31.1.20

Batalha das Bíblias - Dr. Walter Veith

Mudando a Palavra - Dr. Walter Veith

A Bíblia Foi Adulterada? - Dr. Walter Veith

“From Pride To Humility" (5 of 13) by Pastor Chris Buttery

"From Pride to Humility" with Doug Batchelor (Amazing Facts)

Do Orgulho à Humildade - Lição 5

Do orgulho à humildade - Daniel 4 - Lição 5

Estudo Adicional 31.01.20

Sexta-feira, 31 de Janeiro 

“O outrora orgulhoso rei tinha-se tornado num humilde filho de Deus; o governante tirânico e opressor tinha-se tornado num rei sábio e compassivo. Aquele que tinha desafiado o Deus do Céu e Dele blasfemado reconhecia então o poder do Altíssimo e procurou fervorosamente promover o temor de Jeová e a felicidade dos seus súbditos. Sob a repreensão Daquele que é Rei dos reis e Senhor dos senhores, Nabucodonosor tinha afinal aprendido a lição que todos os reis precisam aprender, de que a verdadeira grandeza consiste na verdadeira bondade. Ele reconheceu Jeová como o Deus vivo, dizendo: ‘Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalço, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são verdades; e os seus caminhos, juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba.’ (Daniel 4:37). O propósito de Deus de que o maior reino do mundo mostrasse o Seu louvor estava então cumprido. Esta proclamação pública, em que Nabucodonosor reconheceu a misericórdia, bondade e autoridade de Deus, foi o último ato da sua vida registado na história sagrada.” Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 521 

Perguntas para discussão: 

1. “O orgulho leva a todos os outros vícios; é o estado mental mais oposto a Deus que existe [...]. Quanto mais orgulho uma pessoa tem, menos gosta de vê-lo nos outros. Se quer descobrir quão orgulhoso é, a maneira mais fácil é perguntar-se: ‘Quanto me desagrada que os outros me tratem como inferior, ou não notem a minha presença, ou interfiram nos meus negócios, ou me tratem com condescendência, ou se exibam na minha frente?’ A questão é que o orgulho de cada um está em competição directa com o orgulho de todos os outros. Se me sinto incomodado porque outra pessoa teve muito sucesso na festa é porque eu mesmo queria alcançar o grande sucesso. Dois bicudos não se beijam” (C. S. Lewis, Cristianismo Puro e Simples. Martins Fontes, 2005, p. 44). Como o podem ajudar as palavras de Lewis a ver o orgulho na sua vida? 

2. Um tema visto em Daniel 4 e nos outros capítulos é a soberania de Deus. É importante compreender este assunto? Como nos ajuda o sábado a entender esta verdade crucial?

Further Thought 31.01.20

Friday, January 31


“The once proud monarch had become a humble child of God; the tyrannical, overbearing ruler, a wise and compassionate king. He who had defied and blasphemed the God of heaven, now acknowledged the power of the Most High and earnestly sought to promote the fear of Jehovah and the happiness of his subjects. Under the rebuke of Him who is King of kings and Lord of lords, Nebuchadnezzar had learned at last the lesson which all rulers need to learn — that true greatness consists in true goodness. He acknowledged Jehovah as the living God, saying, ‘I Nebuchadnezzar praise and extol and honor the King of heaven, all whose works are truth, and His ways judgment: and those that walk in pride He is able to abase’.

“God’s purpose that the greatest kingdom in the world should show forth His praise was now fulfilled. This public proclamation, in which Nebuchadnezzar acknowledged the mercy and goodness and authority of God, was the last act of his life recorded in sacred history.” Ellen G. White, Prophets and Kings, p. 521.

Discussion Questions:

1. “Pride leads to every other vice: it is the complete anti-God state of mind. Does this seem to you exaggerated? If so, think it over. … [T]he more pride one had, the more one disliked pride in others. In fact, if you want to find out how proud you are the easiest way is to ask yourself, ‘How much do I dislike it when other people snub me, or refuse to take any notice of me, or shove their oar in, or patronise me, or show off?’ The point is that each person’s pride is in competition with everyone else’s pride. It is because I wanted to be the big noise at the party that I am so annoyed at someone else being the big noise. Two of a trade never agree”. — C. S. Lewis, Mere Christianity [New York: Touchstone, 1996], p. 110. What is Lewis saying here that could perhaps help you see pride in your own life?

2. A theme seen in this chapter, as well as in some preceding it, is the sovereignty of God. Why is this such an important topic to understand? What role does the Sabbath play in helping us understand this crucial truth?

30.1.20

Zechariah - Walter Veith - Promo #2

Zechariah - Walter Veith - Promo #1

Por que 1888 é importante? - Why is 1888 important?

Sai Dela Povo Meu

Humilde e Grato

Quinta-feira, 30 de Janeiro 

6. O rei arrependido declarou: “Todos os moradores da Terra são por Ele reputados em nada” (Daniel 4:35). Dado o contexto, que ponto importante estava ele a apresentar? 

Como sabemos que Nabucodonosor aceitou genuinamente o Deus verdadeiro? Encontramos uma grande evidência no facto de que o próprio rei é o autor do capítulo 4 de Daniel. A maior parte deste capítulo parece ser uma transcrição de uma carta que o rei distribuiu ao seu vasto reino. Nesta carta, o rei falou sobre o seu orgulho e insanidade e reconheceu humildemente a intervenção de Deus na sua vida. Os monarcas antigos raramente escreviam qualquer coisa depreciativa a respeito de si mesmos. Praticamente todos os antigos documentos reais que conhecemos glorificam o rei. Portanto, um documento como este, no qual o rei admitia o seu orgulho e o seu comportamento bestial, indica uma genuína conversão. Além disto, ao escrever uma carta a contar a sua experiência e a confessar humildemente a soberania do Senhor, o rei estava a agir como um missionário. Ele já não podia guardar para si o que tinha vivenciado e aprendido com o verdadeiro Deus. O que vimos então, na oração e no louvor do rei (Daniel 4:34-37), revela a realidade da Sua experiência. 

Ele passou a ter um conjunto diferente de valores e reconheceu as limitações do poder humano. Numa profunda oração de ação de graças, exaltou o poder do Deus de Daniel e admitiu que “todos os moradores da Terra são por Ele reputados em nada” (Daniel 4:35). Ou seja, o homem não tem nada do que se vangloriar. Portanto, este último vislumbre de Nabucodonosor no livro de Daniel mostra um rei humilde e grato, a cantar louvores a Deus e a advertir-nos contra o orgulho. 

É evidente que o Senhor continua a mudar corações hoje. Não importa quão orgulhosos ou pecaminosos possam ser, no Altíssimo há misericórdia e poder para transformar pecadores rebeldes em filhos do Deus do Céu. 

7. Leia Filipenses 2:1-11. O que encontramos netse texto que deveria erradicar o orgulho na nossa vida?

Humble and Grateful

Thursday, January 30


The repentant king declares: “All the inhabitants of the earth are reputed as nothing” (Daniel 4:35). Given the context, what important point is he making?

How do we know that Nebuchadnezzar indeed genuinely accepts the true God? We find a major piece of evidence in the fact that Nebuchadnezzar himself is the author of the letter inserted by Daniel in chapter 4. Indeed, most of this chapter seems to be a transcription of a letter that the king distributes to his vast kingdom. In this letter, the king tells about his pride and insanity, and humbly recognizes God’s intervention in his life. Ancient monarchs would rarely write anything derogatory about themselves. Virtually all ancient royal documents that we know of glorify the king. A document such as this, therefore, in which the king admits his pride and his beastly behavior, points to a genuine conversion. In addition, by writing a letter recounting his experience and humbly confessing God’s sovereignty, the king is acting as a missionary. He can no longer keep to himself what he has experienced and learned from the true God. What we have seen here, then, in the king’s prayer and praise (Daniel 4:34-37), reveals the reality of his experience.

The king now has a different set of values and can recognize the limitations of human power. In a profound prayer of thanksgiving, the king extols the power of Daniel’s God and admits that “All the inhabitants of the earth are reputed as nothing” (Daniel 4:35). That is to say, humans have nothing of themselves of which to be boastful. Thus, this last glimpse of Nebuchadnezzar in the book of Daniel shows a king humble and grateful, singing the praises of God and warning us against pride.

