29.10.20

The Master Teacher’s First Pupils

Thursday, October 29


One moment, they are a band of ordinary shepherds caring for an average flock of sheep outside a small town. In the next moment, they are the recipients of an amazing appearance of angels who bear startling, wondrous, world-shattering news. Motivated by that appearance, they seek out the child whom the angels announced.

Imagine standing with the shepherds and gazing into the manger. What would you see? Luke 2:8-20.

We must admire the first pupils of the Master Teacher – Joseph and Mary and the shepherds. The humble conditions of Jesus’ birth give no indication of the wonder of the incarnation – that, in the Person of this Infant, God has become One with humankind. However, with the aid of visions, dreams, and angels, those first students of His are able to look beyond the outward appearance of Jesus’ birth. The shepherds share with others the identity of this infant, that He is “a Saviour, which is Christ the Lord” (Luke 2:11; compare Luke 2:17).

How do the Wise Men respond to the news of the birth of Jesus? How does Herod respond? Matthew 2:1-12.

Before He has spoken His first parable or performed His first miracle, the Master Teacher is worthy of our worship because of who He is. To fully appreciate the later teaching ministry of Jesus, we must join these early pupils, the Wise Men, in their worship of the Master Teacher. The one whose teachings we admire is more than a wise educator. He is God come to dwell with humankind. Christian education is rooted in the worship of Christ.

With Wise Men, shepherds, and angels, we are called to worship Christ, the newborn King – and to see in the infant Jesus the reality of God Himself.

Think about what the incarnation of Jesus means regarding the character of God. The Creator of all the universe, which is so big that we cannot grasp it – this God “humbled himself” by coming into humanity, lived as Jesus lived, and then died on the cross, bearing in Himself the punishment for our sins. Why is this such good news?

28.10.20

O Mestre Dos Mestres e a Reconciliação

Quarta-feira, 28 de Outubro


Os relacionamentos humanos desmoronam muitas vezes. Acabamos por nos afastar uns dos outros. Passamos a desconfiar de amigos íntimos. No entanto, os relacionamentos arruinados podem ser restaurados. Quando isto acontece, experimentamos o milagre da reconciliação. Poucas experiências humanas são tão agradáveis e doces como esta.

7. Porque é que a reconciliação está no centro da encarnação de Cristo e da Sua função como Mestre? (2 Coríntios 5:16-21).

Se nos sentimos abençoados quando um relacionamento com outro ser humano é restaurado, não nos devemos sentir maravilhados quando somos reconciliados com Deus? Em 2 Coríntios 5:16-21, Paulo esclareceu quem é o responsável pela reconciliação – Deus, o Pai, assumiu a liderança em restaurar o nosso relacionamento arruinado com Ele. E o Senhor fez esta obra de reconciliação “por Jesus Cristo” (2 Coríntios 5:18). “Deus estava em Cristo reconciliando Consigo o mundo” (2 Coríntios 5:19).

Contudo, não devemos ser apenas consumidores das alegrias da reconciliação, mas aprender com o Mestre dos mestres. Na Sua encarnação, Jesus participou da obra da reconciliação. E nós também somos convidados a participar dela. Deus reconciliou-nos Consigo através de Cristo. E agora nós, juntamente com Paulo, recebemos “o ministério da reconciliação” (2 Coríntios 5:18).

Colossenses 1:15-20 é um texto maravilhoso sobre a encarnação. Considerado um hino, a primeira metade do texto fala sobre a função de Cristo na criação (Colossenses 1:15-17), e a última metade foca-se na Sua função na redenção (Colossenses 1:18-20). Através da função de Cristo como Criador-Redentor, Deus reconcilia Consigo todas as coisas. A obra de reconciliação que Ele faz através de Cristo é de escala cósmica, impactando “todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus.”, “havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz” (Colossenses 1:20).

Embora a nossa obra não se compare com a escala cósmica da obra do Mestre como reconciliador, somos convidados a participar no “ministério da reconciliação” na nossa esfera (2 Coríntios 5:18). Era isto que estava na mente de Jesus quando Ele orou: “Assim como Tu Me enviaste ao mundo, também Eu os enviei ao mundo” (João 17:18)?

Como podemos reflectir na prática a função de Deus como reconciliador? Pode ajudar as pessoas a se reconciliarem?

