30.6.19

God: A Glimpse of Creation

Sunday, June 30


This world and all life on it, our own life and all we do with it—our existence begins with God, “for in Him we live and move and have our being” (Acts 17:28).

Here’s where the Bible’s story begins: “In the beginning God created the heavens and the earth” (Genesis 1:1). And the fact that He spoke it into existence points to a power and a process that we can’t even begin to imagine.

And yet, God didn’t create from a distance; He was intimately involved, especially when it came to creating the first human being (see Genesis 2:7).

Read the story of the creation of the first human beings in Genesis 1:26-31. What important things does this account tell us about God? What important things does it tell us about people?

It has often been said that we can learn a lot about God from spending time in nature, from looking at His creation, and seeing in it glimpses of the character of the Creator Himself. But we can also see glimpses of how God created the world to be from examining our understanding of God Himself. For example, if God is a God of order, we should expect to find order in His creation. Or if we believe that God is a God of creativity, we should not be surprised to find incredible examples of that creativity in the world He made.

Similarly, we believe that God is a God of relationships, and so, we find relationships as a core element in how God put the world together. He created each element of the world in relation to the rest of Creation. He created animals in relational harmony. He created human beings in relationship with Himself, with each other, and with the rest of creation.

While our understanding of God is limited in many ways, what we can see of His character should prompt us to reconsider how the world should be.

How helpful is it to your understanding of the world to see it as a reflection of the character of God, even with the ravages of sin so readily apparent?

Slavery, The Civil War & Ellen White

29.6.19

Deus criou…

Lição 1, 29 de Junho a 05 de Julho 


Sábado à tarde 

VERSO PARA MEMORIZAR: “O que oprime ao pobre insulta Aquele que o criou, mas a Este honra o que se compadece do necessitado.” Provérbios 14:31 

LEITURAS DA SEMANA: Génesis 1–3; 4:1-9; Atos 17:28; Salmos 24:1; 148; Mateus 22:37-39; Apocalipse 14:7 

Já se esforçou para criar algo (talvez uma obra de arte ou artesanato, uma refeição ou alguma outra obra criativa) que simplesmente foi partida ou rejeitada pela pessoa a quem o deu? Se a resposta for afirmativa, tem apenas um pequeno vislumbre do que Deus viveu quando criou o mundo e deu vida ao ser humano apenas para ver depois a Sua criação destruída pelo pecado. 

A Bíblia afirma que o mundo foi criado cuidadosamente e que tudo era “muito bom”. O sentimento de Deus em relação à Sua criação é evidente nos relatos de Génesis 1 e 2. Este é o contexto em que devemos ler a história da queda em Génesis 3 e a tristeza Dele quando confrontou as pessoas que tinha criado. 

Surpreendentemente, Deus continua a amar o nosso mundo, apesar de milénios de pecado, violência, injustiça e revolta completa. E ainda mais admirável é que, quando pôs em ação o Seu plano para redimir e recriar o mundo, Deus deu-nos, como cristãos, funções a desempenhar no cumprimento dos Seus planos maiores. Somos os recebedores da Sua graça; mas, com a graça recebemos também uma obra como colaboradores do nosso Senhor. Que responsabilidade solene e sagrada!

God Created …

Lesson 1, June 29-July 5


Sabbath Afternoon

Read for This Week’s Study: Genesis 1-3, Acts 17:28, Psalms 148, Psalms 24:1, Genesis 4:1-9, Matthew 22:37-39, Revelation 14:7.

Memory Text: “He who oppresses the poor reproaches his Maker, but he who honors Him has mercy on the needy” (Proverbs 14:31, NKJV).

Have you ever worked to create something—perhaps an item of art or craft, a meal, or some other creative work—only to have it broken or rejected by the person you gave it to? If so, you might have just a small glimpse of what God experienced when He made this world and gave human beings life, only then to see what He created broken by sin.

The Bible says that the world was created carefully and created “very good”. How God felt about His creation is evident in the accounts of Creation in Genesis 1 and 2. This is the context in which we should read the story of the Fall in Genesis 3 and the heartbrokenness of God as He confronts the people He has made.

Remarkably, our world continues to be something that God loves, even despite millennia of sin, violence, injustice, and outright rebellion. And even more remarkably, while God set in motion His plan for redeeming and re-creating the world, He has given us, as believers, roles to play in the fulfillment of His larger plans. Yes, we are the recipients of His grace; but, from the grace we have received, we have been given our work to do as colaborers with our Lord. What a solemn, sacred responsibility!

What is the Right Posture to Pray?

Shinrin Yoku: The Art of Forest Bathing

"Turning Hearts In The End Times"

Doug Batchelor - Turning Hearts in the End Time

Escola Bíblica - Converter Corações no Tempo do Fim

Estudo adicional 28.6.19

Sexta-feira, 28 de Junho 

Textos de Ellen G. White: Profetas e Reis, p. 143-154 (“O Carmelo”); O Desejado de Todas as Nações, p. 97-108 (“A Voz do Deserto”). 

“A nossa mensagem precisa ser tão direta como a de João. Ele repreendeu reis por sua iniquidade. Apesar do perigo que a sua vida corria, ele nunca permitiu que a verdade vacilasse nos seus lábios. Nesta época, a nossa obra deve ser feita com a mesma fidelidade.” Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 4, p. 1306 

Perguntas para discussão 

1. Pergunte à classe qual é a relevância da mensagem de Elias para a sua igreja. Como pode ajudar a sua comunidade a compreender a mensagem e o seu papel em ajudar a difundi-la? 

2. Peça aos alunos que partilhem as suas histórias de “conversão do coração”. Que mudanças ocorreram? Que diferença essas experiências fizeram na vida deles e da sua família? 

3. Se entendemos que temos a função de João Batista, o que devemos esperar que aconteça conosco? Qual é a mensagem implícita nesta resposta? 

4. Como pai ou mãe, que promessas pode reivindicar a favor de filhos que, pelo menos neste estágio, estão afastados do Senhor?

28.6.19

Convertendo corações nos últimos dias

Quinta-feira, 27 de Junho 

Em certo sentido, como adventistas, entendemos que temos a função de João Batista. O arauto da reforma e do arrependimento buscou preparar o caminho para a primeira vinda de Jesus. Como movimento, entendemos que fazemos o mesmo em relação à volta de Cristo. 

8. Com espírito de oração, leia Lucas 1:17. Como captam estas palavras a nossa mensagem? 

Através da cruz, o Pai celestial converteu o coração dos Seus filhos a Si e converteu o coração dos Seus filhos uns aos outros. A mensagem de Elias apela às famílias que creiam nesta incrível boa notícia (2 Coríntios 5:18-21; compare com Efésios 2:11-18) e que sejam pessoas cheias de graça, à medida que o Seu Espírito produz nelas uma colheita de amor. 