Of course, God continues to change lives today. No matter how proud or sinful people may be, in God there is mercy and power to turn rebellious sinners into children of the God of Heaven.

Read Philippians 2:1-11. What do we find here that should eradicate pride in our lives?

29.1.20

Levantar os Olhos para o Céu

Quarta-feira, 29 de Janeiro 

5. De acordo com Daniel 4:34-37 como e porque as coisas mudaram para o rei? 

Deus permitiu que Nabucodonosor fosse acometido por uma doença estranha, mas no fim Ele prontamente o restaurou a um estado mental sadio. Curiosamente, tudo mudou quando, no final dos sete anos preditos pelo profeta, o rei enfermo levantou os olhos para o Céu (Daniel 4:34). 

“Durante sete anos Nabucodonosor foi um espanto para todos os seus súbditos; por sete anos foi humilhado perante todo o mundo. Então a sua razão foi restaurada, e, levantando os olhos em humildade ao Deus do Céu, ele reconheceu a mão divina no seu castigo. Numa proclamação pública admitiu a sua culpa e a grande misericórdia de Deus na sua restauração.” Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 520 

Certamente, grandes mudanças podem acontecer quando levantamos os nossos olhos para o Céu. Assim que o rei recobrou a compreensão, ele deu provas de que tinha aprendido a lição. 

Mas esta história não é tanto sobre Nabucodonosor, mas sobre a misericórdia do Criador. O rei tinha perdido três oportunidades anteriores de aceitar o Deus de Israel como o Senhor da sua vida. Estas circunstâncias oportunas ocorreram (1) quando ele reconheceu a sabedoria excepcional dos quatro jovens cativos da Judeia (Daniel 1); (2) quando Daniel interpretou o seu sonho (Daniel 2); e (3) quando os três homens hebreus foram resgatados da fornalha ardente (Daniel 3). Afinal de contas, se aquele resgate não o humilhou, o que o humilharia? Apesar da teimosia do governante, Deus concedeu-lhe uma quarta oportunidade; Ele conquistou finalmente o coração do rei e restaurou-o ao seu ofício real (Daniel 4). Como o caso de Nabucodonosor ilustra, Deus concede uma oportunidade após outra para nos restaurar a um relacionamento justo com Ele. Como Paulo escreveu muitos séculos depois, o Senhor “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:4). Vemos nesta história um exemplo poderoso dessa realidade. 

Já foi humilhado por Deus? O que aprendeu com essa experiência? Que mudanças precisa fazer para não ter que “aprender a lição mais uma vez”?

Lifting Eyes Toward Heaven

Wednesday, January 29


Read Daniel 4:34-37. How, and why, do things change for the king?

God allows Nebuchadnezzar to be stricken by a strange disease, but eventually He readily restores him to a sound mental state. Interestingly, everything changes when, at the end of the seven years predicted by the prophet, the ailing king lifts up his eyes to heaven (Daniel 4:34).

“For seven years Nebuchadnezzar was an astonishment to all his subjects; for seven years he was humbled before all the world. Then his reason was restored and, looking up in humility to the God of heaven, he recognized the divine hand in his chastisement. In a public proclamation he acknowledged his guilt and the great mercy of God in his restoration.” Ellen G. White, Prophets and Kings, p. 520

No question, great changes can happen when we lift our eyes to heaven. As soon as his understanding comes back, the king gives evidence that he has learned this lesson.

But this story is not as much about Nebuchadnezzar as it is about the mercy of God. The king has missed three previous opportunities to accept the God of Israel as the Lord of his life. Such occasions are available to him when he recognizes the exceptional wisdom of the four young Judean captives (Daniel 1), when Daniel interprets his dream (Daniel 2), and when the three Hebrew men are rescued from the fiery furnace (Daniel 3). After all, if that rescue doesn’t humble him, what will? In spite of the ruler’s stubbornness, God gives him a fourth chance, finally wins the king’s heart, and restores him to his royal office (Daniel 4). As the case of Nebuchadnezzar illustrates, God gives one chance after another in order to restore us to a right relationship with Him. As Paul writes many centuries later, the Lord “desires all men to be saved and to come to the knowledge of the truth” (1 Timothy 2:4). We see in this story a powerful example of that truth.

What are ways that you have been humbled by God? What did you learn from the experience? What changes might you need to make in order to avoid having to get taught the lesson again?

28.1.20

MANIPULAÇÃO SEMÂNTICA

Uma pessoa amiga me enviou pelo WhatsApp o texto que a seguir publico. Desconheço o seu autor, para lhe poder dar o respetivo e merecido crédito, mas a pessoa que escreveu isto mostrou, claramente, possuir um sábio discernimento, que é, certamente, de origem divina.

Não nos esqueçamos de que vivemos num tempo em que o diabo - que, segundo Jesus Cristo, "é mentiroso e pai da mentira" (João 8:44) - através de "falsos cristos e falsos profetas" faria "tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos" (Mateus 24:24: ARC).

(NOTA: A adaptação para a norma ortográfica portuguesa é da minha responsabilidade)

[Início de citação]
Uma das armas mais poderosas usada na guerra política é a manipulação semântica. Trata-se de uma estratégia manipulatória muito simples e eficaz. Ela consiste em mudar o sentido das palavras para que elas possam trazer ideias e sentimentos favoráveis às intenções do manipulador. Vamos aos exemplos:

1) Um socialista quer que a palavra "socialismo" remeta a uma boa ideia e gere bons sentimentos em quem a ouve ou lê. Ele, então, equipara o socialismo a "saber dividir as suas coisas". A partir daí, ele pode, por exemplo, olhar para o livro de Atos dos Apóstolos, na Bíblia, e dizer que os primeiros cristãos eram socialistas porque sabiam dividir as coisas. Percebe? Houve uma manipulação semântica. O termo "socialismo" não significa isso. Mas ao fazer as pessoas pensarem que significa, gera simpatia. Afinal, saber dividir as coisas, não ser egoísta, é algo bom.

O resultado é impressionante, pois, sempre que a pessoa que "comprou" o novo significado, ouvir a palavra "socialismo", vai pensar no sistema com bons olhos, pois pensará em "saber dividir as coisas". E cada vez que alguém criticar o socialismo, considerará que tal pessoa é egoísta e de mau caráter.

Quando alguém mostrar a essa pessoa que o socialismo não é "saber dividir", mas sim um regime de governo centralizador que redistribui os rendimentos por meio da coação, ela tentará equiparar os dois sentidos. E quando lhe mostrarem que os governos socialistas não foram (nem são) exemplos de virtude, a pessoa dirá que não se trata do verdadeiro socialismo. E continuará a defender outras tentativas de socialismo, mantendo a mesma ideia de que o socialismo é "saber dividir". Curiosamente, muitas vezes, a própria pessoa que pensa isso não sabe dividir as coisas. Mas ela desfará essa contradição, colocando essa responsabilidade sobre terceiros, nomeadamente sobre o Governo.

2) A palavra "fundamentalismo" é outro exemplo de manipulação semântica. Essa palavra surgiu no início do século XX para referir-se aos cristãos tradicionais e criacionistas, que criam na literalidade dos primeiros capítulos do livro bíblico de Génesis, na inerrância das Escrituras Sagradas, nos milagres e nas doutrinas cristãs ortodoxas. Ou seja, eram fundamentalistas porque defendiam tudo o que foi, desde sempre, fundamento da religião cristã. Em oposição, estavam os cristãos liberais e evolucionistas, que se vinham a afastar desses fundamentos. Os adventistas estavam nesse grupo de fundamentalistas [exceto na questão da inerrância literal das Escrituras. Os adventistas creem na inerrância temática das Escrituras, mas não na sua inerrância textual].

Com o passar do tempo, contudo, "fundamentalista" passou a ter o sentido de "fanático". Uma vez que a palavra "fanático" também é usada para designar grupos religiosos violentos, então todos esses grupos de pessoas foram "colocados no mesmo saco". Assim, semanticamente, um adventista ou qualquer outro cristão criacionista e tradicional é considerado fundamentalista tal como um homem-bomba islâmico.

