30.4.20

Sola Scriptura e Ellen G. White

Quinta-feira, 30 de Abril

5. Leia Isaías 8:20. Porque é importante voltar à “Lei” e ao “Testemunho” bíblicos como as normas para o nosso ensino e doutrina? O que significa isto para o ministério dos profetas que não se tornaram parte do cânon bíblico?

Quando falamos da sola Scriptura (Somente as Escrituras), os Adventistas do Sétimo Dia são inevitavelmente confrontados com a questão do que fazer com Ellen G. White, que também foi inspirada por Deus e serviu como mensageira do Senhor para o Seu povo remanescente. Qual é
a relação dos seus escritos com as Escrituras?

Mesmo uma leitura superficial dos escritos de Ellen G. White mostra claramente que, para ela, a Bíblia era fundamental e central em todo o seu pensamento e teologia. Ela confirmou repetidamente que a Bíblia é a autoridade superior, norma e padrão supremos para toda a doutrina, fé e prática (veja O Grande Conflito, p. 595). Além disso, ela apoiou e defendeu claramente o grande princípio protestante da Sola Scriptura (veja O Grande Conflito, p. 9).

Na visão de Ellen G. White, os seus escritos, quando comparados com as Escrituras, são uma “luz menor para levar homens e mulheres à luz maior”, a Bíblia (The Advent Review and Sabbath Herald, 20 de janeiro de 1903). Os seus escritos nunca são um atalho nem substituto para um estudo sério da Bíblia. Na verdade, ela comentou: “Não estão familiarizados com as Escrituras. Se tivessem feito da Bíblia o objecto dos seus estudos, com o propósito de atingir o padrão bíblico e a perfeição cristã, não teriam necessitado dos testemunhos. Porque negligenciaram tomar conhecimento do Livro inspirado de Deus, Ele procurou vos alcançar através de testemunhos simples e diretos” (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 605).

Sendo assim, os seus escritos devem ser estimados. Eles compartilham o mesmo tipo de inspiração dos escritores bíblicos, mas têm uma função diferente da Bíblia. Os escritos de Ellen G. White não são um acréscimo às Escrituras, mas estão sujeitos à Palavra de Deus. Ela nunca pretendeu que os seus escritos tomassem o lugar da Bíblia; em vez disso, elevou-a como o único padrão de fé e prática.

Pense no dom maravilhoso que recebemos mediante o ministério de Ellen G. White. Como podemos apreciar mais a luz maravilhosa que vem dos seus escritos enquanto também defendemos a supremacia das Escrituras?

Sola Scriptura and Ellen G. White

Thursday, April 30


Read Isaiah 8:20. Why is it always important to refer back to the biblical “law and testimony” as the norms for our teaching and doctrine? What does this mean for the ministry of prophets who have not become part of the biblical canon?

When we talk about sola Scriptura (Scripture alone), Seventh-day Adventists are inevitably confronted with the question of what to do with Ellen G. White, who also was inspired by God and served as God’s messenger to His remnant people. What is the relationship of her writings to Scripture?

Even a cursory reading of Ellen G. White’s writings shows clearly that for her, the Bible was foundational and central in all her thought and theology. In fact, she repeatedly affirmed that the Bible is the highest authority and ultimate norm and standard for all doctrines, faith, and practice (see The Great Controversy, p. 595). Moreover, she clearly supported and upheld the great Protestant principle of sola Scriptura (see The Great Controversy, p. 9).

In Ellen G. White’s own view, her writings, when compared with Scripture, were a “lesser light to lead men and women to the greater light”, the Bible (Advent Review and Sabbath Herald, January 20, 1903). Her writings are never a shortcut to or replacement for any serious Bible study. In fact, she comments: “You are not familiar with the Scriptures. If you had made God’s word your study, with a desire to reach the Bible standard and attain to Christian perfection, you would not have needed the Testimonies. It is because you have neglected to acquaint yourself with God’s inspired Book that He has sought to reach you by simple, direct testimonies”. — Ellen G. White, Testimonies for the Church, vol. 2, p. 605.

As such, her writings are to be appreciated. They share the same kind of inspiration as the biblical writers had, but they have a different function than does the Bible. Her writings are not an addition to Scripture but are subject to Holy Scripture. She never intended her writings to take the place of Scripture; instead, she elevated the Bible as the only standard for faith and practice.

Think about what an incredible gift we have been given through the ministry of Ellen G. White. How can we learn to appreciate better the amazing light coming from her while also upholding the supremacy of Scripture?

29.4.20

As Escrituras Interpretam as Escrituras

Quarta-feira, 29 de Abril

A Bíblia pode funcionar como a sua própria intérprete porque existe uma unidade fundamental nela. Sem esta unidade, as Escrituras não poderiam ser a luz que revela o seu próprio significado, em que uma parte da Bíblia interpreta outras partes e, portanto, torna-se indispensável para entender as passagens relacionadas.