O mundo precisa desesperadamente de uma demonstração de cuidado altruísta, compromisso duradouro e dedicação inabalável a Deus. Por Sua graça, as famílias cristãs podem dar essa demonstração. No entanto, devemos lembrar-nos de que a mensagem que temos para o mundo também é para nós. Enquanto os princípios do evangelho, da unidade, do amor e da abnegação não forem manifestos em nós, especialmente na nossa família, seremos incapazes para partilhar esta mensagem com os outros. Todos os sermões eloquentes, toda a lógica e as apresentações da Bíblia não serão suficientes: o mundo precisa ver na nossa vida, especialmente na nossa vida familiar, o arrependimento, o coração convertido, o amor e o compromisso que pregamos. Assim como João Batista tinha um poder que transformou vidas e tornou eficaz a sua pregação, podemos fazer o mesmo através da graça de Deus, mas apenas se estivermos dispostos a cooperar com o Senhor e a consagrar a vida a Ele. 

Através de Jesus, somos parte da família celestial (Efésios 3:15). Portanto, quer sejamos uma família de uma ou mais pessoas, somos chamados a ser testemunhas do Deus que professamos servir, e nada pode tornar o nosso testemunho mais eficaz do que mostrar ao mundo o que uma família, independentemente do seu tamanho, pode ser mediante o poder do evangelho. 

Como podemos mostrar às pessoas mais próximas que as amamos e nos importamos com elas?

Convertendo corações no Jordão

Quarta-feira, 26 de Junho 

Juntamente com a profecia de Gabriel (Lucas 1:17) e a confirmação de Jesus de que João Batista era o Elias prenunciado (Mateus 11:14; 17:12, 13), os escritores dos evangelhos afirmaram que João Batista era o “mensageiro” que prepararia o caminho do Senhor (Mateus 11:10; Marcos 1:2; Lucas 7:27; compare com Malaquias 3:1). 

6. Mencione os principais aspectos da mensagem de João. Porque a sua mensagem estava relacionada à “conversão dos corações”? Mateus 3:2, 8; 14:4; Marcos 1:4; Lucas 3:3, 8, 9, 11, 13, 14 

Como um fazendeiro que lavra a terra firme para a preparar para receber a semente, João denunciava o pecado e insistia com os pecadores para que eles se arrependessem. A natureza humana é assim: sem autoavaliação, sem a consciência da nossa verdadeira condição, não sentimos a necessidade de algo melhor. A mensagem de João Batista chamava a atenção do povo à santidade das exigências de Deus e à necessidade que eles tinham da Sua perfeita justiça. O arrependimento genuíno é sempre marcado pela humildade e pela busca do auxílio divino para mudar o comportamento. Ao expor a hipocrisia superficial e egocêntrica daqueles que afirmavam ser filhos de Abraão, ele buscou revelar o significado mais profundo da fé dos seus pais. 

7. Como preparou a mensagem de João Batista o caminho para Jesus? (João 1:35-37; 3:27-30). 

João tinha recebido a revelação de que Jesus era o Cordeiro de Deus. Quando ele apresentou Cristo desta maneira (João 1:29, 36), ele literalmente conduziu o povo ao Senhor. André e outro discípulo de João Batista, também chamado João, o autor do Evangelho que fez o relato daquele dia, deixaram o Batista e tornaram-se discípulos de Jesus. A mensagem de Elias não apenas mostra a necessidade de arrependimento; ela identifica Aquele que salva do pecado; gera entusiasmo a respeito Dele e apresenta pessoas a Ele. Se João Batista entrasse em sua casa, o que ele lhe diria?

Convertendo corações no altar

Terça-feira, 25 de Junho 

5. Leia 1 Reis 18:20-45. Escreva nas linhas abaixo a essência deste episódio. Embora o contexto seja totalmente diferente, como se aplicam à vida familiar os princípios vistos nesta história? 

No monte Carmelo, Elias almejava uma renovação da aliança por parte da sua nação, um retorno à fé dos seus pais, que traria cura ao povo, aos seus lares e terras. 

A hora do sacrifício da tarde. Após o fracasso do sacrifício oferecido pelos sacerdotes pagãos, foi a vez de Elias. Ele foi intencional. A hora do dia chamava a atenção para o divino plano da redenção revelado no serviço do santuário (compare com Êxodo 29:41). O convite “Chegai-vos a mim” (1 Reis 18:30) lembra-nos o Salvador a receber os pecadores (compare com Mateus 11:28). Pais que sofrem com a desobediência dos filhos podem ter a certeza de que Deus os ama assim como amava os israelitas. Deus trabalha incessantemente para atrair a Ele os rebeldes. 

A ênfase de Elias no altar de Jeová corresponde, nos nossos dias, à exaltação de Jesus e da Sua graça salvadora na família. O culto familiar é uma oportunidade de falar com Ele em oração, de conversar sobre Ele, de receber mais uma vez o dom gratuito da salvação e de dar ao nosso coração tempo para refletir sobre os Seus ensinamentos. 

A resposta que Elias tinha pedido indicaria que Deus os tinha tomado de volta para Si. Em 1 Reis 18:37, o profeta suplicou: “Responde-me, Senhor, responde-me, para que este povo saiba [...] que a Ti fizeste retroceder o coração deles”. Não podemos voltar o nosso coração para Deus; só podemos responder à Sua graça, e esta Ele dá livremente. 

O fogo consumidor caiu, não sobre os culpados, mas sobre o sacrifício, apontando para Jesus, que foi feito “pecado por nós; para que, Nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21). Confissão e louvor irromperam dos lábios do povo. Visto que os falsos sacerdotes não responderam ao chamado de Deus, eles foram executados. Em seguida, a chuva refrescante acabou com a maldição sobre a terra. 

Em que condição está o “altar” do seu lar? Como pode “reconstruir o altar” na sua família, se realmente ele precisa de alguma reconstrução?

Reencontro da família

Segunda-feira, 24 de Junho 

Jezabel, a esposa sidônia do rei Acabe, introduziu o culto a Baal em Israel. Este facto acelerou o declínio da nação. Os ensinos de Deus sobre o casamento, a família e a sexualidade foram ofuscados por práticas como o incesto, a prostituição e outras perversões. Nesta disputa por adoração surgiu Elias, cujo nome significa “Jeová é o meu Deus”, uma repreensão a Baal. 

3. Que experiência associou Elias à subversão das crenças pagãs e ao reencontro das famílias? (1 Reis 16:29–17:24; compare com Lucas 4:25, 26). 

Após anunciar a maldição da seca sobre a terra, Elias ficou “marcado”. Deus abrigou-o num lugar improvável: a casa de uma pobre viúva em Sarepta de Sidom, perto da cidade natal de Jezabel. Elias submeteu a viúva a um teste severo: pediu que ela preparasse para ele uma refeição com o azeite e a farinha que ela tinha, e ela devia confiar o seu futuro a Deus. A fé desta mulher tornou-se lendária. Jesus elogiou-a (Lucas 4:26). À medida que o azeite e a farinha se multiplicavam, a mulher compreendeu melhor o Senhor. Depois, o seu único filho adoeceu e morreu. Ao expressar o seu pesar, ela refletiu as crenças pervertidas ao seu redor, e que afetavam Israel, segundo as quais, por causa do pecado de alguém, era exigido o sacrifício de um filho (1 Reis 17:18; Jeremias 19:5; Miqueias 6:7). 

