31.7.18

The Rogue Tesla Mechanic Resurrecting Salvaged Cars

A Visita de Ananias

Terça-feira, 31 de Julho


Quando percebeu que estava a falar com o próprio Jesus, Saulo fez a pergunta que daria a Cristo a oportunidade que Ele estava à espera: “Que farei, Senhor?” (Atos 22:10). A pergunta indica contrição por causa das suas ações até aquele momento; porém, mais importante ainda, ela expressa uma disposição incondicional de que Jesus guiasse a sua vida a partir daquele momento. Levado a Damasco, Saulo devia aguardar instruções adicionais.

Em Atos 9:10-19, a Bíblia revela como o Senhor atuara para preparar Saulo de Tarso para a sua nova vida como o “apóstolo Paulo”. Numa visão, Jesus incumbiu Ananias de visitar Saulo e colocar as mãos sobre ele para que a sua visão fosse restaurada. Ananias, no entanto, já sabia quem era Saulo, como também sabia quantos irmãos já tinham sofrido e até perdido a vida por causa dele. De igual maneira, ele entendia muito bem porque Saulo estava em Damasco e, com certeza, não queria tornar-se na sua primeira vítima ali. A hesitação de Ananias é perfeitamente compreensível.

Entretanto, Ananias não sabia que Saulo acabara de ter um encontro pessoal com Jesus, o que mudaria a sua vida para sempre. Ele não sabia que, em vez de continuar a trabalhar para o Sinédrio, Saulo – para o espanto de Ananias – tinha sido recém-chamado por Cristo para trabalhar para Ele. Isto significava que Saulo já não era um apóstolo do Sinédrio, mas um instrumento escolhido por Cristo para levar o evangelho a judeus e gentios.

3. De acordo com Gálatas 1:1, 11, 12, que reivindicação especial fez Paulo em relação ao seu ministério apostólico?

Em Gálatas, Paulo insistiu em dizer que tinha recebido a sua mensagem e o seu apostolado diretamente de Jesus Cristo, não de nenhuma fonte humana. Isto não contradiz necessariamente a função desempenhada por Ananias no seu chamado. Ao visitá-lo, Ananias apenas confirmou a comissão que Saulo já recebera do próprio Jesus na estrada de Damasco.

Na verdade, a mudança na vida de Saulo foi tão dramática que não lhe pode ser atribuída nenhuma causa humana. Somente a intervenção divina pode explicar como o mais obstinado adversário de Jesus pudesse, de repente, aceitá-Lo como Salvador e Senhor, abandonar tudo – convicções, reputação e carreira – e tornar-se o Seu apóstolo mais dedicado e produtivo.

A conversão de Saulo ilustra a atuação da graça. Embora duvidemos de que algumas pessoas aceitarão a verdadeira fé, o que aprendemos com a história de Saulo a respeito delas?

Ananias’s Visit

Tuesday, July 31


When he realized he was talking to Jesus Himself, Saul asked the question that would give Jesus the opportunity He was looking for: ”What shall I do, Lord?” (Acts 22:10, NKJV). The question indicates contrition in view of his actions up to that moment, but more important, it expresses an unconditional willingness to let Jesus guide his life from then on. Taken to Damascus, Saul was to wait for further instructions.

In Acts 9:10-19, the Bible reveals how the Lord was working to prepare Saul of Tarsus for his new life as the apostle Paul. In a vision, Jesus gave Ananias the assignment to visit Saul and lay his hands on him for the restoration of his sight. Ananias, however, already knew who Saul was, as well as how many of the brethren had suffered and even lost their lives because of him. He was also well informed of the very reason why Saul was in Damascus, and so, surely, he did not want to become Saul’s first victim there. His hesitation was understandable.

Yet, what Ananias did not know was that Saul had just had a personal encounter with Jesus that changed his life forever. He did not know that, instead of still working for the Sanhedrin, Saul—to Ananias’s astonishment—had just been called by Jesus to work for Him, which means that Saul was no longer an apostle of the Sanhedrin but Jesus’ chosen instrument to take the gospel to both Jews and Gentiles.

Read Galatians 1:1, 11, 12. What special claim does Paul make with regard to his apostolic ministry?

In Galatians, Paul insists that he received his message and his apostleship directly from Jesus Christ, not from any human source. This does not necessarily contradict the role performed by Ananias in his call. When visiting him, Ananias just confirmed the commission Saul had already received on the Damascus road from Jesus Himself.

In fact, the change in Saul’s life was so dramatic that no human cause can be assigned to it. Only divine intervention can explain how Jesus’ most obsessive opponent would suddenly embrace Him as Savior and Lord, leave everything—convictions, reputation, career—behind, and become His most devoted and prolific apostle.

In what ways does Saul’s conversion illustrate the operation of God’s wonderful grace? What can you learn from his story concerning those in your life whom you doubt will ever come to true faith?

30.7.18

1360HP NIO EP9 @ Goodwood

Na Estrada de Damasco

Segunda-feira, 30 de Julho


2. Leia Atos 9:3-9. O que aconteceu quando Paulo estava a aproximar-se de Damasco? Qual é o significado das palavras de Jesus em Atos 9:5 (veja também Atos 26:14)?

Quando Paulo e os seus companheiros se aproximavam de Damasco, por volta do meio-dia, eles viram uma luz vinda do céu que brilhava intensamente e ouviram uma voz. Aquilo não era apenas uma visão no sentido profético, mas uma manifestação divina, voltada, de certa forma, exclusivamente para Paulo. Os Seus companheiros viram a luz; no entanto, apenas Paulo ficou cego; eles ouviram a voz; mas somente Paulo a compreendeu. O Jesus ressuscitado apareceu pessoalmente a Paulo (Atos 22:14). Paulo insistia em dizer que vira Jesus, o que o tornava igual aos doze apóstolos como uma testemunha da ressurreição e também uma autoridade apostólica (1 Coríntios 9:1; 15:8).

O diálogo seguinte que Paulo teve com Jesus impressionou-o infinitamente mais do que a própria luz. Paulo estava absolutamente convencido de que, ao atacar os seguidores de Jesus de Nazaré, estava a fazer a obra de Deus, purificando o judaísmo daquela heresia perigosa e terrível. Para o seu assombro, no entanto, ele descobriu não apenas que Jesus estava vivo, mas também que, ao infligir sofrimento aos Seus seguidores, ele estava a atacar o próprio Jesus.

Ao falar com Saulo, Jesus usou um provérbio, supostamente de origem grega, com o qual Paulo devia estar familiarizado: “Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões” (Atos 26:14). A imagem é a de um boi debaixo de um jugo, a tentar mover-se contra a vara pontiaguda usada para o guiar. Quando isto acontece, o animal só se fere ainda mais.

Esta afirmação indica uma luta na mente de Paulo – a Bíblia refere-se a isso como a obra do Espírito (João 16:8-11) – que remontava ao que acontecera com Estêvão. “Saulo tinha tido um papel de destaque no julgamento e condenação de Estêvão, e a impressionante evidência da presença de Deus com o mártir o deixara em dúvida quanto à justiça da causa que ele tinha assumido contra os seguidores de Jesus. A Sua mente estava profundamente agitada. Na sua perplexidade, consultou aqueles em cuja sabedoria e discernimento tinha plena confiança. Os argumentos dos sacerdotes e das autoridades convenceram-no, afinal, de que Estêvão tinha sido um blasfemo, que o Cristo sobre o qual o discípulo martirizado pregara tinha sido um impostor” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 112, 113).

