29.6.18

A Volta de Nosso Senhor Jesus - Comentário

Estudo adicional - Sexta-feira, 29 de Junho

A segunda vinda de Jesus não é o epílogo, nem o apêndice, nem o posfácio da triste história do pecado e do sofrimento humano neste mundo caído. Em vez disso, a segunda vinda de Cristo é o grandioso clímax, a maravilhosa esperança da fé cristã. Sem ela, o que seria de nós? A história da humanidade continuaria com as suas sucessivas tragédias e cenas miseráveis, até que tudo terminasse na morte. Sem a esperança do regresso de Cristo, a vida é, como escreveu William Shakespeare, “uma história contada por um idiota, cheia de som e de fúria, sem sentido algum.” Contudo, temos esta esperança porque a Palavra de Deus reafirma-a repetidamente; porque Jesus nos resgatou com a Sua vida (Marcos 10:45) e voltará para vir buscar aqueles que Ele comprou. As estrelas no céu não falam da segunda vinda do Senhor. Os pássaros que gorjeiam nas árvores não a anunciam. Estas coisas podem até revelar algo bom e animador sobre a realidade, mas elas não ensinam que um dia, quando Jesus regressar, “a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1 Coríntios 15:52). Elas não mostram que um dia olharemos para o céu e veremos “o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo com as nuvens do céu” (Marcos 14:62). Conhecemos estas coisas porque a Palavra de Deus nos revela, e confiamos nas suas promessas.

Perguntas para discussão

1. Se a segunda vinda de Jesus fosse apenas a manifestação plena dos princípios cristãos na vida dos seguidores de Cristo, porque estaríamos, no final, sem esperança?

2. Porque é tão absurda a ideia popular de que o Universo surgiu do nada e de forma espontânea? Porque promovem as pessoas esta noção e porque alguns acreditam nela? Porque a crença num Deus eterno que criou do nada todas as coisas é uma explicação muito mais lógica e racional para a origem do Universo?

3. Como saber se estamos a sacrificar a salvação pelas coisas deste mundo? Faça uma lista das coisas que nos poderiam levar a renunciar à eternidade e comente com a classe.

Further Thought - Friday, June 29

The second coming of Jesus isn’t the epilogue, the appendix, or the afterword to the sad story of human sin and suffering in this fallen world. Instead, the Second Coming is the grand climax, the great hope of the Christian’s faith. Without it, what? The story of humanity just goes on and on, one miserable scene after another, one tragedy after another, until it all ends only in death. Apart from the hope that Christ’s return offers us, life is, as William Shakespeare wrote, “a tale told by an idiot, full of sound and fury, signifying nothing.” And yet, we have this hope because the Word of God confirms it for us, over and over. We have this hope because Jesus ransomed us with His life (Mark 10:45), and Jesus is indeed coming back to get what He paid for. The stars in the heavens don’t speak to us of the Second Coming. The birds chirping in the trees don’t herald it. In and of themselves, these things might point to something good, something hopeful, about reality itself. But they don’t teach us that one day, when Jesus returns, “the trumpet will sound, and the dead will be raised incorruptible, and we shall be changed” (1 Corinthians 15:52, NKJV). They don’t teach us that one day we will look up and “see the Son of Man sitting at the right hand of the Power, and coming with the clouds of heaven” (Mark 14:62, NKJV). No, we know these things because they have been told to us in the Word of God, and we trust in what the Word promises us.

Discussion Questions:

Think about what it would mean if the second coming of Jesus really were nothing more than what some believe it is: the full expression of Christian principles in the lives of Christ’s followers. However wonderful a display that would be, in the end, why does it leave us without any hope?

Why is the currently popular idea that the universe arose from nothing such a silly idea? Why would people promote such a notion, and why do some believe it? Why is belief in an eternally existing God, who created all things, so much more logical and rational an explanation for the universe?

Share with your class the things you put on a list of what you find so important in this life that you would sacrifice the hope of eternity in order to keep them now. What can you learn from one another about what’s on the lists? If people have nothing on their lists, how can we make sure then that nothing in our lives is truly keeping us from salvation, as will be the case with many people?

28.6.18

Protestantes, Voltem Para a Casa da Mãe

Origens dos Dinossauros

Os Vivos e os Mortos

Quinta-feira, 28 de Junho

Antes de ressuscitar o Seu amigo Lázaro, Jesus pronunciou estas palavras: “Eu Sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25). No entanto, em vez de apenas pedir às pessoas que acreditassem nesta Sua declaração tão impressionante, Ele ressuscitou Lázaro, que já estava morto há tempo suficiente para que o cadáver já cheirasse mal (João 11:39).

Os que acreditam em Jesus também morrem. No entanto, como Ele disse, ainda que morram, eles tornarão a viver. Este é o significado da ressurreição dos mortos. Ela torna a segunda vinda de Jesus essencial à nossa esperança.

7. Leia Romanos 6:5; 1 Tessalonicenses 4:16; 1 Coríntios 15:42-44, 53-55. Na volta de Cristo, o que acontecerá com os fiéis mortos? Assinale a alternativa correta:

A. ( ) Ressuscitarão para receber uma nova oportunidade de pagar pelos seus erros.

B. ( ) Serão ressuscitados e transformados para se encontrarem com Jesus.

A grande esperança da segunda vinda de Cristo é que, tal como o próprio Jesus ressuscitou, os Seus fiéis seguidores de todos os tempos também serão trazidos de volta à vida. Na ressurreição de Jesus, eles têm a esperança e a certeza da sua própria ressurreição.

8. De acordo com Filipenses 3:21 e 1 Tessalonicenses 4:17, o que vai acontecer com os fiéis que estiverem vivos quando Cristo voltar? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:

A. ( ) Serão transformados e arrebatados para o encontro com Cristo nos ares.

B. ( ) Ficarão na Terra até morrer. Depois, serão ressuscitados.

Os fiéis que estiverem vivos no momento do regresso de Jesus, manterão um corpo físico, mas não no seu estado atual. De maneira sobrenatural, o corpo deles será transformado no mesmo tipo de corpo incorruptível dos ressurrectos. “Os justos vivos são transformados ‘num momento, num abrir e fechar de olhos’. À voz de Deus foram eles glorificados; agora tornam-se imortais, e com os santos ressuscitados, são arrebatados para encontrar o seu Senhor nos ares” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 645).

Oreferiria perder a vida eterna se tivesse que sacrificar algo muito importante e que o prende a este mundo?

The Living and the Dead

Thursday, June 28

Before raising His friend Lazarus from the tomb, Jesus uttered these words: “I am the resurrection and the life. He who believes in Me, though he may die, he shall live” (John 11:25, NKJV). Rather, though, than just asking people to take His word about such an incredible claim, He then proceeded to raise Lazarus from death, who had been dead long enough for the corpse to start stinking (John 11:39) .

Those who believe in Jesus do, indeed, die. However, as Jesus said, though they may die, they will live again. This is what the resurrection of the dead is all about. And this is what makes the second coming of Jesus so central to all our hopes.

According to these texts, what happens to the dead in Christ when Jesus returns? Romans 6:5; 1 Thessalonians 4:16; 1 Corinthians 15:42-44, 53-55.

The great hope of the Second Coming is that the resurrection from the dead that Jesus Himself experienced will be what His faithful followers of all the ages will experience, as well. In His resurrection they have the hope and assurance of their own.

What happens to those who are alive when Jesus returns? Philippians 3:21, 1 Thessalonians 4:17.

The faithful ones alive when Jesus returns will retain a physical body, but not in its present state. It will be supernaturally transformed into the same kind of incorruptible body that the ones raised from dead will have, as well. “The living righteous are changed ‘in a moment, in the twinkling of an eye.’ At the voice of God they were glorified; now they are made immortal and with the risen saints are caught up to meet their Lord in the air”. — Ellen G. White, The Great controversy , p. 645.

