22.3.19

Estudo adicional 22.3.19

Sexta-feira, 22 de Março 

Antes do pleno colapso moral de Babilónia, uma voz do Céu apela ao povo de Deus que ainda está em Babilónia: “Retirai-vos dela, povo Meu” (Apocalipse 18:4). Muitos adoradores de Deus ainda estão em Babilónia por várias razões. Deus usa a Sua igreja para apelar a essas pessoas que saiam desse sistema religioso apóstata e não participem dos seus pecados. Elas devem retirar-se para escapar do destino de Babilónia. Deus não deseja que ninguém pereça (2 Pedro 3:9). Em Apocalipse 19:1 a 10, revela-se que muitas pessoas que temem a Deus em Babilónia responderão ao chamado. Pense na tremenda responsabilidade que recai sobre nós como igreja remanescente de Deus. O que revela isso sobre a nossa necessidade da verdade divina em nosso coração e do derramamento do Espírito Santo na nossa vida? 

Perguntas para discussão 

1. Como revela Apocalipse 18:4, há muitas pessoas tementes a Deus em Babilónia a quem o Senhor chama de “Meu povo”. “Não devemos sair do nosso caminho para fazer duras acusações aos católicos. Entre eles existem muitos que são cristãos muito conscienciosos, que andam em toda a luz que brilha sobre eles, e Deus agirá em favor deles. Os que têm tido grandes privilégios e oportunidades, e que não têm aproveitado as suas faculdades físicas, mentais e morais […] estão em maior perigo e em maior condenação diante de Deus, do que os que se acham em erro a respeito de pontos doutrinários, mas que, não obstante, procuram viver para fazer o bem aos outros” (Ellen G. White, Evangelismo, p. 575). Como devemos tratar os outros? 

2. Em Apocalipse 17, é descrita uma prostituta montada numa besta escarlate. Enquanto a mulher do capítulo 12 simboliza a igreja de Deus, a do capítulo 17 refere-se a uma igreja apóstata que engana o mundo. Quais são as semelhanças e diferenças entre elas? 

3. Porque é tão importante que hoje permaneçamos fiéis, verdadeiros e puros à mensagem que Deus nos concedeu? Leia Apocalipse 16:15, um apelo à fidelidade em meio à descrição da apostasia mundial. Como podemos aplicar esta advertência a nós hoje? 

Estudo adicional - Comentários 

Maranata [MM 1977], “A Estratégia de Satanás no Conflito Final”, p. 161. 

Testemunhos para a Igreja, v. 3, “Elias Reprova Acabe”, p. 273-278.

O Juízo de Babilónia - Comentários

“Ao mando de um chefe – o poder papal – a povo se unirá para opor-se a Deus na pessoa das Suas testemunhas. 

Que é o que dá o seu reino a esse poder? O protestantismo, um poder que, embora professe ter a índole e o espírito de um cordeiro e estar aliado com o Céu, fala com a voz de um dragão. Ele é impelido por um poder terreno. 

“Têm estes um só pensamento”. Haverá um laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação das forças de Satanás. “E oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.” Assim é manifestado o mesmo poder arbitrário e opressivo contra a liberdade religiosa, liberdade de adorar a Deus segundo os ditames da consciência, que foi manifestado pelo papado, quando no passado ele perseguiu os que ousaram recusar conformar-se com os ritos e cerimônias religiosas do romanismo.” Maranata [MM 1977], p. 185 

“Apesar das trevas espirituais e afastamento de Deus prevalecentes nas igrejas que constituem Babilónia, a grande massa dos verdadeiros seguidores de Cristo encontra-se ainda em sua comunhão. Muitos deles há que nunca souberam das verdades especiais para este tempo. Não poucos se acham descontentes com a sua atual condição e anelam mais clara luz. Em vão olham para a imagem de Cristo nas igrejas a que estão ligados. Afastando-se estas corporações mais e mais da verdade, e aliando-se mais intimamente com o mundo, a diferença entre as duas classes aumentará, resultando, por fim, em separação. Tempo virá em que os que amam a Deus acima de tudo, não mais poderão permanecer unidos aos que são “mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela”. 

O capítulo 18 do Apocalipse indica o tempo em que, como resultado da rejeição da tríplice mensagem do capítulo 14:6-12, a igreja terá atingido completamente a condição predita pelo segundo anjo, e o povo de Deus, ainda em Babilónia, será chamado a separar-se da sua comunhão. Esta mensagem é a última que será dada ao mundo, e cumprirá a sua obra. Quando os que “não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade” (2 Tessalonicenses 2:12), forem abandonados para que recebam a operação do erro e creiam a mentira, a luz da verdade brilhará então sobre todos os corações que se acham abertos para a receber, e os filhos do Senhor que permanecem em Babilónia atenderão ao chamado: “Sai dela, povo Meu”.” Apocalipse 18:4; O Grande Conflito, p. 390 