O efeito psicológico que isso causa é que, qualquer cristão que siga fielmente os fundamentos bíblicos, é considerado quase tão intolerante como um homem-bomba e está a seguir pelo mesmo caminho. A guerra semântica é, por conseguinte, uma guerra de rótulos e uma guerra psicológica. Cole um bom rótulo naquilo que defende e um mau rótulo no que o outro defende, e os efeitos psicológicos desse trabalho garantirão pessoas do seu lado!

3) O mesmo é feito quando se força o capitalismo a tornar-se sinónimo de consumismo, egoísmo e exploração; a fé como sendo sinónimo de crença irracional; o conservadorismo como sendo sinónimo de elitismo e defesa do status quo; o feminismo como sinónimo de "estar a favor da mulher" (o que implica, semanticamente, que quem não é feminista é contra a mulher).

Alguns movimentos são engenhosos. Muitos grupos feministas transformaram as palavras "vadia" e "p***" em termos bons. Há a Marcha das Vadias, que procura defender que a mulher tem direito de ser vadia e isso não é demérito, mas uma opção normal, viável, que emana da liberdade feminina. Ao mesmo tempo, muitos grupos procuraram criar um eufemismo para as palavras prostituta e meretriz. Seriam ofensivas. A ideia seria substituir por “profissionais do sexo”.

Pode parecer paradoxal, mas não é. Em ambos os casos, a intenção é tornar ou fazer parecer a promiscuidade algo bom, normal, aceitável. As meretrizes se tornam "profissionais". E as mulheres "normais" podem ser vadias. Guerra semântica.

4) O "politicamente correto" é um exemplo de guerra semântica. A partir dele proíbe-se culturalmente algumas palavras e expressões por, supostamente, ofenderem ou discriminarem certos grupos de pessoas. Já foi proibido, por exemplo, chamar certas pessoas de "pretos". Era preciso chamá-los "negros". Depois "negro" deixou de ser o ideal e criou-se o "afrodescendente". Nos EUA, há o "afro-americano". Em relação aos homossexuais, tenta-se proibir culturalmente agora a palavra "homossexualismo", pois o "ismo" supostamente traz a noção de doença. A palavra adotada, por enquanto, é "homossexualidade".

Esse tipo de policiamento estende-se às piadas, aos temas abordados por filmes e às críticas aceitáveis. Qualquer ponto de um discurso pode ser taxado de ofensivo ou não inclusivo. Trata-se de um controle da linguagem. E quem controla a linguagem, pode mudar e manipular os termos, interpretar como quer os discursos e, desta forma, apontar como racista, discriminador, homofóbico, etc., quem não segue a cartilha de termos e temas permitidos.

5) "Homofobia" é outra palavra alvo de manipulação. O seu sentido é de aversão aos homossexuais. Ela tem sido usada, contudo, tanto para designar agressores de homossexuais, como quem simplesmente não concorda com a prática da homossexualidade. Qual é o efeito psicológico? Quem não concorda é quase um agressor e/ou está a caminhar para isso. A propósito, isso leva a uma outra manipulação semântica - "respeitar" passa a ser sinónimo de concordar e achar correto.

6) Três palavras muito usadas na guerra semântica são: "fascista", "nazista" e "democracia". "Fascista" e "nazista" tornaram-se termos insultuosos ou termos alvos de troça. O adversário, não importa o que defenda, é rotulado com um desses termos para que todos pensem que as suas ideias são inadmissíveis e que não podem ser sequer discutidas. É uma forma inteligente de se ser intolerante com alguém, mas dando a aparência de se ser uma boa pessoa. Afinal, não se pode tolerar o fascismo e o nazismo!

Curiosamente, é comum que quem apelide um adversário de fascista e/ou nazista, aja e pense como um fascista - saindo à rua em grupos para defender o partido, com violência, e defendendo a ideia de um Estado forte e controlador - e como um nazista - sendo antipático para com os, ou mesmo tendo ódio aos, judeus. E, muitas vezes, o alvo da ofensa é favorável a um Estado sem grandes aparências, simpático para com os judeus e pacífico.

Já a palavra "democracia" tornou-se um sinónimo de algo bom para o povo. E quem define o que é bom para o povo? Os "representantes do povo", que formam um partido. Assim, mesmo que o povo não escolha algo, se os seus representantes escolhem, é bom para todos. E, sendo eles "legítimos representantes", se eles escolhem, todos escolheram. Com essa manipulação semântica e mental, qualquer ditadura pode ser chamada de democracia! Não é por acaso que diversos regimes socialistas se intitularam (e se intitulam) de democráticos, ao longo do tempo.

7) As palavras "puritano" e "moralista" também sofreram uma manipulação. "Puritano" é quem procura ser puro. "Moralista" é quem procura ser moral. Embora isso possa ser um erro espiritual quando colocado como um alvo no lugar de Cristo, em vez de ser uma consequência de se seguir a Cristo, não é, necessariamente, algo ruim. Ser puro e moral são virtudes. Mas os manipuladores chamarão de "puritano" e "moralista" a todos os hipócritas. E chamarão todos os que levam a Bíblia e a santificação a sério de moralistas e puritanos. Assim, servir a Deus, passa a ser coisa de hipócrita.

8) "Legalista" e "perfeccionista" serão palavras usadas para esses fins. O simples cristão obediente será lançado "no mesmo saco" de quem crê na perfeição absoluta e na salvação pelas obras da lei. A própria palavra "legalista" talvez seja um exemplo antigo de manipulação, pois, noutros contextos, como no do Direito, "legalista" é simplesmente aquele que segue a lei, o que é legal do ponto de vista jurídico. E isso não é ruim (conquanto que não se encare a lei como salvífica, no caso espiritual). Em Salmos 119:4, lemos: "Tu [Senhor] ordenaste os Teus mandamentos, para que os cumpramos à risca". Obedecer a Deus é bíblico!

Com esses exemplos, fica claro o que é a guerra semântica. É uma batalha travada por manipuladores com o intuito de mudar o sentido das palavras para benefício próprio. Isso ocorre o tempo todo e através dessa manipulação, tornamo-nos, na visão do povo, intolerantes, hipócritas e maus, enquanto os manipuladores ficam com a aparência de boas pessoas. Sejamos espertos em saber identificar essa estratégia e saibamos fazer uso da verdade para barrar manipulações de palavras, que têm como objetivo a manipulação mental.
[Fim de citação]

O Altíssimo Tem Domínio

Terça-feira, 28 de Janeiro 

Apesar do conselho para se arrepender e buscar o perdão do Senhor, o orgulho implacável de Nabucodonosor fez com que o decreto celestial fosse executado (Daniel 4:28-33). Enquanto o rei andava no seu palácio e louvava a si mesmo pelo que tinha feito, ele foi afligido por uma condição mental que forçou a sua expulsão do palácio real. Nabucodonosor pode ter sofrido de uma condição mental patológica chamada licantropia ou zoantropia clínica. Esta condição leva o paciente a agir como um animal. Nos tempos modernos, esta doença tem sido chamada de “disforia de espécie”, a sensação de que o corpo da pessoa é da espécie errada e, por isso, existe o desejo de ser um animal. 

4. Leia 2 Reis 20:2-5; Jonas 3:10 e Jeremias 18:7, 8. Levando em consideração estes textos, o rei teve a oportunidade de evitar o castigo? 

Infelizmente, Nabucodonosor precisou aprender da maneira mais difícil. Quando esteve investido do poder real, ele não tinha sido capaz de refletir sobre o seu relacionamento com Deus. Assim, ao privar o rei da autoridade real e enviá-lo para viver com os animais do campo, o Senhor deu-lhe uma oportunidade de reconhecer a sua total dependência Dele. A lição suprema que Deus desejava ensinar ao rei arrogante é que “o Céu domina” (Daniel 4:26). Realmente, o juízo sobre o rei tinha um propósito ainda maior no desígnio do Criador, conforme expresso tão claramente no decreto dos seres celestiais: “A fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens; e o dá a quem quer e até ao mais humilde dos homens constitui sobre eles” (Daniel 4:17). 

Noutras palavras, a disciplina aplicada a Nabucodonosor também deveria ser uma lição para todos nós. Por pertencermos ao grupo dos “viventes”, devemos prestar mais atenção à lição principal: “o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens”. 