Make a list of all the things of this world that are so important to you that you would rather sacrifice eternal life in order to retain them now. What’s on the list?

27.6.18

Papa Continua a Impulsionar a União das Igrejas

GENEBRA - O Papa Francisco continua o seu esforço para que as igrejas cristãs trabalhem juntas. Hoje ele fez a sua primeira visita a Genebra, que já foi uma fortaleza da Reforma Protestante, onde pediu uma maior união num culto ecumênico de oração oferecido pelo Conselho Mundial de Igrejas, que completa 70 anos este ano.

O papa disse a seus anfitriões: “Eu desejei vir aqui, um peregrino em busca de unidade e de paz. Agradeço a Deus porque aqui vos encontrei, irmãos e irmãs, já fazendo esta mesma jornada ”.

O CMI representa cerca de 350 igrejas protestantes, ortodoxas e anglicanas, com cerca de 500 milhões de fiéis entre eles.

A Sua viagem de um dia à cidade suíça tem o objetivo de ajudar Francisco a promover a sua visão de que os cristãos, apesar das diferenças teológicas, podem unir forças para trabalhar pela paz e justiça no mundo.

"Para nós, cristãos, andar juntos não é uma manobra para fortalecer as nossas próprias posições, mas um ato de obediência ao Senhor e amor ao nosso mundo", disse Francisco, falando em italiano.

Dizendo: "Paz, paz!" Quando não há paz. Jeremias 6:14

Charles Spurgeon disse; “Permanecer divididos é pecaminoso! Não orou o nosso Senhor para que sejam um, como nós somos um”? (João 17:22) Um coro de vozes ecumênicas continua a tocar a melodia da unidade. O que eles estão a dizer é que “os cristãos de todos os matizes e crenças doutrinais devem unir-se numa organização visível, independentemente... Unam-se, unam-se!” Este ensino é falso, imprudente e perigoso. Somente a verdade deve determinar as nossas alianças. A verdade vem antes da união. Unidade sem verdade é perigosa.

"Não podemos comprar paz e unidade sacrificando a verdade. O conflito pode ser longo e doloroso, mas a qualquer custo devemos apegar-nos à Palavra de Deus.” EGW (Historical Sketches 197)



Nas Nuvens do Céu

Quarta-feira, 27 de Junho

Por muito que a segunda vinda de Jesus seja fundamental e decisiva, de acordo com a Bíblia, nem todos os cristãos entendem o evento como um regresso literal e pessoal do próprio Jesus. Alguns argumentam, por exemplo, que a segunda vinda de Cristo não ocorrerá quando o próprio Jesus voltar à Terra, mas quando o Seu Espírito for manifestado na Sua igreja na Terra. Noutras palavras, a segunda vinda de Jesus acontecerá quando os princípios morais do cristianismo forem revelados no Seu povo.

Contudo, graças a Deus, este ensino é falso. Se fosse verdadeiro, que esperança a longo prazo teríamos realmente?

6. O que revelam os seguintes textos do Novo Testamento sobre a natureza da segunda vinda de Cristo?






“O firmamento parece abrir-se e fechar-se. Pode-se dizer que a glória do trono de Deus atravessa a atmosfera. As montanhas agitam-se como a cana ao vento, e rochas irregulares são espalhadas por todos os lados. Há um estrondo como de uma tempestade prestes a sobrevir. O mar é açoitado com fúria. Ouve-se o sibilar do furacão, semelhante à voz de demónios na missão de destruir. A Terra inteira se levanta, dilatando-se como as ondas do mar. Sua superfície está se quebrando. Seu próprio fundamento parece ceder. Cadeias de montanhas estão a revolver-se. Desaparecem ilhas habitadas. Os portos marítimos que, pela iniquidade, tornaram-se como Sodoma, são tragados pelas águas enfurecidas. A grande Babilônia veio em lembrança perante Deus, “para lhe dar o cálice do vinho da indignação da Sua ira.” Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 637

A volta de Jesus será um acontecimento tão grande e intenso que trará literalmente um fim ao mundo como o conhecemos. Quando isso ocorrer, todos também saberão. O que Cristo fez por nós na Sua primeira vinda será plenamente manifestado na segunda.

Como deve a realidade da segunda vinda de Cristo impactar a nossa vida hoje e revelar-nos as coisas que realmente são importantes?

In the Clouds of Heaven

Wednesday, June 27

However central and crucial the Second Coming is, according to the Bible not all Christians see the event as a literal, personal return of Jesus Himself. Some argue, for instance, that the second coming of Jesus occurs, not when Christ Himself returns to earth but when His Spirit is made manifest in His church on earth. In other words, Christ’s second coming is accomplished when the moral principles of Christianity are revealed in His people.

How thankful we can be, however, that this teaching is false. If it were true, what long term hope would we really have?

Read the following New Testament texts about the Second Coming. What do they reveal about the nature of Christ’s return?






“The firmament appears to open and shut. The glory from the throne of God seems flashing through. The mountains shake like a reed in the wind, and ragged rocks are scattered on every side. There is a roar as of a coming tempest. The sea is lashed into fury. There is heard the shriek of a hurricane like the voice of demons upon a mission of destruction. The whole earth heaves and swells like the waves of the sea. Its surface is breaking up. Its very foundations seem to be giving way. Mountain chains are sinking. Inhabited islands disappear. The seaports that have become like Sodom for wickedness are swallowed up by the angry waters. Babylon the great has come in remembrance before God, ‘to give unto her the cup of the wine of the fierceness of His wrath.’” — Ellen G. White, The Great Controversy , p. 637.

The return of Jesus is such a massive event that it literally brings the world as we know it to an end. When it happens, everyone will know it, too. What Jesus accomplished for us at the first coming will be made fully manifest at the second.

How should living with the reality of the Second Coming impact how we live now? How should it help us remember what the really important things in life are?

26.6.18

Perspectivas a Longo Prazo

Terça-feira, 26 de Junho

4. De acordo com Tito 2:13, qual é a nossa grande esperança? Porque? Complete as lacunas:

Aguardamos “a bendita ________________ e a ____________________ da glória do nosso grande ______________ e Salvador Cristo Jesus” (Tito 2:13).

Descrevendo as suas crenças sobre a origem do Universo, um palestrante explicou que há cerca de 13 bilhões de anos, “uma massa minúscula infinitamente densa surgiu do nada. Essa massa explodiu e dessa explosão surgiu o Universo”. No entanto, o palestrante não disse como essa “massa minúscula infinitamente densa” surgiu simplesmente do nada. Ele simplesmente supôs, pela fé, que isso tenha acontecido.

Como observamos na introdução da lição desta semana, na nossa origem encontramos o nosso fim. Por essa razão, de acordo com este palestrante, o nosso fim não será muito esperançoso, pelo menos a longo prazo. O Universo, criado a partir desta “minúscula massa infinitamente densa”, está condenado à extinção juntamente com tudo o que há nele, o que inclui, obviamente, a humanidade.

Em contrapartida, o conceito bíblico acerca da nossa origem não é apenas muito mais lógico do que esta visão, mas também muito mais esperançoso. Graças ao Deus do princípio, as nossas perspectivas a longo prazo são muito boas. Temos muitas razões para ter esperança no futuro, e esta esperança está fundamentada na promessa da segunda vinda de Jesus.