Porque é sábio dar atenção à sua consciência? Sem a direção do Espírito Santo, a consciência seria um guia seguro?

On the Damascus Road

Monday, July 30


Read Acts 9:3-9. What happened when Paul was approaching Damascus? What is the significance of Jesus’ words in Acts 9:5 (see also Acts 26:14)?

As Paul and his companions neared Damascus, the unexpected happened: about noon they experienced an intensely bright light from heaven and a voice speaking. This was not merely a vision in the prophetic sense but a divine manifestation, aimed somewhat exclusively at Paul. His companions saw the light; yet, only Paul was blinded; they heard the voice; yet, only Paul understood it. The light was the divine glory of the risen Jesus, who personally appeared to Paul at that moment (Acts 22:14). Elsewhere Paul insists that he had seen Jesus, which made him equal to the Twelve as a witness of His resurrection and apostolic authority (1 Corinthians 9:1, 15:8).

The ensuing dialogue with Jesus struck Paul infinitely more than the light itself. Paul was absolutely convinced that, by attacking the followers of Jesus of Nazareth, he was doing God’s work in purifying Judaism from that dangerous and dreadful heresy. To his dismay, however, he learned not only that Jesus was alive but also that by inflicting suffering on His believers he was attacking Jesus Himself.

When speaking to Saul, Jesus used a proverbial saying supposedly of Greek origin that Paul certainly was familiar with: ”It is hard for you to kick against the goads” (Acts 26:14, NKJV). The image is that of a yoke ox trying to move against the sharp stick used to guide it. When that happens, the animal only hurts itself even more.

This saying may point to a struggle in Paul’s mind—the Bible refers to this as the work of the Spirit (John 16:8-11)—that could go back to what happened with Stephen. “Saul had taken a prominent part in the trial and conviction of Stephen, and the striking evidences of God’s presence with the martyr had led Saul to doubt the righteousness of the cause he had espoused against the followers of Jesus. His mind was deeply stirred. In his perplexity he appealed to those in whose wisdom and judgment he had full confidence. The arguments of the priests and rulers finally convinced him that Stephen was a blasphemer, that the Christ whom the martyred disciple had preached was an impostor, and that those ministering in holy office must be right.”—Ellen G. White, The Acts of the Apostles, pp. 112, 113.

Why is it wise to pay heed to your conscience?

29.7.18

"State of Surveillance"

It is a couple of years old, but you need to see this!

Já tem um par de anos, mas tens que ver isto!

A Conversão de Paulo - Comentário

Perseguidor da Igreja

Domingo, 29 de Julho


Paulo era um judeu helenista. Ele nasceu em Tarso, a capital da Cilícia (Atos 21:39). Contudo, até certo ponto, desviava-se do estereótipo helenista, pois foi levado a Jerusalém, onde estudou sob a orientação de Gamaliel (Atos 22:3), o mestre farisaico mais influente da época. Como fariseu, Paulo era estritamente ortodoxo, embora o seu zelo beirasse o fanatismo (Gálatas 1:14). Por esta razão, ele levou Estêvão à morte e tornou-se a figura fundamental na perseguição que se seguiu.

1. De acordo com Atos 26:9-11, como descreve Paulo as suas ações contra a igreja?

Paulo afirma noutra passagem que o evangelho era uma pedra de tropeço para os judeus (1 Coríntios 1:23). Além do facto de que Jesus não se encaixava na expectativa tradicional judaica dum Messias soberano, eles não podiam, de nenhuma maneira, aceitar a ideia de que Aquele que morrera numa cruz pudesse ser o Messias de Deus, pois as Escrituras declaram que quem é pendurado em madeiro está sob a maldição divina (Deuteronómio 21:23). Portanto, para os judeus a crucificação era em si mesma uma contradição grotesca, a prova mais clara de que as afirmações da igreja sobre Jesus eram falsas.

Lucas descreve Saulo de Tarso, em Atos 9:1, 2, a agir contra os cristãos. Damasco era uma cidade importante que ficava a cerca de 217 quilômetros ao norte de Jerusalém, e possuía uma grande população judaica. Os judeus que viviam fora da Judeia estavam organizados numa espécie de rede, cuja sede estava em Jerusalém (o Sinédrio). As sinagogas funcionavam como centros de apoio para as comunidades locais. Havia constante comunicação entre o Sinédrio e estas comunidades através de cartas normalmente levadas por um shaliah, “enviado” (do hebraico shalah, “enviar”). Um shaliah era um agente oficial nomeado pelo Sinédrio para realizar várias funções religiosas.

Quando Paulo pediu ao sumo sacerdote, o presidente do Sinédrio, que lhe desse cartas dirigidas às sinagogas em Damasco, ele tornou-se um shaliah, com autoridade para prender os seguidores de Jesus e trazê-los para Jerusalém (compare com Atos 26:12). Em grego, o equivalente a shaliah é apostolos, do qual deriva a palavra “apóstolo”. Portanto, antes de ser um apóstolo de Jesus Cristo, Paulo era um apóstolo do Sinédrio.

Já foi zeloso por (ou contra) algo e depois mudou a sua maneira de pensar? Que lições aprendeu com essa experiência?

Persecutor of the Church

Sunday, July 29


Paul was a Hellenistic Jew. His birthplace was Tarsus, the capital of Cilicia (Acts 21:39). Notwithstanding, to a certain extent he deviated from the Hellenistic stereotype, for he was brought to Jerusalem, where he studied under Gamaliel (Acts 22:3), the most influential Pharisaic teacher at the time. As a Pharisee, Paul was strictly orthodox, though his zeal bordered on fanaticism (Galatians 1:14). This is why he led Stephen to his death and became the key figure in the ensuing persecution.

Read Acts 26:9-11. How did Paul describe his actions against the church?

Paul says elsewhere that the gospel was a stumbling block to the Jews (1 Corinthians 1:23). Besides the fact that Jesus did not fit the traditional Jewish expectation of a kingly Messiah, they could by no means accept the idea that the One who had died on a cross could be God’s Messiah, for the Scripture says that anyone who is hung is under God’s curse (Deuteronomy 21:23). To the Jews, therefore, the crucifixion was in itself a grotesque contradiction, the clearest evidence that the church’s claims about Jesus were false.

Acts 9:1, 2 shows Saul of Tarsus in action against believers. Damascus was an important city about one hundred thirty-five miles north of Jerusalem, and it had a large Jewish population. The Jews living outside Judea were organized in a kind of network whose headquarters were in Jerusalem (the Sanhedrin), with the synagogues functioning as supporting centers for the local communities. There was constant communication between the Sanhedrin and such communities through letters normally carried by a shaliah, “one who is sent” (from the Hebrew shalah, “to send”). A shaliah was an official agent appointed by the Sanhedrin to perform several religious functions.

When Paul asked the high priest, the Sanhedrin’s president, for letters addressed to the synagogues in Damascus, he became a shaliah, with authority to arrest any followers of Jesus and bring them to Jerusalem (compare with Acts 26:12). In Greek, the equivalent to shaliah is apostolos, from which the word apostle derives. Thus, before being an apostle of Jesus Christ, Paul was an apostle of the Sanhedrin.