4. Na experiência espiritual da viúva fenícia, qual foi o efeito do reencontro com o seu filho? (1 Reis 17:24). O que aprendemos com os comentários dela? 

A resposta daquela mãe revela o efeito da mensagem de Elias. A fé em Deus e na Sua Palavra surge no coração quando, pelo Seu poder, a vida é restaurada, e a família é reunida. Muitos hoje concordam com as doutrinas pregadas, mas são “mornos” na sua experiência espiritual. No entanto, quando as verdades da Palavra de Deus são vividas pessoalmente, e o reavivamento e a restauração ocorrem nos relacionamentos domésticos, a convicção entra no coração com muito mais poder. 

Que reencontros familiares ainda espera? Que promessas de Deus lhe dão a esperança de que esta reunião vai acontecer em breve? Está-se a apegar a elas?

Further Thought 28.6.19

Friday, June 28



“Our message must be as direct as was that of John. He rebuked kings for their iniquity. Notwithstanding the peril his life was in, he never allowed truth to languish on his lips. Our work in this age must be as faithfully done”. – Ellen G. White Comments, The SDA Bible Commentary, vol. 4, p. 1184.

Discussion Questions:

As a class, discuss the relevance of the Elijah message to your local church. What can you do to help your church understand the message and its role in helping to spread it?

Have those who are willing share with the class their own personal experiences of having their “hearts turned”. What changes came about? What difference did this experience have upon their lives and the lives of their families?

If we see ourselves in the role of John the Baptist, what should we expect to happen to us? What is the implicit message in that answer?

As a class, work on a paragraph, a kind of “Declaration of Family Principles”, that best encapsulates what the biblical idea for a family is. What criteria would you use to help craft those principles? What have you learned this quarter that might have helped you in establishing what these principles might be? Be prepared to share it with the whole church.

As a parent, what promises can you claim for children who, at least at this stage, have run away from the Lord?

27.6.19

Turning Hearts in the Last Days

Thursday, June 27


In a sense, we as Adventists see ourselves in the role of John the Baptist. The herald of reform and repentance sought to prepare the way for the first coming of Jesus; we, as a movement, see ourselves doing the same for the Second Coming.

Read prayerfully Luke 1:17. How do these words capture our message?

The heavenly Father has turned the hearts of His children back to Himself and has turned the hearts of His children to each other through the Cross of Christ. The Elijah message pleads with families to believe this incredible good news (2 Corinthians 5:18-21; compare Ephesians 2:11-18) and to be people filled with grace as His Spirit yields a harvest of love in them.

The world needs desperately a demonstration of unselfish caring, lasting commitment, and unswerving devotion to God. By God’s grace Christian families can provide such a demonstration. Yet, we must remember that the message we have for the world is also for ourselves. Until the principles of gospel, of unity, of love, of selfsacrifice are made manifest among us, especially in our own families, we will be powerless to share this message with others. All the eloquent sermons, all the logic and biblical presentations, aren’t enough: The world needs to see manifest in our lives, especially in our family lives, the repentance, the turned hearts, the love, and the commitment we preach about. Just as John the Baptist had a power that changed lives and made his preaching effective, we can do the same through the grace of God, but only to the degree that we are willing to cooperate.

We are, through Jesus, part of the family in heaven (Ephesians 3:15). Thus, whether we are a family of one or more, we are called to be witnesses for the God we profess to serve, and nothing can make our witness more effective than to show the world what a family, regardless of its size, can be through the power of the gospel.

What can you do, in a special way, to show those closest to you, whether immediate family or someone else, that you love and care about them?

Be Thou My Vision

The Challenges of Hiking And Flying Across the Alps

Accountability Means Letting People Criticize You

26.6.19

Turning Hearts at the Jordan

Wednesday, June 26


Alongside Gabriel’s prediction (Luke 1:17) and Jesus’ confirmation of him as the predicted Elijah (Matthew 11:14; 17:12, 13), the Gospel writers affirm that John the Baptist was the “messenger” who would prepare the way of the Lord (Matthew 11:10, Mark 1:2, Luke 7:27; compare Malachi 3:1).

Note the main aspects of John’s message. In what way was his message one of “heart-turning”? Matthew 3:2, 8; 14:4; Mark 1:4; Luke 3:3, 8, 9, 11, 13, 14.

Like a farmer who plows hard ground to prepare it to receive seed, John denounced sin and urged sinners to repent. Human nature is such that, without selfexamination, without an awareness of one’s true condition, no need is felt for something better. His message turned people toward the holiness of God’s requirements and their need of His perfect righteousness. Genuine repentance is always marked by humility and looking to God for help to change one’s behavior. By exposing the shallow, selfcentered hypocrisy of those who claimed Abraham as their father, he sought to open the deeper meaning of the faith of their fathers.

How did the message of John the Baptist prepare the way for Jesus? John 1:35-37, 3:27-30.

John had been shown that Jesus was the Lamb of God. When he introduced Jesus this way (John 1:29, 36), he literally turned people to the Lord. Andrew and another of John’s disciples, John, the Gospel writer who wrote the account of that day, left the Baptist’s side and became Jesus’ disciple. Not only does the Elijah message point to the need for repentance; it identifies the One who saves from sin, generates excitement about Him, and introduces people to Him.

If John the Baptist were to step into your home, what do you think he would be saying to you?

Turning Hearts at the Altar

Tuesday, June 25


Read 1 Kings 18:20-45. Write out on the lines below what essentially this whole episode is about. Though the context is totally different, how can the principles seen in this story apply to family life?

On Mount Carmel, Elijah longed for covenant renewal on the part of his nation, a turning back to the faith of their fathers that would bring healing to their lives, their homes, and their land.

The hour of the evening sacrifice. After the heathen priests’ failure with their sacrifice, Elijah took his turn. He was deliberate. The time of day drew attention to God’s redemptive plan revealed in the sanctuary service (compare Exodus 29:41). The invitation “Come near to me” (1 Kings 18:30) reminds us of the Savior welcoming sinners (compare Matthew 11:28). Parents who are pained at the waywardness of a child can be assured that God loves him or her as truly as He loved the Israelites. God works unceasingly to draw wayward ones to Him.

Elijah’s focus on Jehovah’s altar finds its equivalent in our time when Jesus and His saving grace are uplifted in families. Family worship is an opportunity to talk to Him in prayer, to speak of Him to one another, to receive anew His free gift of salvation, and to give our hearts time to reflect on His teachings.

The response Elijah requested would signal that God had taken them back to Himself. First Kings 18:37 says, that “this people may know … You have turned their hearts back to You again”. We cannot turn our hearts to God; we can only respond to His grace, and that He freely gives.