5. Leia 2 Timóteo 4:6 a 8. Sobre o que falou Paulo neste texto? Em que colocou ele a sua esperança?

Paulo ia ser executado; contudo, ele viveu na certeza da salvação e na esperança da volta de Cristo, que ele chamou a “Sua vinda” (2 Timóteo 4:8). A “coroa da justiça” aguardava-o, certamente não a sua própria justiça (1 Timóteo 1:15), mas a justiça de Jesus, sobre a qual repousava a sua esperança na promessa da segunda vinda de Cristo. Independentemente das suas circunstâncias imediatas, que, na melhor das hipóteses, eram sombrias (ele encontrava-se na prisão, aguardando a sua execução), Paulo sabia que suas perspectivas a longo prazo eram muito boas, pois contemplava o quadro completo, não apenas a sua situação imediata.

Sem importarem as nossas circunstâncias imediatas, como podemos ter a mesma esperança que Paulo tinha? Como podemos contemplar o quadro completo e a confiança que ele nos oferece?

Long-Term Prospects

Tuesday, June 26

Read Titus 2:13. What great hope do we have, and why?

Describing his beliefs about the origins of our universe, a lecturer explained that about 13 billion years ago “an infinitely dense tiny mass popped out of nothing, and that mass exploded and from that explosion our universe came into existence”. Just how this “infinitely dense tiny mass” could just pop out of nothing, the lecturer didn’t say. He just assumed, by faith, that it did.

Now, as we noted in the introduction to this week’s lesson, in our origins we find our endings. This is why, according to this lecturer, our endings aren’t too hopeful, at least in the long run. The universe, created from this “infinitely dense tiny mass”, was doomed to eventual extinction, along with all that was in it, which includes humanity of course.

In contrast, the biblical concept of our origins is not only much more logical than this view but also much more hopeful. Thanks to the God of origins, our long-term prospects are very good. We have so much to be hopeful for in the future, and this hope rests on the promise of Jesus’ second coming.

Read 2 Timothy 4:6-8. What is Paul talking about here, and in what is he putting his hope?

Though Paul is soon to be executed, he lives in assurance of salvation and the hope of Christ’s return, what Paul calls “His appearing” (2 Timothy 4:8, NKJV) . A “crown of righteousness” awaits him, certainly not his own righteousness (1 Timothy 1:15) but the righteousness of Jesus, upon which Paul knows his hope in the promise of the Second Coming rests. Regardless of his immediate circumstances, which were dismal at best (in jail, waiting to be executed), Paul knows his long-term prospects are very good. And that is because he was looking at the big picture, not focusing only on the immediate situation.

Regardless of your own immediate circumstances, how can you have the same hope as did Paul? How can we learn to look at the big picture and the hope it offers us?

25.6.18

Daniel e a Segunda Vinda de Cristo

Segunda-feira, 25 de Junho

Muitos judeus no tempo de Cristo esperavam que o Messias derrotasse os romanos e estabelecesse Israel como a nação mais poderosa do mundo. No entanto, esse não era o propósito do primeiro e do segundo advento de Jesus. Deus tem algo muito maior para o Seu povo fiel do que apenas uma reorganização deste mundo pecaminoso e caído.

Talvez nenhuma outra passagem do Antigo Testamento revele tão claramente como Daniel 2 a verdade de que o novo mundo não será uma evolução do antigo, mas uma criação nova e radicalmente diferente.

Daniel 2 revela o surgimento e a queda de quatro grandes impérios mundiais – Babilônia, Média-Pérsia, Grécia e, finalmente, Roma, que depois se divide nas nações da Europa moderna. Contudo, o sonho de Nabucodonosor a respeito da estátua (que simboliza a sucessão desses quatro grandes poderes mundiais) termina de maneira espetacular, revelando a grande diferença entre este mundo e o que virá depois da volta do nosso Senhor Jesus Cristo.

3. Leia Daniel 2:34, 35, 44 e 45. Qual será o destino deste mundo? Qual será a natureza da nova Terra? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:

A.( ) Este mundo será transformado pela humanidade e evoluirá para melhor.

B.( ) Deus destruirá e recriará este mundo. A nova Terra será eterna.

Não há ambiguidade nestes versos acerca do que ocorrerá quando Jesus voltar. Em Lucas 20:17 e 18, Jesus identificou-Se com a pedra que esmiuçará tudo o que resta deste mundo. O texto aramaico de Daniel 2:35 diz que, depois que o ouro, a prata, o bronze, o ferro e o barro foram esmiuçados, eles “se fizeram como a palha das eiras no estio, e o vento os levou, e deles não se viram mais vestígios.” Ou seja, após o retorno de Cristo, não restará nada deste velho mundo.

Entretanto, a pedra que destruiu todos os vestígios deste nosso mundo “se tornou em grande montanha, que encheu toda a Terra”. E o novo reino, que surgirá como resultado da segunda vinda de Jesus, “não será jamais destruído” e “subsistirá para sempre” (Daniel 2:44).

Apenas um destes dois destinos aguarda todo o ser humano que viveu neste planeta. Ou estaremos com Jesus pela eternidade, ou seremos reduzidos à inexistência, desaparecendo com a palha deste mundo. De uma maneira ou de outra, a eternidade aguarda-nos a todos.

Daniel and the Second Coming of Jesus

Monday, June 25

Though many Jews in the time of Jesus expected the Messiah to overthrow the Romans and establish Israel as the most powerful nation of all, that’s not what the advents of Jesus, either the first or second, were to be about. Instead, God had something so much bigger in store for His faithful people than just a rearrangement of the old sinful and fallen world.

Perhaps nothing else in the Old Testament reveals as clearly as does Daniel 2 the truth that the new world does not grow out of the old one, but instead is a new and radically different creation.

Daniel 2 shows the rise and fall of four great world empires — Babylon, Media-Persia, Greece, and then finally Rome, which then breaks up into the nations of modern Europe. However, the statue that Nebuchadnezzar saw in his dream (symbolizing the succession of these four major world powers) ends in a spectacular way that shows the great disconnect between this world and one that will come after the return of our Lord Jesus Christ.

Read Daniel 2:34, 35, 44, 45. What do these verses teach about the fate of this world and the nature of the new one?

These verses leave little ambiguity about what happens when Jesus returns. In Luke 20:17, 18, Jesus identified Himself with this stone, which crushed to powder all that was left of this world. The Aramaic of Daniel 2:35 reads that after the gold, the silver, the clay, iron, and the bronze were crushed, they “became like the chaff of the summer threshing floors; and the wind carried them away, that no place was found for them”. That is, nothing is left of this old world after Jesus returns.

Meanwhile, the stone that destroyed all trace of this old world “became a great mountain, and filled the whole earth”. And this kingdom, which arises as a result of the Second Coming, is one that “shall never be destroyed”, and “it shall stand forever” (Daniel 2:44, NRSV).

Only one of two endings awaits every human being who has ever lived on this planet. Either we will be with Jesus for eternity, or we will disappear into nothingness with the chaff of this old world. One way or another, eternity awaits us all.

24.6.18

O Dia do Senhor

Domingo, 24 de Junho

Por mais que tenhamos a tendência de pensar na segunda vinda de Jesus como um ensinamento exclusivo do Novo Testamento, isso não é verdade. É evidente que recebemos uma revelação mais completa e substancial da verdade em torno da segunda vinda de Cristo apenas após a primeira vinda, morte, ressurreição e ascensão de Jesus. Entretanto, como ocorre com tantas outras coisas no Novo Testamento, o Antigo Testamento revela alguns indícios e prenúncios desta verdade fundamental muito antes desse acontecimento. Ao falar da segunda vinda de Cristo, os autores do Novo Testamento não revelaram uma verdade nova. Em vez disso, eles ampliaram uma verdade que já tinha sido revelada na Bíblia. Somente hoje, à luz do Salvador crucificado e ressurrecto, a promessa da segunda vinda de Jesus pode ser mais plenamente compreendida e apreciada.

