Outdoorsman. Bible based prepper. Petrolhead. Connoisseur of many things. 7th day Adventist.
16.4.21
Escola Sabatina, 13-16.04.21
Terça-feira, 13 de Abril

Pacto Com Noé
“Mas contigo estabelecerei o meu pacto; e entrarás na arca, tu e os teus filhos, e a tua mulher, e as mulheres de teus filhos contigo.” Génesis 6:18
Neste verso, temos o fundamento da aliança bíblica que Deus fez com a humanidade: Deus e o homem entraram em acordo. Muito simples!
No entanto, existem mais elementos do que o que inicialmente salta aos olhos. Em primeiro lugar, existe o elemento da obediência humana. Deus disse a Noé que ele e a sua família entrariam na arca. Eles tinham que desempenhar a sua parte e, se não a fizessem, a aliança seria quebrada. Neste caso, eles seriam os maiores perdedores, pois, no fim, eram os beneficiários da aliança. Afinal, se Noé dissesse “não” a Deus e não fosse fiel ao pacto ou se dissesse “sim”, mas mudasse de ideias, quais teriam sido os resultados para ele e a sua família?
4. Deus disse “meu pacto”. O que revela isto sobre a natureza fundamental da aliança? Que diferença haveria no nosso conceito de aliança se o Senhor a chamasse de “nosso pacto”?
Por mais singular que seja esta situação específica, vemos aqui a dinâmica fundamental entre Deus e o ser humano na aliança. Ao estabelecer a Sua aliança com Noé, Deus mostrou novamente a Sua graça. Ele demonstrou que estava disposto a salvar o ser humano dos resultados dos seus pecados. Em suma, esta aliança não deve ser entendida como uma espécie de união de iguais na qual cada “participante” depende do outro. Deus “beneficia-Se” da aliança, mas num sentido radicalmente diferente da maneira em que o ser humano é favorecido. O benefício do Senhor seria o facto de que os amados de Deus receberiam a vida eterna – o que seria uma grande satisfação para Ele (Isaías 53:11). Mas isto não significa que Ele Se beneficia da mesma forma que nos favorecemos como parte recebedora da mesma aliança.
Considere a seguinte analogia: um homem cai de um barco no mar no meio duma tempestade. Alguém no convés diz que vai atirar uma boia salva-vidas amarrada numa corda para o trazer para dentro do barco outra vez. O homem que está na água, no entanto, tem que concordar com a sua parte do “acordo”, ou seja, agarrar-se ao que lhe é providenciado. Disto se trata, em muitos aspectos, a aliança entre Deus e a humanidade.
Esta analogia esclarece o conceito de graça na aliança? Qual deve ser a base do seu relacionamento com Deus?
Quarta-feira, 14 de Abril
O Sinal Do Arco-íris
“E disse Deus: Este é o sinal do concerto que ponho entre mim e vós e entre toda alma vivente, que está convosco, por gerações eternas. O meu arco tenho posto na nuvem; este será por sinal do concerto entre mim e a terra.” Génesis 9:12, 13
Poucos fenómenos naturais são mais belos que o arco-íris. Quem não se lembra da primeira vez em que admirou aquelas incríveis faixas de luz que atravessam o céu como uma espécie de portal místico para o Céu? Mesmo para os adultos, a visão daquelas cores exorbitantes é de tirar o fôlego. Não é de admirar que até hoje o arco-íris seja usado como símbolo para muitas coisas: organizações políticas, cultos, bandas de rock, agências de viagens, etc. Evidentemente, essas belas faixas de cores ainda tocam o nosso coração e a nossa mente. Esta foi mesmo a intenção de Deus.
5. De acordo com Deus, porque é que o arco-íris seria um símbolo? Génesis 9:12-17
O Senhor disse que usaria o arco-íris como sinal do concerto (Génesis 9:15). É muito interessante que Ele tenha usado a palavra “concerto” aqui, pois, neste caso, o concerto difere de como é usado noutras partes. Diferente da aliança com Abraão ou da aliança do Sinai, não há nenhuma obrigação específica da parte dos que se beneficiariam do concerto. As palavras de Deus neste verso são para todas as pessoas, para “toda alma vivente” para “gerações eternas.” (Génesis 9:12). As palavras de Deus foram universais, abrangentes, independentemente de alguém escolher obedecer ou não ao Senhor. Nesse sentido, o conceito de aliança não é usado como em outras partes da Bíblia ao falar sobre o relacionamento entre Deus e o ser humano.