When was the last time you were zealous for (or against) something you later changed your mind about? What lessons should you have learned from that experience?

28.7.18

A Conversão de Paulo

Lição 5, 28 de Julho a 03 de Agosto


Sábado à tarde

VERSO PARA MEMORIZAR: “Vai, porque este é para Mim um instrumento escolhido para levar o Meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel.” Atos 9:15


A conversão de Saulo de Tarso (que se tornou Paulo) foi um dos acontecimentos mais extraordinários da história da igreja apostólica. A importância de Paulo, no entanto, vai muito além da sua própria conversão, pois ele certamente não foi o único inimigo da igreja a tornar-se num cristão genuíno. A questão, em vez disso, diz respeito ao que ele acabou por fazer em prol do evangelho. Paulo tinha sido um incorrigível adversário dos cristãos primitivos, e o mal que ele poderia ter feito à igreja recém-formada era enorme. Ele tinha determinação e apoio oficial para destruir a igreja. No entanto, respondeu fielmente ao chamado de Deus na estrada para Damasco e tornou-se o maior dos apóstolos. “Dentre os perseguidores mais cruéis e implacáveis da igreja de Cristo, surgiu o mais hábil defensor e mais bem-sucedido arauto do evangelho” (Ellen G. White, Paulo, o Apóstolo da Fé e da Coragem, p. 9).

As ações anteriores de Paulo, ao perseguir a igreja primitiva, sempre lhe trariam um profundo senso de indignidade, embora ele pudesse dizer com um sentimento de gratidão ainda mais profundo que a graça de Deus não lhe tinha sido em vão. Com a conversão de Paulo, o cristianismo mudou para sempre.

The Conversion of Paul

Lesson 5, July 28-August 3


Sabbath Afternoon


Memory Text: ”Go! This man is my chosen instrument to proclaim my name to the Gentiles and their kings and to the people of Israel” (Acts 9:15, NIV).

The conversion of Saul of Tarsus (who became Paul) was one of the most remarkable events in the history of the apostolic church. The importance of Paul, however, goes way beyond conversion itself, for Paul is certainly not the only enemy of the church to have become a genuine Christian. The issue, instead, relates to what he ended up doing for the sake of the gospel. Paul had been an incorrigible opponent to the early believers, and the harm he could have done to the infant church was enormous. He had both determination and official support to destroy the church. Yet, he responded faithfully to God’s call on the road to Damascus and became the greatest of the apostles. “From among the most bitter and relentless persecutors of the church of Christ, arose the ablest defender and most successful herald of the gospel.”—Ellen G. White, Sketches from the Life of Paul, p. 9.

Paul’s previous actions in persecuting the early church would always bring him a deep sense of his own unworthiness, though he could say with a still deeper sense of gratitude that God’s grace to him had not been in vain. With Paul’s conversion, Christianity changed forever.

27.7.18

Os Primeiros Líderes da Igreja - Comentário

Estudo adicional - Sexta-feira, 27 de Julho


“A perseguição que sobreveio à igreja de Jerusalém resultou em grande impulso para a obra do evangelho. O êxito tinha acompanhado o ministério da Palavra nesse lugar, e havia o perigo de que os discípulos ali se demorassem por muito tempo, despreocupados em relação à comissão que tinham recebido do Salvador de ir a todo o mundo. Esquecidos de que a força para resistir ao mal é melhor obtida pelo trabalho intenso, começaram a pensar que não havia para eles trabalho tão importante como o de proteger a igreja de Jerusalém dos ataques do inimigo. Em lugar de instruir os novos conversos para levarem o evangelho aos que ainda não o tinham ouvido, estavam em perigo de tomar um caminho que os levaria a sentirem-se satisfeitos com o que já tinha sido alcançado. A fim de espalhar os Seus representantes por outras partes do mundo, de maneira que pudessem trabalhar por seus semelhantes, Deus permitiu que lhes sobreviesse a perseguição. Expulsos de Jerusalém, os crentes ‘iam por toda parte pregando a Palavra.’” Atos 8:4; Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 105

Perguntas para discussão

1. Leia atentamente a citação de Ellen G. White acima sobre os perigos que a igreja primitiva enfrentou em relação à satisfação consigo mesma e com o que tinha sido realizado através dela. Algo que aprendemos com isto é que, contrariamente às noções populares, muitos judeus aceitaram Jesus como o Messias. Ainda mais importante, esta história serve de advertência para o povo de Deus hoje. Como podemos ter certeza de que não estamos concentrados demais em proteger o que já temos, ao contrário de fazer o que realmente deveríamos fazer – alcançar o mundo?

2. Na época dos apóstolos, as relações entre judeus e samaritanos eram marcadas por séculos de hostilidade violenta. Filipe, um judeu helenista, testemunhou de Jesus em Samaria. O que nos ensina isto? Como Adventistas do Sétimo Dia, não estamos imunes aos preconceitos culturais e étnicos. O que nos ensina a cruz sobre o facto de que somos todos iguais diante de Deus? O que nos ensina a universalidade da morte de Cristo sobre o valor infinito de todo ser humano?

3. Como abordou Filipe o etíope (Atos 8:27-30)? Como podemos estar mais abertos às oportunidades de partilhar o evangelho com os outros?

4. Os ensinamentos de Atos 6–8 ajudam-nos a cumprir a missão de maneira mais eficaz?

Further Study - Friday, July 27


“The persecution that came upon the church in Jerusalem resulted in giving a great impetus to the work of the gospel. Success had attended the ministry of the word in that place, and there was danger that the disciples would linger there too long, unmindful of the Saviour’s commission to go to all the world. Forgetting that strength to resist evil is best gained by aggressive service, they began to think that they had no work so important as that of shielding the church in Jerusalem from the attacks of the enemy. Instead of educating the new converts to carry the gospel to those who had not heard it, they were in danger of taking a course that would lead all to be satisfied with what had been accomplished. To scatter His representatives abroad, where they could work for others, God permitted persecution to come upon them. Driven from Jerusalem, the believers ‘went everywhere preaching the word.’ ”—Ellen G. White, The Acts of the Apostles, p. 105.

Discussion Questions:

Read carefully the Ellen G. White quote above about the dangers the early church faced in regard to being satisfied with themselves and what was accomplished through them. First, it means that, contrary to popular notions, many Jews did indeed accept Jesus as the Messiah. But even more important, what warning should we as a people take away from this today? How can we be sure that we aren’t getting too caught up in protecting what we already have, as opposed to doing what we really should be doing—reaching out to the world?

By the time of the apostles, the relations between Jews and Samaritans were marked by centuries of fierce hostilities. What can we learn from the fact that Philip, likely a Jew, bore witness of Jesus in Samaria? Even as Seventh-day Adventists, we are not immune to cultural and ethnic biases. What should the Cross teach us about how we are all the same before God? What, too, should the universality of Christ’s death teach us about the infinite value of every human being?

How did Philip approach the Ethiopian (Acts 8:27-30)? How can we be more open to opportunities to share the gospel with others?

What have we learned from Acts 6-8 that might help us to fulfill the church mission more effectively?