1. Leia Isaías 13:6 e 9, Zacarias 14:9 e Daniel 12:1. O que ensinam estes textos sobre a segunda vinda de Jesus? Assinale a alternativa correta:

A.( ) Os pecadores serão destruídos pela ira divina.

B.( ) O povo de Deus será destruído juntamente com os pecadores.

Certamente o “dia do Senhor” será um dia de destruição, sofrimento e confusão para os perdidos. Mas também será um dia de libertação para todo o povo de Deus, os que forem achados inscritos no livro (veja também Filipenses 4:3; Apocalipse 3:5; 13:8). Este tema – o “dia do Senhor” como um momento de juízo contra os ímpios, mas também um tempo em que os fiéis de Deus serão protegidos e recompensados – encontra-se no Antigo Testamento. Alguns enfrentarão “o furor da ira do Senhor”; no entanto, aqueles que atenderem ao chamado para buscar a justiça e a humildade encontrarão “abrigo no dia da ira do Senhor” (Sofonias 2:1-3).

2. Leia Mateus 24:30 e 31. Como mostram estes versos a mesma separação entre os perdidos e os salvos na segunda vinda de Jesus?

À medida que os eventos finais se desenrolam, o lado em que estamos vai-se tornar cada vez mais evidente. Que escolhas devemos fazer hoje para estarmos do lado certo?

The Day of the Lord

Sunday, June 24

However much we tend to think of the second coming of Jesus as a New Testament teaching alone, that’s not true. Of course, only after the first coming of Jesus, after His death, resurrection, and ascension were we given a fuller and richer revelation of the truth surrounding the Second Coming. But, as with so much else in the New Testament, the Old Testament reveals hints and shadows of this crucial truth long before it will happen. With the doctrine of the second coming of Jesus, the New Testament authors didn’t reveal a new truth; instead, they greatly enhanced a truth that had already been revealed in the Bible. Only now, in light of the crucified and risen Savior, can the promise of the Second Coming be more fully understood and appreciated.

Read the following texts. What do they teach us about the second coming of Jesus? Isaiah 13:6, 9; Zechariah 14:9; Daniel 12:1.

Beyond question, the “day of the LORD” will be a day of destruction and sorrow and turmoil for the lost. But it is also a day of deliverance for all of God’s people, those who are “found written in the book” (see also Philippians 4:3, Revelation 3:5, 13:8) . This theme, that of the “day of the LORD” as a time of judgment against the wicked but also a time when God’s faithful are protected and rewarded, is found in the Old Testament. For instance, though some will face the “LORD’s fierce anger”, those who heed the call to “seek righteousness”, and “seek humility” will “be hidden in the day of the LORD’s anger” (Zephaniah 2:1-3, NKJV).

Read Matthew 24:30, 31. In what way do these verses show this same great dichotomy between the lost and the saved at the second coming of Jesus?

As final events unfold, which side we are on will only become more apparent. What choices can and must we make now to make sure we’re on the right side?

23.6.18

O Regresso do Nosso Senhor Jesus


Lição 13 - 23 a 29 de Junho

Sábado à tarde

VERSO PARA MEMORIZAR: “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem.” Mateus 24:27


O poeta T. S. Eliot começou um dos seus poemas com a seguinte frase: “No meu princípio está o meu fim.” Por mais sucintas que sejam, as suas palavras trazem uma verdade poderosa. Nos inícios existem finais. Vemos ecos dessa realidade no nosso nome, Adventistas do Sétimo Dia, que apresenta dois ensinamentos bíblicos fundamentais: o “Sétimo Dia”, em referência ao Sábado dos Dez Mandamentos, um memorial semanal da criação da Terra em seis dias; e a palavra “Adventista”, que aponta para a segunda vinda de Jesus, na qual serão cumpridas todas as esperanças e promessas da Bíblia, inclusive a promessa da vida eterna.

Por maior que seja o intervalo de tempo entre a criação do mundo (o nosso princípio) e a segunda vinda de Jesus (o nosso fim, pelo menos o fim desta existência pecaminosa), esses eventos estão ligados. O Deus que nos criou (João 1:1-3) é o mesmo que voltará e, “num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta” (1 Coríntios 15:52), trará a nossa redenção suprema. Em nosso princípio, de facto, encontramos o nosso fim.

Nesta semana, vamos falar sobre o último de todos os eventos finais, pelo menos no que diz respeito ao nosso mundo atual: a segunda vinda do nosso Senhor Jesus.

The Return of Our Lord Jesus

Lesson 13, June 23-29


Sabbath Afternoon


Memory Text: “For as the lightning cometh out of the east, and shineth even unto the west; so shall also the coming of the Son of man be” (Matthew 24:27).

The poet T. S. Eliot began a poem with the line: “In my beginning is my end”. However succinct, his words carry a powerful truth. In origins exist endings. We see echoes of this reality in our name, Seventh-day Adventist, which carries two basic biblical teachings: “Seventh day”, for the Sabbath of the Ten commandments, a weekly memorial of the six-day Creation of life on earth; and “Adventist”, pointing to the second coming of Jesus, in which all the hopes and promises of Scripture, including the promise of eternal life, will find their fulfillment.

However distant in time the Creation of the world (our beginning) is from the second coming of Jesus (our end, at least the end of this sinful existence), these events are linked. The God who created us (John 1:1-3) is the same God who will return and, in an instant, “in the twinkling of an eye, at the last trumpet” (1 Corinthians 15:52, NKJV), will bring about our ultimate redemption. In our beginning, indeed, we find our end.

This week, we will talk about the final of all final events, at least as far as our present world is concerned: the second coming of our Lord Jesus.

22.6.18

Estudo adicional - Sexta-feira, 22 de Junho

“Em várias ocasiões na narrativa da batalha do Armagedom, as criaturas horrendas e os eventos assustadores ficam em segundo plano por um momento, e surge um vislumbre duma verdade mais pessoal. Como vimos, uma delas está em Apocalipse 16:15: ‘Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha’. Este texto, que aparece no meio da única passagem na Bíblia que realmente menciona o Armagedom, ecoa muitas passagens do Novo Testamento sobre a preparação pessoal para o regresso de Jesus e os eventos finais.

“Outro texto é Apocalipse 17:14: ‘Esses guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois Ele é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis – e os que estão com Ele são chamados, escolhidos e fiéis’ (tradução do autor). No fim, a grande guerra retratada neste verso envolverá um exército de pessoas cujo objetivo primário não é destruir os outros com armas, mas ser fiel ao seu chamado e eleição divina. O Armagedom é uma batalha muito diferente das lutas travadas pelas nações e movimentos rebeldes hoje. Como eu tenho dito repetidamente, a batalha do Armagedom é uma luta pela mente. É também uma batalha pelo coração – um chamado à sincera fidelidade ao Cordeiro que foi morto.” Apocalipse 5:9, 10, 12; 13:8; Jon Paulien, Armageddon at the Door. Hagerstown, Md.: Autumn House Publishing, uma divisão da Review and Herald, 2008, p. 193

Perguntas para discussão

1. Muitos acreditam que vários eventos retratados no livro do Apocalipse acontecerão nos locais literais mencionados. Porque é esta uma maneira errada de interpretar os textos? Como ajudar as pessoas que pensam desta forma?

2. A influência de Babilônia estende-se por todo o mundo. Quais são os ensinos de Babilônia? Como discerni-los e evitá-los?

3. Ellen G. White escreveu: “A queda de Babilônia completar-se-á quando […] a união da igreja com o mundo se tiver consumado em toda a cristandade.” Pense na frase: “a união da igreja com o mundo”. Que advertência poderosa encontramos aqui?

