 5:18). “God was in Christ, reconciling the world unto himself” (2 Corinthians 5:19).

Again, though, we are not simply to be consumers of the joys of reconciliation. We are to learn from the Master Teacher. In His incarnation, Jesus participated in the work of reconciliation. And we, too, are invited to participate in it. God has reconciled us to Himself through Christ. And now we, with Paul, are given “the ministry of reconciliation” (2 Corinthians 5:18).

Colossians 1:15-20 is another of the great New Testament passages on Christ’s incarnation. Often thought to be a hymn, the first half of the passage discusses Christ’s role in creation (Colossians 1:15-17), while the last half focuses on Christ’s role in redemption (Colossians 1:18-20). Through Christ’s role as Creator-Redeemer, God reconciles all things to Himself. The work of reconciliation that God accomplishes through Christ is cosmic in scale, impacting “all things unto himself; by him, I say, whether they be things in earth, or things in heaven” (Colossians 1:20).

While we could never match the cosmic scale of the Master Teacher’s work as reconciler, we are invited to participate in “the ministry of reconciliation” in our own sphere (2 Corinthians 5:18). Could this be what was in Jesus’ mind when He prayed, “As thou hast sent me into the world, even so have I also sent them into the world.” (John 17:18)?

What are practical ways we can reflect God’s role as reconciler? That is, in what situation right now (if any) can you help people be reconciled with each other?

Croatia and Sunday - A Croácia e o Domingo

"As the Sabbath has become the special point of controversy throughout Christendom, and religious and secular authorities have combined to enforce the observance of the Sunday, the persistent refusal of a small minority to yield to the popular demand will make them objects of universal execration. It will be urged that the few who stand in opposition to an institution of the church and a law of the state ought not to be tolerated; that it is better for them to suffer than for whole nations to be thrown into confusion and lawlessness. The same argument many centuries ago was brought against Christ by the “rulers of the people.” “It is expedient for us,” said the wily Caiaphas, “that one man should die for the people, and that the whole nation perish not.” John 11:50. This argument will appear conclusive; and a decree will finally be issued against those who hallow the Sabbath of the fourth commandment, denouncing them as deserving of the severest punishment and giving the people liberty, after a certain time, to put them to death. Romanism in the Old World and apostate Protestantism in the New will pursue a similar course toward those who honor all the divine precepts." The Great Controversy, p. 615.2


"Como o sábado se tornou o ponto especial de controvérsia por toda a cristandade, e as autoridades religiosas e seculares se combinaram para impor a observância do domingo, a recusa persistente de uma pequena minoria em ceder à exigência popular, fará com que esta minoria seja objeto de ódio universal. Insistir-se-á em que os poucos que permanecem em oposição a uma instituição da igreja e lei do Estado, não devem ser tolerados; que é melhor que eles sofram do que nações inteiras sejam lançadas em confusão e ilegalidade. O mesmo argumento, há mil e oitocentos anos, foi aduzido contra Cristo pelos “príncipes do povo.” “Convém”, disse o astucioso Caifás, “que um homem morra pelo povo, e que não pereça toda a nação.” João 11:50. Este argumento parecerá conclusivo; e expedir-se-á, por fim, um decreto contra os que santificam o sábado do quarto mandamento, denunciando-os como merecedores do mais severo castigo, e dando ao povo liberdade para, depois de certo tempo, matá-los. O romanismo no Velho Mundo, e o protestantismo apóstata no Novo, adotarão uma conduta idêntica para com aqueles que honram todos os preceitos divinos." O Grande Conflito, p. 615.2

27.10.20

Lendo A Mente Do Mestre Dos Mestres

Terça-feira, 27 de Outubro


5. Qual era a preocupação de Paulo em relação à comunidade cristã de Filipos? Filipenses 2:1-4; 4:2, 3.

Filipenses 2:1-11 é uma das passagens mais profundas da Bíblia. Ela apresenta a preexistência de Cristo, a Sua divindade, encarnação, humanidade e aceitação da morte na cruz. Este texto descreve o longo, difícil e descendente caminho que Jesus trilhou do Céu ao Calvário (Filipenses 2:5-8). E descreve como o Pai exaltou Jesus a uma posição de adoração universal (Filipenses 2:9-11). Estão presentes nestes versos muitas verdades maravilhosas!

6. Como é que Paulo introduziu Filipenses 2:5-11? Na sua opinião, quais dos eventos da vida de Jesus, celebrados por Paulo, esperava ele que os cristãos refletissem na sua vida? Filipenses 2:6-11

Paulo esperava que os cristãos de Filipos, que eram inclinados a discussões, aprendessem com Jesus e com a Sua encarnação. Se Cristo tomou a forma humana, “tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Filipenses 2:7), e até Se submeteu à crucifixão, quanto mais se deveriam eles submeter uns aos outros por amor?

Somos lembrados de que há muito a aprender com o Mestre dos mestres. Aprendemos com as mensagens que Jesus partilhou durante o Seu ministério terrestre, com os milagres que Ele realizou e com a Sua maneira de agir com os outros. Podemos moldar os nossos relacionamentos com os outros conforme o exemplo da Sua grande complacência e disposição de trocar as glórias do Céu pela manjedoura (que lição para nós!).

Por outro lado, o mundo convida-nos muitas vezes a nos exaltar, a nos orgulhar das nossas realizações. Aprendemos uma lição diferente na manjedoura de Belém e com o Mestre – que a grande obra divina de educação e salvação é realizada, não quando nos exaltamos, mas quando nos humilhamos diante de Deus e servimos aos outros.

A sua humildade pode ser uma poderosa oportunidade de reflectir Cristo para os outros?

Reading the Master Teacher’s Mind

Tuesday, October 27


What concern about the Christian community in Philippi is on Paul’s heart as he writes his letter to them? Philippians 2:1-4; Philippians 4:2, 3.

Philippians 2:1-11 is one of the most profound passages in all the Bible. It discusses the preexistence of Christ, His divinity, His incarnation, His humanity, His acceptance of death on the cross. It describes the long, difficult, downward road that Jesus took from heaven to Calvary (Philippians 2:5-8). And it describes how the Father exalts Jesus to a position of universal worship (Philippians 2:9-11). A lot of amazing truth is packed into those verses.

How does Paul introduce Philippians 2:5-11? Of the events of Jesus’ life that he celebrates, which ones do you think he expects believers to reflect in their own lives? Philippians 2:6-11.