26.7.18

A Propagação do Evangelho

Quinta-feira, 26 de Julho


A vitória sobre Estêvão provocou uma enorme perseguição contra os cristãos em Jerusalém, certamente instigada pelo mesmo grupo de adversários. O líder desse grupo era Saulo, que causou imensos danos à igreja (Atos 8:3; 26:10). No entanto, a perseguição resultou em bem.

Espalhados pela Judeia e Samaria, os fiéis saíram a pregar o evangelho. A ordem para testemunhar nessas regiões (Atos 1:8) foi então cumprida.

7. Leia Atos 8:4-25. Que lições são reveladas neste relato?

Os samaritanos eram em parte israelitas, até mesmo do ponto de vista religioso. Eles eram monoteístas que aceitavam os primeiros cinco livros de Moisés (o Pentateuco), praticavam a circuncisão e aguardavam o Messias. Para os judeus, no entanto, a religião samaritana era corrompida, o que significa que os samaritanos não tinham nenhuma participação nas bênçãos da aliança de Israel.

A inesperada conversão de samaritanos surpreendeu a igreja em Jerusalém, de maneira que os apóstolos enviaram Pedro e João para avaliar a situação. O facto de Deus ter retido o Seu Espírito até a chegada dos apóstolos (Atos 8:14-17) tinha provavelmente o objetivo de convencê-los de que os samaritanos deveriam ser plenamente aceitos como membros da comunidade de fé (veja Atos 11:1-18).

As coisas, no entanto, não pararam por aí. Em Atos 8:26-39, temos a história de Filipe e o etíope, um eunuco que, depois de um estudo bíblico, pediu o batismo. “Ambos desceram à água, e Filipe batizou o eunuco” (Atos 8:38).

Primeiro os samaritanos e em seguida o etíope – um estrangeiro que viera a Jerusalém para adorar e agora estava a caminho de casa. O evangelho estava a atravessar as fronteiras de Israel e a chegar ao mundo, conforme predito. Porém, tudo isto era apenas o começo, visto que estes primeiros cristãos judeus percorreriam o mundo então conhecido e pregariam as boas-novas da morte de Jesus, que pagou a penalidade por seus pecados, oferecendo a todos, em todos os lugares, a esperança da salvação.

Pedro disse a Simão que ele estava “cheio de amargura e preso pelo pecado” (Atos 8:23, NVI). Qual foi a solução para o problema dele e para quem quer que esteja em situação semelhante?

The Spread of the Gospel

Thursday, July 26


The triumph over Stephen ignited a massive persecution against the believers in Jerusalem, no doubt instigated by the same group of opponents. The leader of the group was Saul, who caused no small damage to the church (Acts 8:3, 26:10). The persecution, however, was turned to good effect.

Indeed, scattered throughout Judea and Samaria, the believers went about preaching the gospel. The command to witness in those areas (Acts 1:8) was then fulfilled.

Read Acts 8:4-25. What lessons are revealed in this account?

The Samaritans were half-Israelites, even from the religious standpoint. They were monotheists who accepted the first five books of Moses (the Pentateuch), practiced circumcision, and expected the Messiah. To the Jews, however, Samaritan religion was corrupted, which means the Samaritans had no share whatsoever in the covenant mercies of Israel.

The unexpected conversion of Samaritans astounded the church in Jerusalem, so the apostles sent out Peter and John to assess the situation. God’s withholding the Spirit until the coming of Peter and John (Acts 8:14-17) was probably meant to convince the apostles that the Samaritans were to be accepted as full members of the community of faith (see Acts 11:1-18).

It didn’t stop there, however. In Acts 8:26-39, we have the story of Philip and the Ethiopian, a eunuch, who after a Bible study requested baptism. “Then both Philip and the eunuch went down into the water and Philip baptized him” (Acts 8:38, NIV).

First there were the Samaritans, then the Ethiopian, a foreigner who had come to Jerusalem to worship, and was now on his way home. The gospel was crossing the borders of Israel and reaching the world, as predicted. All this, though, was just the beginning, as these early Jewish believers would soon travel all over the known world and preach the great news of the death of Jesus, who paid the penalty for their sins and offers everyone, everywhere, the hope of salvation.

Peter told Simon that he was “poisoned by bitterness and bound by iniquity” (Acts 8:23, NKJV). What was the solution for his problem, and for anyone who might be in a similar situation?

25.7.18

IRIDIUM-7 NEXT MISSION

"SpaceX is targeting Wednesday, July 25 for the launch of ten Iridium NEXT satellites from Space Launch Complex 4E (SLC-4E) at Vandenberg Air Force Base in California. This is the seventh set of satellites in a series of 75 total satellites that SpaceX will launch for Iridium’s next generation global satellite constellation, Iridium® NEXT. The instantaneous launch opportunity is at 4:39 a.m. PDT, or 11:39 UTC, and the satellites will begin deployment about an hour after launch. A backup instantaneous launch opportunity is available on Thursday, July 26 at 4:33 a.m. PDT, or 11:33 UTC."

"Following stage separation, SpaceX will attempt to land Falcon 9’s first stage on the “Just Read the Instructions” droneship, which will be stationed in the Pacific Ocean. You can watch the live launch webcast below and find out more about the mission in our press kit."


Source: SpaceX

Jesus no Tribunal Celestial

Quarta-feira, 25 de Julho


Visto que, por definição, um profeta (em hebraico, nabî) é alguém que fala em nome de Deus, Estêvão tornou-se um profeta no momento em que trouxe o rîb do Senhor contra Israel. No entanto, o Seu ministério profético foi bastante curto.

5. Leia Atos 7:55, 56. Qual foi o significado da visão de Estêvão?

“No momento em que Estêvão chegou a esse ponto do seu discurso, houve um tumulto entre o povo. Quando ele estabeleceu uma conexão entre Cristo e as profecias e falou a respeito do templo, o sacerdote, fingindo-se horrorizado, rasgou as vestes. Para Estêvão, esse ato foi um sinal de que a sua voz logo seria silenciada para sempre. Viu a resistência que as suas palavras encontraram e compreendeu que estava a apresentar o seu último testemunho. Embora ainda estivesse no meio do seu sermão, concluiu-o abruptamente.” Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 100

Enquanto Estêvão estava diante dos líderes judeus executando a ação jurídica do Senhor contra eles, Jesus estava em pé no tribunal celestial, isto é, no santuário celestial, ao lado do Pai – uma indicação de que o juízo na Terra era apenas uma expressão do verdadeiro juízo que ocorreria no Céu. Deus julgaria os falsos mestres e líderes de Israel.

Isso explica porque o chamado ao arrependimento, comum nos discursos anteriores (Atos 2:38; 3:19; 5:31), não está presente aqui. A teocracia de Israel estava a chegar ao fim, o que significa que a salvação já não seria mediada pela nação judaica, conforme prometido a Abraão (Génesis 12:3; 18:18; 22:18), mas através dos seguidores de Jesus, judeus e gentios, que deveriam sair de Jerusalém e testemunhar ao mundo (Atos 1:8).