The all-consuming fire fell, not upon the guilty but upon the sacrifice, pointing forward to Jesus, who was made “sin for us, that we might become the righteousness of God in Him” (2 Corinthians 5:21). Confession and praise burst from the people’s lips. Because they did not respond to God’s call, the false priests were executed. Then refreshing rains ended the curse upon the land.

In what condition is your home “altar”? What specific ways can you “rebuild the altar” in your home, if indeed it needs some rebuilding?

Family Reunion

Monday, June 24


The introduction of Baal worship into Israel by Jezebel, the Sidonian wife of King Ahab, hastened the nation’s downward moral slide. The teachings of God that uplifted marriage, family, and sexuality were overshadowed by such practices as incest, prostitution, and other sexual perversions. Into this arena of conflict over worship stepped Elijah, whose very name, “Jehovah is my God”, rebuked Baal.

What experience of Elijah associated him with overturning heathen beliefs and bringing new life to families? 1 Kings 16:29-17:24; compare Luke 4:25, 26.

Elijah was a marked man after announcing the curse of drought upon the land. God sheltered him in an unlikely place—at a poor widow’s dwelling in Zarephath of Sidon, near Jezebel’s hometown. Elijah greeted the widow with a grim test, to use her last bits of kindling, oil, and flour to feed him and to trust God for her future. Her faith became legendary. Jesus Himself would later commend her (Luke 4:26). As her oil and meal stretched out over many days, the woman came to understand more about Jehovah. Then, tragically, her only son fell sick and died. In expressing her grief to Elijah, she reflected the familiar religion around her, the perverted beliefs that now engulfed Israel, in which one’s sin could require child sacrifice (1 Kings 17:18; compare Jeremiah 19:5, Micah 6:7).

What effect did the reunion with her son have upon the Phoenician widow’s spiritual experience? 1 Kings 17:24. What can we learn from her comments?

The mother's response reveals the effect of the Elijah message. Faith in God and His Word arises in the heart as, by His power, life is restored and the family is reunited. Many today may give assent as doctrines are preached, but are lukewarm in their spiritual experience. However, when the truths of God’s Word are experienced personally and revival and restoration occur in home relationships, conviction comes ever so much more powerfully upon the heart.

What are some family reunions that you are still waiting for? What promises of God are you clinging to that give you hope of that reunion?

Highest Paid Mafia Boss Tells the TRUTH About the Life

23.6.19

Joe Rogan Experience #1315 - Bob Lazar & Jeremy Corbell

A profecia dos corações convertidos

Domingo, 23 de Junho 

1. Compare a predição da vinda de Elias com as referências do Novo Testamento a esse evento. Que lições aprendemos com estes textos? Malaquias 4:5, 6; Mateus 11:14, 15; 17:10; Marcos 6:15; Lucas 1:17 

Nos dias de Malaquias, o apelo de Deus à nação, “tornai-vos para Mim, e Eu Me tornarei para vós outros”, foi respondido com arrogância: “em que havemos de tornar?” (Malaquias 3:7). O frustrado profeta anunciou mais uma oportunidade de reavivamento. Evocando a reforma iniciada por Elias, de converter os corações (1 Reis 18:37), Malaquias previu a vinda do profeta Elias novamente para converter “o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” (Malaquias 4:6). 

Desenvolveu-se uma tradição judaica de que Elias apareceria pessoalmente como o precursor do Messias (compare com Mateus 17:10; Marcos 6:15). No entanto, o Novo Testamento apresenta João Batista como um cumprimento daquela profecia (Mateus 11:14, 15; Lucas 1:17). 

2. Na sua opinião, o que significa a frase “converter o coração”? 

Diversas aplicações são possíveis para estes textos: A frase refere-se à reconciliação do povo de Israel com o Senhor. Deus, como Pai (Isaías 63:16), converteu-Se da Sua ira, voltando-Se para os Seus filhos (Miqueias 7:18, 19) e chamou-os a voltarem a Ele (Isaías 44:22; Malaquias 3:7). A frase refere-se à reconexão das gerações posteriores com os seus fiéis antepassados mediante a renovação da aliança. O chamado profético para que o povo de Deus seguisse a fé dos patriarcas foi repetidamente feito no Antigo Testamento. A condição para que a terra continuasse como um abençoado lugar de habitação era a fidelidade à aliança (Deuteronómio 4:29-31). A frase refere-se à restauração e renovação dos relacionamentos familiares. A relação entre pais e filhos é uma expressão prática de fidelidade à aliança com Deus. Aqui, também, o cumprimento das responsabilidades para com pais e filhos está ligado à herança contínua da terra e à bênção de Deus (Provérbios 2:21). 

Qual é a relação entre a restauração do relacionamento com Deus e a restauração dos relacionamentos na nossa família? Porque precede um o outro?

The Prophecy of Turned Hearts

Sunday, June 23


Compare the prediction of the coming of Elijah with New Testament references to this event. Malachi 4:5, 6; Matthew 11:14, 15; 17:10; Mark 6:15; Luke 1:17.

In the days of Malachi, God’s appeal to the nation, “Return to Me, and I will return to you,” met with the arrogant response, “In what way shall we return?” (Malachi 3:7). The frustrated prophet announced that one further opportunity for revival would be given. Recalling the heart-turning reform begun by Elijah (1 Kings 18:37), Malachi predicted his coming again to “turn the heart of the fathers to the children, and the heart of the children to their fathers” (Malachi 4:6).

A Jewish tradition developed that Elijah would appear personally as the herald of the Messiah (compare Matthew 17:10, Mark 6:15). However, the New Testament presents John the Baptist as a fulfillment of the prophecy (Matthew 11:14, 15; Luke 1:17).

What do you think the phrase “turn the hearts” means?

Several applications are possible for these texts: It refers to the reconciliation of the people of Israel with the Lord. God as Father (Isaiah 63:16) has turned from His wrath toward His children (Micah 7:18, 19) and calls them to return to Him (Isaiah 44:22, Malachi 3:7). It refers to the reconnecting of later generations with their faithful ancestors through covenant renewal. The prophetic call for God’s people to follow the faith of the patriarchs was given repeatedly in the Old Testament. Whether the land continued as a blessed dwelling place was directly related to covenant faithfulness (Deuteronomy 4:29-31). It refers to the restoration and renewal of family relationships. Parent child relationships are a practical expression of covenant faithfulness with God. Here, too, fulfillment of responsibilities to parents and children are interwoven with continued inheritance of the land and God’s blessing (Proverbs 2:21).

What is the connection between a restored relationship with God and restored relationships in our families? Why must one precede the other?

Write Them On The Tablets Of My Heart

22.6.19

Convertendo corações no tempo do fim

Lição 13, 22 a 28 de Junho 


Sábado à tarde 

VERSO PARA MEMORIZAR: “Eis que Eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor; ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a Terra com maldição.” Malaquias 4:5, 6 

LEITURAS DA SEMANA: Malaquias 4:5, 6; Mateus 3:2; 11:14, 15; 17:10; 1 Reis 16:29–17:24; 18:20-45 

A nossa vida é feita de fases. Às vezes estamos numa fase boa; outras vezes, não. Em alguns períodos a família está intacta e forte; noutros tempos, ela está frágil ou até destruída. 

