31.8.20

Os Pequenos Grupos nas Escrituras

Segunda-feira, 31 de Agosto


A Bíblia apresenta exemplos de organização comparáveis aos pequenos grupos modernos quanto à oração, comunhão, encorajamento e trabalho integrado. Isto dava ao povo de Deus a oportunidade de partilhar responsabilidades e utilizar os seus dons. Nos pequenos grupos o Senhor pode usar cada um de nós mais plenamente.

3. Leia Êxodo 18:21-25. Qual foi o conselho de Jetro que fez a diferença significativa para Moisés?

Cada indivíduo no acampamento tornou-se parte de um grupo de dez, liderado por um oficial piedoso. Esses pequenos grupos eram locais para a resolução de problemas, mas também eram lugares de comunhão em que os problemas podiam ser evitados e a vida espiritual nutrida. Eram lugares em que os planos de Deus para Israel podiam ser partilhados. As pessoas formavam relacionamentos que as ajudavam a lidar com os problemas que enfrentavam. Como ocorre hoje, naquela época as pessoas lutavam com coisas em que outros as poderiam ajudar. Os pequenos grupos oferecem oportunidades de comunhão acolhedora e atenciosa, de crescimento espiritual e de resolução de problemas.

Especialistas em pequenos grupos afirmam que o tamanho ideal para a interacção em grupo é entre seis e doze pessoas. Este foi o tamanho dos grupos de Moisés e Jesus.

4. Leia Lucas 6:12, 13, Mateus 10:1 e Marcos 3:13-15. Qual foi o duplo propósito de Jesus ao chamar os discípulos para o ministério do Seu pequeno grupo?

O propósito de Jesus em chamar os discípulos era prepará-los tanto espiritualmente como de maneira prática para a missão. Em comunhão com Cristo, eles cresceram em graça e aprenderam a ministrar com eficiência. Quando observavam Jesus a ministrar às necessidades das pessoas, aprendiam como usar os seus dons. O objectivo de Jesus era alimentar espiritualmente as pessoas e evangelizá-las.

Já se envolveu com um pequeno grupo de pessoas que se importavam uns com os outros e trabalhavam por um objectivo comum? Qual é o valor dos pequenos grupos para a nossa fé?

Small Groups in Scripture

Monday, August 31


The Bible provides numerous examples of small groups praying, fellowshiping, encouraging one another, and laboring together for Christ. These groups provided God’s people the opportunity to share responsibilities and fully utilize their varied gifts. That is, small groups can provide the opportunity for the Lord to use each of us more fully.

Read Exodus 18:21-25. What providential counsel did Moses’ father-in-law Jethro provide that made a significant difference for Moses? Why was this plan so vitally important?

Every individual in the camp of Israel became part of a group of ten, led by a godly official. These small groups were a place for problem solving, but they were also much more. They were places of fellowship where problems could be prevented and spiritual life nurtured. They were places of vision where God’s plans for Israel could be shared. In groups like this, people could form tight and caring relationships that could help all involved work through whatever the issues were that they were facing. No question — then as well as now, people struggled with things that others could help them with. Small groups provide opportunities for warm, caring fellowship, spiritual growth, and problem solving.

It is fascinating that small group specialists tell us that the ideal size for group interaction is between six and twelve people. This is the exact size that both Moses and Jesus employed in forming their groups.

Read Luke 6:12, 13; Matthew 10:1; and Mark 3:13-15. What was Jesus’ twofold purpose in calling the disciples and selecting them to be part of His small group ministry?

Jesus’ purpose in calling the disciples was to prepare them both spiritually and practically for their mission to the world. In fellowship with Him, they would grow in grace. In the context of their small group meetings, they would learn how to minister more effectively. Day by day, as they observed Jesus ministering to the needs of people around Him, they would learn by observation how to use their gifts. The purpose of Jesus’ small groups was both spiritual nurture and outreach.

Think about a time when you were involved with a small group of people, whatever the circumstances, who cared about each other and who were working for a common goal. What did you learn from that which could help you understand the value of small groups in the context of our faith?

Pequenos Grupos: Uma Ideia Divina

Domingo, 30 de Agosto


1. Leia Génesis 1:1, 2, 26, Hebreus 1:1, 2 e Efésios 3:8, 9. Como é que estes versos revelam a unidade da Divindade?

O Pai, o Filho e o Espírito Santo participaram na criação. Cada um Deles teve tarefas diferentes, mas trabalharam numa união indivisível. O Pai foi o Mestre Planejador, o Arquitecto. Ele executou os Seus planos através de Jesus, o Agente da criação em harmonia com o Espírito Santo. Um ato sobrenatural tão poderoso como este está além da nossa compreensão. O que entendemos claramente não é apenas a realidade do mundo criado e do Universo, mas que o próprio Deus fez tudo isto (veja Romanos 1:18-20).

Os pequenos grupos foram uma ideia divina. Embora devamos ter cuidado ao usar analogias em relação a aspectos misteriosos de Deus, façamos aqui uma comparação: o Pai, o Filho e o Espírito Santo formaram o primeiro grupo a atuar de modo integrado na história da salvação. Eles participaram na criação da humanidade e na sua redenção após a queda.

2. Compare João 10:17, 18 com Romanos 8:11 e 1 Coríntios 15:15. Como é que a ressurreição de Cristo demonstra a unidade do Pai, Filho e Espírito Santo no plano de salvação?

O Pai, o Filho e o Espírito Santo estão unidos num “pequeno grupo” com o propósito expresso de redimir a humanidade. “O plano da salvação fez parte dos conselhos do Infinito desde toda a eternidade.” (Ellen G. White, Fundamentos da Educação Cristã, p. 186). Não há nada mais importante para Deus do que salvar o maior número possível de pessoas (1 Timóteo 2:4; 2 Pedro 3:9). Conforme vamos estudar na lição desta semana, os pequenos grupos podem ter vários propósitos, mas o seu objectivo principal é ganhar pessoas perdidas para Jesus. Isto é, ao trabalharmos em pequenos grupos, podemos ajudar não apenas a nós mesmos, mas também aos outros. Ou seja, o objectivo supremo dos pequenos grupos deve ser ganhar pessoas.

A unidade de Deus é um mistério. Podemos, então, confiar no que não entendemos completamente? Porque é que este princípio é tão importante para os cristãos quando se trata da fé?

30.8.20

Small Groups: God’s Idea First

Sunday, August 30


Read Genesis 1:1, 2, 26; Hebrews 1:1, 2; and Ephesians 3:8, 9. How do these verses reveal the unity of the Godhead?