Further Thought - Friday, June 22

“In several places in the battle of Armageddon narrative the hideous creatures and the ugly events take the back stage for a moment and a glimpse of more personal truth appears. As we have seen, one of them is Revelation 16:15: ‘Behold, I come like a thief! Blessed is he who stays awake and keeps his clothes with him, so that he may not go naked and be shamefully exposed’ (NIV). This text, coming right in the middle of the one place in the Bible that actually names Armageddon, echoes many New Testament passages about personal preparation for the return of Jesus and the events of the end.

“Another such text is Revelation 17:14: ‘These will make war with the Lamb, but the Lamb will overcome them, because he is Lord of lords and King of kings — and those with him are called and chosen and faithful’ (author’s translation). Here the great war at the end engages an army of people whose primary purpose is not to destroy others with weapons, but to be faithful to their divine calling and election. This is a very different kind of battle from the ones that nations and insurgent operations still fight today. As I have said repeatedly, the battle of Armageddon is a struggle for the mind. It is also a battle for the heart — a call to heartfelt allegiance to the Lamb that was slain (Revelation 5:9, 10, 12; 13:8)”. — Jon Paulien, Armageddon at the Door (Hagerstown, Md.: Autumn House Publishing, a division of Review and Herald Publishing Association, 2008), p. 193.
Discussion Questions:

How could you help someone who believes that many of the events depicted in the book of Revelation will take place in the literal places mentioned? What approaches could help them see why this is a wrong way of interpreting the texts?

As we have seen, the influence of Babylon extends all over the world. What are some of the teachings of Babylon, and how can we learn to discern what those teachings are and how to avoid them?

In the Ellen G. White reference on Monday she said, “Not until . . . the union of the church with the world shall be fully accomplished throughout Christendom, will the fall of Babylon be complete”. Think about the phrase “the union of the church with the world”. What powerful warning is here for us?

21.6.18

Pope Continues His Push For Churches To Unite

Please read this important post from Doug Batchelor's facebook page:

GENEVA — Pope Francis continues his push for Christian churches to work together. Today he made his first visit to Geneva, once a Protestant Reformation stronghold, where he urged for greater togetherness at an ecumenical prayer service hosted by the World Council of Churches, which is marking its 70th anniversary this year.
The pope told his hosts: “I have desired to come here, a pilgrim in quest of unity and peace. I thank God because here I have found you, brothers and sisters, already making this same journey.”

The WWC represents some 350 Protestant, Orthodox and Anglican churches with around 500 million believers among them.

His daylong trip to the Swiss city is aimed at helping Francis promote his view that Christians, despite theological differences, can join forces to work for peace and justice in the world.

“For us as Christians, walking together is not a ploy to strengthen our own positions, but an act of obedience to the Lord and love for our world,” Francis said, speaking in Italian.

Saying, ‘Peace, peace!’ When there is no peace. Jeremiah 6:14

Charles Spurgeon said; “To remain divided is sinful! Did not our Lord pray, that they may be one, even as we are one”? (John 17:22). A chorus of ecumenical voices keep harping the unity tune. What they are saying is, “Christians of all doctrinal shades and beliefs must come together in one visible organization, regardless… Unite, unite!” Such teaching is false, reckless and dangerous. Truth alone must determine our alignments. Truth comes before unity. Unity without truth is hazardous. - 

"We cannot purchase peace and unity by sacrificing the truth. The conflict may be long and painful, but at any cost we must hold fast to the Word of God" EGW (Historical Sketches 197).

O Armagedom e o Monte Carmelo: Parte 2

Quinta-feira, 21 de Junho

6. Leia 1 Reis 18:18 a 40. Como termina esta história? Como reflete ela o que ocorrerá, em grande escala, quando o grande conflito chegar ao seu clímax no fim dos tempos? Assinale a alternativa correta:

A. ( ) Elias ficou com medo dos profetas de Baal e fugiu. O povo de Deus também terá que fugir nos últimos dias.

B. ( ) O profeta Elias enfrentou e venceu os profetas de Baal. No fim, os que estiverem do lado do Senhor serão vitoriosos.

A batalha no monte Carmelo foi entre Elias, profeta de Deus, e 450 sacerdotes de Baal. (Observe como a quantidade do mal foi muito maior do que a do bem). O objetivo dessa batalha foi demonstrar quem era o Deus verdadeiro. Seria Aquele que criou os céus e a Terra, ou Baal, precisamente outra manifestação do “dragão” e outro meio pelo qual ele busca enganar o mundo (Apocalipse 12:9)?

Os sacerdotes oraram, pedindo a Baal que enviasse fogo para queimar o seu sacrifício. Eles gritaram da manhã ao meio-dia. “Gritem mais alto”, provocou Elias. “Talvez [Baal] esteja a dormir” (1 Reis 18:27). Os sacerdotes entraram em frenesi. Eles cortaram-se com espadas até que o sangue fluía livremente. Cansados e esgotados, desistiram no momento do sacrifício da tarde.

O sacrifício de Elias foi encharcado três vezes, e a água fez com que as valetas transbordassem. Elias fez uma simples oração a Deus. O Senhor instantaneamente consumiu tudo, inclusive o altar de pedra e o solo abaixo. O poder do Deus verdadeiro em contraste com Baal foi inconfundível!

7. Compare Apocalipse 16:13 e 19:20 e 21 com o destino dos falsos profetas de Baal. O que vemos nestas passagens? Assinale a alternativa correta:

A. ( ) Os maus e os falsos profetas serão perdoados.

B. ( ) No fim, o destino dos falsos profetas será a destruição no lago de fogo.

Embora não possamos explicar todas as coisas sobre o Armagedom, pelo menos neste momento, conhecemos o resultado dessa batalha: os inimigos de Deus serão destruídos e o nome do Senhor e dos Seus santos será vindicado.

Leia 1 Coríntios 15:1 e 2. Embora o contexto imediato não seja o Armagedom, qual é o argumento de Paulo, e porque é tão importante que nos lembremos disto, especialmente à luz do que o futuro nos reserva? Leia Apocalipse 16:15, que está no contexto do Armagedom. O que revelam estes textos em conjunto?

Armageddon and Mount Carmel: Part 2

Thursday, June 21

Read 1 Kings 18:18-40. What happens, how does the story end, and (without pushing the parallels too far) how does this story reflect what will happen — but on a grand scale — as the great controversy climaxes at the end of time?

The battle on Mount Carmel was between Elijah, prophet of God, and the hundreds of priests of Baal. (Notice how the evil outnumbered the good.) It was a test to demonstrate who is the true God, the God who created the heavens and the earth, or Baal, just another manifestation of “the dragon” and another means by which he seeks to deceive the world (Revelation 12:9).

The priests prayed to Baal to send fire to burn up their bull sacrifice. They shouted from morning to noon. "Cry aloud” taunted Elijah. “Perhaps he is sleeping” (1 Kings 18:27, NKJV). The priests worked themselves up into a frenzy. They slashed themselves with swords until the blood flowed freely. Weary and worn they gave up at the time of the evening sacrifice.

Elijah’s sacrifice was soaked three times, and water overflowed the trenches. Elijah prayed a simple prayer to God. God instantly burned up everything, including the stone altar and soil beneath. The power of the true God in contrast to Baal was now unmistakable.

Read Revelation 16:13; 19:20, 21, and compare these texts with the fate of the false prophets of Baal. What do we see here?

Whatever remains unknown about Armageddon, at least for now, we know the outcome: destruction of the enemies of God and vindication for God and His saints.

Read 1 Corinthians 15:1, 2. Though the immediate context is different from Armageddon, what is the point that Paul is making, and why is that so relevant for us to remember, especially in light of what the future holds? See also Revelation 16:15, in which the context is definitely Armageddon. What, together, do these texts tell us?