Seja qual for a fase, o estágio ou a situação da nossa família, podemos e devemos viver à luz das promessas de Deus, apegando-nos a elas com todo o nosso coração, toda a mente e força, pois, no fim, elas são a nossa única esperança. E que grandiosa esperança elas são! Não importa a fase em que nós ou a nossa família estejamos, da Palavra de Deus emanam promessas que podemos reivindicar para nós, os nossos amados, a nossa família e a nossa igreja. 

Nesta última semana do trimestre, vamos examinar algumas histórias, promessas e experiências bíblicas em diversos contextos. Neste estudo, buscaremos extrair lições para nós hoje, seja qual for a nossa condição; pois, não importa quem somos, onde estamos nem a fase que vivemos atualmente, provavelmente todos tenhamos lutas, medos e preocupações. Felizmente, adoramos um Deus que não apenas sabe o que enfrentamos, mas que certamente está à frente de todas estas coisas.

Turning Hearts in the End Time

Lesson 13, June 22-28


Sabbath Afternoon


Memory Text: “Behold, I will send you Elijah the prophet before the coming of the great and dreadful day of the LORD. And he will turn the heart of the fathers to the children, and the heart of the children to their fathers; lest I come and smite the earth with a curse.” (Malachi 4:5, 6

Our lives are lived in stages. Sometimes those stages are going well; sometimes not. Sometimes families are intact and strong; sometimes they are fragile, or even shattered.

Whatever the phase, whatever the stage, whatever the condition of ourselves or our family at the moment, we can and must live in the light of God’s promises, clinging to them with all our heart and soul and might because, in the end, they are our only hope. But what a great hope they are. The Word of God exudes promises, promises that, whatever stage our life or our family is in—we can claim for ourselves, our loved ones, our family, and our church.

In this, the final week of the quarter, we are going to look at some Bible stories, promises, and experiences from a variety of contexts. As we do, we will seek to draw lessons for ourselves today, whatever our context happens to be. For, most likely, whoever you are, wherever you are, whatever the phase of your life, you have struggles, fears, worries. Fortunately, we worship a God who not only knows what we face but who is, we can be sure, ahead of them all as well.

A Man And His Truck

21.6.19

Doug Batchelor - What Have They Seen in Your House?

"What Have They Seen In Your House?" by Pastor Mike Thompson

Escola Bíblica - O que viram eles na tua casa?

Estudo adicional 21.6.19

Sexta-feira, 21 de Junho

Textos de Ellen G. White: O Lar Adventista, p. 35-39 (“Poderoso Testemunho Cristão”), p. 348-352 (“Atitude em Relação a um Companheiro Descrente”); A Ciência do Bom Viver, p. 349-355 (“O Ministério do Lar”); Profetas e Reis, p. 340-348 (“Os Embaixadores de Babilónia” ).

O poder do lar no evangelismo. “Muito mais poderosa do que qualquer sermão pregado é a influência de um verdadeiro lar no coração e na vida [...]

“A nossa esfera de influência poderá parecer limitada, as nossas capacidades diminutas, as oportunidades escassas, os nossos recursos reduzidos; no entanto, se soubermos aproveitar fielmente as oportunidades dos nossos lares, maravilhosas serão as nossas possibilidades” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 352 e 355).

Perguntas para discussão

1. A influência de algum lar ajudou-o a tomar uma decisão a favor de Cristo? O que lhe causou essa impressão?

2. De que maneira pode ministrar a uma família com um cônjuge descrente?

3. Fale sobre algumas pressões no lar que atrapalham a fé. Faça uma lista dessas coisas; em seguida, anote as soluções possíveis.

4. A vida familiar é um meio de testemunhar a filhos, cônjuges descrentes, parentes e visitantes. Às vezes não conseguimos partilhar a fé no lar de maneira tão completa quanto desejamos. Nem sempre ocorrem conversões de parentes e visitantes. Contudo, como membros imperfeitos da família, buscamos indicar o caminho a um Salvador perfeito. Mediante a hospitalidade expressa em nome do Salvador, trazemos para o reino da graça todos cuja vida tocamos. Pense na influência do seu lar nos que vêm visitá-lo. Como pode torná-lo um melhor testemunho de fé para todos os que entram por suas portas?

Centros de amabilidade contagiante

Quinta-feira, 20 de Junho 

9. Compare as referências bíblicas sobre hospitalidade com incidentes reais na casa de diversas famílias da Bíblia listadas a seguir. (Isaías 58:6, 7, 10-12; Romanos 12:13; 1 Pedro 4:9). Mencione os atributos da hospitalidade demonstrados: 

Abraão e Sara (Génesis 18:1–8): 

Rebeca e sua família (Génesis 24:15-20, 31-33): 

Zaqueu (Lucas 19:1-9): 

Hospitalidade é atender às necessidades básicas de outra pessoa, tais como: descanso, alimentação e companhia. É uma expressão tangível do amor abnegado. Jesus atribuiu significado teológico à hospitalidade ao ensinar que alimentar os famintos e dar de beber aos sedentos eram atos de serviço feitos a Ele (Mateus 25:34-40). A utilização do lar para o ministério pode variar de um simples convite aos vizinhos para uma refeição à hospitalidade radical de emprestar um quarto para uma vítima de abuso. Pode envolver simples cordialidade, uma oportunidade de oferecer oração a alguém ou a realização de estudos bíblicos. A verdadeira hospitalidade brota do coração daqueles que foram tocados pelo amor de Deus e desejam expressar o seu amor em palavras e ações. 

Às vezes, as famílias reclamam que lhes faltam acomodações, estrutura, tempo e vigor para oferecer hospitalidade. Outros sentem-se inadequados, sem habilidade e inseguros quanto a ir além do que é familiar para se associarem com os incrédulos. Alguns desejam evitar as complicações que surgem do envolvimento com os outros. Muitas famílias contemporâneas confundem hospitalidade com entretenimento. 

Em que aspectos a sua vida doméstica reflete a sua condição espiritual? Que mudanças precisa fazer para que o seu lar se torne mais forte espiritualmente e seja uma bênção aos semelhantes?

A vida familiar deve ser partilhada

Quarta-feira, 19 de Junho 

7. Nos versos abaixo, investigue os usos da palavra “imitar”. O que revelam eles sobre o processo de tornar-se cristão e crescer na fé? O que sugerem eles sobre a relação entre exemplo e testemunho? 1 Coríntios 4:16; Efésios 5:1; 1 Tessalonicenses 1:6; Hebreus 6:12; 13:7; 3 João 11 

A ênfase do Novo Testamento na imitação reconhece a importância do exemplo no processo de aprendizagem. Temos a tendência de nos tornar semelhantes às pessoas ou às coisas que observamos. Este princípio aplica-se aos relacionamentos em geral, especialmente no lar, onde a imitação é comum. Os filhos imitam os seus pais e irmãos; e os cônjuges imitam um ao outro. Este conceito apresenta um indício importante de como casais e famílias podem testemunhar de Cristo a outras pessoas. 