Paul hopes that the believers at Philippi, who could be argumentative, will learn from Jesus and His incarnation. If Jesus could adopt human form – “the form of a servant, and was made in the likeness of men” (Philippians 2:7) – and even submit to crucifixion, how much more should they submit to each other out of love?

We are reminded that there is much to learn from the Master Teacher, Jesus. We learn from the messages that He shares during His earthly ministry. We learn from the miracles that He performs and the way that He acts toward others. We may seek to model our own relationships with others after His great condescension and by dwelling on His willingness to exchange the glories of heaven for a manger (what a lesson for us!).

In contrast, the world all too often invites us to exalt ourselves, to boast of our accomplishments. At a manger in Bethlehem and from the Master Teacher we learn a different lesson – that God’s great work of education and salvation is accomplished not by exalting ourselves but by humbling ourselves before God and becoming servants to others.

What situation are you facing, even now, in which your humbling yourself could give you a powerful opportunity to reflect Christ to others?

Walter Veith - A marcha de oração no Washington Mall e o "RETURN"

"Neste episódio 33, concluímos a parte 2 de nossa discussão sobre movimentos proféticos. Veremos o lado religioso e como a ferida do papado está sendo curada e como a igreja e o estado estão se unindo. Discutimos o que aconteceu no Washington Mall com a oração de março de 2020 e o evento "The Return" e como isso se relaciona com a imagem profética."

O relógio do Juízo Final - Walter Veith

"Nesse episódio, discutimos o relógio do clima, ou como alguns o chamam, Relógio do Juízo Final em Nova York, com o prazo para 2027. Analisamos as regras de bloqueio implementadas em todo o mundo e discutimos alguns dos discursos feitos nas Nações Unidas."

Babilônia, a doutrina da serpente e a expiação de Jesus Cristo

"Nesse video, falamos sobre a Babilônia e a doutrina da serpente. Como vimos nos episódios anteriores, todas as três mentiras da serpente estão sendo ensinadas pela Babilônia e neste episódio discutimos o que a Babilônia ensina sobre a doutrina mais preciosa de todas, a Expiação."

Qual é a Marca? Dr. Walter Veith

"Neste episódio, discutimos o polêmico assunto do antídoto contra o novo vírus, como ela poderia ser distribuída e se poderia se tornar obrigatória. Também discutimos como isso pode estar relacionado com a marca da besta e as mudanças climáticas."

The Return & Prayer March At The Washington Mall

"In Episode 33 we conclude part 2 of our discussion of prophetic movements. We will look at the religious side and how the wound of the papacy is being healed, and how church and state are coming together. We discuss what happened at the Washington Mall with the Prayer March 2020 and "The Return" gathering and how it links with the prophetic picture."

Revelando o Pai (2)

Segunda-feira, 26 de Outubro


No comovente prólogo do seu evangelho (João 1:1-18), João falou sobre Jesus como o “Verbo” eterno. As alegações de João a respeito de Jesus não são tímidas nem limitadas; elas são ousadas e de alcance universal. Jesus já existia antes do mundo existir – ou seja, desde a eternidade. Na realidade, Jesus é o Agente da criação (João 1:2, 3). Ele é “a luz dos homens” (João 1:4) e, como o Verbo que veio ao mundo, Ele “alumia a todo homem” (João 1:9).

3. Segundo João, qual foi o resultado de Cristo se ter tornado um ser humano? Como Verbo, que luz Ele trouxe? Que qualificações possui Ele para realizar tal feito? João 1:14, 18

“A luz apareceu quando as trevas do mundo eram mais intensas [...].Havia apenas uma esperança para a raça humana: a de que [...] o conhecimento de Deus fosse restaurado no mundo. Cristo veio para restaurar este conhecimento. Veio para remover o falso ensino pelo qual os que pretendiam conhecer a Deus O haviam representado de uma maneira errónea. Veio para manifestar a natureza de Sua lei, para revelar em Seu próprio caráter a beleza da santidade.” Ellen G. White, Educação, p. 74-76

Todas as acções de Jesus durante a Sua vida na Terra tinham um único propósito: “a revelação de Deus para o erguimento da humanidade” (Educação, p. 82).

4. O próprio Jesus disse: “Quem Me vê a Mim vê o Pai” (João 14:9). Qual foi o contexto desta declaração? Porque é que Ele disse isto? João 14:1-14

É tentador criticar a declaração precipitada do Filipe (João 14:8). Após anos de íntima comunhão com Jesus, ele ainda não tinha entendido o ponto essencial da encarnação – que Jesus tinha vindo para mostrar o carácter do Pai. Talvez os professores de hoje encontrem algum conforto no facto de que um dos discípulos do Mestre dos mestres se tenha portado tão mal! A declaração do Filipe provavelmente esteja registada não para nos dar motivos para o criticar, mas para nos dar uma oportunidade de nos examinarmos. Há quanto tempo andamos com Jesus? Será que entendemos Jesus melhor do que Filipe? “Quem Me vê a Mim vê o Pai”.

Revelando o Pai (1)

Domingo, 25 de Outubro


1. Quais são os argumentos mais importantes sobre Jesus defendidos pelo apóstolo no início da epístola aos Hebreus? Hebreus 1:1-4

Os autores do Novo Testamento salientaram repetidamente uma ideia importante: Jesus veio à Terra para mostrar ao ser humano quem é o Pai. No passado, a revelação de Deus tinha vindo de maneira fragmentada através dos profetas; em Jesus, no entanto, a revelação final e completa de Deus chegou até nós.

Além disso, Jesus é “o resplendor da […] glória” de Deus (Hebreus 1:3). Como seres humanos pecadores, não podíamos suportar o acesso total à glória do Senhor. Como Filho encarnado, Jesus refletiu essa glória. Ela foi abrandada na humanidade de Cristo, para que pudéssemos vê-la e entender claramente o carácter de Deus.

Jesus também é “a expressa imagem da Sua pessoa” (Hebreus 1:3). O termo usado aqui, a palavra grega charact?r, às vezes é usado para designar a impressão produzida por um selo na cera ou a representação estampada numa moeda. Portanto, Jesus é realmente “a expressa imagem da Sua pessoa” (Hebreus 1:3).

Se desejamos conhecer o Pai, devemos ouvir atentamente o que o Mestre dos mestres disse sobre Ele. Além disso, também devemos olhar para o Mestre dos mestres. O Pai é visto no Filho.