Imigrantes: Questões Que Não São Faladas

20.6.18

O Armagedom e o Monte Carmelo: parte 1

Quarta-feira, 20 de Junho

O que é esta grande batalha do Armagedom? Em primeiro lugar, o nome parece significar “Monte de Megido”. No entanto, nesta região não há um monte conhecido como Megido, mas o monte Carmelo estava localizado nas proximidades, e os estudiosos entendem a expressão “Monte de Megido” como uma referência ao monte Carmelo.

Mais precisamente, os estudiosos da Bíblia têm visto a história de Elias e os falsos profetas de Baal no monte Carmelo como um símbolo, um tipo do que ocorrerá em Apocalipse 13.

Como vimos ontem, o texto de Apocalipse 16:13, com a sua referência ao dragão, à besta e ao falso profeta, remete aos eventos de Apocalipse 13, a falsa trindade que vimos na lição nove.

Os problemas em Apocalipse 13 começam a chegar ao clímax nos versos 13 e 14, quando a segunda besta realiza atos sobrenaturais, “de maneira que até fogo do céu faz descer à Terra, diante dos homens” (Apocalipse 13:13). Estes eventos levam ao confronto direto entre Deus e Satanás, entre os que adoram o Deus verdadeiro e os que adoram a “imagem da besta” (Apocalipse 13:14).

5. Leia 1 Reis 18:1 a 18. De que maneira esta história reflete alguns problemas que se desenvolverão nos eventos finais, como vemos no Apocalipse?

Em muitos aspectos, o que vemos neste texto é um claro retrato do grande conflito. Elias declarou de maneira inequívoca no verso 18: o povo abandonou a lei de Deus e está a adorar e a seguir deuses falsos. Não tem este sido sempre o problema, independentemente das infinitas formas e maneiras pelas quais este mal se tem manifestado ao longo da história? Ou estamos a adorar “Aquele que fez o céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7), ou estamos a adorar outra pessoa ou coisa. No caso de Apocalipse 13 e dos acontecimentos que ali se desenrolam, em vez de adorarem ao Senhor, as pessoas estão a adorar a besta e a sua imagem. Não há meio-termo. Ou estamos do lado de Deus ou do lado de Satanás. Isto mostra a grande importância das questões em jogo, agora e especialmente na batalha do Armagedom, em que, como veremos na história sobre o monte Carmelo, a distinção se torna muito clara.

Armageddon and Mount Carmel: Part 1

Wednesday, June 20

What, though, is this great battle of Armageddon? First, the name seems to mean “Mountain of Megiddo”. However, there is no mountain in the area known as Megiddo, but Mount Carmel was located in the vicinity, and scholars have seen the phrase Mountain of Megiddo as a reference to Mount Carmel.

More to the point, Bible students have seen the story of Elijah and false prophets of Baal at Mount Carmel as a symbol, a type to what is going to unfold in Revelation 13.

As seen yesterday, Revelation 16:13, with its reference to the dragon, the beast, and the false prophet, points back to events in Revelation 13, the counterfeit trinity that we saw in week nine.

Issues in Revelation 13 start to come to a climax in verses 13 and 14, when the second beast performs supernatural acts, even making “fire come down from heaven on the earth in the sight of men” (Revelation 13:13) . These events then lead to the direct confrontation between God and Satan, between those worshiping the true God and those worshiping the “image to the beast” (Revelation 13:14).

Read 1 Kings 18:1-18. What is happening in this story that reflects some of the issues that will unfold in the final events, as seen in the book of Revelation?

In many ways, what we see here is a stark portrayal of the great controversy. Elijah states the issue very plainly in verse 18: people have forsaken God’s law and are worshiping and following false gods. Has not this always been the issue, regardless of the endless forms and ways in which this evil has been manifested throughout history? We are either worshiping “Him who made heaven and earth, the sea and springs of water” (Revelation 14:7, NKJV), or we are worshiping someone or something else. In the case of Revelation 13 and the events that unfold there, instead of worshiping the Lord, people are worshiping the beast and his image. There is no middle ground. We are either on the side of God or on the side of Satan. That’s how important the issues at stake are, now and especially in the battle of Armageddon, where, as we will see in the story on Mount Carmel, the distinction becomes very clear.

19.6.18

A Constelação de Órion

Ninguém Nasce Transgénero

Armagedom

Terça-feira, 19 de Junho 

Embora a maioria das pessoas, incluindo muitos cristãos, não tenha muito conhecimento sobre o livro de Apocalipse, uma imagem ou palavra deste livro alcançou a cultura popular: Armagedom (veja Apocalipse 16:16). Mesmo na cultura secular, a palavra passou a representar uma luta final em que o destino da Terra está em jogo. Hollywood produziu um filme chamado Armagedom, sobre um asteróide gigante pronto para destruir o planeta. Até certo ponto, a ideia do fim do mundo também está na mente das pessoas seculares.

Muitos cristãos familiarizados com o livro do Apocalipse e que acreditam nele entendem a batalha do Armagedom como um conflito militar literal que ocorrerá no Médio Oriente, próximo ao fim do mundo. Uma versão afirma que um exército de 200 milhões de homens da Ásia assolará o norte de Israel. Outros concentram-se nos vários conflitos militares e políticos naquela parte do mundo que, na sua compreensão, prepararão o terreno para a batalha militar final do Armagedom, na região de Megido.

No entanto, a Bíblia apresenta uma imagem totalmente diferente. As Escrituras apresentam o Armagedom como o clímax final, não entre nações em disputa, mas entre os dois lados do conflito cósmico. Por mais que factores económicos e políticos possam entrar em jogo, será uma luta religiosa, não uma batalha política e econômica.

4. Leia Apocalipse 16:12 a 16. O que revela este texto sobre o Armagedom? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:

A. ( ) O Armagedom será uma guerra que ocorrerá no Médio Oriente.

B. ( ) O Armagedom está relacionado com a luta entre o dragão (Satanás) e Cristo.

Primeiro, observe como a linguagem desta passagem é simbólica. Espíritos semelhantes a rãs saem da boca do dragão, da boca do falso profeta e da boca da besta (referências aos poderes de Apocalipse 13; o “falso profeta” deve ser uma referência à besta de Apocalipse 13:11, que surge da terra). O grande conflito também é visto quando os “espíritos de demónios” (Apocalipse 16:14) saem à batalha no “grande Dia do Deus Todo-Poderoso” (Apocalipse 16:14). Independentemente da maneira como o Armagedom se desenvolverá, ele será um conflito mundial entre as forças de Cristo e Satanás. Assim como Babilônia, no Apocalipse, não se refere aos eventos na região remota do Iraque moderno, o Armagedom não será uma batalha local na região de Megido.

Leia Apocalipse 16:15. No meio do conflito, Jesus encoraja-nos com a mensagem do evangelho, através da promessa da Sua vinda e da necessidade de sermos cobertos com a Sua justiça. Isto revela a natureza espiritual desta batalha?

Armageddon

Tuesday, June 19

Though most people, including many Christians, don’t know much about the book of Revelation, one image or word from it has reached popular culture: Armageddon (see Revelation 16:16). Even in secular culture the word has come to stand for a final struggle in which the fate of the earth hangs in the balance. Hollywood produced a movie called Armageddon about a giant asteroid poised to destroy the planet. To some degree, the idea of the world’s end is in the minds of secular people, as well.

Many Christians who are familiar with the book of Revelation and believe in it see the battle of Armageddon as a literal military conflict in the Middle East near the end of the world. One version has a 200 million-man army from Asia sweeping into Northern Israel. Others are fixated on the various military and political conflicts in that part of the world that will, in their understanding, set the stage for the final military battle of Armageddon in the area of Megiddo.