6. Leia Atos 7:57–8:1, 2. Como relatou Lucas a morte de Estêvão?

O apedrejamento era a pena por blasfêmia (Levítico 24:14), embora não esteja claro se Estêvão foi condenado à morte ou simplesmente linchado por fanáticos. Conforme apontam os registros bíblicos, ele foi o primeiro cristão morto por causa de sua fé. O facto de que as testemunhas colocaram as vestes aos pés de Saulo sugere que ele era o líder dos adversários de Estêvão; porém, quando Estêvão orou por seus executores, também o fez por Saulo. Somente alguém com um caráter superior e fé inabalável poderia fazer isso – uma manifestação poderosa da sua fé e da realidade de Cristo na sua vida.

Jesus in the Heavenly Court

Wednesday, July 25


Since by definition a prophet (in Hebrew, nabî) is someone who speaks for God, Stephen became a prophet the very moment he brought God’s rîb against Israel. His prophetic ministry, however, was rather short.

Read Acts 7:55, 56. What was the meaning of Stephen’s vision?

“When Stephen reached this point, there was a tumult among the people. When he connected Christ with the prophecies and spoke as he did of the temple, the priest, pretending to be horror-stricken, rent his robe. To Stephen this act was a signal that his voice would soon be silenced forever. He saw the resistance that met his words and knew that he was giving his last testimony. Although in the midst of his sermon, he abruptly concluded it.”—Ellen G. White, The Acts of the Apostles, p. 100.

While Stephen stood before the Jewish leaders discharging God’s case against them, Jesus was standing in the heavenly court—that is, in the heavenly sanctuary, next to the Father, an indication that the judgment on earth was but an expression of the real judgment that would take place in heaven. God would judge the false teachers and leaders in Israel.

This explains why the call to repentance, a common feature in the previous speeches in Acts (2:38, 3:19, 5:31), is missing here. Israel’s theocracy was coming to an end, meaning that the world’s salvation would no longer be mediated through national Israel as promised to Abraham (Genesis 12:3, 18:18, 22:18), but through the followers of Jesus, Jew and Gentile, who were now expected to leave Jerusalem and witness to the world (Acts 1:8).

Read Acts 7:57-8:1, 2. How does Luke report Stephen’s death?

Stoning was the penalty for blasphemy (Leviticus 24:14), though it is not clear whether Stephen was sentenced to death or lynched by a crowd of fanatics. At any rate, he was the first recorded believer in Jesus to be killed because of his faith. That the witnesses laid their garments at Saul’s feet suggests he was the leader of Stephen’s opponents; yet, when Stephen prayed for his executioners, he prayed for Saul, as well. Only a person with a superior character and unwavering faith could do such a thing, a powerful manifestation of his faith and the reality of Christ in his life.

24.7.18

Perante o Sinédrio

Terça-feira, 24 de Julho


4. Leia Atos 7:1-53. O que disse Estêvão aos seus acusadores? Que lições podemos aprender com as suas palavras?

As acusações levantadas contra Estêvão levaram-no à prisão e ao julgamento pelo Sinédrio. De acordo com a tradição judaica, a lei e os serviços do templo representavam dois dos três pilares sobre os quais o mundo estava fundamentado – o último era a prática das “boas obras”. A simples insinuação de que as cerimónias mosaicas se tinham tornado obsoletas era verdadeiramente considerada um ataque ao que havia de mais sagrado no judaísmo; daí a acusação de blasfêmia (Atos 6:11).

A resposta de Estêvão é o discurso mais longo do livro de Atos, o que indica a sua importância. Embora, à primeira vista, ele pareça apenas uma exposição tediosa da história de Israel, devemos entender o discurso em conexão com a aliança do Antigo Testamento e a maneira como os profetas usavam a estrutura dessa aliança quando se levantavam como reformadores religiosos para chamar Israel de volta às exigências da aliança. Eles costumavam empregar a palavra hebraica rîb, cuja melhor tradução provavelmente seja “processo judicial da aliança”, a fim de expressar a ação legal de Deus contra o Seu povo, por causa da incapacidade dele de cumprir a aliança.

Em Miqueias 6:1 e 2, por exemplo, rîb aparece três vezes. Seguindo o padrão da aliança do Sinai (Êxodo 20–23), Miqueias relembrou o povo dos atos poderosos de Deus em seu favor (Miqueias 6:3-5), das condições e violações da aliança (Miqueias 6:6-12) e, finalmente, das maldições que resultavam dessas violações (Miqueias 6:13-16).

Este provavelmente seja o pano de fundo do discurso de Estêvão. Quando solicitado a explicar as suas ações, ele não fez nenhum esforço para refutar as acusações nem para defender a sua fé. Em vez disso, ele ergueu a voz da mesma forma que os profetas antigos fizeram quando trouxeram o rîb de Deus contra Israel. Estêvão tinha o objetivo de ilustrar a ingratidão e a desobediência do povo.

Em Atos 7:51-53, Estêvão já não era o réu, mas o profeta de Deus, a apresentar o “processo judicial” contra os líderes. Se os seus antepassados eram culpados de matar os profetas, eles eram ainda mais. A mudança de “nossos pais” (Atos 7:11, 19, 38, 44, 45) para “vossos pais” (Atos 7:51, 52) é significativa: Estêvão pôs fim à sua solidariedade para com o seu povo e tomou uma posição definitiva ao lado de Jesus. O custo seria enorme; no entanto, ele não revelou medo nem arrependimento.

Qual foi a última vez que precisou assumir uma posição firme e decidida a favor de Jesus? Fez o que devia fazer ou vacilou?

Before the Sanhedrin

Tuesday, July 24


Read Acts 7:1-53. What was Stephen saying to his accusers?

The charges raised against Stephen led to his arrest and trial by the Sanhedrin. According to Jewish tradition, the law and the temple services were two of the three pillars upon which the world rests—the last being good works. The mere insinuation that the Mosaic ceremonies had become outdated was truly considered an assault on that which was most sacred in Judaism; hence the charge of blasphemy (Acts 6:11).

Stephen’s response is the lengthiest speech in Acts, which by itself is an indication of its significance. Though at first sight it seems nothing more than a tedious recital of Israel’s history, we should understand the speech in connection with the Old Testament covenant and the way the prophets used its structure when they stood up as religious reformers to call Israel back to its requirements. When that happened, they sometimes employed the Hebrew word rîb, whose best translation is probably “covenant lawsuit”, to express the idea of God as taking legal action against His people because of their failure to keep the covenant.

In Micah 6:1, 2, for example, rîb occurs three times. Then, following the pattern of the Sinai covenant (Exodus 20-23), Micah reminds the people of God’s mighty acts on their behalf (Micah 6:3-5), the stipulations and violations of the covenant (Micah 6:6-12), and finally the curses for the violations (Micah 6:13-16).

This is probably the background of Stephen’s speech. When asked to explain his actions, he made no effort to refute the charges nor to defend his faith. Instead, he raised his voice in the same way the ancient prophets did when they brought God’s rîb against Israel. His long review of God’s past relationship with Israel was intended to illustrate their ingratitude and disobedience.

Indeed, by Acts 7:51-53 Stephen is no longer the defendant but God’s prophetic attorney presenting God’s covenant lawsuit against these leaders. If their fathers were guilty of slaying the prophets, they were even more so. The change from “our fathers” (Acts 7:11, 19, 38, 44, 45) to “your fathers” (Acts 7:51) is significant: Stephen broke his solidarity with his people and took a definite stand for Jesus. The cost would be enormous; yet, his words reveal no fear nor regret.