The Father, Son, and Holy Spirit participated in Creation together. They each had different tasks but worked together in an indivisible union. The Father was the Master Designer, the great architect. He carried out His plans through Jesus, as the active agent in Creation in unison with the power of the Holy Spirit. Such a powerful supernatural act is way beyond our comprehension. What we can comprehend, and clearly, too, is not only the reality of the created world and the cosmos but that God Himself had made it all (see Romans 1:18-20).

Small groups were God’s idea first. Though one has to be careful when using analogies in regard to many of the mysterious aspects of God, let’s use one loosely and say that the Father, Son, and Holy Spirit composed the first “small group” in salvation history. They participated together in the creation of the human race and then in its redemption after the Fall.

Compare John 10:17, 18 with Romans 8:11; and 1 Corinthians 15:15. How does the resurrection of Christ demonstrate the unity of the Father, Son, and Holy Spirit in the plan of salvation?

The Father, Son, and Holy Spirit are united in a “small group” with the express purpose of redeeming the human race. “The plan of salvation had its place in the counsels of the Infinite from all eternity”. — Ellen G. White, Fundamentals of Christian Education, p. 186. There is nothing more important to God then saving as many people as possible (1 Timothy 2:4, 2 Peter 3:9). Small groups may have multiple purposes that we will study in this week’s lesson, but their overriding purpose is to focus on winning lost people to Jesus. That is, by working in small groups, we can help not only ourselves but others, as well. That is, the ultimate goal of our small groups should be soul-winning.

Dwell on the mystery of the unity of our God. It’s hard to grasp, isn’t it? Yet, we can still believe in, and trust, what we don’t fully understand, right? Why is this such an important principle for Christians to follow when it comes to faith?

Conspiracy Theories?, Depopulation, UFO's - What's Up Prof? 24

"Episode 24 is the first of three talks that links together the different things happening around the world that seem to be disjointed. We apply the filter again as we have done in previous episodes. Is it truth? Is it conspiracy theories? How do we connect the dots to see where we are heading?!

Uma Maneira Emocionante De Se Envolver

Lição 10, 29 de Agosto a 04 de Setembro


Sábado à tarde

VERSO ÁUREO: “Então, disse aos seus discípulos: A seara é realmente grande, mas poucos são os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara.” Mateus 9:37, 38


Dizem que “a união faz a força”. Em certo sentido, isto é verdade. Já reparou que nos motivamos muito mais a fazer exercício físico se estivermos com um grupo de pessoas do que se tivermos que fazer exercício sozinhos todos os dias? De maneira semelhante, Deus criou-nos para a comunhão. Somos seres sociais e, tal como no exercício físico, acontece com muitas coisas na vida: fazemos melhor se tivermos um sistema de apoio. Isto é especialmente verdade em relação às questões espirituais.

Em toda a Bíblia, a comunidade e os pequenos grupos são destacados como um dos métodos de Deus para fortalecer a nossa fé, aumentar o nosso conhecimento da Sua palavra, aprofundar a nossa vida de oração e habilitar-nos a testemunhar. O Pai, o Filho e o Espírito Santo participam de uma liderança partilhada e integrada para o ministério. Moisés aprendeu a partilhar a liderança com líderes de grupos menores. Jesus estabeleceu um grupo pequeno de discípulos, e o apóstolo Paulo viajou pelo mundo romano com o seu grupo de evangelistas.

No estudo desta semana, vamos focar o fundamento bíblico para a vida em comunidade e a liderança partilhada, que se reflecte nos pequenos grupos modernos. Vai descobrir uma maneira emocionante de se envolver.

29.8.20

An Exciting Way to Get Involved

Lesson 10, August 29-September 4


Sabbath Afternoon

Memory Text: “Then saith he unto his disciples, The harvest truly is plenteous, but the labourers are few; Pray ye therefore the Lord of the harvest, that he will send forth labourers into his harvest.” Matthew 9:37, 38


Someone has said, “There is strength in numbers”. In a sense, that is true. Have you ever noticed that you are far more motivated to exercise if you are doing it with a group of people than if you have to exercise alone each day? Many people join health clubs, gyms, and exercise facilities because they believe that they will exercise more and enjoy it better if they are exercising with other people. In a similar way, God has created us for fellowship. We are social beings, and as with exercise it is true with many things in life: we do better if we have a social support system. This is especially true in spiritual matters.

Throughout the Bible, small groups are highlighted as one of God’s methods of strengthening our faith, increasing our knowledge of His word, deepening our prayer life, and equipping us to witness. The Father, Son, and Holy Spirit participated in a small group ministry. Moses was a small group leader. Jesus established His small group of disciples, and the apostle Paul traveled the Roman world with his small group of evangelistic companions.

During this week’s study, we will focus on the biblical basis for small groups, and you will discover an exciting way for you to get involved.

28.8.20

Estudo Adicional 28.8.20

Sexta-feira, 28 de Agosto


“Em Cristo se resumem a ternura do pastor, a afeição do pai e a incomparável graça do compassivo Salvador. Apresenta Suas bênçãos nos mais fascinantes termos. Não Se contenta apenas em anunciar essas bênçãos; oferece-as da maneira mais atrativa, para despertar o desejo de as possuir. Assim devem Seus servos apresentar as riquezas da glória do inexprimível Dom. O maravilhoso amor de Cristo abrandará e subjugará os corações, quando a simples reiteração de doutrinas nada conseguiria. “Consolai, consolai o Meu povo, diz o vosso Deus.” “Tu, anunciador de boas-novas a Sião, sobe tu a um monte alto. Tu, anunciador de boas-novas a Jerusalém, levanta a tua voz fortemente; levanta-a, não temas, e dize às cidades de Judá: Eis aqui está o vosso Deus. [...] Como pastor apascentará o Seu rebanho; entre os Seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no Seu regaço’” (Isaías 40:1, 9-11; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 826, 827).

Perguntas para consideração:

1. É lamentável, mas alguns sentem-se melhor a apontar as falhas de outras pessoas. Como podemos ter certeza de que não caímos nesta mentalidade?

2. Considere este cenário: um amigo acaba de voltar de um funeral e diz: “Estou feliz porque a minha tia está no Céu olhando por mim!”. Como reagiria? Porque pode não ser o melhor momento para dar um estudo bíblico sobre este assunto?

3. Comente esta declaração à luz do nosso testemunho: “O próprio ato de olhar para o mal nos outros desenvolve o mal em quem olha. Detendo-nos sobre as faltas do próximo, somos transformados na sua imagem. Mas contemplando Jesus, falando do Seu amor e da perfeição de Seu caráter, imprimimos em nós as Suas feições. Contemplando o alto ideal que Ele colocou diante de nós, subiremos a uma atmosfera santa e pura, que é a própria presença de Deus. Quando aí permanecemos, sairá de nós uma luz que irradia sobre todos os que estiverem em contato conosco”

The Call - Preparation For The Crisis

"What is the mark of the beast and when will people receive it? What did Jesus mean when He said, “As in the days of Noah”? And what can we learn from His warnings to Christians living during the time of the first and second sieges of Jerusalem? Mackenzie Drebit reviews Adventist teachings on last day events and discusses the two kinds of preparations we must make to get ready for the coming crisis. A visual timeline provides a clear picture of where we are in relation to events preceding Christ’s return."

