22.6.18

Estudo adicional - Sexta-feira, 22 de Junho

“Em várias ocasiões na narrativa da batalha do Armagedom, as criaturas horrendas e os eventos assustadores ficam em segundo plano por um momento, e surge um vislumbre duma verdade mais pessoal. Como vimos, uma delas está em Apocalipse 16:15: ‘Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha’. Este texto, que aparece no meio da única passagem na Bíblia que realmente menciona o Armagedom, ecoa muitas passagens do Novo Testamento sobre a preparação pessoal para o regresso de Jesus e os eventos finais.

“Outro texto é Apocalipse 17:14: ‘Esses guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois Ele é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis – e os que estão com Ele são chamados, escolhidos e fiéis’ (tradução do autor). No fim, a grande guerra retratada neste verso envolverá um exército de pessoas cujo objetivo primário não é destruir os outros com armas, mas ser fiel ao seu chamado e eleição divina. O Armagedom é uma batalha muito diferente das lutas travadas pelas nações e movimentos rebeldes hoje. Como eu tenho dito repetidamente, a batalha do Armagedom é uma luta pela mente. É também uma batalha pelo coração – um chamado à sincera fidelidade ao Cordeiro que foi morto.” Apocalipse 5:9, 10, 12; 13:8; Jon Paulien, Armageddon at the Door. Hagerstown, Md.: Autumn House Publishing, uma divisão da Review and Herald, 2008, p. 193

Perguntas para discussão

1. Muitos acreditam que vários eventos retratados no livro do Apocalipse acontecerão nos locais literais mencionados. Porque é esta uma maneira errada de interpretar os textos? Como ajudar as pessoas que pensam desta forma?

2. A influência de Babilônia estende-se por todo o mundo. Quais são os ensinos de Babilônia? Como discerni-los e evitá-los?

3. Ellen G. White escreveu: “A queda de Babilônia completar-se-á quando […] a união da igreja com o mundo se tiver consumado em toda a cristandade.” Pense na frase: “a união da igreja com o mundo”. Que advertência poderosa encontramos aqui?