6. Em que sentido é que esta aliança revela também a graça de Deus? Quem iniciou esta aliança? Quem é o Benfeitor supremo?
Embora a aliança, expressa aqui, não venha com obrigações da nossa parte, o nosso conhecimento do que o arco-íris simboliza influencia-nos a obedecer ao Senhor? Em suma, existem obrigações implícitas de nossa parte quando olhamos para o céu e vemos o arco-íris? Pense no contexto em que o arco-íris foi dado e nas lições que aprendemos deste relato.
Quinta-feira, 15 de Abril
“Ficou Apenas Noé”
“Assim, foi desfeita toda substância que havia sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca.” Génesis 7:23
Neste texto, encontra-se a primeira menção do conceito de remanescente nas Escrituras. A palavra traduzida como “ficou” vem de outra palavra cujas formas do radical são usadas muitas vezes no Antigo Testamento para transmitir a ideia de remanescente.
“Pelo que Deus me enviou diante da vossa face, para conservar vossa sucessão na terra e para guardar-vos em vida por um grande livramento.” (Génesis 45:7). “E será que aquele que ficar em Sião e que permanecer em Jerusalém será chamado santo: todo aquele que estiver inscrito entre os vivos em Jerusalém.” (Isaías 4:3). “Porque há de acontecer, naquele dia, que o Senhor tornará a estender a mão para adquirir outra vez os resíduos do seu povo” (Isaías 11:11).
Em todos estes casos, as palavras em itálico estão ligadas às palavras semelhantes “ficou somente Noé”, encontradas em Génesis 7:23.
7. Leia Génesis 7:23 e os outros exemplos. Como entende o conceito de remanescente? Quais foram as condições que levaram à existência de um remanescente? Como se encaixa a aliança na ideia de um remanescente?
Na época do dilúvio, o Criador do mundo tornou-Se o Juiz do mundo. O juízo mundial que se aproximava levantou a seguinte questão: toda a vida na Terra, até a vida humana, deveria ser destruída? Se não, quem seriam os sobreviventes, os remanescentes?
Neste caso, o remanescente foi Noé e a sua família. No entanto, a salvação de Noé estava ligada à aliança de Deus com ele (Génesis 6:18) – uma aliança que se originou e foi executada por um Deus de misericórdia e graça. Eles sobreviveram apenas por causa do que Deus tinha feito por eles, por mais importante que tenha sido a sua cooperação. Quaisquer que fossem as obrigações da aliança de Noé, e não importando quão fielmente ele as executasse, a sua única esperança estava na misericórdia de Deus.
Com base na nossa compreensão dos eventos finais, que incluem um tempo em que Deus terá um remanescente (Apocalipse 12:17), como é que a história de Noé nos prepara para fazer parte do remanescente? As nossas decisões diárias impactam a posição em que estaremos naquele dia?
Sexta-feira, 16 de Abril
Estudo Adicional
Leia de Ellen G. White: “O dilúvio”, p. 54-64 e “Depois do dilúvio”, p. 65-69 em Patriarcas e Profetas.