Porque é tão importante aprender a lição de que o Altíssimo tem domínio? Por exemplo, como este conhecimento deve impactar a maneira pela qual tratamos aqueles sobre os quais temos poder? O que devemos mudar na nossa atitude?

The Most High Rules …

Tuesday, January 28


Despite his being told to repent and seek God’s forgiveness, Nebuchadnezzar’s unrelenting pride causes the heavenly decree to be executed (Daniel 4:28-33). While the king is walking in his palace and praising himself for what he has accomplished, he is afflicted with a mental condition that forces his expulsion from the royal palace. He may have experienced a pathological mental condition called clinical lycanthropy or zoanthropy. Such a condition leads the patient to act like an animal. In modern times this disease has been called “species dysphoria”, the feeling that one’s body is of the wrong species and, hence, the desire to be an animal.

Read 2 Kings 20:2-5; Jonah 3:10; and Jeremiah 18:7, 8. What do these texts tell us about the king’s chance to have averted the punishment?

Unfortunately, Nebuchadnezzar has to learn the hard way. When invested with royal power, Nebuchadnezzar has no ability to reflect on his relationship with God. Thus, by depriving the king of royal authority and sending him to live with the beasts of the field, God gives the king an opportunity to acknowledge his total dependence on Him. In fact, the ultimate lesson God wants to teach to the arrogant king is that “Heaven rules” (Daniel 4:26). Indeed, the judgment upon the king has an even larger purpose in God’s design, as so clearly expressed in the decree of the heavenly beings: “In order that the living may know that the Most High rules in the kingdom of men, gives it to whomever He will, and sets over it the lowest of men” (Daniel 4:17).

In other words, the discipline applied to Nebuchadnezzar should be a lesson for all of us as well. Because we belong to the group of “the living”, we should pay better attention to the main lesson we are supposed to learn that “the Most High rules in the kingdom of men”.

Why is knowing that the Most High rules so important a lesson for us to learn? How should this knowledge, for instance, impact how we treat those over whom we have power?

27.1.20

Mudar para o Campo ou Fugir para os Montes?

Advertido Pelo Profeta

Segunda-feira, 27 de Janeiro 

3. Leia Daniel 4:27. Além da advertência sobre o que ia acontecer, o que pediu Daniel que o rei fizesse? Porquê? (Ver Provérbios 14:31). 

Daniel não apenas interpretou o sonho, mas também indicou a Nabucodonosor uma solução: “Aceita o meu conselho e põe termo, pela justiça, em teus pecados e em tuas iniquidades, usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranquilidade” (Daniel 4:27). 

O rei tinha feito uma vasta obra de construção na Babilónia. Os jardins, um sistema de canais e centenas de templos e outros projetos transformavam a cidade numa das maravilhas do mundo antigo. Contudo, esse esplendor e beleza, pelo menos em parte, foram conseguidos mediante a exploração de mão de obra escrava e negligência em relação aos pobres. Além disto, a riqueza do império tinha sido usada para satisfazer os prazeres do rei e do seu entorno. Portanto, o orgulho de Nabucodonosor não apenas o impediu de reconhecer a Deus, mas também o fez ignorar as dificuldades dos necessitados. Tendo em vista o cuidado especial que o Senhor demonstra para com os pobres, não é de surpreender que, dos outros pecados que Daniel poderia ter destacado perante o rei, ele tivesse escolhido o pecado de negligenciar os pobres. 

A mensagem ao rei não era algo novo. Os profetas do Antigo Testamento advertiram frequentemente o povo de Deus contra a opressão aos pobres. De facto, preeminente entre os pecados que provocaram o exílio do rei estava a negligência para com os necessitados. Afinal, a compaixão pelos pobres é a mais alta expressão da caridade cristã; por outro lado, a exploração deles constitui um ataque ao próprio Deus. Ao cuidar dos aflitos, reconhecemos que Deus é o Proprietário de todas as coisas, o que significa que nós não somos os donos, mas meros mordomos da propriedade divina. 

Ao servir aos outros com as nossas posses, honramos a Deus e reconhecemos o Seu senhorio. É a Sua propriedade que, em última análise, deve determinar o valor e a função das posses materiais. Nabucodonosor falhou neste ponto, e corremos o risco de fracassar também, a menos que reconheçamos a soberania de Deus sobre as nossas realizações e manifestemos o nosso reconhecimento desta realidade ao ajudar os necessitados.

CHUVAS DE BENÇÃOS

Warned by the Prophet

Monday, January 27


Read Daniel 4:27. Besides the warning about what will happen, what does Daniel tell the king to do, and why? (See also Proverbs 14:31).

Daniel not only interprets the dream, he also points Nebuchadnezzar to a way out of his situation: “Therefore, O king, let my advice be acceptable to you; break off your sins by being righteous, and your iniquities by showing mercy to the poor. Perhaps there may be a lengthening of your prosperity” (Daniel 4:27).

Nebuchadnezzar performs a massive work of building in Babylon. The gardens, a system of canals, and hundreds of temples and other building projects turn the city into one of the wonders of the ancient world. But such splendor and beauty, at least in part, is accomplished through exploitation of slave manpower and neglect of the poor. Furthermore, the wealth of the empire is used to gratify the pleasures of the king and his entourage. Thus, the pride of Nebuchadnezzar not only prevents him from acknowledging God, but as a consequence also makes him oblivious to the hardships of those in need. Given the special care that God shows for the poor, it is not surprising that from the other possible sins that Daniel could have highlighted before the king, he singles out the sin of neglecting the poor.

The message to Nebuchadnezzar is by no means something new. The Old Testament prophets often warn God’s people against oppressing the poor. Indeed, prominent among the sins that bring about the king’s exile is neglect of the needy. After all, compassion for the poor is the highest expression of Christian charity; conversely, exploitation and neglect of the poor constitutes an attack on God Himself. In caring for the needy, we recognize that God owns everything, which means that we are not owners but merely stewards of God’s property.

By serving others with our possessions, we honor God and recognize His Lordship. It is God’s ownership that should ultimately determine the value and function of material possessions. This is where Nebuchadnezzar fails, and we risk failing too, unless we recognize God’s sovereignty over our accomplishments and manifest our recognition of this reality by helping those in need.

26.1.20

Mesa Redonda - Pr. Werlei Gomide e Esposa

Reino Maravilhoso

Christians, Spiritualism, & The Occult In The Movies

"Finally, brethren, whatsoever things are true, whatsoever things are honest, whatsoever things are just, whatsoever things are pure, whatsoever things are lovely, whatsoever things are of good report; if there be any virtue, and if there be any praise, think on these things." Philippians 4:8

Cristãos, Espiritismo, e o Oculto nos Filmes

"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai." Filipenses 4:8

Não é Esta a Grande Babilónia?

Domingo, 26 de Janeiro 

1. Leia Daniel 4:1-33. O que aconteceu ao rei? Porquê? 

Deus concedeu a Nabucodonosor um segundo sonho. Desta vez, o rei não se esqueceu do sonho. Mas, como os especialistas babilónicos tinham fracassado mais uma vez, o rei convocou Daniel para apresentar a interpretação. No sonho, o rei tinha visto uma grande árvore que alcançava o Céu e um ser celestial a ordenar que ela fosse cortada. Apenas o cepo e as raízes deveriam ser deixados na terra e seriam molhados com o orvalho do Céu. Mas o que deve ter perturbado Nabucodonosor foi a parte do sonho em que o ser celestial disse: “Seja mudado o seu coração, para que não seja mais coração de homem, e seja-lhe dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos” (Daniel 4:16). Reconhecendo a gravidade do sonho, Daniel educadamente expressou o desejo de que o seu conteúdo se referisse aos inimigos do rei. Porém, fiel à mensagem transmitida no sonho, Daniel revelou que se tratava do próprio rei. 

As árvores são usadas de forma comum na Bíblia como símbolos de reis, nações e impérios (Ezequiel 17; 31; Oseias 14; Zacarias 11:1, 2; Lucas 23:31). Portanto, a grande árvore era uma representação apropriada de um rei arrogante. O Senhor tinha concedido a Nabucodonosor domínio e poder; no entanto, ele falhou persistentemente em reconhecer que tudo o que possuía vinha de Deus. 