2. Leia 2 Coríntios 4:1-6. Quem é Jesus e o que aprendemos com Ele? (Compare com Hebreus 1:1-4).

Quando instruíam as pessoas sobre Deus, Paulo e os seus companheiros buscavam reflectir o próprio ministério de ensino de Jesus acerca do Pai. Sendo “a imagem de Deus” (2 Coríntios 4:4), Jesus trouxe-nos o conhecimento de Deus, o Pai. De maneira semelhante, Paulo evitou enganos e distorções da Palavra de Deus, mas apresentou a verdade claramente (2 Coríntios 4:2).

Assim como Deus, na criação, usou a luz para dissipar as trevas, Ele deu-nos o Seu Filho, Jesus, para dissipar visões falsas sobre Ele e para nos mostrar a verdade sobre Deus. “na face de Jesus Cristo.” adquirimos o conhecimento mais claro do Pai (2 Coríntios 4:6).

Jesus reflectiu com precisão o Pai, o que também somos chamados a fazer, pois somos convidados a ser “imitadores de Deus, como filhos amados” (Efésios 5:1). O que significa isto? Como é que Jesus nos pode ensinar a ser “imitadores” de Deus?

26.10.20

Revealing the Father (2)

Monday, October 26


In the moving prologue to his Gospel (John 1:1-18), John discusses Jesus as the eternal “Word.” John’s claims for Jesus are not timid or limited; they are bold and cosmic in scope. Jesus was in existence before the world came into being – from eternity, actually. In fact, Jesus is the agent of creation (John 1:2, 3). He is “the light of men” (John 1:4), and, as the Word who came into the world, He “lighteth every man” (John 1:9).

According to John, what is the result of Christ’s becoming a human being? As the Word, what light did He bring? What qualifications does He possess to do so? John 1:14, 18.

“The Light appeared when the world’s darkness was deepest … .

“There was but one hope for the human race … that the knowledge of God might be restored to the world.

“Christ came to restore this knowledge. He came to set aside the false teaching by which those who claimed to know God had misrepresented Him. He came to manifest the nature of His law, to reveal in His own character the beauty of holiness.” Ellen G. White, Education, pp. 74-76.

Everything Jesus did in His life on earth had a single purpose: “the revelation of God for the uplifting of humanity.” Education, p. 82.

Jesus Himself says, “he that hath seen me hath seen the Father” (John 14:9). What was the setting of Jesus’ statement? Why did He make it? John 14:1-14.

It is tempting to criticize Philip’s blundering statement (John 14:8). After years of close fellowship with Jesus, he still misses the essential point of the incarnation – that Jesus has come to show the Father’s character. Perhaps teachers today can take some comfort in the fact that one of the Master Teacher’s pupils performed so badly! Philip’s statement is probably recorded, though, not to give us reason to criticize him but to give us opportunity to examine ourselves. How long have we walked with Jesus? And have we understood Jesus any better than Philip had? “Whoever has seen me has seen the Father.”

Revealing the Father

Sunday, October 25


What are the most important points the apostle makes about Jesus at the beginning of the Epistle to the Hebrews? (Hebrews 1:1-4).

New Testament authors repeatedly accent a significant idea: Jesus comes to earth to show human beings who the Father is. In past times, God’s revelation came in a fragmented way through the prophets; in Jesus, however, the final and complete revelation of God has come.

Also, in His person, Jesus is “the brightness of His glory” (Hebrews 1:3). As sinful humans, we could not endure full access to the glory of God. As the incarnate Son, Jesus reflects that glory. It is muted in Christ’s humanity so that we might see it and understand clearly the character of God.

Jesus is also “the express image of his person” (Hebrews 1:3). The term used here, the Greek word character, is sometimes used of the impression a seal makes in wax or the representation stamped on a coin. So Jesus is, indeed, “the express image of his person” (Hebrews 1:3).

If we wish to know the Father, we must listen carefully to what the Master Teacher says about Him. And we must watch the Master Teacher, as well. The Father is seen in the Son.

Compare Hebrews 1:1-4 with 2 Corinthians 4:1-6. In 2 Corinthians 4:1-6, who is Jesus, and what do we learn from Him?

As they educate others about God, Paul and his coworkers seek to reflect Jesus’ own teaching ministry about the Father. As “the image of God” (2 Corinthians 4:4), Jesus brought us knowledge about God the Father. Similarly, Paul avoids deception and distortion of God’s Word and, instead, sets forth the truth plainly (2 Corinthians 4:2).

Just as God, at creation, used light to dispel darkness, He has given us His Son, Jesus, to dispel false views about Him and to show us the truth about God. It is in “the face of Jesus” that we gain the clearest knowledge of God (2 Corinthians 4:6).

Jesus accurately reflected the Father, something we too are called to do since we are invited to “Be ye therefore followers of God, as dear children;” (Ephesians 5:1). What does that mean, and what can we learn from Jesus about how to be “ followers” of God?

25.10.20

Jesus Como Mestre Dos Mestres

Lição 5, 24 a 30 de Outubro


Sábado à tarde

VERSO ÁUREO: “Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.” 2 Coríntios 4:6


Billy Graham conta a história de quando foi visitar soldados num hospital de campanha, na companhia do general daqueles homens. Um jovem soldado “estava tão mutilado que permanecia deitado de bruços numa engenhoca de lona e aço”. Um médico sussurrou a Graham: “Duvido que ele volte a andar”. O soldado fez um pedido ao general: “Senhor, [...], eu lutei por si, mas nunca o vi. Posso ver a sua face?”. Então, o general baixou-se, deslizou debaixo da engenhoca de lona e aço e conversou com o soldado. Enquanto Graham observava, uma lágrima caiu do soldado na face do general.

Na época do nascimento de Jesus, a humanidade estava mutilada e ensanguentada, necessitando de uma visão curativa de Deus. É como se a humanidade implorasse: “Ó, Deus, poderíamos ver a Tua face?”. Ao enviar o Seu Filho a este planeta, o Pai enviou o Mestre dos mestres numa missão: mostrar a Sua face à humanidade. Desde então, temos o maravilhoso privilégio de contemplar “o conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo” (2 Coríntios 4:6).

Ao vermos o Mestre dos mestres vir à Terra, o que aprendemos com Ele?

"God Will Have a People" - "Deus Terá um Povo"

"Sim, no fim dos tempos, Deus terá um povo. Um povo que permanecerá fiel à verdade pura, a uma mensagem bíblica completa, à missão que lhe foi confiada pelo próprio Deus. Eles se apoiarão em Cristo para todas as suas necessidades. Eles aceitarão totalmente a justiça de Cristo e o poder interior no desenvolvimento do seu caráter através da Sua liderança, enquanto apressam a Sua segunda vinda."