Further Thought 28.8.20

Friday, August 28


“In Christ is the tenderness of the shepherd, the affection of the parent, and the matchless grace of the compassionate Saviour. His blessings He presents in the most alluring terms. He is not content merely to announce these blessings; He presents them in the most attractive way, to excite a desire to possess them. So His servants are to present the riches of the glory of the unspeakable Gift. The wonderful love of Christ will melt and subdue hearts, when the mere reiteration of doctrines would accomplish nothing. ‘Comfort ye, comfort ye My people, saith your God’. ‘O Zion, that bringest good tidings, get thee up into the high mountain; O Jerusalem, that bringest good tidings, lift up thy voice with strength; lift it up, be not afraid; say unto the cities of Judah, Behold your God! … He shall feed His flock like a shepherd: He shall gather the lambs with His arm, and carry them in His bosom’. Isaiah 40:1, 9-11”. — Ellen G. White, The Desire of Ages, pp. 826, 827.

Discussion Questions:

1. It’s unfortunate, but some people can make themselves feel better by pointing out the faults of others. How can we be sure that we don’t fall into that same mind-frame?

2. Consider this scenario: A friend has just returned from a funeral and makes this comment: “I am so glad my aunt is up in heaven looking down at me. It makes me feel so good”. Based on the principles we studied in our lesson this week, how would you respond? That is, however important the state of the dead is, why might this not be the best time to give that person a Bible study on this topic?

3. Discuss the following statement in the light of our witness to others: “The very act of looking for evil in others develops evil in those who look. By dwelling upon the faults of others, we are changed into the same image. But by beholding Jesus, talking of His love and perfection of character, we become changed into His image. By contemplating the lofty ideal He has placed before us, we shall be uplifted into a pure and holy atmosphere, even the presence of God. When we abide here, there goes forth from us a light that irradiates all who are connected with us”. — Ellen G. White, Gospel Workers, p. 479.

27.8.20

Equilíbrio Entre Verdade e Amor

Quinta-feira, 27 de Agosto


Jesus não deixou de apresentar a verdade “por causa do amor”, porque isso não seria amor. O amor busca sempre o melhor para o outro. Não há ­conflito entre amor e verdade. A verdade apresentada com humildade e bondade é uma declaração de amor. Jesus disse: “Eu Sou o caminho, a verdade e a vida” (João 14:6). Ele é o único caminho de salvação (Atos 4:12). A Sua graça salva-nos para que possamos conhecer a Sua verdade e viver a Sua vida. A verdade sem amor leva a um legalismo asfixiante, que sufoca a vida espiritual. O chamado “amor” sem verdade leva ao sentimentalismo tolerante, sem consistência, deixando o indivíduo à deriva num mar de incertezas. A verdade apresentada com amor leva a uma experiência cristã genuína que dá direção, propósito e certeza.

6. Leia 1 Pedro 3:15, 2 Timóteo 4:2 e Tito 3:4, 5. Que expressões revelam nesses versos o equilíbrio entre apresentar a verdade bíblica e um espírito humilde e acolhedor?

Os escritores do Novo Testamento nunca enfatizaram o amor acima da verdade. Eles reuniram belamente amor e verdade, graça e Lei, compaixão e honestidade. Pedro exortou os irmãos: “antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pedro 3:15). Noutras palavras, precisa saber em que crê, por que razão crê e ser capaz de explicar aos outros. Isso não significa que tenha todas as respostas nem que deve convencer as pessoas das suas crenças. Significa apenas que, com “mansidão e temor”, isto é, com humildade e senso da grandeza das questões em jogo, pode explicar e defender a sua fé.

Paulo aconselhou ao seu jovem discípulo Timóteo: “que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.” (2 Timóteo 4:2). Ele lembrou Tito de que a bondade e o amor de Deus salvaram aqueles que renasceram Nele (Tito 3:5).

Também somos chamados a apresentar a verdade com amor, mansidão e humildade. O Senhor convida-nos a unir-nos a Ele, partilhando com atitudes que demonstram aceitação a Sua mensagem dos últimos dias ao mundo que morre sem Cristo.

Se alguém lhe perguntasse: “Por que é cristão?”, como responderia e porquê?

Truth Lovingly Presented

Thursday, August 27


Jesus did not neglect presenting truth for “love’s sake”, because that would not have been love. Love always seeks the best for another. There is no conflict between love and truth. Truth presented humbly and kindly is a statement of love. Jesus said, “I am the way, the truth, and the life” (John 14:6). Jesus is the only way of salvation (Acts 4:12). His grace saves us so that we can know His truth and live His life. Truth without love leads to stifling legalism, which strangles spiritual life. So- called “love” without truth leads to tolerant sentimentalism with no substance, leaving an individual adrift on a sea of uncertainty. Truth presented in love leads to an authentic Christian experience that provides clear direction, purpose, and certainty.

Read 1 Peter 3:15; 2 Timothy 4:2; and Titus 3:4, 5. What expressions in these verses present the balance between presenting Bible truth and a humble, accepting spirit?

The New Testament writers never emphasize love over truth. They beautifully blend love and truth, grace and law, compassion and honesty. Peter admonishes fellow believers to “give an answer to every man that asketh you a reason of the hope that is in you with meekness and fear” (1 Peter 3:15). In other words, you need to know what you believe, why you believe it, and be able to explain what you believe and why. This doesn’t mean you have all the answers or must be able to convince others of your beliefs. It means only that with “meekness and fear” — that is, with humility and a sense of the greatness of the issues at stake — you can explain and defend your faith.

Paul counsels his young protégé Timothy to “Preach the word; be instant in season, out of season; reprove, rebuke, exhort with all longsuffering and doctrine.” (2 Timothy 4:2). He reminds Titus that it is the kindness and love of God that saved those who have been reborn in Him (Titus 3:5).

We, too, are called to present the truth in love with all meekness and humility. Our Lord invites us to join Him in lovingly sharing with accepting attitudes His last-day message for a world dying without Christ.

If someone were to ask you, “Why are you a Christian?” how would you respond, and why?

26.8.20

The Moment Of Crisis - O Momento De Crise

"The moment of crisis: In this sermon we compare the reactions of God's people to the current events and the coming crisis with those of Jesus' disciples regarding the events and the moment of crisis associated with the arrest and crucifixion of our Lord. Are there parallels we can draw and what can we learn from them?"