2. De acordo com Daniel 4:30, que declaração do rei revela que ele ainda não compreendia a advertência que o Senhor lhe tinha comunicado? 

Talvez, algo muito arriscado em relação ao orgulho seja o facto de que ele nos leva a esquecer o quanto somos dependentes de Deus para todas as coisas. E uma vez que nos esquecemos disto, estamos em terreno espiritual perigoso. 

O que já realizou na sua vida? Oode alegrar-se com elas sem ser orgulhoso?

Is Not This Babylon the Great?

Sunday, January 26


Read Daniel 4:1-33. What happens to the king, and why?

God gives Nebuchadnezzar a second dream. This time, the king does not forget the dream. But because the Babylonian experts fail again, the king summons Daniel to provide the interpretation of the dream. In the dream, the king sees a big tree reaching up to heaven and a heavenly being commanding that the tree be chopped down. Only the stump and roots would be left in the earth and would be wet with the dew of heaven. But what must have troubled Nebuchadnezzar was the part of the dream in which the heavenly being said, “Let his heart be changed from that of a man, let him be given the heart of a beast, and let seven times pass over him” (Daniel 4:16). Recognizing the seriousness of the dream, Daniel politely expresses the wish that the dream would refer to the enemies of the king. However, faithful to the message conveyed by the dream, Daniel says that in fact the dream refers to the king himself.

Trees are commonly used in the Bible as symbols of kings, nations, and empires (Ezekiel 17; 31; Hosea 14; Zechariah 11:1, 2; Luke 23:31). So, the big tree is a fitting representation of an arrogant king. God gives Nebuchadnezzar dominion and power; nevertheless, he persistently fails to recognize that everything he possesses comes from God.

Focus on Daniel 4:30. What does the king say that shows he still does not grasp the warning that the Lord has given him?

Perhaps what’s so dangerous about pride is that it can lead us to forget just how dependent we are upon God for everything. And once we forget that, we are on dangerous spiritual ground.

What things have you accomplished in your life? Can you take pride in them without being proud? If so, how so?

A Perseguição dos Valdenses

25.1.20

Do Orgulho à Humildade

Lição 5, 25 a 31 de Janeiro 


Sábado à tarde 

VERSO ÁUREO: “Quão grandes são os Seus sinais, e quão poderosas, as Suas maravilhas! O Seu reino é reino sempiterno, e o Seu domínio, de geração em geração” Daniel 4:3 

LEITURAS DA SEMANA: Daniel 4:1-37; Provérbios 14:31; 2 Reis 20:2-5; Jonas 3:10; Filipenses 2:1-11 

O orgulho tem sido considerado o verdadeiro pecado original. Ele foi manifestado primeiro em Lúcifer, um anjo nas cortes do Céu. Deus disse por intermédio de Ezequiel: “Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; ­lancei-te por terra, diante dos reis te pus, para que te contemplem” (Ezequiel 28:17). 

O orgulho levou à queda de Lúcifer, e agora Satanás usa esse orgulho para levar inúmeros outros à destruição. Somos todos seres humanos caídos, dependentes de Deus para a nossa existência. Todos os dons que temos, tudo o que fazemos com esses dons vêm somente de Deus. Portanto, como ousamos ser orgulhosos, jactanciosos ou arrogantes quando, na realidade, a humildade deveria dominar tudo o que fazemos? 

Levou muito tempo para que Nabucodonosor compreendesse a importância da humildade. Mesmo com o aparecimento do quarto homem na fornalha ardente, como vimos na lição da semana passada, o rei não mudou o rumo da sua vida. Apenas depois que Deus lhe tirou o reino e o enviou para viver com os animais do campo, o rei reconheceu a sua verdadeira condição.

From Pride to Humility

Lesson 5, January 25-31


Sabbath Afternoon


Memory Text: “How great are His signs, and how mighty His wonders! His kingdom is an everlasting kingdom, and His dominion is from generation to generation.” Daniel 4:3

Pride has been called the first sin. It is first made manifest in Lucifer, an angel in the courts of heaven. Thus God says through Ezekiel, “Thine heart was lifted up because of thy beauty, thou hast corrupted thy wisdom by reason of thy brightness: I will cast thee to the ground, I will lay thee before kings, that they may behold thee” (Ezekiel 28:17).

Pride leads to Lucifer’s fall, so now he instills pride in men, thus leading them to be against God and, so, to go down a path toward destruction. We are all fallen human beings, dependent upon God for our very existence. Any gifts we have, any things that we accomplish with those gifts, come only from God. Hence, how do we dare to be proud, boastful, or arrogant when, in reality, humility should dominate all that we do?

It takes a long time for Nebuchadnezzar to understand the importance of humility. Even the appearance of the fourth man in the fiery furnace (see last week) does not change the course of his life. Only after God takes away his kingdom and sends him to live with the beasts of the field does the king recognize his true status.

Papa Condena Cristãos que Tentam Converter Infiéis

Martinho Lutero - A Declaração Papal

O Massacre dos Albigenses

Os Valdenses - A Luz Brilha na Escuridão

Valdenses - Povo dos Vales

Os Valdenses Encontram A Reforma

Os Valdenses - Um Movimento Missionário

Os Valdenses: Massacre no Castelluzo

A Estrela da Manhã - The Morning Star

Homeschooling: Educando em Casa

24.1.20

Lição 04 – Sexta, 24 de janeiro – Estudo adicional

Lição 04 – Quinta, 23 de janeiro – O segredo de uma fé vitoriosa

Lição 04 – Quarta, 22 de janeiro – O quarto homem

Lição 04 – Terça, 21 de janeiro – A prova de fogo

Lição 04 – Segunda, 20 de janeiro – O chamado à adoração

Lição 04 – Domingo, 19 de janeiro – A estátua de ouro

Lição 04 – Sábado, 18 de Janeiro

“From Furnace To Palace" (4 of 13) by Pastor Fred Dana

Doug Batchelor - From Furnace to Palace

Da Fornalha ao Palácio - Lição 4

Da fornalha ao palácio - Daniel 3 - Lição 4

Estudo Adicional 24.01.20

Sexta-feira, 24 de Janeiro 

“Importantes são as lições a serem aprendidas da experiência dos jovens hebreus na planície de Dura. Nos dias atuais, muitos servos de Deus, embora inocentes de qualquer obra má, serão levados ao sofrimento, humilhação e abuso às mãos daqueles que, inspirados por Satanás, estão cheios de inveja e fanatismo religioso. A ira do homem será especialmente despertada contra os que santificam o sábado do quarto mandamento; e por fim um decreto universal denunciará estes como dignos de morte. 

“Os tempos de provação que estão diante do povo de Deus reclamam uma fé que não vacile. Os Seus filhos devem tornar manifesto que Ele é
o único objecto do seu culto, e que nenhuma consideração, nem mesmo o risco da própria vida, pode induzi-los a fazer a mínima concessão a um culto falso. Para o coração leal, as leis de homens pecaminosos e finitos tornam-se insignificantes ao lado da Palavra do eterno Deus. A verdade será obedecida, embora o resultado seja prisão, exílio ou morte.” Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 512, 513 

Perguntas para discussão: 

1. Leia 1 Pedro 1:3-9. Porque resgata Deus do sofrimento algumas pessoas, mas não outras? Talvez só obteremos a resposta para perguntas como esta quando chegarmos ao Céu. Nos casos em que os livramentos miraculosos não ocorrem, porque precisamos confiar na bondade de Deus, apesar destes desapontamentos? 

2. Se este incidente tivesse terminado com a morte dos hebreus na fornalha ardente, que lições ainda podíamos tirar desta história? 

3. A partir da nossa compreensão dos eventos dos últimos dias, qual será o sinal exterior, a questão em cujo centro está a Pessoa que adoramos?
O que revela isto sobre a importância do sábado? 

4. Leia Lucas 16:10. De acordo com as palavras de Cristo, o que significa verdadeiramente viver pela fé? 

5. Em Daniel 3:15, Nabucodonosor disse: “Quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos?” Como responderia a esta pergunta?

Further Thought 24.01.20

Friday, January 24


“Important are the lessons to be learned from the experience of the Hebrew youth on the plain of Dura. In this our day, many of God’s servants, though innocent of wrongdoing, will be given over to suffer humiliation and abuse at the hands of those who, inspired by Satan, are filled with envy and religious bigotry. Especially will the wrath of man be aroused against those who hallow the Sabbath of the fourth commandment; and at last a universal decree will denounce these as deserving of death.