O poder da influência social. Testemunhamos do nosso lar quando damos oportunidade para que outros partilhem da nossa experiência doméstica. Muitos simplesmente não têm um bom exemplo de relacionamentos familiares. No nosso lar, eles podem ver como o espírito de Jesus faz a diferença. Ellen White escreveu: “A influência social é uma força maravilhosa. Se quisermos, podemos valer-nos dela para auxiliar as pessoas que nos rodeiam” (A Ciência do Bom Viver, p. 354). 

Quando os casados convidam outros casais para uma refeição, relacionamento social ou estudo bíblico, ou quando participam juntos de um programa de desenvolvimento conjugal, os visitantes veem um modelo. A demonstração de reciprocidade, afirmação, comunicação, resolução de conflitos e adaptação de diferenças testemunham da vida familiar em Cristo. 

8. No contexto dos modelos, com o que devemos ter sempre cuidado? (Jeremias 17:9; João 2:25; Romanos 3:23). 

Siga cristãos que seguem a Cristo. Todo o exemplo humano pode falhar; o testemunho do lar cristão não é uma demonstração de perfeição absoluta. A noção de imitação do Novo Testamento é um chamado para que os indivíduos sigam cristãos que seguem a Cristo. A ideia é que as pessoas compreendam a fé cristã conforme a veem demonstrada na vida de outras pessoas tão humanas e falíveis como elas. 

Como pode tornar o seu lar um melhor exemplo de testemunho cristão?

Further Thought 21.6.19

Friday, June 21



The power of the home in evangelism. “Far more powerful than any sermon that can be preached is the influence of a true home upon human hearts and lives. … “Our sphere of influence may seem narrow, our ability small, our opportunities few, our acquirements limited; yet wonderful possibilities are ours through a faithful use of the opportunities of our own homes”. – Ellen G. White, The Ministry of Healing, pp. 352, 355.

Discussion Questions:

Ask anyone in class if it were the influence of someone’s home that helped them make a decision for Christ. Discuss just what it was that made such an impression. What can the class learn from that experience?

In what practical ways can you as a class minister to a family with an unbelieving spouse?

As a class, talk about some of the pressures in the home that work against faith. Write up a list of some of these things; then across from them, write down possible solutions.

The private lives of Christians are a means of witness to children, unbelieving spouses, other relatives, and visitors. While faith sharing at home may not always be as complete as one would like or result in the conversion of relatives and visitors, imperfect family members seek to point the way to a perfect Savior. Through generous hospitality expressed in the Savior’s name, they bring within the realm of grace all whose lives they touch. Think about the influence of your home on those who come to visit. What could you do to make it a better witness of faith for all who step within your doors?

What's YOUR excuse??

20.6.19

The Holy Bible - Book 03 - Leviticus - KJV Dramatized Audio

The Great Controversy - O Grande Conflito - El Conflicto de los Siglos









O Grande Conflito - The Great Controversy

Centers of Contagious Friendliness

Thursday, June 20


Compare biblical references on hospitality with actual incidents in the homes of several Bible families listed below. Isa. 58:6, 7, 10-12; Rom. 12:13; 1 Pet. 4:9. Note the attributes of hospitality that are demonstrated.

Abraham and Sarah (Gen. 18:1-8)

Rebekah and her family (Gen. 24:15-20; 31-33)

Zacchaeus (Luke 19:1-9)

Hospitality meets another person’s basic needs for rest, food, and fellowship. It is a tangible expression of self-giving love. Jesus attached theological significance to hospitality when He taught that feeding the hungry and giving drink to the thirsty were acts of service done to Him (Matt. 25:34-40). Using one’s home for ministry may range from simply inviting neighbors to a meal to the radical hospitality of lending a room to an abuse victim. It may involve simple friendliness, an opportunity to offer prayer with someone, or the conducting of Bible studies. True hospitality springs from the hearts of those who have been touched by God’s love and want to express their love in words and actions.

Families sometimes complain that they lack the facilities, the time, and/or the energy to offer hospitality. Others feel awkward, unskilled, and unsure about reaching beyond what is familiar in order to associate with unbelievers. Some wish to avoid the complications to their lives that may arise from becoming involved with others. Many contemporary families confuse hospitality and entertaining.

In what ways does your home life reflect your own spiritual condition?

19.6.19

China’s “Artificial Sun”

Beta Status

For a long time my blog description was as follows:

"Trying to rewrite my life's OS. Working to become a life hacker. Still in the Pre-alpha version."

I am now happy to report that, due to some steps i've taken in my life, i can now change the description to:

"Rewriting my life's OS. I am now a life hacker. Changed my status to Beta."

Take control of your life!

Family Life Is for Sharing

Wednesday, June 19


In the following verses, trace the New Testament uses of the words “follow” (KJV) or “imitate” (NIV). What do they tell us about the process of becoming and growing as a Christian? What do you think they suggest about the relationship between modeling and witnessing? 1 Cor. 4:16, Eph. 5:1, 1 Thess. 1:6, Heb. 6:12, 13:7, 3 John 11.

The New Testament emphasis on imitation acknowledges the important role of modeling in the learning process. People tend to become like whom or what they watch. This principle applies to relationships generally and especially in the home, where imitation is common. There children imitate their parents and siblings; married partners often imitate one another. This concept provides an important clue to how couples and families can bear Christian witness to other couples and families.

The power of social influence. We witness from our homes when we provide opportunities for others to observe us and to share in our home experience in some way. Many simply have no good example of marriage or family relationships to follow. In our homes they may see how the spirit of Jesus makes a difference. “Social influence”, wrote Ellen White, “is a wonderful power. We can use it if we will as a means of helping those about us”. – The Ministry of Healing, p. 354.

As married couples invite other couples for meals, fellowship, or Bible study, or when they attend a marital growth program together, the visitors see a model. The display of mutuality, affirmation, communication, conflict resolution, and accommodation of differences testifies of family life in Christ.

In this context, however, of what must we always be careful? Jer. 17:9, John 2:25, Rom. 3:23.

Follow believers who follow Christ. All human examples are flawed; however, the witness of the Christian home is not about modeling absolute perfection. The New Testament notion of imitation is a call for individuals to follow believers who follow Christ. The idea is that individuals will grasp Christian faith as they see it demonstrated in the lives of others who are as human and fallible as they are.

What could you do to make your home a better model for Christian witnessing?