[Legendado, entre outras línguas, em português.]

"Yes, at the end of time, God will have a people. A people who will remain true to pure truth, to a full biblical message, to the mission entrusted to them by God Himself. They will lean on Christ for all their needs. They will be fully accepting of Christ’s righteousness and indwelling power in developing their characters through His leading as they hasten His second coming."

24.10.20

Jesus as the Master Teacher

Lesson 5, October 24-30


Sabbath Afternoon

Memory Text: “For God, who commanded the light to shine out of darkness, hath shined in our hearts, to give the light of the knowledge of the glory of God in the face of Jesus Christ.” 2 Corinthians 4:6


Billy Graham tells the story of when he visited soldiers at a field hospital in the company of their general. One young soldier “was so mangled that he lay facedown on a canvas-and-steel contraption.” A doctor whispered to Graham, “I doubt he’ll ever walk again.” The soldier made a request of the general: “Sir, … I fought for you, but I’ve never seen you. Could I see your face?” So the general got down, slid under that canvas-and-steel contraption, and talked with the soldier. As Graham watched, a tear fell from the soldier onto the general’s cheek.

At the time of Jesus’ birth, humanity lay mangled and bleeding, in need of a healing vision of God. It is as though humankind pleaded, “Oh, God, could we see Your face?” In sending His Son to this planet, the Father sent the Master Teacher on a mission: to show humankind His face. Ever since, we have had the wondrous privilege of beholding “the knowledge of the glory of God in the face of Jesus Christ” (2 Corinthians 4:6).

As we watch the Master Teacher make His way to Earth, what can we learn from Him?

Mending Broken People: The 3ABN Miracle Story (full 3 hours)

Discover the inspired true story of how 3ABN came to be through the experiences of those who lived it. In these intimate interviews you will see God's hand moving and the lives that were changed in the process. This is the full 3-hour program, undivided.

23.10.20

Lição 4 | A Cosmovisão Bíblica (Escola Sabatina 4T/2020)

The Biblical Worldview (4 of 13) with Pastor Fred Dana

The Biblical Worldview - with Robert Blais

Shawn Brummund - The Eyes of the Lord: The Biblical Worldview

Estudo Adicional 23.10.20

Sexta-feira, 23 de Outubro


“O verdadeiro objectivo da educação é restaurar a imagem de Deus na alma” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 439). Com esta ideia em mente, podemos ver porque é que uma sólida cosmovisão cristã é essencial para a educação adventista. Afinal, como vimos anteriormente, a educação em si não é necessariamente boa. As pessoas podem ser educadas, e até muito instruídas, em ideias e atitudes contraditórias aos princípios encontrados na Bíblia. Por esta razão, como Adventistas do Sétimo Dia, o nosso sistema de educação deve ser fundamentado na cosmovisão cristã. Isto significa que todos os campos gerais da educação, ciência, história, moralidade, cultura e assim por diante serão ensinados a partir desta perspectiva, em oposição a um campo que a contradiz ou simplesmente a ignora. Além disto, como dito anteriormente, mas que vale a pena repetir: não existe uma perspectiva neutra; toda a vida, toda a realidade, é vista através dos filtros da cosmovisão de alguém, seja ela considerada ou não de modo convincente e sistemático. Portanto, é essencial que a cosmovisão bíblica forme o fundamento de toda a educação Adventista do Sétimo Dia.

Perguntas para consideração:

1. Existem exemplos na História em que sistemas inteiros de educação foram (ou são) muito destrutivos? Quais foram alguns destes exemplos? O que aprendiam os alunos nesses sistemas e que lições aprendemos com eles? Como podemos proteger o nosso sistema educativo destas influências destrutivas?

2. Analisamos alguns dos principais pontos da cosmovisão cristã: a existência de Deus, a criação, a Bíblia, o plano da redenção e a lei de Deus. Que elementos importantes devem ser incluídos na formulação completa de uma cosmovisão cristã?

3. Um pensador do século 18 escreveu: “Ó consciência! Consciência! Tu, instinto divino. Tu, certo guia de um ser ignorante e confinado, embora inteligente e livre – tu, juiz infalível do bem e do mal, que faz o homem assemelhar-se à Divindade”. O que está certo ou errado nesta posição?

4. Examine outra vez esta declaração de Ellen G. White: “O verdadeiro objectivo da educação é restaurar a imagem de Deus na alma”. O que significa isto? Porque deve a educação adventista ser tão diferente da visão de educação do mundo?

Further Thought 23.10.20

Friday, October 23


“The true object of education is to restore the image of God in the soul.” Ellen G. White, Patriarchs and Prophets, p. 595. With this idea in mind, we can see why a solid Christian worldview is essential for Adventist education. After all, as we noted earlier, education in and of itself is not necessarily good. People can be educated, even highly educated, in ideas and attitudes that are contradictory to the principles found in the Bible. That’s why, as Seventh-day Adventists, our educational system must be based on the Christian worldview. This means, then, that all general fields of education, science, history, morality, culture, and so forth will be taught from that perspective, as opposed to one that contradicts or even just ignores it. Also, as said earlier but worth repeating: there’s no such thing as a neutral perspective; all of life, all of reality, is viewed through the filters of one’s worldview, whether or not that worldview is cogently and systematically thought out. Hence, it is essential that the biblical worldview form the foundation of all Seventh-day Adventist education.

Discussion Questions:

1. What are examples that you can think of from history in which entire systems of education were (or even are) very destructive? What were some of those places, what were students taught there, and what can we learn from them? How can we protect our own educational systems from these destructive influences?

2. This week’s lesson looked at some of the key points of a Christian worldview: the existence of God, the creation, the Bible, the plan of redemption, and the law of God. What other important elements should be included in any complete formulation of a Christian worldview?

3. An eighteenth-century thinker once wrote: “O conscience! Conscience! Thou divine instinct, thou certain guide of an ignorant and confined, though intelligent and free being – thou infallible judge of good and evil, who makes man to resemble the Deity.” What’s right, or wrong, with that position?

4. Look at this Ellen G. White statement again: “The true object of education is to restore the image of God in the soul.” What does that mean? How does this show us why Adventist education must be so different from much of how the world itself views education?