“O momento de crise: neste sermão comparamos as reações do povo de Deus aos eventos atuais e à crise que se aproxima com as dos discípulos de Jesus em relação aos eventos e ao momento de crise associado à prisão e crucificação do nosso Senhor. Há paralelos que podemos traçar e o que podemos aprender com eles?"

O Fundamento da Aceitação

Quarta-feira, 26 de Agosto


5. Leia Romanos 15:7 e Efésios 4:32. Como descreveria o fundamento de toda a aceitação? Qual é a essência de uma atitude de aceitação?

Nestas duas passagens, o apóstolo Paulo apresentou os princípios que fundamentam a nossa aceitação dos outros. Visto que Cristo perdoou e aceitou cada um de nós, como nos podemos recusar a perdoar e aceitar uns aos outros? Na verdade, precisamente porque Jesus nos recebeu podemos receber uns aos outros, apesar das falhas deles.

Pense bem no que isto significa. Pense em si mesmo, nas coisas que tem feito e contra as quais ainda pode estar a lutar – coisas que talvez só você saiba, que ficaria aterrorizado se os outros também soubessem.

Pela fé, é aceito em Cristo, que conhece todas as coisas das quais os outros talvez nada saibam. Certamente, Ele sabe de tudo; no entanto, aceita-o de maneira incondicional, não por causa da sua bondade, mas por causa da bondade Dele.

Qual deve ser então a sua atitude em relação às outras pessoas?

Eis um conceito difícil de compreender. A aceitação genuína significa que acolhemos as pessoas como elas são, com todos os seus hábitos pecaminosos, porque elas são seres humanos criados à imagem de Deus. Visto que Cristo morreu por nós “sendo nós ainda pecadores” e o facto de termos sido “reconciliados com Deus” quando éramos os Seus inimigos, podemos perdoar e aceitar os outros. O Seu amor por nós torna-se o próprio fundamento da nossa aceitação e perdão das outras pessoas (Romanos 5:6-10).

Porém, uma vez que um relacionamento de aceitação e cuidado tenha sido estabelecido, muitas vezes é necessário confrontar o outro indivíduo amorosamente com as verdades das Escrituras. Deixar de fazer isto é deixar de amar. Como amigos, importamos-nos a ponto de partilhar com as pessoas a quem amamos verdades eternas que transformam a vida.

A atitude de Jesus não foi: “Faça o que quiser. Está tudo bem. Eu ainda o aceito”. A Sua atitude era, em vez disto, “Não importa o que tenha feito, estou disposto a perdoá-lo e a conceder-lhe poder para mudar”. A verdade bíblica apresentada humildemente no espírito de Cristo, com uma atitude de amor, ganha corações e transforma vidas.

É possível aceitar um indivíduo sem aceitar o comportamento pecaminoso dele? Como podemos acolher as pessoas e ao mesmo tempo não desculpar nem tolerar o pecado?

The Foundation of Acceptance

Wednesday, August 26


Read Romans 15:7 and Ephesians 4:32. How would you describe the foundation of all acceptance? What is the essence of an accepting attitude?

In these two passages the apostle Paul presents the principles underlying our acceptance of one another. Because Christ has forgiven and accepted each one of us, can we possibly refuse to forgive and accept one another? In fact, it is precisely because Jesus has received us that we can receive one another, even despite the other’s flaws.

Think hard about what this means. Think about yourself and about some of the things you have done and might still be struggling with — things that, perhaps, you alone know about, things that you’d be terrified if others knew about, too.

And yet, what? By faith, you are accepted in Christ, who knows all about the things that others might not know anything about. Yes, He knows all of that, and yet, He accepts you anyway, not because of your own goodness, but because of His.

What, then, should be your attitude toward others?

Here is a difficult concept for some to understand. Genuine acceptance means that we accept people as they are, with all their sinful habits, because they are human beings created in the image of God. Because Christ died for us “while we were yet sinners” and “reconciled [us] to God” when we were His enemies, we can forgive and accept others. His love toward us becomes the very foundation of our acceptance and forgiveness toward others (Romans 5:6-10).

But once an accepting, caring relationship has been established, it is often necessary to confront another individual lovingly with the truths of Scripture. To fail to do this is to neglect to love. As friends, we care enough to share life-changing, eternal truths with our friends.

Jesus’ attitude was not, “Do whatever you please. It’s all right. I still accept you”. His attitude was, rather, “No matter what you have done, I am willing to forgive you and provide you with power to change”. Biblical truth presented humbly in Christ’s spirit with a loving attitude wins hearts and changes lives.

How is it possible to accept an individual without accepting that person’s sinful behavior? How can we be accepting while at the same time not condone or tolerate sin?

25.8.20

Apresentando a Verdade com Amor

Terça-feira, 25 de Agosto


Apenas amizade não ganha pessoas para Cristo. Podemos ter muitos amigos, pessoas com as quais gostamos de estar e que gostam de estar connosco, mas se nunca lhes dissermos o que Jesus significa para nós e como Ele mudou a nossa vida, a nossa amizade pode fazer pouca diferença eterna. Evidentemente, podemos ser pessoas agradáveis e divertidas, mas Deus chama-nos para ser mais do que isso. Somente a amizade não levará pessoas a Cristo, mas certamente atitudes inamistosas podem afastar pessoas do Senhor.

O apóstolo Paulo lembra-nos que devemos seguir “a verdade em amor” (Efésios 4:15). Os laços de amizade são construídos quando concordamos com as pessoas o máximo possível, demonstramos aceitação e as elogiamos quando é apropriado. Como é importante criar o hábito de buscar o bem nas pessoas em oposição ao mal!

4. Leia 2 Tessalonicenses 1:1-4. Liste os elogios específicos que Paulo fez aos tessalonicenses:

Parece que alguns gostam de buscar o erro nas outras pessoas. Sentem prazer quando encontram algo que alguém não fez correctamente e isto faz com que se sintam melhores consigo mesmos.

O apóstolo Paulo fazia o contrário. Ele procurava o que era positivo nas igrejas às quais ministrava. Certamente ele reprovava o erro e não tolerava o pecado, mas o seu foco era edificar as igrejas que tinha estabelecido. Uma das maneiras como ele fazia isto era destacar o que elas faziam correctamente.

A declaração de Ellen G. White sobre a importância de relacionamentos positivos é notável: “Se nos humilhássemos perante Deus e fôssemos bondosos e corteses, compassivos e piedosos, haveria uma centena de conversões à verdade onde agora há apenas uma” (Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 189).

Reflicta sobre a declaração acima por um momento. O que significaria para a sua igreja se bondade, cortesia, compaixão e piedade transbordassem do coração de cada membro? Como seria uma igreja assim? Examine o seu coração e pergunte a si mesmo como poderia melhorar nesta área.