“O arco-íris, um fenómeno físico natural, era um símbolo apropriado da promessa de Deus de nunca mais destruir a Terra com uma inundação. Uma vez que as condições climáticas da Terra seriam diferentes depois do dilúvio, e que, na maioria dos lugares do mundo, a chuva tomaria o lugar do antigo orvalho que molhava o solo, era necessário algo para aquietar os temores humanos cada vez que a chuva começasse a cair. A mente espiritual pode ver, nos fenómenos naturais, revelações que Deus faz de Si mesmo (ver Romanos 1:20). Assim, o arco-íris é uma prova, para o crente, de que a chuva trará bênçãos, e não destruição universal.” Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 1, p. 255
Perguntas para consideração:
1. “Naqueles dias o mundo fervilhava, o povo multiplicava-se, o mundo bradava como um touro selvagem, e o grande deus foi despertado pelo alarido do povo. Enlil ouviu aquele alarido e disse aos deuses no concílio: ‘O alvoroço da humanidade é intolerável e não se pode mais dormir por causa de babel’. Então os deuses concordaram em exterminar a humanidade” (“The Story of the Flood” em The Epic of Gilgamesh, trad. N. K. Sanders. Londres: The Penguin Group, 1972, p. 108). Compare esta razão dada para o dilúvio com aquela apresentada na Bíblia.
2. Além de advertir a sua geração sobre o iminente juízo de Deus, Noé buscou ajudá-la a sentir a necessidade de salvação. Porque é que esta verdade é impopular? (João 3:19; 7:47, 48; 12:42, 43; Tiago 4:4).
Resumo: As alianças de Deus com Noé foram as primeiras a ser discutidas na Bíblia. Elas demonstram o Seu interesse pela família humana e o Seu desejo de ter um relacionamento connosco. Deus reafirmou a Sua aliança com Noé, e o compromisso dele com Deus protegeu-o da apostasia e salvou a sua família.
“Este símbolo nas nuvens deve confirmar a crença de todos, e estabelecer sua confiança em Deus pois é um sinal de divina misericórdia e bondade para com o homem; que embora Deus tivesse sido provocado a destruir a Terra pelo dilúvio, ainda assim Sua misericórdia circunda a Terra. Deus disse que quando olhasse para o arco nas nuvens Se lembraria. Não precisa fazer-nos compreender que Ele jamais Se esquece, mas fala ao homem em sua própria linguagem, para que o homem possa melhor compreendê-Lo.” Ellen G. White, História da Redenção, p. 71
Further Thought 16.02.21
Friday, April 16

Read Ellen G. White, “The Flood,” pp. 90-104 and “After the Flood,” pp. 105-110, in Patriarchs and Prophets.
“The rainbow, a natural physical phenomenon, was a fitting symbol of God’s promise never to destroy the earth again by a flood. Inasmuch as the climatic conditions of the earth would be completely different after the Flood, and rains would in most parts of the world take the place of the former beneficent dew to moisten the soil, something was needed to quiet men’s fears each time rain began to fall. The spiritual mind can see in natural phenomena God’s revelations of Himself (see Romans 1:20). Thus the rainbow is evidence to the believer that the rain will bring blessing and not universal destruction.” The SDA Bible Commentary, vol. 1, p. 265.
Discussion Questions:
1. “In those days the world teemed, the people multiplied, the world bellowed like a wild bull, and the great god was aroused by the clamour. Enlil heard the clamour and he said to the gods in council, ‘The uproar of mankind is intolerable and sleep is no longer possible by reason of the babel.’ So the gods agreed to exterminate man.” — “The Story of the Flood” in The Epic of Gilgamesh, trans. N. K. Sanders (London: The Penguin Group, 1972), p. 108. Compare this reason for the Flood to the reason given in the Bible.
2. Noah did more than warn his generation of God’s approaching judgment. The purpose of his warning was to help the people sense their need of salvation. Why are the truths of salvation generally unpopular? List and discuss some things that hinder many persons from accepting God’s plan for their salvation. See John 3:19; John 7:47-48; John 12:42-43; James 4:4.
Summary: In this week’s study, we have noted that the covenants God made with Noah are the first to be discussed explicitly in the Bible. They display His gracious interest in the human family and His desire to enter into a saving relationship with them. God reaffirmed His covenant with Noah, and it was Noah’s commitment to God that shielded him from the prevailing apostasy and eventually saved him and his family from the devastating judgment of the Flood.
“This symbol [the rainbow] in the clouds is to confirm the belief of all, and establish their confidence in God, for it is a token of divine mercy and goodness to man; that although God has been provoked to destroy the earth by the Flood, yet His mercy still encompasseth the earth.” Ellen G. White, The Story of Redemption, p. 71.