22.10.20

A Lei de Deus

Quinta-feira, 22 de Outubro


Há alguns anos, a França estava a debater a questão da pena de morte: deveria ser abolida? Os defensores da sua abolição contactaram um famoso escritor e filósofo francês chamado Michel Foucault e pediram que ele escrevesse um editorial no nome deles. No entanto, o que ele fez foi não só defender a abolição da pena de morte, mas a abolição completa de todo o sistema prisional e a libertação dos prisioneiros.

Porquê? Porque, para Michel Foucault, todos os sistemas de moralidade eram apenas construções humanas, ideias colocadas em prática por aqueles que estavam no poder para controlar as massas. Portanto, estes códigos morais não tinham legitimidade real.

Por mais extrema que seja a sua posição, o que vemos aqui é uma consequência lógica de um problema que não é tão novo. Moisés lidou com ele no antigo Israel há milhares de anos. “Não fareis conforme tudo o que hoje fazemos aqui, cada qual tudo o que bem parece aos seus olhos” (Deuteronómio 12:8; veja também Juízes 17:6; Provérbios 12:15).

No entanto, se não devemos fazer o que é apenas certo aos nossos olhos – ou seja, se não somos justos, santos nem suficientemente imparciais para saber o que é moralmente correcto, como podemos saber o que fazer? A resposta é que o Criador também nos deu um código moral para viver. Talvez não consigamos entender, mas o Senhor entende sempre.

5. O que ensinam estes textos sobre conduta moral? Deuteronómio 6:5; Marcos 12:29-31; Apocalipse 14:12

Se quisermos tornar a redenção central na nossa cosmovisão cristã, a lei de Deus (os Dez Mandamentos) também deve ser central. Afinal, de que somos redimidos senão do pecado, que é a transgressão da lei (Romanos 3:20)? O evangelho não faz sentido sem a lei de Deus. Esta é uma das razões pelas quais sabemos que a Lei ainda é obrigatória para nós, apesar da sua incapacidade de nos salvar. Por isso precisamos do evangelho.

Portanto, toda a educação Adventista do Sétimo dia deve enfatizar o que Ellen White chamou de “perpetuidade da lei” (O Grande Conflito, p. 63), que inclui o Sábado. Se educar é restaurar em nós a imagem de Deus tanto quanto possível nesta vida, então, mesmo no nível mais fundamental, a lei de Deus deve ser mantida, à luz do exemplo de Cristo, como o código moral que nos mostra o que é realmente bom aos olhos do Pai.

22 de Outubro de 1844 - 2020

“Passando em revista a nossa história, percorrendo todos os passos de nosso progresso até ao estado atual, posso dizer: “Louvado seja Deus!” Quando vejo o que Deus tem executado, encho-me de admiração por Cristo, e de confiança nEle como dirigente. Nada temos a recear no futuro, a não ser que nos esqueçamos do caminho pelo qual Deus nos tem conduzido.” Vida e Ensinos, p. 204.1

"E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. Romanos 13:11



The Law of God

Thursday, October 22


Years ago, in France, the nation was debating the question of capital punishment: should it be abolished? Advocates for its abolishment contacted a famous French writer and philosopher named Michel Foucault and asked him to pen an editorial on their behalf. What he did, however, was advocate, not for abolishing just the death penalty, but for abolishing the whole prison system entirely and letting all the prisoners go free.

Why? Because for Michel Foucault all systems of morality were merely human constructs, human ideas put in place by those in power in order to control the masses. Hence, these moral codes had no real legitimacy.

However extreme his position, what we see here is a logical consequence of a problem that is not really so new. Moses dealt with it in ancient Israel thousands of years ago. “Ye shall not do after all the things that we do here this day, every man whatsoever is right in his own eyes.” (Deuteronomy 12:8; see also Judges 17:6, Proverbs 12:15).

However, if we shouldn’t do what is right in merely our own eyes – that is, we ourselves are not righteous, holy, and objective enough to know what is morally correct – then how do we know what to do? The answer, or course, is that the Lord who created us also gave us a moral code to live by. Maybe our eyes can’t get it right, but the Lord’s always do.

What do these texts teach us about moral conduct? Deuteronomy 6:5, Mark 12:29-31, Revelation 14:12.

If we are going to make redemption central to our Christian worldview, then (as we saw last week) God’s law, the Ten Commandments, must be central, as well. After all, what are we redeemed from if not sin, which is breaking the law (Romans 3:20)? The gospel really makes no sense apart from the law of God, which is one reason we know that the law is still binding for us, despite its inability to save us. (That’s why we need the gospel.)

Therefore, all Seventh-day Adventist education must emphasize what Ellen White has called “the perpetuity of the law” (The Great Controversy, p. 63), which includes the Sabbath. If education is to help restore the image of God in us as far as possible in this life, then even at the most basic level God’s law must be held up, in light of Christ’s example, as the moral code that shows us what truly is right in God’s eyes.

Preparai-vos! Preparai-vos! Preparai-vos!

"Numa visão dada em 27 de Junho de 1850, meu anjo acompanhante disse: “O tempo está quase terminado. Refletis, como deveis, a amorável imagem de Jesus?” Foi-me indicada então a Terra e vi que tinha de haver uma preparação da parte daqueles que nos últimos tempos abraçaram a terceira mensagem angélica. Disse o anjo: “Preparai-vos, preparai-vos, preparai-vos. Tereis de experimentar uma morte para o mundo, maior do que jamais experimentastes antes.” Vi que havia grande obra a ser feita por eles e pouco tempo para fazê-la." Primeiros Escritos, p. 64.1

"Então os meus olhos foram afastados da glória e foi-me indicado o remanescente na Terra. Disse-lhes o anjo: “Quereis escapar às sete últimas pragas? Quereis ir para a glória e desfrutar tudo que Deus tem preparado para os que O amam e estão dispostos a sofrer por Seu amor? Então tereis de morrer para que possais viver. Preparai-vos, preparai-vos, preparai-vos. Precisais ter maior preparo do que até agora, pois o dia do Senhor vem, terrível tanto em ira como em vingança, para desolar a Terra e destruir dela os pecadores. Sacrificai tudo a Deus. Deponde tudo sobre o Seu altar — o eu, a propriedade e tudo o mais — como um sacrifício vivo. Tudo é reclamado para entrar na glória. Acumulai para vós um tesouro no Céu, onde nem os ladrões roubam nem a ferrugem consome. Tereis de ser participantes dos sofrimentos de Cristo aqui, se esperais participar com Ele de Sua glória no além.” Primeiros Escritos, p. 66.2