Presenting the Truth in Love

Tuesday, August 25


Friendship alone does not win people to Christ. We might have many friends, people we enjoy being with and who enjoy being with us, but if we never tell them what Jesus means to us and how He changed our lives, our friendship may make little eternal difference. Sure, we might be fun to be around, but God calls us to be more than just fun to be around. Friendship alone will not bring people to Christ, but unfriendly attitudes may drive people from Christ.

The apostle Paul reminds us to speak “the truth in love” (Ephesians 4:15). The bonds of friendship are built when we agree with people as much as possible, demonstrate acceptance, and compliment them where it is appropriate. How important that we make a habit of looking for the good in people as opposed to the bad.

Read 2 Thessalonians 1:1-4. List some of the specific things Paul compliments the Thessalonians for.

There are those who seem to delight in looking for things that are wrong with others if for no other reason than that it makes them feel better about themselves.

The apostle Paul was the opposite. He looked for the positive in the churches he ministered to. Certainly, he reproved error and did not condone sin, but his focus was to build up the churches that he established. One way he did this was by highlighting what they did right.

Ellen G. White’s statement on the importance of positive relationships is remarkable. “If we would humble ourselves before God, and be kind and courteous and tenderhearted and pitiful [full of pity], there would be one hundred conversions to the truth where now there is only one”. — Testimonies for the Church, vol. 9, p. 189.

Reflect on the statement above for a moment. What would it mean for your church if kindness, courtesy, tenderheartedness, and pity (mercy) overflowed from each member’s heart? What would a church like this look like? Look into your own heart and ask yourself about a way in which you could improve in this area.

24.8.20

Mudança de Atitude

Segunda-feira, 24 de Agosto


As nossas atitudes determinam muitas vezes a nossa capacidade de influenciar os outros. Uma atitude dura, crítica e inamistosa vai afastar as pessoas de nós, e mesmo que sejamos capazes de testemunhar, as nossas palavras, por mais verdadeiras que sejam, muito provavelmente não serão recebidas.

Em contraste com isto, uma atitude positiva e uma crença nas pessoas atraem-nas a nós. Isto cria um vínculo de amizade. Jesus afirmou este princípio de maneira bela quando disse: “Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.” (João 15:15). Apesar das suas fraquezas e erros, os amigos aceitam-se e partilham livremente as suas alegrias e tristezas.

3. Leia Mateus 15:21-28 e Marcos 14:6-9. Estes textos descrevem duas mulheres em circunstâncias amplamente diferentes. Jesus parece ser duro com uma delas e gentil com a outra. Qual é o indício de que Jesus estava a alcançar com Sua graça salvadora tanto uma como a outra e a construir confiança?

A mulher em Mateus 15 era cananeia. Jesus recusou intencionalmente o pedido dela de início para que, à medida que ela persistisse, a sua fé crescesse. Ele concedeu finalmente o desejo dela e depois fez uma declaração surpreendente que um líder religioso da Judeia daquela época jamais faria a uma pobre mulher cananeia. Ele disse publicamente: “Ó mulher, grande é a tua fé!” (Mateus 15:28). Ele fez um dos maiores elogios que nenhum mestre religioso poderia fazer. Imagina como o coração dela se alegrou e a sua vida mudou?

Já a mulher que ungiu os pés de Jesus com perfume caro era judia – uma mulher de má reputação, que tinha falhado muito e pecado com frequência, mas tinha sido perdoada e transformada. Quando outros a criticaram, Jesus elogiou-a e aprovou as suas ações. Ele declarou: “em todas as partes do mundo onde este evangelho for pregado, também o que ela fez será contado para sua memória.” (Marcos 14:9).

Considerando as duas histórias que lemos, quais são os elementos essenciais de uma atitude positiva para conquistar pessoas para Cristo? Que mudanças precisa fazer na sua atitude, não apenas para o testemunho, mas para a vida em geral?

An Attitude Adjustment

Monday, August 24


Our attitudes often determine our ability to influence others. A harsh, critical, and unfriendly attitude is going to drive people away from you, and even if you are able to witness, your words, no matter how truthful, are much less likely to be received.

In contrast, a positive attitude and a belief in others draws them to us. It creates a bond of friendship. Jesus stated this principle beautifully when He said, “Henceforth I call you not servants; for the servant knoweth not what his lord doeth: but I have called you friends; for all things that I have heard of my Father I have made known unto you” (John 15:15). Friends accept one another in spite of their weaknesses and mistakes and freely share their joys and sorrows.

Read Matthew 15:21-28 and Mark 14:6-9. These texts describe two women of widely differing circumstances. Jesus appears to be harsh with one and gentle with the other. What indications do you have in these passages that Jesus was reaching out with His saving grace with each one and building trust?

The woman in Matthew 15 is a Canaanite. Jesus intentionally refuses her request initially so that, as she persists, her faith will grow. He eventually grants her desire and then makes an amazing statement that no religious leader in Judea at that time would ever make to a poor Canaanite woman. He publicly says, “O woman, great is thy faith” (Matthew 15:28). He gives her one of the greatest compliments any religious teacher could ever give. Can you imagine how her heart rejoiced and her life was changed?

The woman who anoints Jesus’ feet with expensive perfume is a Jew — a woman of ill repute, a woman who has failed badly and sinned often, but one who was forgiven, transformed and made new again. When others criticize her, Jesus compliments her and approves of her actions. He declares, “Wheresoever this gospel shall be preached throughout the whole world, this also that she hath done shall be spoken of for a memorial of her” (Mark 14:9).

In view of the two stories we have read above, what are the essentials of a positive winning attitude? What kind of attitude adjustments do you need, not just for witnessing, but for life in general?

Receptividade ao Evangelho

Domingo, 23 de Agosto


1. Leia João 4:27-30, 39-42. Como é que a interação de Jesus com a samaritana demonstra que muitos estão abertos ao evangelho, até em lugares incomuns?

O último lugar onde os discípulos esperavam encontrar pessoas receptivas ao evangelho era Samaria. Ao longo dos séculos, os samaritanos estiveram em constante conflito com os judeus sobre doutrina e adoração. Os samaritanos quiseram participar na construção do templo em Jerusalém, mas essa oportunidade foi-lhes negada devido ao seu envolvimento com a cultura pagã e as suas ideias não ortodoxas. Então, os samaritanos construíram o seu próprio templo no monte Gerizim. Os discípulos ignoraram Samaria visto que a consideravam um terreno infértil para a proclamação do evangelho.