The Holy Bible - Book 02 - Exodus - KJV Dramatized Audio

The Holy Bible - Book 01 - Genesis - KJV Dramatized Audio

18.6.19

Andy Weir: "Artemis" | Talks at Google

A paz que vence

Terça-feira, 18 de Junho 

5. Qual é o conselho do Novo Testamento para os casamentos divididos pela religião? 1 Coríntios 7:12-15; 1 Pedro 3:1, 2 

A bênção de ser um cônjuge cristão. Em 1 Coríntios, Paulo respondeu à inquietação dos convertidos. Eles desejavam saber se permanecer casado com um cônjuge incrédulo podia ser ofensivo a Deus ou trazer contaminação para si e para os seus filhos. Paulo disse que não. A condição sagrada do casamento e a sua intimidade devem continuar após a conversão de um parceiro. A presença de um cristão “santifica” o cônjuge e os filhos do casal. A palavra “santifica” deve ser entendida no sentido de que o incrédulo entra em contacto com as bênçãos da graça ao viver com um companheiro cristão. 

Por mais doloroso que seja, o cônjuge descrente pode decidir abandonar o casamento. Embora as consequências sejam sérias, a palavra misericordiosa do nosso Deus, que defende sempre a liberdade de escolha do ser humano, é que, caso o descrente se queira separar, “que se separe”. O cristão, “em tais casos [...], não fica debaixo de servidão” (1 Coríntios 7:15). 

Chamados para viver em paz. Evidentemente, a preferência da Palavra de Deus é que, apesar dos desafios de um lar espiritualmente dividido, seja encontrada uma forma pela qual a paz de Cristo reine ali. A esperança é manter o casamento intacto, evidenciar o triunfo do evangelho no meio das dificuldades e promover o conforto do cônjuge com quem o cristão é uma só carne, embora ele(a) seja incrédulo(a). 

6. Quais são as limitações da responsabilidade de um cônjuge cristão para com o outro que é descrente? 

Há maior probabilidade de levar o cônjuge não cristão para Cristo quando o cristão manifesta benignidade, fidelidade inabalável, serviço humilde e testemunho cativante. Num casamento cristão, a submissão surge da reverência a Cristo (compare com Efésios 5:21). Antes de se relacionar em submissão cristã com um incrédulo, o cristão deve submeter-se e ser fiel primeiro a Deus. A fidelidade às reivindicações de Deus não exige que o cônjuge cristão sofra abuso nas mãos de um parceiro violento. 

Conhece alguém que luta com a incredulidade do cônjuge? Pode ajudar essa pessoa?

Peace That Wins

Tuesday, June 18


What counsel does the New Testament have for marriages divide by religion? 1 Cor. 7:12-15; 1 Pet. 3:1, 2.

The blessing of being a Christian partner. In 1 Corinthians Paul responds to converts’ concerns that staying married to an unbelieving spouse might be offensive to God or bring defilement upon themselves and their children. Not so, says Paul. The sacred state of marriage and its intimacies are to continue after a partner’s conversion. The presence of one Christian partner “sanctifies” the other partner and the couple’s children. The word “sanctifies” should be understood in the sense that unbelieving spouses come into contact with the blessings of grace through living with their Christian partners.

Heartrending as it is, the unbelieving partner may decide to abandon the marriage. Though consequences will be serious, the merciful word of our God—who always upholds human freedom of choice—is “let him do so”. The believer “is not bound in such circumstances” (1 Cor. 7:15, NIV).

Called to live in peace. The clear preference of the Word of God is that despite the challenges of a spiritually divided home, a way might be found for the peace of Christ to reign there. The hope is to keep the marriage intact, to give evidence of the triumph of the gospel in the midst of difficulty, and to promote the comfort of the partner with whom the believer is one flesh, though he or she be unbelieving.

What might be the limitations of a spouse’s responsibility toward a nonbelieving partner?

Lovingkindness, unwavering fidelity, humble service, and winsome witness on the part of the believer create the greatest likelihood of winning the non-Christian spouse. Submission in a Christian marriage arises out of reverence for Christ (compare Eph. 5:21). When a spouse relates with Christian submission to an unbelieving partner, the first allegiance is always to Christ. Faithfulness to the claims of God on one’s life does not require a spouse to suffer abuse at the hands of a violent partner.

Is someone in your church struggling with an unbelieving spouse? If so, in what practical ways could you possibly help?

The World's Toughest Adventure Race Across The Alps

Porque Deus Criou Lucifer? Why did God create Lucifer?

Joe Rogan Experience #1309 - Naval Ravikant

Urias Smith | Uma Vida de Serviço

17.6.19

Família em primeiro lugar

Segunda-feira, 17 de Junho 

As pessoas do nosso lar são o primeiro alvo natural dos nossos esforços evangelísticos. Não há campo missionário mais importante. 

3. Leia João 1:40-42. Que lições aprendemos sobre o dever de partilhar a fé no lar? (Veja também Deuteronómio 6:6, 7; Rute 1:14-18). 

Testemunhando com entusiasmo. André fez mais que um simples relato; ele providenciou ao seu irmão, Simão, um encontro com Jesus. Um relato entusiasmado sobre Cristo e a apresentação Dele como pessoa é uma fórmula muito simples para partilhar o evangelho com parentes no nosso lar! Depois da apresentação, André recuou. A partir daquele momento, Jesus e Pedro tiveram um relacionamento próprio. 

Promovendo a fé dos filhos. Os filhos muitas vezes podem ser negligenciados como importantes destinatários dos nossos esforços evangelísticos. Os pais pressupõem erroneamente que os filhos simplesmente absorvam a espiritualidade familiar, mas isto não é algo automático. Embora as crianças e jovens aprendam com o exemplo, os mais jovens da família do Senhor também precisam de atenção individual e oportunidade de ser pessoalmente apresentados a Ele. Deuteronómio 6 insiste neste ponto: deve ser dada atenção à mais eficaz educação religiosa. Os hábitos espirituais de culto pessoal e familiar devem ser encorajados no lar. Devemos dedicar tempo e fervorosos esforços a favor das crianças e jovens. 

4. O que aprendemos com os esforços evangelísticos de Noemi? Rute 1:8-22 

Rute viu Noemi nos seus piores momentos: quando ela tentou despedir a sua nora e quando, irritada e deprimida, lançou sobre Deus a responsabilidade das suas perdas (Rute 1:15, 20, 21). Nenhum testemunho mais eloquente que o de Rute pode ser dado para mostrar que os jovens podem encontrar-se e comprometer-se com um Deus perfeito, mesmo quando apresentados a Ele por um pai ou mãe imperfeitos. 

O lar é o campo missionário mais importante. Esta noção afeta a sua atitude em relação às pessoas que moram consigo? Reúna a sua família e façam juntos uma lista de esforços específicos para levar Cristo a parentes que ainda não conhecem a salvação.

Aprendendo com o erro de um rei

Domingo, 16 de Junho 

1. Leia o relato sobre a cura de Ezequias e a visita dos embaixadores da Babilónia. Que princípios desta história podemos aplicar à nossa família? 2 Crónicas 32:25, 31; Isaías 38; 39 

As Escrituras mostram que os mensageiros foram atraídos pela recuperação miraculosa do rei Ezequias. No entanto, Ezequias parece ter se calado sobre a sua experiência de cura. Ele não enfatizou as coisas que teriam aberto o coração destes curiosos embaixadores ao conhecimento do verdadeiro Deus. É impressionante o contraste entre a sua gratidão por ter sido curado no capítulo 38 e o seu silêncio sobre a cura no capítulo 39. 