When was the last time you needed to take a firm and uncompromising stand for Jesus? Did you, or did you waffle instead? If the latter, what needs to change?

23.7.18

Tesla Powerpack in Samoa

O Ministério de Estêvão

Segunda-feira, 23 de Julho


Após a sua nomeação, os sete dedicaram-se não apenas ao ministério da igreja, mas também ao testemunho eficaz. O resultado foi que o evangelho continuou a espalhar-se, e o número de cristãos continuou a aumentar (Atos 6:7). Este crescimento trouxe oposição à igreja primitiva. A narrativa de Atos concentra-se então em Estêvão, um homem de rara “estatura” espiritual.

3. O que ensina Atos 6:8-15 sobre a fé e o caráter de Estêvão? Além disso, qual foi a sua pregação, que tanto enfureceu os seus adversários?

Como judeu helenista, Estêvão partilhava o evangelho nas sinagogas helenistas de Jerusalém. Havia várias dessas sinagogas na cidade. Atos 6:9 refere-se provavelmente a duas delas: uma de imigrantes do sul (judeus de Cirene e Alexandria), e outra de imigrantes do norte (os da Cilícia e da Ásia).

Jesus era certamente o assunto central dos debates, mas as acusações levantadas contra Estêvão indicam, de sua parte, um entendimento a respeito do evangelho e as suas implicações que possivelmente ultrapassava o parecer dos cristãos da Judeia. Estêvão foi acusado de blasfemar contra Moisés e contra Deus; isto é, contra a lei e o templo. Mesmo que ele tivesse sido mal interpretado em alguns pontos – ou as suas palavras tivessem sido deliberadamente distorcidas – e falsas testemunhas tivessem sido induzidas a falar contra ele, as acusações podem não ter sido totalmente falsas, como no caso do próprio Jesus (Marcos 14:58; João 2:19). No Sinédrio, ao condenar explicitamente a veneração idólatra do templo (Atos 7:48), Estêvão revelou entender as implicações mais profundas da morte de Jesus e as suas consequências, pelo menos em relação ao templo e aos seus serviços cerimoniais.

Noutras palavras, embora talvez muitos cristãos judeus de origem hebraica ainda estivessem demasiado apegados ao templo e a outras práticas cerimoniais (Atos 3:1; 15:1, 5; 21:17-24), achando difícil abandoná-las (Gálatas 5:2-4; Hebreus 5:11-14), Estêvão e talvez os demais judeus helenistas cristãos entenderam rapidamente que a morte de Jesus significava o fim de todo o sistema cerimonial do templo.

Porque devemos ter cuidado para não nos fecharmos tanto em algumas noções acalentadas, de maneira que rejeitemos uma nova luz?

A Nomeação dos Sete

Domingo, 22 de Julho


1. Leia Atos 6:1. Qual foi a queixa dos cristãos helenistas?

A. ( ) Os judeus da Judeia estavam a impedir que eles aceitassem a Jesus.

B. ( ) As suas viúvas estavam a ser esquecidas na distribuição diária de alimentos.

“A causa da queixa foi a negligência que se alegava na distribuição diária de auxílio às viúvas gregas. Qualquer desigualdade seria contrária ao espírito do evangelho; contudo, Satanás conseguira despertar a suspeita. Medidas imediatas deveriam ser tomadas para remover todo motivo de descontentamento e evitar que o inimigo triunfasse em seus esforços de disseminar divisão entre os crentes.” Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 88

A solução proposta pelos apóstolos foi que os helenistas escolhessem sete homens para “servir [diakone] às mesas” (Atos 6:2), enquanto os apóstolos dedicariam o seu tempo à oração e ao “ministério [diakonia] da palavra” (Atos 6:4). Uma vez que diakone e diakonia pertencem ao mesmo grupo de palavras, a única diferença real está entre os termos “mesas”, em Atos 6:2, e “palavra”, em Atos 6:4. Isto, juntamente com o adjetivo “diária” (Atos 6:1), parece apontar para os dois principais elementos do cotidiano da igreja primitiva: o ensino (“da palavra”) e a comunhão (“às mesas”), sendo que esta última consistia na refeição comunitária, na Ceia do Senhor e nas orações (Atos 2:42, 46; 5:42).

Isto é, como depositários autoritativos dos ensinamentos de Jesus, os apóstolos ocupar-se-iam principalmente do ensino doutrinário e também da oração, enquanto os sete encarregar-se-iam das atividades de comunhão nas diversas igrejas localizadas nas casas. Os seus deveres, no entanto, não se limitavam aos dos diáconos, conforme este termo é entendido hoje. Os sete foram os primeiros líderes congregacionais da igreja.

2. Leia Atos 6:2-6. Como foram escolhidos os sete e comissionados para o serviço?

Os candidatos deviam ser distinguidos por qualidades morais, espirituais e práticas: deviam ter uma reputação honrosa e ser cheios do Espírito e de sabedoria. Com a aprovação da comunidade, os sete foram selecionados e então comissionados mediante oração e imposição de mãos. O rito parece indicar o reconhecimento público e a concessão de autoridade para que eles trabalhassem junto às várias congregações.

É fácil semear dissensão entre os cristãos. Como podemos manter a paz e concentrar-nos na missão?

Os Primeiros Líderes da Igreja

Lição 4, 21 a 27 de Julho


Sábado à tarde

VERSO PARA MEMORIZAR: “Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, multiplicava-se o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé.” Atos 6:7

LEITURAS DA SEMANA: Atos 6; 7; 8:4-25; Hebreus 5:11-14; Miqueias 6:1-16

Muitos conversos no Pentecostes eram judeus helenistas, isto é, judeus do mundo greco-romano que agora viviam em Jerusalém (Atos 2:5, 9-11). Embora fossem judeus, eles eram, em muitos aspectos, diferentes dos judeus da Judeia – os “hebreus” mencionados em Atos 6:1. A diferença mais visível era que, como regra, eles não conheciam o aramaico, o idioma falado na Judeia naquela época.

Havia também muitas outras diferenças, tanto culturais como religiosas. Por terem nascido em terras estrangeiras, eles não tinham raízes nas tradições judaicas dos hebreus, ou pelo menos as suas raízes não eram tão profundas como às deles. Presumivelmente, não estavam tão ligados às cerimônias do templo e aos aspectos da lei mosaica aplicáveis apenas à terra de Israel.

Além disso, por terem passado a maior parte da vida num contexto greco-romano e vivido em contacto com gentios, eles naturalmente estavam mais dispostos a compreender o caráter inclusivo da fé cristã. Na verdade, Deus usou muitos cristãos helenistas para cumprir a ordem de testemunhar ao mundo inteiro.

Stephen’s Ministry

Monday, July 23


After their appointment, the Seven engaged not only in church ministry but also in effective witnessing. The result was that the gospel continued to spread, and the number of believers kept increasing (Acts 6:7). This growth started, of course, to bring opposition to the early church. The narrative then focuses on Stephen, a man of rare spiritual stature.

Read Acts 6:8-15. What do these verses teach us about Stephen and his faith and character? Also, what was Stephen preaching that so enraged his opponents?

As a Hellenistic Jew, Stephen shared the gospel in the Hellenistic synagogues of Jerusalem. There were several such synagogues in the city; Acts 6:9 probably refers to two of them, one of southern immigrants (Jews of Cyrene and Alexandria) and one of northern immigrants (those from Cilicia and Asia).