Mas Jesus via o que os discípulos não viam: pessoas receptivas. O relato de João começa com estas palavras: Jesus “deixou a Judeia e foi outra vez para a Galileia. E era-lhe necessário passar por Samaria” (João 4:3, 4). Para Ele, era “necessário” passar por Samaria porque o Espírito Santo convenceu-O de que havia corações receptivos naquele lugar improvável. Quando os nossos olhos são ungidos pelo Senhor, vemos possibilidades onde outros veem dificuldades. Vemos uma rica colheita de pessoas para o reino de Deus onde outros veem apenas campos improdutivos.

2. Leia Atos 8:4, 5, 14. Qual foi o resultado do ministério de Jesus em Samaria?

Os discípulos não ofereceriam oportunidade para os samaritanos ouvirem a verdade. Jesus viu o que eles não viram e percebeu que o Espírito Santo tinha gerado receptividade no coração de uma mulher. A conversão dramática da samaritana impactou dezenas de pessoas. Nem sempre veremos resultados do nosso testemunho, mas, quando plantamos sementes em corações receptivos, elas produzirão uma colheita para a glória de Deus.

Nem sempre sabemos o impacto das nossas palavras e ações nos outros, para o bem ou para o mal. Portanto, porque devemos ter cuidado com o que dizemos e fazemos, principalmente na presença de outros?

Receptivity to the Gospel

Sunday, August 23

 
Read John 4:27-30, 39-42. How does Jesus’ interaction with the Samaritan woman demonstrate the truth that all sorts of people are open to the gospel, even in unexpected places?

The last place the disciples expected to find hearts receptive to the gospel was in Samaria. The Samaritans were in constant conflict with the Jews over doctrine and worship. This animosity was decades old. The Samaritans had wanted to participate in building the temple in Jerusalem but were refused that opportunity because of their intermarriage with the heathen culture around them and their unorthodox views. As a result, the Samaritans built their own temple on Mount Gerizim. The disciples would readily skip by Samaria as an unfertile ground for the proclamation of the gospel.

Jesus saw what the disciples did not see: receptive hearts. John’s account of the story of the woman at the well begins with these words: “He left Judaea, and departed again into Galilee. And he must needs go through Samaria.” (John 4:3, 4). Jesus “needed” to go through Samaria because the Holy Spirit convinced Him that there would be receptive hearts in this unlikely place. When our eyes are divinely anointed by the Holy Spirit, we see possibilities where others see only difficulties. We see a rich harvest of souls for the kingdom of God where others see only barren fields.

Read Acts 8:4, 5, 14. What was the ultimate result of Jesus’ ministry in Samaria?

The disciples would have passed by Samaria without ever providing an opportunity for the Samaritans to hear the truth of the Word of God. Jesus saw what they did not see. He recognized that the Holy Spirit had created a receptivity in one woman’s heart. Her dramatic conversion impacted scores of people in that city. We will not always see immediate results from our witnessing activities, but as we sow seeds in receptive hearts, they will one day bring a harvest for the glory of God.

We never know for sure the impact of our words and actions on others, either for good or for bad. Hence, why must we always be careful about what we say and do in the presence of others?

22.8.20

Desenvolvendo uma Atitude Conquistadora

Lição 9, 22 a 28 de Agosto


Sábado à tarde

VERSO ÁUREO: “Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.” 1 Pedro 3:15


Quanto mais estudamos a vida de Jesus, mais nos maravilhamos com a Sua capacidade de aceitar e afirmar as pessoas. Embora Ele tenha feito repreensões severas aos líderes religiosos dos Seus dias, recebeu com prazer os que lutavam com o pecado, os que eram atormentados pela culpa e estavam condenados. A Sua graça era para esses. A Sua misericórdia estendia-se aos mais vis pecadores. A profundidade do Seu perdão era infinitamente maior que a profundeza do pecado das pessoas. O Seu amor não conhecia limites.

Jesus nunca exibiu um traço de orgulho e arrogância. Ele via em todo o ser humano alguém criado à imagem de Deus, embora caído pelo pecado, e a quem Ele tinha vindo salvar. Ninguém estava além do Seu amor. Ninguém tinha ido tão longe que a Sua graça não pudesse alcançar. Cristo demonstrou respeito a todos com quem entrou em contacto e tratou-os com dignidade. Ele influenciou pessoas para o reino porque cria nelas. Vidas foram transformadas na Sua presença porque Ele importava-Se com as pessoas. Elas ergueram-se para se tornarem o que Ele acreditava que elas podiam ser.

Nesta semana, vamos estudar com mais profundidade a atitude de Jesus em relação às pessoas e vamos descobrir como aplicar estes princípios.

Developing a Winning Attitude

Lesson 9, August 22-28


Sabbath Afternoon

Memory Text: “But sanctify the Lord God in your hearts: and be ready always to give an answer to every man that asketh you a reason of the hope that is in you with meekness and fear.” 1 Peter 3:15


The more we study Jesus’ life, the more we marvel at His ability to accept and affirm people. Although He issued scathing rebukes to the religious leaders of His day, He gladly received those who were struggling with sin, plagued with guilt, and hopelessly condemned. His grace was for them. His mercy extended to even the vilest sinners. The depth of His forgiveness was infinitely deeper than the depths of their sin. His love knew no bounds.

Jesus never exhibited a tinge of pride or superiority. He saw in every human being one created in the image of God, yet fallen by sin, and whom He came to save. No one was beyond His love. None had fallen so low that His grace could not reach them. He showed respect to all He came in contact with and treated them with the dignity they deserved. He influenced people for the kingdom because He believed in people. Their lives were changed in His presence because He cared for them so deeply. They rose to become what He believed they could be.

In this week’s lesson we will explore more deeply Jesus’ attitude toward people and discover how to apply these principles in our own lives.

21.8.20

“Ministering Like Jesus" (8 of 13) with Pastor Fred Dana

Ministering Like Jesus - Commentaries

Jean Ross - Ministering Like Jesus (Commentaries)

Ministrando como Jesus (Comentários)

Estudo adicional 21.8.20

Sexta-feira, 21 de Agosto


“Muitos não têm nenhuma fé em Deus, e perderam a confiança no homem. Mas apreciam os atos de simpatia e prestatividade. Ao verem uma pessoa, sem nenhum incentivo de louvor terrestre nem de compensação, ir a sua casa, ajudando ao doente, alimentando o faminto, vestindo o nu, confortando o triste e encaminhando-os ternamente a todos Àquele de cujo amor e piedade o obreiro humano não é senão um mensageiro — ao verem isso, seu coração é tocado. Brota a gratidão. Ateia-se a fé. Vêem que Deus cuida deles, e ficam preparados para escutar ao ser-lhes aberta a Sua Palavra.” Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 145

O ministério altruísta de Jesus abre corações, quebra preconceitos e cria receptividade ao evangelho. A igreja é o corpo de Cristo, que atende às necessidades com amor em todos os lugares. Cristo envia-nos à nossa comunidade para fazer a diferença em Seu nome. Embora devamos ter cuidado com a contaminação do mundo (e isto é uma ameaça muito perigosa para a nossa igreja), ainda precisamos alcançar os outros onde eles estão e ser usados por Deus, que deseja levá-los a uma vida melhor.