“Deus desamparou-o, para o provar”. Esta visita de Estado era uma ocasião muito importante; entretanto, não há registro de que Ezequias buscou, em oração, orientação especial a respeito dela da parte dos profetas nem dos sacerdotes. Deus também não interveio. Sozinho, longe dos olhos do público e sem consultar conselheiros espirituais, Ezequias aparentemente deixou que a obra de Deus na sua vida e na vida da sua nação desaparecesse da sua mente. Possivelmente, a intenção do historiador em 2 Crónicas 32:31 tenha sido mostrar como a bênção de Deus pode facilmente passar despercebida e não ser devidamente valorizada, e como os que recebem a Sua misericórdia tendem a se tornarem autossuficientes. 

2. Abaixo estão algumas lições sobre fidelidade na vida familiar a partir da experiência de Ezequias. Na sua opinião, existem outras? Quais? 

Cada visita a um lar cristão é uma oportunidade para que as pessoas encontrem ali seguidores de Cristo. Provavelmente, poucos visitantes iniciarão conversas sobre coisas espirituais. Os cristãos devem encontrar maneiras sensíveis e apropriadas de partilhar as boas-novas. 

Os cristãos não são chamados a ostentar a sua prosperidade material nem realizações, embora possam reconhecê-las como bênçãos de Deus. Eles são chamados a “anunciar as grandezas Daquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9), ou a usar a experiência de Ezequias como um símbolo para declarar que eles estavam à beira da morte, mas Cristo curou-os; estavam mortos no pecado, mas Cristo ressuscitou-os e os fez sentar nos lugares celestiais (Efésios 2:4-6). 

Como pode usar a sua casa para testemunhar aos outros? Como pode partilhar mais diretamente a sua fé em Cristo com os visitantes na sua casa?

“Que viram na tua casa?”

Lição 12, 15 a 21 de Junho 


Sábado à tarde 

VERSO PARA MEMORIZAR: “Mas vòs sois a geração eleita, o sacerdòcio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” 1 Pedro 2:9 

LEITURAS DA SEMANA: Isaías 38; 39; 58:6, 7, 10, 12; 1 Coríntios 7:12-15; 1 Pedro 3:1, 2; Hebreus 6:12; 13:7; 3 João 11 

Talvez tenhamos chegado a um estágio em que, graças ao Senhor, a nossa vida esteja bem: família, trabalho, saúde e finanças. Ou talvez não. Possivelmente, o seu lar esteja em aflição ou em crise. Seja como for, quando alguém visita o seu lar, como os emissários da Babilónia visitaram o rei Ezequias, que resposta poderia ser dada à pergunta que o profeta Isaías posteriormente fez ao rei: “Que viram na tua casa? (Isaías 39:4). 

O que as pessoas e os anjos celestiais veem na nossa casa? Qual influência permeia o nosso lar? É possível “sentir” o perfume da oração? Existe gentileza, generosidade, amor, ou tensão, ira, ressentimento, amargura e discórdia? Algum visitante vai embora com a sensação de que Jesus está ali? 

É importante que façamos estas perguntas a nós mesmos a respeito do tipo de lar que promovemos. Nesta semana, vamos examinar algumas questões que contribuem para uma vida familiar maravilhosa, apesar das inevitáveis tensões e lutas que os lares enfrentam atualmente.

Family First

Monday, June 17


The most natural first recipients of our gospelsharing endeavors are the people in our households. There is no more important mission field than this.

What conclusions can be drawn from John 1:40-42 about sharing faith at home? See also Deut. 6:6, 7; Ruth 1:14-18.

An enthusiastic report. Andrew went beyond mere reporting; he arranged for his brother, Simon, to meet Jesus. An enthusiastic report about Jesus and an introduction to Him as a person—what a simple formula for sharing the gospel with relatives in our homes! After the introduction Andrew stepped back. From then on, Jesus and Peter had a relationship of their own.

Helping children to a place of faith. Children in a home can often be overlooked as fitting recipients of gospel-sharing efforts. Parents mistakenly assume children will simply absorb family spirituality. This must not be taken for granted. While children and young people learn from the modeling they observe, it is also true that these younger members of the Lord’s family need individual attention and opportunity to be personally introduced to Him. Deuteronomy 6 is insistent on this point: Attention must be given to the most effective kind of religious education. Regular spiritual habits of personal and family worship are to be encouraged in the home. Time and earnest efforts must be put forth on behalf of children and youth.

What can we learn from the evangelistic efforts of Naomi? Ruth 1:8-22.

Ruth saw Naomi at the lowest of moments: when she tried to push her daughter-in-law away and when, angry and depressed, she lashed out against God as she recounted her losses (Ruth 1:15, 20, 21). No more eloquent testimony than Ruth’s can be given to show that youth can meet and make a commitment to a perfect God, even when introduced to Him by an imperfect parent.

How does the notion of home as the most important mission field affect your attitude toward the people who live with you? Work together as a family to prepare a list of specific efforts your family can make to lead unsaved relatives to Christ.

Learning From a King’s Mistake

Sunday, June 16


Read the account of Hezekiah’s healing and the visit of the Babylonian ambassadors. 2 Chron. 32:25, 31; Isaiah 38; 39.

Scripture points out that the messengers were interested in the miraculous recovery of King Hezekiah. However, Hezekiah seems to have been silent about his healing experience. He didn’t emphasize the things that would have opened the hearts of these inquiring ambassadors to the knowledge of the true God. The contrast between his gratitude for being healed in chapter 38 and his silence about it in chapter 39 is striking.

“God left him to test him”.This state visit was a most significant occasion; yet, there is no record of Hezekiah seeking special guidance about it in prayer from prophets or from priests. Nor did God intervene. Alone, out of the public eye, with no consultation with spiritual advisers, Hezekiah apparently let the work of God in his life and in the life of his nation recede from his mind. The intent of the historian in 2 Chronicles 32:31 may have been to show how easily God’s blessing can be taken for granted and how prone the recipients of His mercy are to becoming self-sufficient.

Below are some lessons about faithfulness in home life that can be gleaned from the experience of Hezekiah. What others can you think of?

Every visit to the homes of Christians is an opportunity for people to meet followers of Christ. Few visitors are likely to open conversation about spiritual things. Christians must find ways that are sensitive and appropriate to the occasion to share the good news.

Christians are not called to show off their material prosperity or accomplishments, though they may recognize these as blessings from God. They are called to “declare the praises of him who called you out of darkness into his wonderful light” (1 Pet. 2:9, NIV) or, to use Hezekiah’s experience as a symbol, to declare that they were dying, but Christ has healed them; they were dead in sin, and Christ resurrected them and seated them in heavenly places (Eph. 2:4-6).

In what ways are you able to use your home to witness to others? How could you share your faith in Christ more forthrightly with visitors to your home?