The Master Teacher and Reconciliation

Wednesday, October 28


Human relationships all too often break down. We become estranged from one another. The person who was once our close friend becomes, over time, someone we distrust. However, such a broken relationship can be mended. When that happens, we experience the wonder of reconciliation. Few human experiences are as sweet as this.

How does reconciliation lie at the heart of Christ’s incarnation and His role as Master Teacher? 2 Corinthians 5:16-21.

If we feel blessed when a relationship with another human being is restored, how grand should we feel when we are reconciled to God? In 2 Corinthians 5:16-21, Paul is clear about who is doing the reconciling – God the Father has taken the lead in mending our broken relationship with Him. And He has done this reconciling work “by Jesus Christ” (2 Corinthians 5:18). “God was in Christ, reconciling the world unto himself” (2 Corinthians 5:19).

Again, though, we are not simply to be consumers of the joys of reconciliation. We are to learn from the Master Teacher. In His incarnation, Jesus participated in the work of reconciliation. And we, too, are invited to participate in it. God has reconciled us to Himself through Christ. And now we, with Paul, are given “the ministry of reconciliation” (2 Corinthians 5:18).

Colossians 1:15-20 is another of the great New Testament passages on Christ’s incarnation. Often thought to be a hymn, the first half of the passage discusses Christ’s role in creation (Colossians 1:15-17), while the last half focuses on Christ’s role in redemption (Colossians 1:18-20). Through Christ’s role as Creator-Redeemer, God reconciles all things to Himself. The work of reconciliation that God accomplishes through Christ is cosmic in scale, impacting “all things unto himself; by him, I say, whether they be things in earth, or things in heaven” (Colossians 1:20).

While we could never match the cosmic scale of the Master Teacher’s work as reconciler, we are invited to participate in “the ministry of reconciliation” in our own sphere (2 Corinthians 5:18). Could this be what was in Jesus’ mind when He prayed, “As thou hast sent me into the world, even so have I also sent them into the world.” (John 17:18)?

What are practical ways we can reflect God’s role as reconciler? That is, in what situation right now (if any) can you help people be reconciled with each other?

Croatia and Sunday - A Croácia e o Domingo

"As the Sabbath has become the special point of controversy throughout Christendom, and religious and secular authorities have combined to enforce the observance of the Sunday, the persistent refusal of a small minority to yield to the popular demand will make them objects of universal execration. It will be urged that the few who stand in opposition to an institution of the church and a law of the state ought not to be tolerated; that it is better for them to suffer than for whole nations to be thrown into confusion and lawlessness. The same argument many centuries ago was brought against Christ by the “rulers of the people.” “It is expedient for us,” said the wily Caiaphas, “that one man should die for the people, and that the whole nation perish not.” John 11:50. This argument will appear conclusive; and a decree will finally be issued against those who hallow the Sabbath of the fourth commandment, denouncing them as deserving of the severest punishment and giving the people liberty, after a certain time, to put them to death. Romanism in the Old World and apostate Protestantism in the New will pursue a similar course toward those who honor all the divine precepts." The Great Controversy, p. 615.2


"Como o sábado se tornou o ponto especial de controvérsia por toda a cristandade, e as autoridades religiosas e seculares se combinaram para impor a observância do domingo, a recusa persistente de uma pequena minoria em ceder à exigência popular, fará com que esta minoria seja objeto de ódio universal. Insistir-se-á em que os poucos que permanecem em oposição a uma instituição da igreja e lei do Estado, não devem ser tolerados; que é melhor que eles sofram do que nações inteiras sejam lançadas em confusão e ilegalidade. O mesmo argumento, há mil e oitocentos anos, foi aduzido contra Cristo pelos “príncipes do povo.” “Convém”, disse o astucioso Caifás, “que um homem morra pelo povo, e que não pereça toda a nação.” João 11:50. Este argumento parecerá conclusivo; e expedir-se-á, por fim, um decreto contra os que santificam o sábado do quarto mandamento, denunciando-os como merecedores do mais severo castigo, e dando ao povo liberdade para, depois de certo tempo, matá-los. O romanismo no Velho Mundo, e o protestantismo apóstata no Novo, adotarão uma conduta idêntica para com aqueles que honram todos os preceitos divinos." O Grande Conflito, p. 615.2