Perguntas para consideração:

1. Porque é que o ministério compassivo de Cristo é tão poderoso para destruir preconceitos e abrir o coração das pessoas para que ouçam verdades espirituais? Imagine como o nosso testemunho seria mais eficaz se reflectíssemos o interesse altruísta de Jesus pelos outros.

2. Pense numa ocasião em que disse algo verdadeiro, correcto e necessário, porém de maneira errada, com uma má atitude. O que aprendeu com essa experiência? Ela pode ajudá-lo a agir de maneira diferente, mais calmo, da próxima vez?

3. Reflita sobre a ideia de que todas as pessoas curadas ou ressuscitadas por Jesus acabaram por morrer. Como devemos conduzir o evangelismo e o ministério às pessoas?

4. Que tipos de ministério pode a sua igreja iniciar na sua comunidade?

5. Como podemos criar oportunidades espirituais para os que buscam auxílio, através dos nossos ministérios voltados às necessidades perceptíveis?

Further Thought 21.8.20

Friday, August 21


“Many have no faith in God and have lost confidence in man. But they appreciate acts of sympathy and helpfulness. As they see one with no inducement of earthly praise or compensation coming to their homes, ministering to the sick, feeding the hungry, clothing the naked, comforting the sad, and tenderly pointing all to Him of whose love and pity the human worker is but the messenger — as they see this, their hearts are touched. Gratitude springs up. Faith is kindled. They see that God cares for them, and they are prepared to listen as His Word is opened.” Ellen G. White, The Ministry of Healing, p. 145

The unselfish ministry of Jesus opens hearts, breaks down prejudice, and creates a receptivity for the gospel. The church is the body of Christ meeting needs in love everywhere. Christ sends us out into our communities to make a difference in His name. Though certainly, we need to be careful about being contaminated by the world (and that is a very real and dangerous threat to our church), we still must learn to reach the people where they are and to be used by God, who wants to take them from where they are and bring them to where they should be.

Discussion Questions:

1. Why is the compassionate ministry of Christ so powerful in breaking down prejudice and opening people up to hear spiritual truths? Try to imagine how much more effective our witness as a people would be were we to reflect the same selfless concern for others as Jesus did.

2. Think about a time when you said something that might have been true, correct, even needed — but you said it wrongly, that is, with a bad tone or attitude. What did you learn from that experience that could help you not to do it again, such as waiting until you calm down before speaking, or the like?

3. Dwell more on the idea that even all the people healed or even raised from the dead would eventually die. What should that tell us about how we ought to be conducting our outreach and ministry to those around us?

4. What types of ministries can your church launch in your community that you are not currently doing?

5. How can we create spiritual opportunities for seekers through our felt-need ministries?

O Que Importa Para Jesus

Quinta-feira, 20 de Agosto


A mensagem de Jesus aos Seus discípulos em Mateus 24, que reúne eventos relacionados à destruição de Jerusalém e aos dias anteriores ao Seu regresso, é seguida por três parábolas que falam do fim dos tempos, em Mateus 25. Estas parábolas descrevem as qualidades de carácter que realmente importam para Jesus quanto ao povo que espera a Sua segunda vinda. A parábola das dez virgens enfatiza a importância de uma vida genuína, autêntica e repleta do Espírito. A parábola dos dez talentos destaca a importância de usar fielmente os dons que Deus deu a cada um. A parábola das ovelhas e dos bodes revela que o cristianismo genuíno ministra realmente às necessidades dos que Deus coloca na nossa vida cada dia.

7. Leia Mateus 25:31-46. Como é que Jesus descreveu o cristianismo genuíno?

Embora a parábola fale de atender às necessidades físicas reais das pessoas, há um aspecto da história que não devemos negligenciar. Há uma fome e sede de Jesus, ocultas no coração do ser humano, que precisam ser satisfeitas (João 6:35; 4:13, 14). Somos todos estrangeiros que almejam o lar até descobrirmos a nossa verdadeira identidade em Cristo (Efésios 2:12, 13, 19). Estamos nus espiritualmente até que estejamos cobertos com a Sua justiça (Apocalipse 3:18; 19:7, 8).

Os profetas do Antigo Testamento descreveram muitas vezes a condição humana como irremediavelmente doente (Isaías 1:5; Jeremias 30:12-15). A doença do pecado é fatal, mas o profeta apontou-nos a cura. “Porque restaurarei a tua saúde e sararei as tuas chagas, diz o Senhor” (Jeremias 30:17). Jesus é a cura para a doença fatal da nossa alma.

A parábola das ovelhas e dos bodes nos adverte a atender às necessidades físicas das pessoas ao nosso redor, mas faz muito mais do que isso. É a história de um Cristo que atende às mais profundas necessidades do coração, e é o Seu convite para que nos reunamos a Ele para ministrar às pessoas ao nosso redor. Viver de maneira egocêntrica e negligenciar as necessidades físicas, mentais, emocionais e espirituais dos outros é correr o risco da perda eterna. Na parábola, os que dedicam a vida a algo mais do que a si mesmos são elogiados pelo seu Senhor e recebidos na eternidade, enquanto os que, de maneira egoísta, seguem os seus próprios planos e negligenciam as necessidades dos outros são condenados pelo Senhor.

É possível ter a vida abundante que Jesus oferece e viver em situação de pobreza ou doença? Jesus ofereceu algo mais profundo do que a cura física? Na prática, de que maneira podemos levar as pessoas a verdades espirituais quando ministramos às suas necessidades físicas e emocionais?

What Matters to Jesus

Thursday, August 20


Jesus’ message to His disciples in Matthew 24 that blends events regarding the destruction of Jerusalem and the days before His return is followed by three end-time parables in Matthew 25. These parables outline the character qualities that really matter to Jesus for a people waiting for His second coming. The parable of the ten virgins emphasizes the importance of a genuine, authentic, Spirit-filled life. The parable of the ten talents underlines the importance of faithfully using the gifts that God has given to each one of us. The parable of the sheep and goats reveals that genuine Christianity truly ministers to the needs of those God brings into our lives each day.

Read Matthew 25:31-46. How does Jesus describe genuine Christianity? List the areas of ministry this passage speaks about.

Although this parable speaks of meeting people’s genuine physical needs — an aspect of the story we should not neglect — is it possible that there is something more here? There is a hidden hunger and thirst for Jesus in the souls of human beings that longs to be satisfied (John 6:35, John 4:13, 14). We are all strangers longing for home until we discover our true identity in Christ (Ephesians 2:12, 13, 19). We are naked spiritually until clothed with His righteousness (Revelation 3:18; Revelation 19:7, 8).

