16.5.21

Walter Veith - Only One Truth - WHY I SPEAK - Episode 1

"A new and exciting series that addresses the relevant topics of life and faith. In a total of 13 episodes, Professor Walter Veith explains with his expertise, his knowledge and his accumulated experience, the foundation of the respective questions.


Where do we actually come from? Why are we here? What are the basic foundations of life? Why has Walter Veith - and that despite powerful opposition - decided in favor of the Advent faith? Why is the source of the Bible so unique? Is it OK to eat a vegetarian diet - or even absolutely necessary? Why do archaeologists bury their heads so deeply in the sand?


No, it is not about emotions and hammering on doctrines. It's about the great war that is unfolding right now in all its ferocity. And we humans are in the middle of it. Every single one of us has questions.


Wouldn't it be good to find really relevant answers to them?  Walter Veith has undertaken to provide these answers with his distinctive knowledge. Take your time and maybe, yes maybe you will find the long desired answer to your personal questions of life. WHY I SPEAK. You should see this."


14.5.21

Estudo Adicional 14.05.21

Sexta-feira, 14 de Maio


Leia do Espírito de Profecia: “O êxodo” (p. 196-202), “Do Mar Vermelho ao Sinai” (p. 203-211) e “Israel recebe a lei” (p. 213-222), em Patriarcas e Profetas.

“O espírito de escravidão é gerado por se procurar viver de acordo com a religião legal, pelo esforço de cumprir as reivindicações da lei em nossa própria força. Há esperança para nós apenas ao nos colocarmos sob a aliança abraâmica, que é a aliança da graça pela fé em Cristo Jesus. O evangelho pregado a Abraão, por meio do qual ele teve esperança, era o mesmo que é pregado a nós hoje, por meio do qual temos esperança. Abraão olhou para Jesus, que é também o Autor e Consumador de nossa fé.” Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 6, p. 1.198, 1.199

“Durante o cativeiro no Egito muitos israelitas haviam perdido em grande parte o conhecimento da lei de Deus, e misturaram seus preceitos com costumes e tradições gentílicos. Deus os levou ao Sinai, e ali de viva voz declarou Sua lei.” Patriarcas e Profetas, p. 238

Perguntas para consideração:

1. De que maneira foi concebida a aliança para manter as liberdades físicas e espirituais de Israel? (veja Levítico 26:3-13; compare com Deuteronómio 28:1-15).

2. Em Êxodo 19:5, 6 o Senhor declarou: “toda a terra é Minha”. Porque disse Ele isto, especialmente neste contexto de buscar estabelecer uma aliança com aquele povo? Como se encaixam aqui a nossa compreensão do sábado e o que ele significa?

3. Se somos perdoados pela graça, qual é a função da graça na vida de fé e obediência?

Resumo: A aliança de Deus com Israel no Sinai foi uma aliança de graça. Tendo mostrado o Seu amor através da libertação do Egipto, Deus convidou a nação a fazer uma aliança com Ele, que manteria e promoveria as suas liberdades. Embora Israel tivesse respondido afirmativamente, ele não tinha fé verdadeira motivada por amor. Na maior parte das vezes, o povo não entendeu a verdadeira natureza da aliança e corrompeu-a num sistema de salvação pelas obras. Não precisamos repetir este fracasso e ignorar a graça estendida aos pecadores.

Further Thought 14.05.21

Friday, May 14



“The spirit of bondage is engendered by seeking to live in accordance with legal religion, through striving to fulfill the claims of the law in our own strength. There is hope for us only as we come under the Abrahamic covenant, which is the covenant of grace by faith in Christ Jesus. The gospel preached to Abraham, through which he had hope, was the same gospel that is preached to us today, through which we have hope. Abraham looked unto Jesus, who is also the Author and the Finisher of our faith.” Ellen G. White Comments, The SDA Bible Commentary, vol. 6, p. 1077

“During the bondage in Egypt many of the Israelites had, to a great extent, lost the knowledge of God’s law, and had mingled its precepts with heathen customs and traditions. God brought them to Sinai, and there with His own voice declared His law.” Ellen G. White, Patriarchs and Prophets, p. 334

Discussion Questions:

1. In what ways was the covenant relationship designed to maintain Israel’s physical and spiritual freedoms? (See Leviticus 26:3-13; compare Deuteronomy 28:1-15.)

2. Read again Exodus 19:5-6. Notice the Lord makes this statement, “All the earth is mine.” Why would He say that, particularly in this context, that of seeking to establish a covenant with these people? How does our understanding of the Sabbath, and what it means, fit in here?

3. We understand that we are forgiven our sins only through God’s grace. How do we understand the role of God’s grace in enabling us to live a life of faith and obedience?

Summary: The covenant God formed with Israel at Sinai was a covenant of grace. Having given abundant evidence of His gracious love and care by an extraordinary deliverance from Egyptian slavery, God invited the nation into a covenant with Him that would maintain and promote their freedoms. Although Israel responded in the affirmative, they lacked a true faith motivated by love. Their later history indicates that, for the most part, they failed to understand the true nature of the covenant and corrupted it into a salvation-by-works system. We need not follow Israel’s failure and ignore the marvelous grace which has been extended to sinners.

A Unção do Tabernáculo - Jesus entrou no Santo dos Santos em 1844? (CORRIGIDO)

"No episódio 62, discutimos o papel oficiante de Jesus no lugar santo do tabernáculo celestial antes de entrar no Santo dos Santos. Por que é importante que Ele oficiasse no lugar Santo antes de se mudar para o Santo dos Santos em 1844? A maioria das igrejas ensina que Jesus foi direto para o Santo dos Santos em Sua ascensão ao céu. Isso é bíblico e o que o Espírito de Profecia diz?"