However, the Bible gives a totally different picture. Scripture presents Armageddon as the ultimate climax, not between squabbling nations, but between the two sides of the cosmic controversy. It’s a religious struggle, not economic or political, however much economic and political factors might come into play.

Read Revelation 16:12-16. From these texts alone, what can we learn about Armageddon?

First, notice just how symbolic the language is here. Spirits like frogs coming out of the mouth of the dragon, the mouth of the false prophet, and the mouth of the beast (references to the powers of Revelation 13; the “false prophet” here must be a reference to the land beast of Revelation 13:11). The great controversy is seen here, too, as the “spirits of demons” (Revelation 16:14, NKJV) go out to battle on the “great day of God Almighty” (Revelation 16:14). In whatever manner Armageddon will unfold, it’s a worldwide conflict between the forces of Christ and Satan. It is not a local battle in the area of Megiddo any more than Babylon in Revelation is talking about events in a corner of modern-day Iraq.

Read Revelation 16:15. How fascinating that in the midst of these events, Jesus encourages us with the gospel message, both with the promise of His coming and the need to be covered in His righteousness. How does this help us understand the spiritual nature of the battle that we are in?

18.6.18

Caiu! Caiu a Grande Babilônia!

Segunda-feira, 18 de Junho

Por mais corrupta e abrangente que tenha sido a influência de Babilônia no mundo, o livro de Apocalipse ensina que um dia ela será completamente destruída.

3. Leia Apocalipse 18:1 a 10. O que revelam estes versos sobre “a grande Babilônia”?

A segunda mensagem angélica (Apocalipse 14:8) sobre a queda de Babilônia é repetida em Apocalipse 18:2. É uma expressão do quanto esta entidade se tornou corrupta.

“A Escritura Sagrada declara que Satanás, antes da vinda do Senhor, operará ‘com todo o poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano da injustiça’; e os que ‘não acolheram o amor da verdade para serem salvos’ serão deixados à mercê da ‘operação do erro, para darem crédito à mentira’ (2 Tessalonicenses 2:9-11). A queda de Babilônia completar-se-á quando esta condição for atingida, e a união da igreja com o mundo se tiver consumado em toda a cristandade. A mudança é gradual, e o pleno cumprimento de Apocalipse 14:8 está ainda no futuro.” Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 389, 390

Se este “pleno cumprimento” aconteceu nos nossos dias, só Deus sabe. Mas o que sabemos é que, de acordo com estes textos, a Babilônia espiritual enfrentará um dia o juízo de Deus por causa da sua grande maldade. “Porque os seus pecados se acumularam até ao Céu, e Deus Se lembrou dos atos iníquos que ela praticou” (Apocalipse 18:5). Esta expressão também reflete a linguagem do Antigo Testamento a respeito da antiga Babilônia (veja Jeremias 51:9), e significa que a hora do juízo certamente virá.

O juízo futuro não deve ser surpreendente. Afinal, a Babilônia dos tempos antigos enfrentou o juízo (veja Daniel 5). A Escritura deixa muito claro, em diversas passagens, que um dia todos terão que responder por suas ações, inclusive Babilônia. Como é animador saber que, como cristãos, temos um Intercessor que nos defenderá nesse juízo (1 João 2:1; Daniel 7:22). Caso contrário, o nosso destino não seria melhor que o de Babilônia.

Toda a injustiça e iniquidade que parecem ficar impunes hoje, um dia enfrentarão a retribuição final de Deus. Encontra conforto nesta promessa?

Babylon Is Fallen

Monday, June 18

However corrupt and far-reaching the influence of Babylon has been in the world, the book of Revelation teaches that one day it will all end.

Read Revelation 18:1-10. What do these verses tell us about “Babylon the great”?

The second angel’s message (Revelation 14:8) about the fall of Babylon is repeated here, in Revelation 18:2. It is an expression of just how corrupt this entity has become.

“The Bible declares that before the coming of the Lord, Satan will work ‘with all power and signs and lying wonders, and with all deceivableness of unrighteousness;’ and they that ‘received not the love of the truth, that they might be saved’, will be left to receive ‘strong delusion, that they should believe a lie.’ 2 Thessalonians 2:9-11. Not until this condition shall be reached, and the union of the church with the world shall be fully accomplished throughout Christendom, will the fall of Babylon be complete. The change is a progressive one, and the perfect fulfilment of Revelation 14:8 is yet future”. — Ellen G. White, The Great Controversy , pp. 389, 390.

Whether that “perfect fulfillment” has now come, only God knows. But what we do know is that, according to these texts, spiritual Babylon will one day face the judgment of God because of her great evil. “For her sins have reached unto heaven, and God hath remembered her iniquities” (Revelation 18:5) . This expression reflects language from the Old Testament about ancient Babylon as well (see Jeremiah 51:9), and means that a time of judgment is sure to come.

This coming judgment, of course, shouldn’t be surprising. After all, Babylon of old faced judgment (see Daniel 5). Scripture in numerous places is very clear that one day everyone will have to answer for their deeds, including Babylon. How comforting to know that as Christians, we have an Intercessor in that judgment who will stand for us (1 John 2:1; Daniel 7:22). Otherwise, our fate might not be much better than that of Babylon’s.

How can you take comfort in the promise that all the injustice and iniquity that seem to go unpunished now will one day face final retribution by God?

17.6.18

Babilónia e Armagedom - Comentário

O “Vinho da Ira da Sua Fornicação.”

Domingo, 17 de Junho

1. Leia Apocalipse 14:8; 16:19; 17:5; 18:2, 10 e 21, as seis referências a Babilônia nesse livro. Tendo em mente a história de Babilônia no Antigo Testamento, o que revelam estes textos sobre a Babilônia, tal como ela aparece no contexto dos eventos finais?

Dizem que a Bíblia é uma narrativa sobre duas cidades, Jerusalém e Babilônia. Enquanto Jerusalém representa a cidade de Deus e o povo da aliança em toda a Bíblia (Salmos 102:21; Isaias 52:9; 65:19; Apocalipse 3:12), Babilônia representa a opressão, violência, falsa religião e completa rebelião contra Deus.

Pense, por exemplo, na torre de Babel (Génesis 11:9). A palavra hebraica para “Babel” é a mesma para o reino de “Babilônia”. Em 1 Pedro 5:13, o apóstolo enviou saudações da igreja que se encontrava em “Babilônia”, geralmente entendida não como as ruínas do antigo reino localizado hoje no Iraque, mas como a própria cidade de Roma, que em breve se tornaria a opressora da igreja. “Babilônia” é um título interessante à luz da função de Roma apresentada no livro do Apocalipse.

2. Leia Apocalipse 14:8 e 18:3. O que revelam estes textos sobre a influência maligna de Babilônia no mundo e no povo de Deus? Assinale a alternativa correcta:

A.( ) Babilônia exerce a sua influência corruptora sobre todas as nações, fazendo-as se prostituírem com o vinho de sua ira.

B.( ) A influência de Babilônia traz paz, harmonia, justiça e progresso.

Não há dúvida de que o poder representado por Babilônia, conforme a descrição no livro do Apocalipse, é extremamente corrupto, estendendo essa influência corruptora em todo o mundo, em maior ou menor grau. A expressão “vinho da fúria da sua prostituição” (Apocalipse 14:8) é claramente uma referência à falsa doutrina, ao falso ensino, às práticas corruptas e às consequências dessas coisas. Babilônia é uma força maligna que se espalhou a “todas as nações” (Apocalipse 18:3). Portanto, todos devem ter cuidado para que não sejam também corrompidos.

Diante da corrupção, confusão e opressão no mundo hoje, porque precisamos estar ancorados em Jesus e na Sua Palavra?