The Old Testament prophets often described the human condition as one that was hopelessly sick (Isaiah 1:5, Jeremiah 30:12-15). The disease of sin is fatal, but the prophet points us to the remedy. "'For I will restore health unto thee, And I will heal thee of thy wounds', saith the Lord" (Jeremiah 30:17). Jesus is the remedy for the life-threatening disease of our souls.

The parable of the sheep and goats admonishes us to meet the physical needs of those around us, but it does much more. It is the story of a Christ who meets the deepest needs of the soul, and it is His invitation to partner with Him in ministering to those around us. To live self-centered lives and neglect the physical, mental, emotional, and spiritual needs of others is to risk eternal loss. In the parable, those who give their lives for something more than themselves are commended by their Lord and welcomed into eternity, while those who selfishly pursue their own agenda and neglect the needs of others are condemned by their Lord.

19.8.20

O Ministério de Cura de Jesus: Parte 2

Quarta-feira, 19 de Agosto


5. Leia Mateus 4:23-25 e 9:35. Que abordagem tríplice formava a base do ministério de Cristo? Como é que Ele atendeu às necessidades das pessoas e que impacto teve isso na vida delas?

Jesus reuniu três aspectos do ministério: o ensino, a pregação e a cura. Ele partilhou princípios eternos para que todos pudéssemos viver com significado e propósito. Ele disse: “eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância.” (João 10:10). O Seu ministério revelou uma superabundância de graça. Ele veio para nos habilitar a viver com “superabundância” agora e para sempre.

6. Leia Marcos 1:32-39. Jesus passou o dia todo a curar os doentes e a expulsar demónios. Na manhã seguinte, depois de passar tempo em oração, quando multidões buscavam ainda mais cura, Ele partiu para outra cidade. Porque é que Ele não as curou? Observe a razão nos versos 38 e 39.

Esta história é esclarecedora. Depois de curar multidões no dia anterior, no dia seguinte Jesus abandonou as multidões, que O buscavam e ainda precisavam de cura. A Sua explicação é que o propósito da Sua vinda ao mundo era pregar o evangelho. Cristo não era apenas um milagreiro espetacular. Ele era o divino Filho de Deus, que veio com uma missão redentora. Ele não estava contente apenas com curar doenças físicas, mas desejava que as pessoas recebessem o dom da vida eterna que Ele tinha a oferecer. Jesus declarou o propósito da Sua vinda à Terra com estas palavras: “o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas 19:10). Cada ato de cura era uma oportunidade de revelar o carácter de Deus, aliviar o sofrimento e proporcionar uma oportunidade de vida eterna.

Jesus’ Healing Ministry: Part 2

Wednesday, August 19


Read Matthew 4:23-25 and Matthew 9:35. What threefold approach formed the basis for Christ’s ministry? How did He meet people’s needs, and what impact did it have on their lives?

Jesus combined the threefold ministry of teaching, preaching, and healing. He shared eternal principles so all of us could live lives of meaning and purpose. He said, “I am come that they might have life, and that they might have it more abundantly” (John 10:10). His ministry revealed a superabundance of grace. And Jesus came to enable us to live lives of “superabundance” now and forever.

Read Mark 1:32-39. Jesus spent all day healing the sick and casting out demons. After spending time in prayer the next morning when multitudes more were likely seeking even more healing, He left for another city. Why didn’t He heal them? Notice His own reason in Mark 1:38, 39.

This story is insightful. After healing multitudes the day before, the next day Jesus leaves the crowds, who are seeking Him and who are still in need of healing. His explanation is that the purpose for which He came into the world was to preach the gospel. Jesus was not merely some spectacular miracle worker. He was the divine Son of God who came on a redemptive mission. He was not content merely to heal physical diseases. He longed for people to receive the gift of eternal life that He had to offer. He clearly stated the purpose for His coming to earth in these words: “For the Son of man is come to seek and to save that which was lost.” (Luke 19:10). Each act of healing was an opportunity to reveal God’s character, relieve suffering, and provide an opportunity for eternal life.

Is it possible to live the abundant life Jesus offers if you are poverty-stricken or sick? Did Jesus offer people something deeper than physical healing? In what practical ways can we lead people to spiritual truths when we minister to their physical and emotional needs?

18.8.20

O Ministério de Cura de Jesus: Parte 1

Terça-feira, 18 de Agosto


O método de evangelismo do Senhor ultrapassa discursos memorizados e apresentações “enlatadas”; ele é tão rico e dinâmico como a própria vida. Todos os dias convivemos com pessoas que têm necessidades físicas, mentais, emocionais e espirituais. Cristo anseia satisfazer estas carências através de nós, ao demonstrarmos preocupação pela solidão, tristeza e sofrimento das pessoas, assim como pelas suas alegrias, esperanças e sonhos.

Jesus ministrava às necessidades perceptíveis das pessoas, para que pudesse, por fim, atender às suas necessidades mais profundas. Uma necessidade percebida é uma área da vida em que as pessoas não conseguem resolver um problema por si mesmas. Pode ser uma necessidade de parar de fumar, perder peso, seguir uma dieta melhor ou reduzir o stress. Pode ser uma necessidade de comida, moradia ou atendimento médico. Pode ser a necessidade de aconselhamento matrimonial ou familiar.

Contudo, a maior carência do ser humano é a de um relacionamento pessoal com Deus e a percepção de que a sua vida tem uma importância eterna. A reconciliação com o Criador neste mundo destruído é a nossa necessidade suprema.

4. Leia as histórias do paralítico em Mateus 9:1-7 e da mulher com o fluxo de sangue em Marcos 5:25-34. Que indício temos nestas duas histórias de que Jesus associou a cura física ao atendimento da necessidade suprema de reconciliação com Deus?

O ministério de cura de Cristo incluía muito mais do que a cura física e emocional. Ele ansiava que as pessoas voltassem a experimentar a plenitude que tinha sido destruída pelo pecado. Para Cristo, a cura física sem a cura espiritual era incompleta. Se o amor de Deus nos motiva a desejar a saúde física e emocional de alguém, ele também nos motiva muito mais a desejar o bem-estar espiritual da pessoa, para que ela viva da maneira mais plena possível aqui e por toda a eternidade. Afinal, todos os que Jesus curou acabaram por morrer depois. Portanto, a necessidade real deles, acima de tudo, era espiritual.

Como igreja, que iniciativas podemos tomar para atender às necessidades da nossa comunidade e demonstrar que realmente nos importamos com ela? Estamos a fazer a diferença na vida das pessoas?