Promessas, Promessas...

Quinta-feira, 13 de Maio


À primeira vista, tudo parecia bem. O Senhor tinha livrado o Seu povo, oferecido as promessas da aliança e o povo tinha concordado em fazer tudo o que o Senhor lhe tinha ordenado. Era um negócio de sucesso, certo?

7. Qual foi a resposta de Israel à aliança? Romanos 9:31, 32; 10:3; Hebreus 4:1, 2

Em tudo o que Deus nos pede para fazer, o nosso relacionamento com Ele deve ser fundamentado na fé, que apresenta o fundamento sobre o qual as obras se desenvolvem. As obras em si mesmas – por mais puros que sejam os seus motivos, por mais sinceras e numerosas que sejam – não nos podem tornar aceitáveis aos olhos de um Deus santo. Não podiam no tempo de Israel e também não podem nos nossos dias.

8. Se a Bíblia enfatiza repetidamente as obras, porque é que elas não nos podem tornar aceitáveis aos olhos de Deus? Isaías 53:6; 64:6; Romanos 3:23

Infelizmente, o povo hebreu acreditava que a obediência se tinha tornado o meio da sua salvação, não o resultado da salvação. Ele buscou a justiça na sua obediência à lei, não a justiça de Deus, que vem pela fé. A aliança do Sinai – apesar de ter vindo com um conjunto muito mais detalhado de instruções e leis – foi concebida como uma aliança de graça tanto quanto todas as outras alianças anteriores. Esta graça, concedida livremente, provoca uma transformação no coração que leva à obediência. Evidentemente, o problema não era a tentativa do povo de obedecer (a aliança exigia que eles obedecessem); o problema era o tipo de “obediência” que ele prestava, que realmente não era mesmo obediência, como mostrou a história subsequente da nação.

Leia com atenção Romanos 10:3, especialmente a última parte. Que argumento apresentou Paulo ali? O que acontece com as pessoas que buscam estabelecer a sua própria justiça? Porque é que esta tentativa leva inevitavelmente ao pecado, injustiça e rebelião? Examinemos a nossa vida. Não estamos em perigo de fazer a mesma coisa?

Deus e Israel

Quarta-feira, 12 de Maio


“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu concerto, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha. E vós me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.” Êxodo 19:5, 6)

Nestes versos, o Senhor estava a propor a Sua aliança com os filhos de Israel. Embora em certo sentido o Senhor os tivesse chamado, esse chamado não foi concedido automaticamente sem a escolha deles. Eles tiveram que cooperar. Até a libertação do Egito tinha envolvido a sua cooperação: se não tivessem feito o que o Senhor tinha mandado (como colocar o sangue nos umbrais das portas), eles não teriam sido libertados. Era assim tão simples.

Neste verso, o Senhor também não lhes disse: “Quer gostem ou não, serão um tesouro peculiar para Mim e uma nação de sacerdotes”. Não é assim que funciona, e não é isso que o texto diz.

6. Leia Êxodo 19:5, 6. Como entende o que o Senhor disse no contexto da salvação pela fé? A ordem de obedecer ao Senhor de alguma forma anula o conceito de salvação pela graça? Como podemos resolver esta questão? Romanos 3:19-24; 6:1, 2; 7:7; Apocalipse 14:12

“Não ganhamos a salvação por nossa obediência, pois a salvação é um dom gratuito de Deus que recebemos pela fé. Mas a obediência é o fruto da fé.” Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 39

Pense no que o Senhor estava disposto a fazer pela nação de Israel: Ele não só a libertou milagrosamente da escravidão egípcia, mas desejava torná-la a Sua propriedade preciosa, uma nação de sacerdotes. Ao fundamentar o seu relacionamento com Ele na Sua salvação (tanto a temporal, da escravidão egípcia, como a eterna), o Senhor buscava elevá-la a um nível espiritual, intelectual e moral que a tornaria a maravilha do mundo antigo. Tudo isto com o propósito de usar os filhos de Israel para pregar o evangelho às nações. Tudo o que eles tinham que fazer, em resposta, era obedecer.

A nossa experiência com o Senhor deve reflectir o mesmo princípio visto no estudo de hoje?

13.5.21

Promises, Promises …

Thursday, May 13


At first sight, all seems well. The Lord delivers His people, offers them the covenant promises, and they agree: they will do all that the Lord asks them to do. It is a deal “made in heaven,” right?

Read the following texts. What insight do they give us regarding Israel’s response to the covenant?




Whatever God asks us to do, our relationship with Him must be founded upon faith. Faith provides the basis upon which works follow. Works, in and of themselves, no matter how purely motived, no matter how sincere, no matter how numerous, can’t make us acceptable in the sight of a holy God. They could not in Israel’s time, and they cannot in our time, as well.

If, however, the Bible over and over stresses works, why can’t works make us acceptable in God’s sight? (See Isaiah 53:6; 64:6; Romans 3:23.)

Unfortunately, the Hebrew people believed that their obedience became the means of their salvation, not the result of salvation. They sought righteousness in their obedience to the law, not the righteousness of God, which comes by faith. The Sinai covenant — though coming with a much more detailed set of instructions and law — was designed a covenant of grace as much as all the preceding covenants as well. This grace, freely bestowed, brings about a change of heart that leads to obedience. The problem, of course, was not their attempt to obey (the covenant demanded that they obey); the problem was the kind of “obedience” they rendered, which wasn’t really obedience at all, as the subsequent history of the nation showed.

Read carefully Romans 10:3, particularly the last part. What point is Paul making there? What happens to people who seek to establish their own righteousness? Why does that attempt inevitably lead to sin, unrighteousness, and rebellion? Look at our own lives. Are we not in danger of doing the same thing?