4. Leia Lucas 24:27, 44, 45. Como é que Jesus Se referiu às Escrituras para explicar quem Ele é? Como podemos usar as Escrituras?

A beleza de deixar que as Escrituras se interpretem a si mesmas é que elas esclarecem ainda mais o seu significado. Ao fazê-lo, não reunimos indiscriminadamente várias passagens para provar a nossa opinião. Em vez disso, levamos em consideração cuidadosamente o contexto de cada passagem. Além do contexto imediato antes e depois duma passagem sob investigação, devemos considerar o contexto do livro no qual a passagem se encontra. Além disso, uma vez que, de acordo com Paulo, “tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito” (Romanos 15:4), devemos estudar tudo o que as Escrituras declaram sobre determinado assunto.

“A Bíblia explica-se a si mesma. Textos devem ser comparados com textos. O estudante deve aprender a ver a Palavra como um todo, e também a relação entre as suas partes. Deve obter conhecimento do seu grandioso tema central, do propósito original de Deus em relação a este mundo, da origem do grande conflito, e da obra da redenção.” Ellen G. White, Educação, p. 190

Ao compararmos as Escrituras com elas mesmas, é importante estudá-las completamente. Se possível, devemos fazê-lo nas suas línguas originais, ou pelo menos com uma tradução bíblica apropriada, fiel ao significado contido nos originais hebraico e grego. Embora o conhecimento das línguas originais não seja necessário para se ter uma boa compreensão da Bíblia, certamente ajuda quando possível. Caso não haja esta possibilidade, estudar a Palavra fielmente e em espírito de oração, com atitude de humildade e submissão, certamente ainda renderá grandes frutos.

Ao pensar numa doutrina, como o estado dos mortos, concentrar-se em poucas passagens escolhidas poderia levar ao erro. Porque é importante ler tudo o que a Bíblia diz sobre um assunto para entender melhor o que ela ensina?

Scripture Interprets Scripture

Wednesday, April 29


Only because there is an underlying unity of Scripture can the Bible function as its own interpreter. Without such unity, Scripture could not be the light that reveals its own meaning, where one portion of Scripture interprets other portions and thus becomes the key to understanding related passages.

Read Luke 24:27, 44, 45. How does Jesus refer back to Scripture to explain who He is? What does this teach us about how we can use Scripture?

The beauty of letting Scripture interpret Scripture is that it sheds further light on its own meaning. In doing so, we do not indiscriminately string together various passages to prove our opinion. Instead, we carefully take into consideration the context of each passage. Besides the immediate context before and after a passage under investigation, we should take into consideration the context of the book in which the passage is found. Furthermore, since according to Paul in Scripture, “whatever things were written before were written for our learning” (Romans 15:4), we should study all that Scripture says on a given subject.

“The Bible is its own expositor. Scripture is to be compared with scripture. The student should learn to view the word as a whole, and to see the relation of its parts. He should gain a knowledge of its grand central theme, of God’s original purpose for the world, of the rise of the great controversy, and of the work of redemption.” Ellen G. White, Education, p. 190

When we compare Scripture with Scripture, it is important to study the Bible thoroughly. If possible, we should do so in its original languages, or at least with an appropriate Bible translation faithful to the meaning contained in the original Hebrew and Greek. Though knowledge of the original languages is not necessary to have a good understanding of the Bible, it certainly helps when possible. If not, faithful and prayerful study of the Word, with an attitude of humility and submission, will still surely bear great fruit.

Think of a doctrine, such as the state of the dead, for which focusing on a few select passages could lead to error if other passages are ignored. What does this tell us about how important it is to gather and read all that the Bible says about a topic in order to understand best what the Bible teaches?

28.4.20

A Clareza das Escrituras

Terça-feira, 28 de Abril

Qualquer apelo a favor do princípio das “Escrituras Somente” tem pouco sentido se o texto da Bíblia não for claro no seu significado.

3. Leia Mateus 21:42; 12:3, 5; 19:4; 22:31; 24:15; Marcos 12:10, 26; 13:14; Lucas 6:3. O que sugere a repetida referência de Jesus às Escrituras em relação à clareza da sua mensagem?

O testemunho bíblico é inequívoco: a Bíblia é suficientemente clara no que ensina. A Bíblia é tão clara que pode ser entendida tanto por crianças como por adultos, especialmente nos seus ensinos mais ­básicos. No entanto, ainda existem oportunidades infinitas para que o nosso conhecimento e compreensão se desenvolvam mais profundamente. Não precisamos que nenhum magistério eclesiástico nos apresente o significado da Bíblia. Em vez disso, os seus ensinos fundamentais podem ser compreendidos por todos os cristãos. Ela admite o sacerdócio de todos os crentes, em vez de restringir a sua interpretação a um grupo selecto, como o sacerdócio clerical. Portanto, a própria Bíblia encoraja-nos a estudá-la por nós mesmos, pois somos capazes de entender a mensagem de Deus para nós.