The season of distress before God’s people will call for a faith that will not falter. His children must make it manifest that He is the only object of their worship, and that no consideration, not even that of life itself, can induce them to make the least concession to false worship. To the loyal heart the commands of sinful, finite men will sink into insignificance beside the word of the eternal God. Truth will be obeyed though the result be imprisonment or exile or death.” Ellen G. White, Prophets and Kings, pp. 512, 513

Discussion Questions:

1. Read 1 Peter 1:3-9. Why does God rescue some and not others from suffering? Or is the answer to questions like this something that we just aren’t going to get now? In cases where miraculous deliverances don’t occur, why do we need to trust in God’s goodness despite such disappointments?

2. If this incident had ended with the death of the Hebrew men in the fiery furnace, what lessons could we take away from it still?

3. From our understanding of last-day events, what will be the issue, the outward sign, that will show whom we worship? What should this tell us now about how important the Sabbath really is?

4. Read Luke 16:10. How do Christ’s words here help us understand what it means truly to live by faith?

5. Read again Daniel 3:15, when Nebuchadnezzar says, “Who is that God that shall deliver you out of my hands?” How would you answer that question?

Traditional Lifestyles of the 21st Century

Naturalist Eustace Conway, subject of a biography by "Eat Pray Love" author Elizabeth Gilbert, has lived off the land since he was a teenager. Here he shares insight from a life lived close to a deeper reality most of us hide from. 

23.1.20

O Segredo Duma Fé Vitoriosa

Quinta-feira, 23 de Janeiro 

Ao refletirmos sobre a experiência de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, podemos perguntar-nos: qual é o segredo de uma fé tão forte? Como podiam aqueles homens estar dispostos a ser queimados vivos em vez de adorar a estátua? Eles podiam ter racionalizado o ato de se curvar em submissão às ordens do rei. No entanto, apesar de perceberem que podiam ter morrido, como muitos outros tinham morrido, eles permaneceram firmes. 

5. O que nos ensina Hebreus 11 sobre fé? 

Para desenvolver esta fé, precisamos entender o que ela é. Algumas pessoas têm uma percepção quantitativa da fé; elas medem a sua fé pelas respostas que parecem receber de Deus. Elas vão ao shopping e oram por uma vaga no estacionamento. Se elas conseguem uma vaga logo na chegada, concluem que têm uma fé forte. Se todas as vagas estão ocupadas, elas podem pensar que a sua fé não seja suficientemente forte para que Deus ouça as suas orações. Esta compreensão da fé torna-se perigosa porque tenta manipular Deus e não considera a Sua soberania e sabedoria. 

A verdadeira fé, manifestada pelos amigos de Daniel, é medida pela qualidade oe nosso relacionamento com o Senhor e a resultante confiança absoluta Nele. A fé autêntica não busca dobrar a vontade de Deus para que ela se conforme ao nosso desejo; antes, a fé rende a nossa vontade à de Deus. Como vimos, os três hebreus não sabiam exatamente o que Ele tinha reservado para eles quando decidiram enfrentar o rei e permanecer fiéis ao Senhor. Eles escolheram fazer a coisa certa, a despeito das consequências. Isto é o que realmente caracteriza uma fé madura. Mostramos verdadeira fé quando pedimos ao Senhor o que desejamos, mas confiamos que Ele fará o melhor para nós, mesmo que no momento não entendamos o que está a acontecer nem porquê. 

Como exercitar a fé todos os dias, mesmo nas “pequenas coisas”? Porquê, em muitos aspectos, as provas nas “pequenas coisas” são as mais importantes?

The Secret of Such a Faith

Thursday, January 23


As we reflect on the experience of Shadrach, Meshach, and Abed-Nego, we may ask ourselves: What is the secret of so strong a faith? How could they have been willing to burn alive rather than worship the image? Think about all the ways that they could have rationalized bowing in submission to the orders of the king. And yet, despite realizing that they could have died, as so many others had done, they nevertheless stand firm.

Read Hebrews 11. What does it teach us about what faith is?

In order to develop such a faith, we need to understand what faith is. Some people have a quantitative perception of faith; they measure their faith by the answers they seem to receive from God. They go to the shopping mall and they pray for a parking space. If they happen to get a space upon arrival, they conclude that they have strong faith. If all the slots are filled, they may think their faith is not strong enough for God to listen to their prayers. This understanding of faith becomes dangerous because it attempts to manipulate God and does not reckon with God’s sovereignty and wisdom.

Indeed, true faith, as manifested by Daniel’s friends, is measured by the quality of our relationship with God and its resulting absolute confidence in God. Authentic faith does not seek to bend God’s will to conform to our will; rather, it surrenders our will to the will of God. As we saw, the three Hebrew men do not know exactly what God has in store for them when they decide to challenge the king and remain faithful to God. They decide to do the right thing despite the consequences. This is what really characterizes a mature faith. We show real faith when we pray to the Lord for what we want but trust Him to do what’s best for us, even if at the time we don’t understand what is happening or why.

What are ways we can exercise faith day by day, even in “little things” that can help our faith grow and be ready for greater challenges over time? Why, in many ways, are the tests over the “little things” the most important ones?

Daniel Capítulo 11

22.1.20

Conflitos Ideológicos no Seio do Remanescente

O Quarto Homem

Quarta-feira, 22 de Janeiro 

4. Leia Daniel 3:19-27. O que aconteceu? Quem era a outra pessoa na fornalha? 

Tendo atirado os fiéis hebreus para a fornalha, Nabucodonosor ficou perplexo ao perceber a presença de uma quarta pessoa no meio do fogo. Pelo que era do seu conhecimento, o rei identificou a quarta figura como “um filho dos deuses” (Daniel 3:25). 

Nabucodonosor não conseguiu dizer muito mais, sabemos porém quem era Aquele quarto personagem. Ele tinha aparecido a Abraão antes da destruição de Sodoma e Gomorra, lutado com Jacó ao lado do vau de Jaboque e Se revelado a Moisés numa sarça ardente. Era Jesus Cristo numa forma pré-encarnada vindo mostrar que Deus permanece com o Seu povo nas suas provações. 

Ellen G. White diz: “O Senhor não esqueceu os Seus. Sendo as Suas testemunhas lançadas na fornalha, o Salvador Se lhes revelou em Pessoa e andava junto com eles no meio do fogo. Na presença do Senhor do calor e do frio, as chamas perderam o seu poder de consumir” (Profetas e Reis, p. 508, 509). 

Deus declarou em Isaías: “Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Isaías 43:2). 

Embora amemos histórias como esta, ela faz-nos indagar sobre outros que não foram miraculosamente livrados da perseguição por causa da sua fé. Aqueles homens conheciam certamente a experiência de Isaías e Zacarias, que tinham sido mortos por reis impiedosos. Em toda a História sagrada, até hoje, cristãos fiéis suportaram sofrimentos terríveis cujo fim, pelo menos aqui na Terra, não foi um livramento miraculoso, mas uma morte dolorosa. O relato de Daniel foi um caso em que os fiéis foram livrados de forma extraordinária, mas, como sabemos, estas coisas geralmente não acontecem. 

Que livramento miraculoso vao acontecer com todos os fiéis de Deus, independentemente do seu destino aqui na Terra? (Veja 1 Coríntios 15:12-26).

The Fourth Man

Wednesday, January 22


Read Daniel 3:19-27. What happens? Who is the other person in the fire?

Having thrown the faithful Hebrews into the fire, Nebuchadnezzar is puzzled to perceive the presence of a fourth person inside the furnace. To the best of his knowledge, the king identifies the fourth figure as “the Son of God” (Daniel 3:25).

The king cannot say much more, but we do know who that fourth person is. He appears to Abraham before the destruction of Sodom and Gomorrah, wrestles with Jacob beside the brook Jabbok, and reveals Himself to Moses in a burning bush. He is Jesus Christ in a pre-incarnate form, coming to show that God stands with His people in their troubles.