15.4.21
“Only Noah Was Left”
Thursday, April 15

“And every living substance was destroyed which was upon the face of the ground, both man, and cattle, and the creeping things, and the fowl of the heaven; and they were destroyed from the earth: and Noah only remained alive, and they that were with him in the ark.” Genesis 7:23
In this text one finds the first mention of the concept of “the remnant” in the Scriptures. The word translated “remained” comes from another word whose root forms are used many times in the Old Testament where the idea of a remnant is conveyed.
“And God sent me before you to preserve you a posterity in the earth, and to save your lives by a great deliverance.” Genesis 45:7
“And it shall come to pass, that he that is left in Zion, And he that remaineth in Jerusalem, Shall be called holy, Even every one that is written among the living in Jerusalem” Isaiah 4:3
“And it shall come to pass in that day, That the Lord shall set his hand again the second time To recover the remnant of his people” Isaiah 11:11
In all these cases, the italicized words are linked to the similar words “remained” found in Genesis 7:23.
Look at Genesis 7:23 and the other examples. How do you understand the concept of a remnant here? What are the surrounding conditions that led to a remnant? How does the covenant fit in with the idea of a remnant?
At the time of the Flood, the Creator of the world became the Judge of the world. The nearing worldwide judgment raised the question whether all life on earth — even human life — would be destroyed. If not, who would be the survivors? Who would be the remnant?
In this case, it was Noah and his family. Yet Noah’s salvation was linked to God’s covenant with him (Genesis 6:18) — a covenant that originated and was executed by a God of mercy and grace. They survived only because of what God did for them, however important their cooperation was. Whatever Noah’s covenant obligations were, and no matter how faithfully he executed them, his only hope was in God’s mercy.
Based upon our understanding of last-day events, which includes a time when God will have a remnant (see Revelation 12:17), what parallels can we learn from the story of Noah that will help us prepare to be part of the remnant? In what ways are we making decisions every day that could impact just where we finally stand at that time?
14.4.21
Sign of the Rainbow
Wednesday, April 14

“And God said, This is the token of the covenant which I make between me and you and every living creature that is with you, for perpetual generations: I do set my bow in the cloud, and it shall be for a token of a covenant between me and the earth.” Genesis 9:12-13
Few natural phenomena are more beautiful than the rainbow. Who does not remember as a child one’s first fascination and wonder as those amazing bars of light bent across the sky like some sort of beckoning, mystical portal into the heavens (or maybe merely a clown’s belt)? Even as adults, our breath can be taken away by the sight of those outrageous colors in the clouds. No wonder that even today the rainbow is used as a symbol for so many things: from political organizations to cults to rock bands to travel agencies (look up the word “rainbow” on the Web and see). Obviously, those beautiful bands of color still touch chords in our hearts and minds.
Of course, that was God’s whole point.
Why did the Lord say the rainbow would symbolize? Genesis 9:12-17
The Lord said He would use the rainbow as a sign of “my covenant” (Genesis 9:15). How interesting that He would use the word covenant here, for, in this case, the covenant differs from how it is used elsewhere. In contrast to the covenant with Abraham or the Sinai covenant, there is no specific obligation expressed on the part of those who would benefit from the covenant (even Noah). God’s words here are to all people, to “every living creature of all flesh” (Genesis 9:15) “for perpetual generations” (Genesis 9:12). God’s words are universal, all-encompassing, regardless of whether anyone chooses to obey the Lord or not. In this sense the concept of covenant is not used as it is elsewhere in the Bible when talking about the relationship between God and humans.
In what sense does this covenant also reveal God’s grace? Who initiated this covenant? Who is the ultimate benefactor?
Though the covenant, as expressed here, does not come with specific obligations on our part (God’s part, of course, is never to destroy the world with a flood), how could our knowledge of what the rainbow symbolizes influence us to live in obedience to the Lord? In short, are there some implied obligations on our part when we look up into the sky and see the rainbow? Think of the whole context in which the rainbow came and the lessons we can learn from that account.
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