“A maioria no mundo rejeitará a misericórdia de Deus, e submergir-se-á na repentina e irreparável ruína. Mas aquele que atender à advertência, habitará “no esconderijo do Altíssimo”, e “à sombra do Onipotente descansará”. “A Sua verdade” será o seu “escudo e broquel”. Para ele é a promessa: “Dar-lhe-ei abundância de dias, e lhe mostrarei a Minha salvação”.” Salmos 91:1, 4, 16; Patriarcas e Profetas, p. 167

O Juízo de Babilónia

Quinta-feira, 21 de Março 

7. Leia Apocalipse 16:14-16 e 17:12-15. O que declaram estes textos sobre os “dez reis”? 

Têm sido oferecidas interpretações diferentes em relação à identidade dos dez reis. No entanto, o Apocalipse não revela quem eles são. Tudo o que podemos extrair do texto é que eles são uma confederação política efêmera que surgirá pouco antes do fim e que apoiará a prostituta. O número deles significa que os poderes mundiais renderão total e resoluta fidelidade à besta. 

Em Apocalipse 17:13, 14, reitera-se, em poucas palavras, a batalha do Armagedom, introduzida em Apocalipse 16:12 a 16. Induzida pelos poderes demoníacos operadores de milagres juntamente com o dragão, a besta do mar e o falso profeta, a confederação política mundial guerreará contra o Cordeiro. Noutras palavras, a batalha do Armagedom não será um conflito bélico no Oriente Médio, mas o conflito final da segunda vinda de Cristo, no qual Satanás e a sua confederação lutarão contra Cristo e a Sua hoste angélica. 

8. Leia Apocalipse 17:16-18. Pelo que vimos em Apocalipse 16:2-12, o que está por trás da mudança de atitude dos dez reis em relação a Babilónia? Quem é responsável pelo que acontecerá com Babilónia? 

Os dez chifres, que são os poderes que sucedem as nações divididas da Europa, cheios de ódio, de repente voltar-se-ão contra a prostituta, Babilónia (a manifestação do papado no tempo do fim), fazendo-a desolada e despojada. Simbolicamente, eles comerão a sua carne e a destruirão com fogo. Ao escrever sobre o que ocorrerá com a prostituta Babilónia, João empregou uma linguagem semelhante ao que Deus disse que ocorreria com a adúltera Jerusalém (Jeremias 4:30). Queimar no fogo era o castigo da filha do sacerdote que estivesse envolvida com imoralidade sexual (Levítico 21:9). Os poderes políticos enganados ficarão desiludidos por causa da incapacidade de Babilônia para protegê-los das pragas. Eles sentir-se-ão enganados e, em hostilidade, a atacarão. Esse sistema religioso apóstata do tempo do fim sofrerá a plenitude do juízo divino, juntamente com todos aqueles que escolheram identificar-se com ele. 

Muitas perguntas sobre os eventos finais ainda permanecem sem resposta e, portanto, podem parecer confusas para nós. Que promessa específica foi dada em Apocalipse 17:14, e o que significa essa promessa para nós?

Ser salvo e pertencer ao reino de Deus é a mesma coisa?

Ellen White - Os Primeiros anos

O Exemplo de Elias

Further Thought 22.3.19

Friday, March 22


Before the full moral collapse of Babylon, a voice from heaven urges God’s people still in Babylon to “Come out of her, my people” (Revelation 18:4). There are many worshipers of God who are still in Babylon for various reasons. God uses His end-time church to call these people out from this apostate religious system and not to participate in its sins. They must come out of it in order to escape its fate. God does not want anyone to perish (2 Peter 3:9). Revelation 19:1-10 shows that many God-fearing people in Babylon will respond to the call. Think, then, about the tremendous responsibility that rests upon us as God’s remnant church. What should this responsibility tell us about our need of God’s truth in our hearts and the outpouring of the Holy Spirit in our lives?

Discussion Questions:

As Revelation 18:4 shows, there are many God-fearing people in Babylon whom God calls “my people”. Reflect on the following statement: “This message must be given, but while it must be given, we should be careful not to thrust and crowd and condemn those who have not the light that we have. We should not go out of our way to make hard thrusts at the Catholics. Among the Catholics there are many who are most conscientious Christians, and who walk in all the light that shines upon them, and God will work in their behalf. Those who have had great privileges and opportunities, and who have failed to improve their physical, mental, and moral powers, … are in greater danger and in greater condemnation before God than those who are in error upon doctrinal points, yet who seek to live to do good to others”. - Ellen G. White, Evangelism, p. 575. What should this thought tell us about how to treat others?

Revelation 17 describes a harlot sitting on a scarlet beast. While the woman in chapter 12 symbolizes God’s faithful church, the one in chapter 17 refers to an apostate church seducing the world away from God. In your view, what are the similarities and differences between them? More important, what can we learn from this comparison?

The texts this week portray a very dismal state of the religious and political world during the final stages before Christ’s victorious return. What should this tell us about why it’s so important right now that we stay faithful, true, and pure to the message God has given us? Read Revelation 16:15, an appeal for faithfulness amid the depiction of worldwide apostasy. How can we apply this warning to ourselves right now?