Ellen G. White says, “But the Lord did not forget His own. As His witnesses were cast into the furnace, the Saviour revealed Himself to them in person, and together they walked in the midst of the fire. In the presence of the Lord of heat and cold, the flames lost their power to consume”. — Prophets and Kings, pp. 508, 509.

As God says in Isaiah, “When you pass through the waters, I will be with you; and through the rivers, they shall not overflow you. When you walk through the fire, you shall not be burned, nor shall the flame scorch you” (Isaiah 43:2).

Though we love stories like these, they do raise the question about others who are not miraculously delivered from persecution for their faith. Those men surely know the experience of Isaiah and Zechariah, who are put to death by impious kings. All through sacred history, even to our day, faithful Christians have endured terrible suffering that ended for them, at least here, not in a miraculous deliverance but in a painful death. Here is one case in which the faithful receive a miraculous deliverance but, as we know, such things don’t usually happen.

On the other hand, what is the miraculous deliverance that all of God’s faithful people will have, regardless of their fate here? (See 1 Corinthians 15:12-26).

21.1.20

Campfire by the River

A Prova de Fogo

Terça-feira, 21 de Janeiro 

Para os três hebreus, a adoração da estátua, imposta pelo rei, era uma contrafação flagrante da adoração no templo em Jerusalém, que eles tinham vivido nos seus primeiros anos. Embora eles ocupassem cargos no império e fossem leais ao rei, a sua fidelidade a Deus estabelecia um limite à sua lealdade humana. Eles estavam certamente dispostos a continuar a servir ao rei como administradores fiéis; no entanto, não podiam participar na cerimónia. 

3. Leia Êxodo 20:3-6 e Deuteronómio 6:4. O que terá influenciado a decisão dos três homens? 

Seguindo as instruções dadas pelo rei, todas as pessoas, ao som dos instrumentos musicais, se curvaram e adoraram a estátua de ouro. Apenas os três (Sadraque, Mesaque e Abede-Nego) ousaram desobedecer ao rei. Imediatamente, alguns babilónios levaram a questão à atenção do monarca. Os acusadores buscaram enfurecê-lo, dizendo que: (1) tinha sido o próprio rei que tinha colocado aqueles três jovens para administrar a província da Babilónia; (2) que os homens judeus não serviam aos deuses do rei; e que (3) eles não adoravam a imagem de ouro que Nabucodonosor tinha estabelecido (Daniel 3:12). Mas apesar da sua fúria contra eles, o rei ofereceu aos três homens uma segunda oportunidade. Ele estava disposto a repetir todo o procedimento para que aqueles homens se pudessem retratar e adorar a imagem. Se eles se recusassem a obedecer, seriam atirados para a fornalha ardente. E Nabucodonosor encerrou o seu apelo com uma afirmação muito arrogante: “E quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos?” (Daniel 3:15). 

Dotados de coragem sobrenatural, eles responderam ao rei: “Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, Ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste” (Daniel 3:17, 18). 

Embora soubessem que o seu Deus podia livrá-los, os três jovens não tinham a garantia de que Ele o faria. No entanto, eles recusaram-se a obedecer à ordem do rei, mesmo sabendo que podiam ser queimados vivos. Como podemos obter este tipo de fé?

A Atitude Daqueles Que Vigiam e Esperam a Segunda Vinda

"Antecipamos o evento solene [a segunda vinda de Cristo]. Não devemos, porque temos a atitude de esperar e vigiar, ser indolentes, sem fazer nada. Mas, ao vermos o grande evento da vinda de Cristo, e ao vermos a necessidade de vigiar e esperar por ele, devemos unir zelo e indústria diligente à nossa espera e vigília. Uma vida de ociosidade ou mera meditação e abstração, não responderá pela espera e vigia. Também não será seguro ou justificável para os os que esperam e vigiam tornarem-se tão ocupados com assuntos mundanos que deixam de vigiar e esquecem a sua posição peculiar como os que esperam. Não deviam estar numa excitação ocupada como os mundanos, e ficarem surpresos e embriagados com os cuidados desta vida. Um homem embriagado fica confuso.Os órgãos finos do cérebro ficam obscurecidos. Esta é exatamente a posição dos cristãos professos que permitem que os cuidados desta vida e a fraude das riquezas tenham uma influência tão poderosa sobre eles que eclipsem as atrações do céu. Tornam-se loucos na sua busca mundana." Carta 21a, 1871.

The Test of Fire

Tuesday, January 21


For the three Hebrews, the image worship imposed by the king is a blatant counterfeit of the temple worship in Jerusalem, which they experienced in their earlier years. Although they hold offices in the empire and are loyal to the king, their allegiance to God sets a limit on their human loyalty. They are certainly willing to continue to serve the king as faithful administrators; however, they cannot join the ceremony.

Read Exodus 20:3-6 and Deuteronomy 6:4. What do these texts convey that surely influenced the stand these men took?

Following the instructions issued by the king, all the people at the sound of the musical instruments bow and worship the golden image. Only the three — Shadrach, Meshach, and Abed-Nego — dare to disobey the king. Immediately, some Babylonians bring the matter to the king’s attention. The accusers seek to enrage the king by saying: (1) it was the king himself who put these three young men over the province of Babylon; (2) the Jewish men do not serve the gods of the king; and (3) they do not worship the gold image that the king had set up (Daniel 3:12). But in spite of his fury against them, the king offers the three men a second chance. The king is willing to repeat the whole procedure so that these men can retract their position and worship the image. Should they refuse, they will be thrown into the fiery furnace. And Nebuchadnezzar closes his appeal with a most arrogant claim: “And who is the god who will deliver you from my hands?” (Daniel 3:15).

Endowed with supernatural courage, they respond to the king: “If that is the case, our God whom we serve is able to deliver us from the burning fiery furnace, and He will deliver us from your hand, O king. But if not, let it be known to you, O king, that we do not serve your gods, nor will we worship the gold image which you have set up” (Daniel 3:17, 18).

Though they know their God can deliver them, they do not have the guarantee that He will. Nevertheless, they refuse to obey the king’s command, even knowing that they could be burned alive. Where do we get that kind of faith?

20.1.20

Attitude of Those Who Watch and Wait for the Second Coming

"We anticipate the solemn event [Christ’s second coming]. We are not, because we are in the attitude of waiting and watching, to be indolent, doing nothing. But as we view the great event of Christ’s coming, and as we see the necessity of watching and waiting for it, we must unite zeal and diligent industry to our waiting and watching. A life of idleness or mere meditation and abstraction, will not answer for the waiting, watching ones. Neither will it be safe or justifiable for the waiting, watching ones to become so busy in worldly matters that they cease to watch and forget their peculiar position as waiting ones. They should not be in a busy excitement like worldlings, and become surfeited and drunken with the cares of this life. A drunken man is bewildered. The fine organs of the brain are beclouded. This is exactly the position of professed Christians who allow the cares of this life and the deceitfulness of riches to have such a powerful influence upon them as to eclipse the attractions of heaven. They become insane in their worldly pursuit." Letter 21a, 1871.

O Chamado à Adoração

Segunda-feira, 20 de Janeiro 

2. Leia Daniel 3:8-15 e Apocalipse 13:11-18. Que paralelos podemos ver entre o que aconteceu no tempo de Daniel e o que vai acontecer no futuro? 

A estátua de ouro na planície de Dura, cujo nome em acadiano significa “lugar murado”, dava àquela área murada a impressão de um vasto santuário. Como se não bastasse, a fornalha próxima podia muito bem lembrar um altar. A música babilónica devia ser parte da liturgia. Foram listados sete tipos de instrumentos musicais, como que para transmitir a perfeição e eficácia do protocolo de adoração. 

Hoje, somos bombardeados por apelos para que adoptemos novos estilos de vida, novas ideologias, abandonemos o nosso compromisso com a autoridade de Deus expressa na Sua Palavra e rendamos a nossa lealdade aos sucessores contemporâneos do Império Babilónico. A sedução do mundo às vezes parece esmagadora, mas devemos lembrar-nos de que a nossa lealdade suprema pertence ao Deus Criador. 

De acordo com o calendário profético, estamos a viver nos últimos dias da História da Terra. Apocalipse 13 anuncia que os habitantes da Terra serão chamados a adorar a imagem da besta. Esta entidade fará com que “todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos” recebam “certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte” (Apocalipse 13:16). 