"Vi que o remanescente não estava preparado para o que está para sobrevir à Terra. Estupefação, como letargia, parece possuir a mente da maioria dos que professam crer que estamos vivendo a última mensagem. Meu anjo assistente clamou com impressionante solenidade: “Aprontai-vos! Aprontai-vos! Aprontai-vos pois a ardente ira do Senhor está para vir! Sua ira está para ser derramada, sem mistura de misericórdia, e todavia não estais prontos. Rasgai o coração, e não os vestidos. Uma grande obra deve ser feita pelo remanescente. Muitos deles estão se demorando sobre pequenas provas.” Disse o anjo: “Legiões de anjos maus estão ao redor de vós, procurando introduzir suas terríveis trevas, a fim de serdes enlaçados e apanhados. Permitis que vossa mente demasiado pronto se desvie da obra de preparação e das todo-importantes verdades para estes últimos dias. E vos demorais sobre pequenas provas e entrais em minúcias especiais de pequenas dificuldades, a fim de explicá-las para satisfação deste ou daquele.” Tem-se alongado por horas conversação entre as partes envolvidas, e não somente o seu tempo tem sido perdido, mas os servos de Deus são retidos para ouvi-los, quando o coração de ambas as partes não está subjugado pela graça. Se o orgulho e o egoísmo fossem postos de lado, cinco minutos bastariam para remover a maioria das dificuldades. Anjos têm sido ofendidos e Deus desagradado pelas horas que são gastas em justificação do eu. Vi que Deus não Se curvará para ouvir alongadas justificações, e Ele não deseja que os Seus servos o façam, e assim se esbanje precioso tempo que devia ser empregado em mostrar aos transgressores o erro de sua conduta, e tirando almas do fogo." Primeiros Escritos, p. 119.1

Get Ready! Get Ready! Get Ready!

“In a view given June 27, 1850, my accompanying angel said, “Time is almost finished. Do you reflect the lovely image of Jesus as you should?” Then I was pointed to the earth and saw that there would have to be a getting ready among those who have of late embraced the third angel’s message. Said the angel, “Get ready, get ready, get ready. Ye will have to die a greater death to the world than ye have ever yet died.” I saw that there was a great work to do for them and but little time in which to do it.” Early Writings, p. 64.1

“Then my eyes were taken from the glory, and I was pointed to the remnant on the earth. The angel said to them, “Will ye shun the seven last plagues? Will ye go to glory and enjoy all that God has prepared for those who love Him and are willing to suffer for His sake? If so, ye must die that ye may live. Get ready, get ready, get ready. Ye must have a greater preparation than ye now have, for the day of the Lord cometh, cruel both with wrath and fierce anger, to lay the land desolate and to destroy the sinners thereof out of it. Sacrifice all to God. Lay all upon His altar—self, property, and all, a living sacrifice. It will take all to enter glory. Lay up for yourselves treasure in heaven, where no thief can approach or rust corrupt. Ye must be partakers of Christ’s sufferings here if ye would be partakers with Him of His glory hereafter.” Early Writings, p. 66.2

“I saw that the remnant were not prepared for what is coming upon the earth. Stupidity, like lethargy, seemed to hang upon the minds of most of those who profess to believe that we are having the last message. My accompanying angel cried out with awful solemnity, “Get ready! get ready! get ready! for the fierce anger of the Lord is soon to come. His wrath is to be poured out, unmixed with mercy, and ye are not ready. Rend the heart, and not the garment. A great work must be done for the remnant. Many of them are dwelling upon little trials.” Said the angel, “Legions of evil angels are around you, and are trying to press in their awful darkness, that ye may be ensnared and taken. Ye suffer your minds to be diverted too readily from the work of preparation and the all-important truths for these last days. And ye dwell upon little trials and go into minute particulars of little difficulties to explain them to the satisfaction of this one or that.” Conversation has been protracted for hours between the parties concerned, and not only has their time been wasted, but the servants of God are held to listen to them, when the hearts of both parties are unsubdued by grace. If pride and selfishness were laid aside, five minutes would remove most difficulties. Angels have been grieved and God displeased by the hours which have been spent in justifying self. I saw that God will not bow down and listen to long justifications, and He does not want His servants to do so, and thus precious time be wasted that should be spent in showing transgressors the error of their ways and pulling souls out of the fire.” Early Writings, p. 119.1

21.10.20

Approaching Armageddon

"The prophetic signs are being fulfilled all around us. Jesus Christ is coming soon, and He will crush out evil at Armageddon. Are you ready? Hosted by J. D. and Shelley Quinn with special guest, Steve Wohlberg"

Adorai o Redentor

Quarta-feira, 21 de Outubro


Por mais crucial que a doutrina da criação seja para a nossa fé, ela não aparece sozinha, especialmente no Novo Testamento. Muitas vezes ela vem acompanhada, até indissociavelmente ligada, à doutrina da redenção. Isto acontece porque, sinceramente, neste mundo caído de pecado e morte, apenas a criação não é suficiente. Vivemos, lutamos, sofremos e então, o que acontece? Morremos, acabando, por fim, como as carcaças de animais deixadas ao lado da estrada.

Quão grandioso é isto?

Portanto, temos também, como crucial à nossa cosmovisão, a doutrina da redenção – e isto significa que temos Jesus Cristo, e Ele crucificado, ressurrecto e no centro de tudo o que cremos.

4. De acordo com João 1:1-14, quem era Jesus e o que fez Ele por nós?

Repare também na primeira mensagem angélica: “E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:6, 7). Repare que o “evangelho eterno” está directamente ligado a Deus como Criador. E quando percebemos que o Deus que nos criou é o mesmo Deus que, em carne humana, levou sobre Si o castigo pelos nossos pecados, não é de admirar que sejamos chamados a adorá-Lo. Que outra resposta haveria da nossa parte ao percebermos quem realmente é o nosso Deus?

Por este motivo, Cristo, e Ele crucificado, deve permanecer na frente e no centro de tudo o que ensinamos – um ensino que, na verdade, também deve incluir a Sua segunda vinda, pois, sem ela, a primeira vinda de Cristo não traz todo o benefício que esperamos. Pode-se argumentar, nas Escrituras, que a primeira e a segunda vinda de Cristo são duas partes de um mesmo processo – o plano da salvação.

Reflita na ideia expressa em João 1, de que Aquele que fez “todas as coisas” (João 1:3) também morreu na cruz por nós. Porque deve a adoração ser a resposta natural e irresistível?