Jesus was no doubt the central issue of the debates, but the charges raised against Stephen indicate an understanding on his part of the gospel and its implications that perhaps surpassed that of the Judean believers. Stephen was accused of speaking blasphemies against Moses and God; that is, against the law and the temple. Even if he was misunderstood on some points—or his words were deliberately twisted—and false witnesses were induced to speak against him, the charges may not have been totally false, as in the case of Jesus Himself (Mark 14:58, John 2:19). Stephen’s explicit condemnation before the Sanhedrin for the idolatrous veneration of the temple (Acts 7:48) reveals that he understood the deeper implications of the death of Jesus and where it would lead, at least in regard to the temple and its ceremonial services.

In other words, while perhaps many Jewish believers of Judean origin were still too attached to the temple and other ceremonial practices (Acts 3:1; 15:1, 5; 21:17-24) and were finding it difficult to abandon them (Galatians 5:2-4, Hebrews 5:11-14), Stephen, and perhaps the other Hellenistic believers as well, quickly understood that Jesus’ death signified the end of the entire temple order.

Why must we be careful not to be so locked into some of our cherished notions that we close out new light when it comes?

22.7.18

Janela para o Futuro

Blue Origin Mission 9

"Safe Escape In Any Phase of Flight."

"New Shepard flew for the ninth time on July 18, 2018. During this mission, known as Mission 9 (M9), the escape motor was fired shortly after booster separation. The Crew Capsule was pushed hard by the escape test and we stressed the rocket to test that astronauts can get away from an anomaly at any time during flight. The mission was a success for both the booster and capsule. Most importantly, astronauts would have had an exhilarating ride and safe landing."

"This isn’t the first time we’ve done this type of extreme testing on New Shepard. In October of 2012, we simulated a booster failure on the launch pad and had a successful escape. Then in October of 2016, we simulated a booster failure in-flight at Max Q, which is the most physically strenuous point in the flight for the rocket, and had a completely successful escape of the capsule."

"This test on M9 allowed us to finally characterize escape motor performance in the near-vacuum of space and guarantee that we can safely return our astronauts in any phase of flight."

"Also on M9, New Shepard carried science and research payloads from commercial companies, universities and space agencies. Learn more about the payloads on board."

"You can also view the full replay of M9 on YouTube."

"Until our next test launch, Gradatim Ferociter!"

"New Shepard Crew Capsule, July 18, 2018, during descent on Mission 9."

Source: Blue Origin

Telstar 19 VANTAGE Mission

The Appointment of the Seven

Sunday, July 22


Read Acts 6:1. What was the complaint of the Hellenistic believers?

“The cause of complaint was an alleged neglect of the Greek widows in the daily distribution of assistance. Any inequality would have been contrary to the spirit of the gospel, yet Satan had succeeded in arousing suspicion. Prompt measures must now be taken to remove all occasion for dissatisfaction, lest the enemy triumph in his effort to bring about a division among the believers.”—Ellen G. White, The Acts of the Apostles, p. 88.

The solution proposed by the apostles was that the Jews choose seven men from among themselves to “serve [diakoneo] tables” (Acts 6:2), while they would spend their time in prayer and the “ministry [diakonia] of the word” (Acts 6:4). Since diakoneo and diakoniabelong to the same word-group, the only real difference is between “tables” in Acts 6:2 and “the word” in Acts 6:4. This, together with the adjective “daily” (Acts 6:1), seems to point to the two main elements of the early church’s daily life: teaching (“the word”) and fellowship (“tables”), the latter consisting of the communal meal, the Lord’s Supper, and prayers (Acts 2:42, 46; 5:42).

That is, as the authoritative trustees of Jesus’ teachings, the apostles would occupy themselves mostly with the believers’ doctrinal teaching and with prayer, while the Seven would be in charge of the fellowship activities, in the several house-churches. Their duties, however, were not limited to those of deacons as this term is understood today. They were in fact the first congregation leaders of the church.

Read Acts 6:2-6. How were the Seven chosen and commissioned to service?

The candidates were to be distinguished by moral, spiritual, and practical qualities: they should have an honorable reputation and be filled with the Spirit and wisdom. With the community’s approval, the Seven were selected and then commissioned through prayer and laying on of hands. The rite seems to indicate public recognition and the bestowal of authority to work as deacons.

It’s so easy to sow dissension in the ranks, isn’t it? How can we do all in our God-given power to keep peace among us and to focus on mission?

The First Church Leaders

Lesson 4, July 21-27


Sabbath Afternoon

Read for This Week’s Study: Acts 6, Acts 7:48, Hebrews 5:11-14, Micah 6:1-16, Acts 7, Acts 8:4-25.

Memory Text: “The word of God continued to spread; the number of the disciples increased greatly in Jerusalem, and a great many of the priests became obedient to the faith” (Acts 6:7, NRSV).

Many converts at Pentecost were Hellenistic Jews, that is, Jews from the Greco-Roman world who were now living in Jerusalem (Acts 2:5, 9-11). Despite being Jews, they were different from Judean Jews—the “Hebrews” mentioned in Acts 6:1—in many respects, the most visible difference being that usually they were not acquainted with Aramaic, the language then spoken in Judea.

There were several other differences, too, both cultural and religious. For having been born in foreign countries, they had no roots in Judean Jewish traditions, or at least their roots were not as deep as those of Judean Jews. They were presumably not so much attached to the temple ceremonies and to those aspects of the Mosaic law that were applicable only to the land of Israel.

Also, for having spent most of their lives in a Greco-Roman environment and having lived in close contact with Gentiles, they would naturally be more willing to understand the inclusive character of the Christian faith. In fact, it was many Hellenistic believers that God used to fulfill the command of bearing witness to the entire world.

20.7.18

The Rocket Man Giving SpaceX a Run for Its Money

Estudo adicional - Sexta-feira, 20 de Julho


“Nós somos os mordomos, que recebemos do nosso Senhor, que se ausentou, o encargo de cuidar da Sua casa e dos Seus interesses, desde que Ele veio servir a este mundo. Ele voltou ao Céu, deixando-nos encarregados dos Seus assuntos, e espera que aguardemos e vigiemos até ao Seu aparecimento. Sejamos fiéis ao nosso encargo, para que, vindo de repente, Ele não nos ache a dormir.” Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 37

“As pessoas precisam ser impressionadas com a santidade dos seus votos e promessas em favor da causa de Deus. De maneira geral, não se considera que essas promessas sejam tão obrigatórias quanto uma nota promissória feita de um ser humano para outro. Mas será que uma promessa é menos sagrada e obrigatória por ter sido feita a Deus? Por lhe faltarem alguns termos técnicos e o seu cumprimento não ser obrigatório por lei, o cristão desconsiderará a obrigação na qual empenhou a sua palavra? Nenhuma nota ou compromisso legal é mais obrigatório do que uma promessa feita em favor da causa de Deus.” Comentário Bíblico Adventista, v. 6, p. 1173

Perguntas para discussão

1. Entre muitas outras coisas, Jesus deixou dois legados imediatos aos discípulos: a expectativa do Seu breve retorno e uma missão mundial. Como devem estes dois factores afetar o nosso sentido de missão e o chamado para pregar o evangelho ao mundo?