O Apocalipse declara que seis categorias de pessoas oferecem a sua lealdade à imagem da besta: “os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos”. O número da besta, que é 666, também enfatiza o número seis. Isto mostra que a estátua erguida por Nabucodonosor é uma ilustração precisa do que a Babilónia escatológica fará nos últimos dias (veja em Daniel 3:1 os números seis e sessenta). Portanto, fazemos bem em prestar muita atenção ao que acontece nesta narrativa e como Deus conduz de modo soberano os assuntos do mundo. 

Adorar não é apenas curvar-se diante de algo ou alguém e declarar-lhe abertamente lealdade suprema. Quais são outras maneiras, muito mais subtis, de adorar algo que não seja o Senhor?

The Call to Worship

Monday, January 20


Read Daniel 3:8-15 and Revelation 13:11-18. What parallels can we see between what happens in Daniel’s time and what will happen in the future?

The image of gold standing on the plain of Dura, whose name in Akkadian means “walled place”, gives the impression of a vast sanctuary. As if it were not enough, the furnace nearby can well evoke an altar. Babylonian music is to be part of the liturgy. Seven types of musical instruments are listed, as if to convey the completeness and effectiveness of the adoration protocol.

Today, we are bombarded from every side by calls to adopt new lifestyles, new ideologies, and to abandon our commitment to the authority of God as expressed in His Word and to surrender our allegiance to contemporary successors of the Babylonian empire. The allure of the world at times seems overwhelming, but we should remind ourselves that our ultimate allegiance belongs to the Creator God.

According to the prophetic calendar, we are living in the last days of earth’s history. Revelation 13 announces that the inhabitants of the earth will be called to worship the image of the beast. That entity will cause “all, both small and great, rich and poor, free and slave, to receive a mark on their right hand or on their foreheads” (Revelation 13:16).

Six categories of people are said to give allegiance to the image of the beast: “small and great, rich and poor, free and slave”. The number of the beast, which is 666, also emphasizes six. This shows that the image erected by Nebuchadnezzar is just an illustration of what the eschatological Babylon will do in the last days (see Daniel 3:1 for the imagery of six and sixty). Therefore, we do well to pay close attention to what transpires in this narrative and how God sovereignly directs the affairs of the world.

Worship isn’t just bowing down before something or someone and openly professing ultimate allegiance. What are other ways, much more subtle ways, that we can end up worshiping something other than our Lord?

19.1.20

Senso de Urgência

Eu acredito que nós, o Israel espiritual, como povo, perdemos o senso de urgência. E é exatamente assim que Satanás quer que estejamos: completamente alheios à realidade.

O Sentimento de Urgência de Ellen White em Vista da Iminência do Segundo Advento - "Tenho sentido que a vinda do Senhor estava próxima, tão próxima, e vi muito a ser feito e a necessidade de obreiros que moldariam a obra como deveria ser." - Carta 73, 1886, p. 4. (Para G. I. Butler, 16 de Janeiro de 1886.)

Os Cristãos Devem Orar Tendo em Vista o Segundo Advento - "Oremos como Jacó. Oremos em todas as dificuldades; oremos para que a maravilhosa mensagem do amor de Cristo alcance almas preciosas, que elas também possam orar e refrescarem-se com graça celestial. Procurem ao Senhor com mais fervor do que os que esperam pela manhã. Tenham esperança no Senhor. Andem no seu caminho. Declarem a Sua verdade. Ele fica satisfeito quando os Seus servos falam de fé. Ele quer que a Sua luz brilhe no Sul. Ele está a trabalhar para si e consigo." - Carta 66, 1901, p. 6. (Para R. M. Kilgore, 26 de Junho de 1901.)

Preparação Para o Segundo Advento de Cristo - "Estamos a aguardar a segunda vinda de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Não devemos apenas acreditar que o fim de todas as coisas está próximo. Devemos estar cheios do espírito do advento para que, quando O Senhor vier nos possa encontrar prontos para encontrá-Lo, quer estejamos a trabalhar no campo, a construir uma casa ou a pregar a Palavra; prontos para dizer: 'Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará' (Isaías 25:9). " - Carta 25, 1902, p. 7. (“Aos Que Ocupam Cargos de Responsabilidade no Campo do Sul”, 5 de Fevereiro de 1902.)

Manuscript Releases, vol. 10, p. 388.1 - 388.3

Sense of Urgency

I believe that we, the spiritual Israel, as a people, have lost the sense of urgency. And that is exactly how satan wants us to be: completely oblivious of reality.

Ellen White’s Sense of Urgency in View of the Imminence of the Second Advent — "I have felt the coming of the Lord was near, so near, and I have seen so much to be done and the need of workers that would mold the work as it should be." — Letter 73, 1886, p. 4. (To G. I. Butler, January 16, 1886.)

Christians to Pray With a View to the Second Advent — "Let us pray as did Jacob. Let us pray in every difficulty; pray that the wondrous message of the love of Christ may reach precious souls, that they too may pray, and be refreshed with heavenly grace. Watch for the Lord more earnestly than they that watch for the morning. Hope in the Lord. Walk in His way. Declare His truth. He is well pleased when His servants talk faith. He wants His light to shine forth in the South. He is working for you and with you." — Letter 66, 1901, p. 6. (To R. M. Kilgore, June 26, 1901.)

Preparing for Christ’s Second Advent — "We are looking for the second coming of our Lord and Saviour Jesus Christ. We are not only to believe that the end of all things is at hand. We are to be filled with the advent spirit that when the Lord comes He may find us ready to meet Him, whether we are working in the field, or building a house, or preaching the Word; ready to say, 'Lo, this is our God; we have waited for Him, and He will save us' (Isaiah 25:9)." — Letter 25, 1902, p. 7. (“To Those in Positions of Responsibility in the Southern Field,” February 5, 1902.)

Manuscript Releases, vol. 10, p. 388.1 - 388.3

A Estátua de Ouro

Domingo, 19 de Janeiro 

1. Leia Daniel 3:1-7. O que terá provavelmente motivado o rei a fazer a estátua? 

Podem ter passado cerca de vinte anos entre o sonho relatado no capítulo 2 e a construção da estátua. No entanto, parece que o rei já não se podia esquecer do sonho e do facto de que a Babilónia estava condenada a ser substituída por outros poderes. Não satisfeito em ser apenas a cabeça de ouro, o rei queria ser representado por uma estátua inteira de ouro, para comunicar aos seus súbditos que o seu reino duraria ao longo de toda a História. 

Esta atitude de orgulho lembra-nos os construtores da Torre de Babel, que, na sua arrogância, tentaram desafiar o próprio Deus. Nabucodonosor não foi menos arrogante nesta ocasião. Ele tinha feito muitas coisas como governante da Babilónia e não podia viver com a ideia de que o seu reino passaria por fim. Por isso, num esforço de exaltação própria, o rei construiu uma estátua para evocar o seu poder e, assim, avaliar a lealdade dos seus súbditos. Embora não esteja claro se a estátua pretendia representar o rei ou uma divindade, devemos ter em mente que, na Antiguidade, as linhas que separavam a política da religião eram muitas vezes indistintas, se é que existiam. 

Também devemos lembrar que Nabucodonosor tinha tido duas oportunidades de se familiarizar com o verdadeiro Deus. Primeiro, ele tinha provado os jovens hebreus e tinha-os achado dez vezes mais sábios do que os sábios da Babilónia. De seguida, depois que todos os outros especialistas falharam em lembrá-lo do seu sonho, Daniel relatou-lhe os pensamentos da sua mente, o sonho e a sua interpretação. Por fim, o rei tinha reconhecido a superioridade do Deus de Daniel. Mas, surpreendentemente, estas lições anteriores da teologia não impediram Nabucodonosor de voltar à idolatria. Porquê? Provavelmente, por causa do orgulho. O ser humano pecaminoso resiste em reconhecer o facto de que as suas realizações materiais e intelectuais são vaidade e estão condenadas ao desaparecimento. Às vezes, podemos agir como pequenos “Nabucodonosores”, ao darmos demasiada atenção às nossas realizações e nos esquecermos de como são insignificantes diante da eternidade. 

Como podemos evitar cair, ainda que de modo subtil, na mesma armadilha em que Nabucodonosor caiu?