Worship the Redeemer

Wednesday, October 21


As crucial as the doctrine of creation is to our faith, the doctrine does not appear alone, especially in the New Testament. It often comes coupled with, even inextricably tied to, the doctrine of redemption. And that’s because, frankly, in a fallen world of sin and death, creation alone isn’t enough. We live, we struggle, we suffer (as we all do), and then – what? We die, ultimately winding up no different from animal carcasses left on the side of the road.

How great is that?

Hence, we have, as crucial to our worldview, the doctrine of redemption as well – and that means we have Jesus Christ and Him crucified and resurrected at the center of all that we believe.

Read John 1:1-14. What are these texts telling us about who Jesus was and what He has done for us?

Look also at the first angel’s message: “And I saw another angel fly in the midst of heaven, having the everlasting gospel to preach unto them that dwell on the earth, and to every nation, and kindred, and tongue, and people, Saying with a loud voice, Fear God, and give glory to him; for the hour of his judgment is come: and worship him that made heaven, and earth, and the sea, and the fountains of waters.” (Revelation 14:6, 7). Notice that the “everlasting gospel” is linked directly to God as the Creator. And when we realize that the God who created us is the same God who, in human flesh, bore the punishment for our sin upon Himself – it is no wonder we are called to worship Him. What other response should there be from us when we realize what our God is really like?

For this reason, Christ and Him crucified must remain front and center to all that we teach – a teaching that, in fact, must include the Second Coming, as well, because Christ’s first coming doesn’t really do us a whole lot of good apart from the second, does it? One could argue, from Scripture, that Christ’s first and second coming are two parts of one event – the plan of salvation.

Dwell more on the idea, expressed in John 1, that the One who made all “that was made” (John 1:3) was the One who died on the cross for us. Why should worship be the overwhelming natural response?

Western U.S. Fiery Apocalypse

"The western U.S. is burning. In California alone, over 8,000 fires have blazed this fire season. The devastation is unimaginable. Is this an omen of things to come? Read 2 Peter 3:10. The White Horse Media team shares Bible insights you need to know."

A Cosmovisão Bíblica

Terça-feira, 20 de Outubro


Como dissemos na introdução da lição desta semana, nenhum de nós vê o mundo de uma posição neutra. Por exemplo, um ateu olha para o arco-íris no Céu e não vê nada além de um fenómeno natural. Para ele, não há significado diferente daquele que o ser humano decide dar. Por outro lado, alguém que vê o arco-íris a partir da cosmovisão bíblica não vê apenas o fenómeno natural, a água e a luz a interagir, mas também uma reafirmação da promessa de Deus de não destruir o mundo outra vez com água (Génesis 9:13-16). “Quão grande é a condescendência de Deus, e Sua compaixão por Suas criaturas falíveis, colocando assim o belo arco-íris nas nuvens como sinal de Seu concerto com os homens! O Senhor declara que, ao olhar Ele o arco, lembrar-Se-á de Seu concerto. Isto não implica que houvesse de esquecer-Se; Ele, porém, fala-nos em nossa linguagem para que melhor O possamos compreender. Era o propósito de Deus que, quando os filhos das gerações posteriores perguntassem a significação do arco glorioso que abrange os céus repetissem seus pais a história do dilúvio, e lhes dissessem que o Altíssimo distendeu o arco, e o colocou nas nuvens como uma segurança de que as águas nunca mais inundariam a Terra.” Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 106

Para nós, Adventistas do Sétimo Dia, a Bíblia continua a ser o texto fundamental da nossa fé. Ela ensina a cosmovisão, o “filtro” pelo qual devemos ver e compreender o mundo, que pode ser um lugar muito assustador e complicado. As Escrituras criam o modelo para nos ajudar a entender melhor a realidade em que nos encontramos, da qual fazemos parte, e que, muitas vezes, nos confunde e perturba.

3. Que verdades nos textos a seguir nos podem ajudar a entender melhor a realidade em que existimos? Efésios 6:12; Marcos 13:7; Romanos 5:8; 8:28; Eclesiastes 9:5; Apocalipse 20:5, 6

Como Adventistas do Sétimo Dia, devemos seguir com firmeza os ensinos da Bíblia, pois esta é a verdade revelada por Deus ao ser humano. Ela explica-nos muitas coisas sobre o mundo que, de outra forma, não conheceríamos nem entenderíamos. Portanto, toda a educação cristã deve estar enraizada e fundamentada na Palavra de Deus, e todo ensino contrário a ela deve ser rejeitado.

Que ensinos da Bíblia contradizem outras crenças que as pessoas sustentam? O que nos ensina esta diferença sobre a importância de seguirmos fielmente a Palavra de Deus?

The Biblical Worldview

Tuesday, October 20


As said in the introduction, none of us view the world from a neutral position. For example, an atheist looks at a rainbow in the sky and sees nothing but a natural phenomenon. It has no meaning other than that which humans decide to give it. In contrast, someone eyeing it from a biblical worldview sees not just the natural phenomenon, the water and light interacting, but also a reaffirmation of God’s promise not to destroy the world again by water (Genesis 9:13-16). “How great the condescension of God and His compassion for His erring creatures in thus placing the beautiful rainbow in the clouds as a token of His covenant with men … . It was God’s purpose that as the children of after generations should ask the meaning of the glorious arch which spans the heavens, their parents should repeat the story of the Flood, and tell them that the Most High had bended the bow and placed it in the clouds as an assurance that the waters should never again overflow the earth.” Ellen G. White, Patriarchs and Prophets, p. 106.

For Seventh-day Adventists, the Bible remains the foundational text of our faith. It teaches the worldview, the “filter,” by which we are to see and understand the world, which can be a very daunting and complicated place. Scripture creates the template to help us better understand the reality we find ourselves in, which we are part of, and are often confused and befuddled by it.

What truths are found in the following texts that can better help us understand the reality we exist in? Ephesians 6:12; Mark 13:7; Romans 5:8; 8:28; Ecclesiastes 9:5; Revelation 20:5, 6.

As Seventh-day Adventists, we must firmly adhere to the teachings of the Bible, for this is God’s revealed truth to humans, explaining for us many things about the world that we would otherwise not know or understand. Hence, all Christian education must be rooted and grounded in the Word of God, and any teaching contrary to it must be rejected.

What are some teachings of the Bible that contradict other beliefs that people hold? What should this difference teach us about how important it is that we adhere faithfully to the Word of God?