2. Alguém disse: “Devemos estar prontos como se Jesus fosse voltar hoje, mas continuar a trabalhar [na missão da igreja] como se Ele fosse demorar mais cem anos.” Esta opinião é correta? Como podemos aplicá-­la ao nosso chamado?

3. Porque devem a vida, a morte, a ressurreição e o retorno de Jesus estar no centro da nossa pregação? O que seria da nossa pregação sem estes eventos?

4. O que nos ensina a história de Ananias e Safira sobre a dificuldade para conhecer o coração dos outros, seja para o bem ou para o mal?

5. Conhece alguns Gamaliéis modernos? Desempenha essa função em relação a outras pessoas? Partilhe com a classe exemplos de como o ato de dar ou receber conselhos sábios lhe fez algum bem. Que lições podemos aprender com estes relatos?

Further Study - Friday, July 20


“We are stewards, entrusted by our absent Lord with the care of His household and His interests, which He came to this world to serve. He has returned to heaven, leaving us in charge, and He expects us to watch and wait for His appearing. Let us be faithful to our trust, lest coming suddenly He find us sleeping.”—Ellen G. White, Testimonies for the Church, vol. 8, p. 37.

“The people need to be impressed with the sacredness of their vows and pledges to the cause of God. Such pledges are not generally held to be as obligatory as a promissory note from man to man. But is a promise less sacred and binding because it is made to God? Because it lacks some technical terms, and cannot be enforced by law, will the Christian disregard the obligation to which he has given his word? No legal note or bond is more obligatory than a pledge made to the cause of God.”—Ellen G. White Comments, The SDA Bible Commentary, vol. 6, p. 1056.

Discussion Questions:

Among many other things, Jesus left two immediate legacies to the disciples: the expectation of His soon return and a worldwide mission. How should these two factors impact our sense of mission and the call to preach the gospel to the world?

Someone once said: “We should be ready as if Jesus would come today but continue working [in the mission of the church] as if He would take another hundred years to come.” What wisdom is found in this sentiment, and how can we apply it to our calling in life?

Why must the life, death, resurrection, and return of Jesus be central to all that we preach? Or look at it like this: What good is anything we preach without these events?

What should the story of Ananias and Sapphira teach about just how difficult it is for us to know the hearts of others, either for good or for evil?

Who are some modern-day Gamaliels whom you know? Or, perhaps, are you in a position to play that role for others? Either way, in class talk about times and share examples about how the giving or the receiving of wise counsel did some good. What lessons can we learn from these accounts?

19.7.18

A Segunda Prisão dos Apóstolos


Quinta-feira, 19 de Julho

Se os apóstolos podiam ser usados para trazer o juízo de Deus sobre o pecado, como no caso de Ananias e Safira, eles também poderiam ser usados para trazer a graça de Deus aos pecadores. O Seu poderoso ministério de cura (Atos 5:12-16) era uma prova tangível de que o Espírito de Deus estava a atuar através deles. É impressionante que as pessoas acreditavam que até mesmo a sombra de Pedro podia curar as pessoas. O paralelo mais próximo nos evangelhos é o de uma mulher que tinha sido curada ao tocar as vestes de Jesus (Lucas 8:43, 44). Lucas, no entanto, não declara que a sombra de Pedro realmente tinha poder de cura, mas que as pessoas pensavam assim. No entanto, mesmo que a superstição popular estivesse envolvida, Deus ainda assim concedia a Sua graça.

Não obstante, quanto mais os apóstolos estavam cheios do Espírito, e sinais e prodígios se multiplicavam, mais os líderes religiosos se enchiam de inveja. Isso levou-os a prender os apóstolos uma segunda vez (Atos 5:17, 18). Foi somente após a sua libertação miraculosa (Atos 5:19-24) e outro discurso ousado de Pedro, destacando que eles deveriam “obedecer antes a Deus do que aos homens” (Atos 5:29), que algumas autoridades começaram a considerar a possibilidade de que podiam estar em operação influências sobrenaturais.

5. De acordo com Atos 5:34-39, como tentou Gamaliel dissuadir o Sinédrio de tirar a vida dos apóstolos?

O Sinédrio era controlado pelos saduceus, sendo os fariseus uma minoria influente. Gamaliel era um fariseu e um doutor da lei. Ele era tão altamente estimado pelos judeus, que se tornou conhecido como Rabban (“nosso mestre”), em vez de simplesmente Rabi (“meu mestre”). Paulo foi um dos seus discípulos (Atos 22:3).

Gamaliel relembrou outros dois movimentos rebeldes na história recente de Israel, que também tinham atraído seguidores e causado tumultos. Os Seus líderes, no entanto, tinham sido mortos e, os seus seguidores, completamente dispersos. A lição que ele extraiu disto foi que, se o movimento cristão fosse de origem humana, desapareceria rapidamente. Por outro lado, se fosse um movimento divino, como afirmavam os apóstolos, como poderiam resistir? O conselho de Gamaliel prevaleceu. Os apóstolos foram açoitados e, mais uma vez, ordenados a não falar em nome de Jesus.

Bons conselhos podem muitas vezes ser necessários e úteis. Como podemos ser mais abertos a receber conselhos, mesmo quando eles apresentam o que não queremos ouvir?

The Second Arrest


Thursday, July 19

If the apostles could be used to bring God’s judgment on sin, as in Ananias and Sapphira’s case, they could also be used to bring God’s grace on sinners. Their powerful healing ministry (Acts 5:12-16) was tangible evidence that God’s Spirit was working through them. That even Peter’s shadow, it was believed, could heal people is striking. The closest parallel in the Gospels is that of a woman who was healed by touching Jesus’ garment (Luke 8:43, 44). Luke, however, does not say that Peter’s shadow actually had healing power but that the people thought so. Yet, even if popular superstition was involved, God would still dispense His grace.

Notwithstanding, the more the apostles were filled with the Spirit, and signs and wonders multiplied, the more the religious leaders were filled with jealousy. This led them to arrest the apostles a second time (Acts 5:17, 18). It was only after their miraculous escape (Acts 5:19-24) and another bold speech by Peter, stressing that they should “obey God rather than men” (Acts 5:29), that some of the authorities began to consider the possibility that supernatural influences could be at work.

Read Acts 5:34-39. How did Gamaliel try to dissuade the Sanhedrin from killing the apostles?

The Sanhedrin was controlled by the Sadducees, with the Pharisees forming an influential minority. Gamaliel was a Pharisee and a doctor of the law. He was so highly regarded among the Jews that he became known as “Rabban” (“our teacher”), rather than simply “Rabbi” (“my teacher”). Paul was one of his disciples (Acts 22:3).

Gamaliel recalled two other rebel movements in Israel’s recent history that had also attracted followers and caused turmoil. The leaders, however, were killed and their followers were completely dispersed. The lesson he drew was that if the Christian movement was of human origin, it would soon disappear. On the other hand, if it was a divine movement, as claimed by the apostles, how could they hope to withstand it? Gamaliel’s advice prevailed. The apostles were flogged and once again commanded not to speak in Jesus’ name.

What does this story tell us about how needful and helpful good counsel can often be? How can we learn to be more open to getting counsel even when it may consist of what we don’t necessarily want to hear?