“The Wine of Her Wrath”

Sunday, June 17

Read Revelation 14:8; 16:19; 17:5; 18:2, 10, 21, the six references to Babylon in the book of Revelation. Keeping in mind the story of Babylon as it appeared in the Old Testament, what do these texts teach us about Babylon as it appears in the context of last-day events?

It has been said that the Bible is a tale of two cities, Jerusalem and Babylon. While Jerusalem stood for the city of God and His covenant people all through the Bible (Psalm 102:21, Isaiah 52:9, 65:19, Revelation 3:12), Babylon has stood for oppression, violence, false religion, and outright rebellion against God.

Think, for instance, of the tower of Babel (Genesis 11:9). The Hebrew word for “Babel” is the same word for the kingdom of “Babylon”. In 1 Peter 5:13, Peter sends greetings from the church in “Babylon”, which is generally understood to mean, not from the ruins of the old kingdom located in today’s Iraq, but from Rome itself, soon to be the church’s oppressor. This is an interesting appellation in light of the book of Revelation and the role of Rome as presented in it.

Read Revelation 14:8 and 18:3. What do these texts reveal about the malevolent influence of Babylon on the world and on God’s people?

There is no question that the power that Babylon represents, as depicted in the book of Revelation, is greatly corrupt with this corruptive influence extending across the whole world, to some degree or another. The phrase “the wine of the wrath of her fornication” (Revelation 14:8) is clearly a reference to false doctrine, false teaching, and corrupt practices and the end results that come from them. Babylon is a force for evil that has spread to “all nations” (Revelation 18:3). Hence, everyone needs to take heed lest they be corrupted, as well.

Look around at the world today: the corruption, the confusion, the oppression. What should this teach us about our need to be anchored in Jesus and in His Word?

Babilônia e o Armagedom


Lição 12 - 16 a 22 de Junho

Sábado à tarde

VERSO PARA MEMORIZAR: “Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA.” Apocalipse 17:5

LEITURAS DA SEMANA: Apocalipse 14:8; 16:19; Isaías 52:9; Apocalipse 18:1-10; 16:12-16; 1 Reis 18:1-40; 1 Coríntios 15:1, 2

O livro de Apocalipse, como já observamos, é repleto de imagens e linguagem tiradas diretamente do Antigo Testamento. Por exemplo, o nome “Babilônia” aparece seis vezes no Apocalipse. No entanto, ele não se refere ao antigo reino de Nabucodonosor, que tinha desaparecido da história mundial centenas de anos antes. Em vez disso, João estava a usar imagens do Antigo Testamento para expressar uma verdade. Neste caso, Babilônia – um imenso poder político e religioso que tinha oprimido o povo de Deus – descreve, hoje, os grandes poderes políticos e religiosos que buscarão fazer a mesma coisa no tempo do fim.

Algo semelhante ocorre com a palavra Armagedom, que surge apenas no Apocalipse, mas é baseada numa expressão hebraica que parece significar “Monte de Megido”, uma referência a um local do antigo Israel. Existe uma grande especulação sobre o Armagedom. Muitas pessoas aguardam a ocorrência de uma grande batalha militar nesse lugar, em Megido, perto do fim do mundo.

Nesta semana, vamos estudar sobre Babilônia e o Armagedom, e vamos buscar descobrir o que revela a Bíblia com estas imagens.

Babylon and Armageddon

Lesson 12, June 16-22


Sabbath Afternoon


Memory Text: “On her forehead a name was written: MYSTERY, BABYLON THE GREAT, THE MOTHER OF HARLOTS AND OF THE ABOMINATIONS OF THE EARTH” (Revelation 17:5, NKJV).

The book of Revelation, as we already have noted, comes filled with images and language taken directly from the Old Testament. For instance, the name Babylon appears six times in Revelation. But it is not talking about the ancient kingdom of Nebuchadnezzar, which had passed from world history hundreds of years earlier. Instead, John was using Old Testament imagery to express a truth. In this case, Babylon — a massive political and religious power that had oppressed God’s people — now describes the massive religious and political powers that will seek to do the same in the end times.

Something similar occurs with the word Armageddon, which occurs only in Revelation but is based on a Hebrew phrase that seems to mean “Mount of Megiddo”, a reference to a location in ancient Israel. A great deal of speculation exists about Armageddon, with many people looking for a massive military battle to take place there, in Megiddo, near the end of the world.

This week, we will look at Babylon and Armageddon, and seek to learn what the Bible is telling us with these images.

15.6.18

Estudo adicional - Sexta-feira, 15 de Junho

“Assim que o povo de Deus for selado na sua testa – e não se trata de selo ou sinal que se possa ver, mas uma fixação na verdade, tanto intelectual como espiritualmente, de modo que não possa mais mudar – estará também selado e preparado para a sacudidura que virá. Na verdade, ela já começou; os juízos de Deus estão agora sobre a Terra […] a fim de sabermos o que está para vir.” Ellen G. White, A Fé Pela Qual Eu Vivo [Meditação Matinal, 2006], p. 285

“O Sábado será a grande prova de lealdade, pois é o ponto especialmente controvertido da verdade. Quando sobrevier aos homens a prova final, será traçada a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem. Ao passo que a observância do sábado falso em conformidade com a lei do Estado, contrária ao quarto mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a Deus, a guarda do verdadeiro Sábado, em obediência à lei divina, é uma prova de lealdade para com o Criador. Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus.” Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 605

Perguntas para discussão

1. Como podemos revelar aos outros a verdade sobre a marca da besta e o selo de Deus sem causar conflitos desnecessários? Porque devemos enfatizar o facto de que ninguém tem a marca da besta hoje?

2. Qual é a relação entre o Sábado e o selamento do Espírito Santo?

3. O que significa a ideia de que o selamento é “uma fixação na verdade, tanto intelectual como espiritualmente”?

4. O que caracteriza a Babilônia espiritual, os seus valores e métodos? Como diferem eles dos valores do reino de Deus? Os valores de Babilônia estão a entrar na nossa igreja? Como podemos reconhecer esses valores e lidar com eles de maneira cristã, refletindo os valores do reino de Deus?

Further Thought - Friday, June 15

“Just as soon as the people of God are sealed in their foreheads — it is not any seal or mark that can be seen, but a settling into the truth, both intellectually and spiritually, so they cannot be moved — just as soon as God’s people are sealed and prepared for the shaking, it will come. Indeed, it has begun already; the judgments of God are now upon the land, . . . that we may know what is coming”. — Ellen G. White, The Faith I Live By , p. 285.

“The Sabbath will be the great test of loyalty, for it is the point of truth especially controverted. When the final test shall be brought to bear upon men, then the line of distinction will be drawn between those who serve God and those who serve Him not. While the observance of the false sabbath in compliance with the law of the state, contrary to the fourth commandment, will be an avowal of allegiance to a power that is in opposition to God, the keeping of the true Sabbath, in obedience to God’s law, is an evidence of loyalty to the Creator. While one class, by accepting the sign of submission to earthly powers, receive the mark of the beast, the other choosing the token of allegiance to divine authority, receive the seal of God”. — Ellen G. White, The Great Controversy, p. 605.

Discussion Questions:

What are ways we can reveal to others the truth about the mark of the beast and the seal of God that don’t cause unnecessary controversy? For instance, why must we emphasize the fact that no one now has the mark of the beast?

How are the Sabbath and the sealing of the Holy Spirit related?
Reflect on the above idea of the seal as “a settling into the truth, both intellectually and spiritually”. What does that mean?

Discuss what characterizes spiritual Babylon, its values and methods. How do they differ from the values of God’s kingdom? How might some of Babylon’s values be creeping into our own church even now? How can we learn to recognize what they are and seek to deal with them, but in a Christian manner, one that reflects the values of God’s kingdom?