27.10.20

Lendo A Mente Do Mestre Dos Mestres

Terça-feira, 27 de Outubro


5. Qual era a preocupação de Paulo em relação à comunidade cristã de Filipos? Filipenses 2:1-4; 4:2, 3.

Filipenses 2:1-11 é uma das passagens mais profundas da Bíblia. Ela apresenta a preexistência de Cristo, a Sua divindade, encarnação, humanidade e aceitação da morte na cruz. Este texto descreve o longo, difícil e descendente caminho que Jesus trilhou do Céu ao Calvário (Filipenses 2:5-8). E descreve como o Pai exaltou Jesus a uma posição de adoração universal (Filipenses 2:9-11). Estão presentes nestes versos muitas verdades maravilhosas!

6. Como é que Paulo introduziu Filipenses 2:5-11? Na sua opinião, quais dos eventos da vida de Jesus, celebrados por Paulo, esperava ele que os cristãos refletissem na sua vida? Filipenses 2:6-11

Paulo esperava que os cristãos de Filipos, que eram inclinados a discussões, aprendessem com Jesus e com a Sua encarnação. Se Cristo tomou a forma humana, “tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Filipenses 2:7), e até Se submeteu à crucifixão, quanto mais se deveriam eles submeter uns aos outros por amor?

Somos lembrados de que há muito a aprender com o Mestre dos mestres. Aprendemos com as mensagens que Jesus partilhou durante o Seu ministério terrestre, com os milagres que Ele realizou e com a Sua maneira de agir com os outros. Podemos moldar os nossos relacionamentos com os outros conforme o exemplo da Sua grande complacência e disposição de trocar as glórias do Céu pela manjedoura (que lição para nós!).

Por outro lado, o mundo convida-nos muitas vezes a nos exaltar, a nos orgulhar das nossas realizações. Aprendemos uma lição diferente na manjedoura de Belém e com o Mestre – que a grande obra divina de educação e salvação é realizada, não quando nos exaltamos, mas quando nos humilhamos diante de Deus e servimos aos outros.

A sua humildade pode ser uma poderosa oportunidade de reflectir Cristo para os outros?

Reading the Master Teacher’s Mind

Tuesday, October 27


What concern about the Christian community in Philippi is on Paul’s heart as he writes his letter to them? Philippians 2:1-4; Philippians 4:2, 3.

Philippians 2:1-11 is one of the most profound passages in all the Bible. It discusses the preexistence of Christ, His divinity, His incarnation, His humanity, His acceptance of death on the cross. It describes the long, difficult, downward road that Jesus took from heaven to Calvary (Philippians 2:5-8). And it describes how the Father exalts Jesus to a position of universal worship (Philippians 2:9-11). A lot of amazing truth is packed into those verses.

How does Paul introduce Philippians 2:5-11? Of the events of Jesus’ life that he celebrates, which ones do you think he expects believers to reflect in their own lives? Philippians 2:6-11.

Paul hopes that the believers at Philippi, who could be argumentative, will learn from Jesus and His incarnation. If Jesus could adopt human form – “the form of a servant, and was made in the likeness of men” (Philippians 2:7) – and even submit to crucifixion, how much more should they submit to each other out of love?

We are reminded that there is much to learn from the Master Teacher, Jesus. We learn from the messages that He shares during His earthly ministry. We learn from the miracles that He performs and the way that He acts toward others. We may seek to model our own relationships with others after His great condescension and by dwelling on His willingness to exchange the glories of heaven for a manger (what a lesson for us!).

In contrast, the world all too often invites us to exalt ourselves, to boast of our accomplishments. At a manger in Bethlehem and from the Master Teacher we learn a different lesson – that God’s great work of education and salvation is accomplished not by exalting ourselves but by humbling ourselves before God and becoming servants to others.

What situation are you facing, even now, in which your humbling yourself could give you a powerful opportunity to reflect Christ to others?

Walter Veith - A marcha de oração no Washington Mall e o "RETURN"

"Neste episódio 33, concluímos a parte 2 de nossa discussão sobre movimentos proféticos. Veremos o lado religioso e como a ferida do papado está sendo curada e como a igreja e o estado estão se unindo. Discutimos o que aconteceu no Washington Mall com a oração de março de 2020 e o evento "The Return" e como isso se relaciona com a imagem profética."