19.10.20

A Pergunta de Leibniz

Segunda-feira, 19 de Outubro


Há muitos anos, um pensador e escritor alemão chamado Gottfried Wilhelm Leibniz fez provavelmente a pergunta mais básica e fundamental: “Porque é que há algo em vez de nada?”

2. Como é que os textos a seguir respondem à pergunta de Leibniz? Génesis 1:1; João 1:1-4; Êxodo 20:8-11; Apocalipse 14:6, 7; Jó 12:7-10

É impressionante como a existência de Deus é assumida na Bíblia. Génesis 1:1 não começa com uma série de argumentos lógicos (embora existam muitos) para a existência de Deus. O texto apenas pressupõe a Sua existência (veja também Êxodo 3:13, 14), e, a partir deste ponto inicial, Deus como Criador, a Bíblia e toda a verdade revelada nas suas páginas são mostrados.

A doutrina da criação também é fundamental para toda a educação cristã. Tudo aquilo em que cremos como cristãos apoia-se na doutrina da criação em seis dias. A Bíblia não começa com uma declaração sobre a expiação, sobre a lei, a cruz, a ressurreição nem mesmo sobre a segunda vinda de Cristo.

Ela começa com uma declaração sobre Deus como Criador, pois nenhum desses outros ensinos faz algum sentido se não considerarmos a realidade de Deus como o nosso Criador.

Portanto, uma cosmovisão bíblica deve enfatizar a importância da doutrina da criação. Esta ênfase também se torna muito importante, pois este ensino tem sofrido um ataque frontal em nome da ciência. A evolução – em que bilhões de anos de vida evoluíram lentamente aos trancos e barrancos, tudo por acaso – quase destruiu a fé na Bíblia para um incontável número de pessoas. É difícil imaginar um ensino mais contrário à Bíblia e à fé cristã em geral do que a evolução. Por isso, a ideia de que a evolução pode, de alguma forma, ser harmonizada com a doutrina bíblica da criação é ainda pior que a evolução ateísta. Isto não pode ser feito sem zombar da Bíblia e da fé cristã como um todo.

Deus pede que dediquemos um sétimo da nossa vida, cada semana, para nos lembrar da criação em seis dias, algo que Ele não pede em relação a nenhum outro ensino. O que revela isto sobre como esta doutrina é fundamental e importante para uma cosmovisão cristã?

Leibniz’s Question

Monday, October 19


Many years ago, a German thinker and writer named Gottfried Wilhelm Leibniz asked what is probably the most basic and foundational question possible: “Why is there something instead of nothing?”

How do the following texts answer Leibniz’s question? Genesis 1:1; John 1:1-4; Exodus 20:8-11; Revelation 14:6, 7; Job 12:7-10.

It’s fascinating how in the Bible the existence of God is just assumed. Genesis 1:1 doesn’t start out with a bunch of logical arguments (though many exist) for the existence of God. It just assumes His existence (see also Exodus 3:13, 14), and from that starting point, God as Creator, the Bible, and all the truth revealed in its pages unfolds.

The doctrine of creation is also foundational to any Christian education. Everything we believe as Christians, everything, rests on the doctrine of the six-day creation.

The Bible didn’t begin with a statement about atonement, or about the law, or about the cross, or about the resurrection, or about the Second Coming. No, it began with a statement about God as Creator, because none of these other teachings makes any sense apart from the reality of God as our Creator.

Hence, again, a biblical worldview must emphasize the importance of the doctrine of creation. This emphasis, too, becomes very important, because the teaching has faced a full-frontal assault in the name of science. Evolution – billions of years of life slowly evolving by fits and starts, all by chance – has all but destroyed faith in the Bible for untold millions. It’s hard to imagine a teaching more antithetical to the Bible and to the Christian faith in general than evolution. That’s why the idea that evolution can somehow be made to harmonize with the biblical doctrine of creation is even worse that atheistic evolution. It can’t be done, not without making a mockery of the Bible and of the Christian faith as a whole.

God asks us to spend one seventh of our lives, every week, to remember the six-day creation, something He asks for no other teaching. What should that tell us about how foundational and important this doctrine is to a Christian worldview?

18.10.20

Os Olhos do Senhor

Domingo, 18 de Outubro


Um professor da Universidade de Oxford apresentou a teoria de que nós, o mundo e tudo o que nos rodeia – nada disto é real. Em vez disso, somos criações digitais de uma raça de extra-terrestres com super-computadores.

Embora esta seja uma teoria curiosa, ela levanta uma questão crucial: Qual é a natureza da realidade?

Existem duas respostas possíveis muito amplas, mesmo que apenas uma seja racional. A primeira é que o Universo, e tudo o que nele há, incluindo nós, simplesmente existe. Nada o criou, nada o formou. Ele apenas está aí. É simplesmente um facto inexplicável. Não há Deus, não há deuses, não há nada divino. A realidade é puramente material, puramente natural. Como foi dito há 2.500 anos (esta não é uma ideia nova), existem apenas “átomos e o vazio”.

A outra visão é que um ser (ou seres) divino criou o Universo. Isto parece mais lógico, racional e sensato do que a ideia de que o Universo apenas existe, sem nenhuma explicação para ele. Esta posição abrange o mundo natural, o mundo dos “átomos e do vazio”, mas não está limitada a ele. Ela aponta para uma realidade muito mais ampla, profunda e multifacetada do que a visão ateísta-materialista tão frequente hoje.

1. O que revelam os textos a seguir sobre as ideias destacadas na lição de hoje? Salmos 53:1; Provérbios 15:3; João 3:16; Isaías 45:21; Lucas 1:26-35

É fundamental para toda educação cristã a realidade não apenas de Deus, mas do tipo de Deus que Ele é, um Ser pessoal que nos ama, interage connosco e faz milagres em nosso favor. Embora use as leis naturais, o Senhor não está limitado por essas leis e pode transcendê-las quando desejar (como na concepção virginal de Jesus). O ensino desta visão é especialmente pertinente nos nossos dias, pois grande parte do mundo intelectual ensina abertamente, e sem nenhum arrependimento, a cosmovisão ateísta e naturalista, afirmando erradamente que a ciência sustenta esta cosmovisão.

A cosmovisão ateísta é estreita e limitada, em contraste com a cosmovisão bíblica, que abrange o mundo natural, mas não está limitada por ele. Porque é que a cosmovisão bíblica, teísta, é simplesmente muito mais lógica e racional do que a sua rival ateísta?