Tem sido apropriadamente apontado que “o exemplo uniforme dos escritores da Bíblia mostra que as Escrituras devem ser tomadas no seu sentido literal, a menos que se trate, óbvia e claramente, de linguagem figurada [...]. Não é preciso retirar a ‘casca’ para alcançar o ‘miolo’ de um significado místico, secreto ou alegórico, que apenas iniciados podem descobrir” (Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, Casa Publicadora Brasileira, 2011, p. 75). Em vez disso, a clareza da Bíblia diz respeito à linguagem, sentido e palavras das Escrituras, pois há uma verdade definida pretendida pelos escritores bíblicos, em vez de múltiplos significados subjetivos e incontrolados do texto bíblico.

Isto não significa que, às vezes, não nos depararemos com textos e ideias que não captamos nem compreendemos completamente. Afinal, é a Palavra de Deus, e somos apenas seres humanos caídos. Contudo, as Escrituras são suficientemente claras sobre as coisas que realmente precisamos conhecer e entender, especialmente em relação à questão da salvação.

Já teve dificuldade para compreender alguns textos, mas conseguiu esclarecê-los posteriormente? Como pode ajudar outras pessoas a lutar com algo semelhante?

The Clarity of Scripture

Tuesday, April 28


Any appeal to Scripture alone makes little sense if the text of the Bible is unclear in its meaning.

Read Matthew 21:42; Matthew 12:3, 5; Matthew 19:4; Matthew 22:31; Mark 12:10, 26; Luke 6:3; Matthew 24:15; and Mark 13:14. What does Jesus’ repeated referral to Scripture imply regarding the clarity of its message?

The biblical testimony is unambiguous: the Bible is sufficiently clear in what it teaches. The Bible is so clear that it can be understood by children and by adults alike, especially in its most basic teachings. And yet there are endless opportunities for our knowledge and understanding to grow deeper. We do not need any ecclesiastical magisterium to provide the Bible’s meaning for us. Instead, its basic teachings can be understood by all believers. It assumes the priesthood of all believers rather than restricting its interpretation to a select few, like the clerical priesthood. Therefore, we are encouraged in the Bible to study Scripture for ourselves because we are able to understand God’s message to us.

It has been aptly pointed out that “the consistent example of the Bible writers shows that the Scriptures are to be taken in their plain, literal sense, unless a clear and obvious figure is intended. . . . There is no stripping away of the 'husk’ of the literal sense in order to arrive at the 'kernel’ of a mystical, hidden, allegorical meaning, that only the initiated can uncover”. — Handbook of Seventh-day Adventist Theology [Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 2000], p. 65. Rather, the clarity of the Bible pertains to the language, sense, and words of Scripture because there is a definite truth intended by the biblical writers rather than subjective, uncontrolled, multiple meanings of the biblical text.

None of this means that we won’t, at times, come across texts and ideas that we don’t fully understand or grasp. After all, this is the Word of God, and we are but fallen human beings. Nevertheless, God’s Word is sufficiently clear on the things that we really need to know and understand, especially in relation to the question of salvation.

Think about a time when you didn’t understand some texts, only to have them clarified later. What did you learn from that experience that perhaps could help others struggling with something similar?

27.4.20

A Unidade das Escrituras

Segunda-feira, 27 de Abril

A própria Bíblia afirma que “toda [a] Escritura [é] divinamente inspirada” (2 Timóteo 3:16) e que “nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação”, e que “homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:20, 21). Tendo Deus como o Autor fundamental da Bíblia, podemos admitir uma harmonia e unidade básicas entre as várias partes das Escrituras em relação às principais questões ensinadas por ela.

2. Leia Tito 1:9 e 2 Timóteo 1:13. Porque é que a unidade da Bíblia é importante para a nossa crença?

Apenas com base na sua unidade interna, derivada da sua inspiração divina, podem as Escrituras funcionar como o seu próprio intérprete. Se as Escrituras não tivessem uma unidade abrangente nos seus ensinamentos, não poderíamos chegar a uma harmonia na doutrina sobre nenhum assunto. Sem a unidade da Bíblia, a igreja não teria meios para distinguir a verdade do erro e repudiar a heresia. Não teria base para aplicar medidas disciplinares nem corrigir desvios da verdade de Deus. As Escrituras perderiam o seu poder para convencer e libertar.

Jesus e os escritores bíblicos reconheceram, porém, a unidade das Escrituras, que está fundamentada na origem divina delas. Observamos este facto na sua prática comum de citar livros do Antigo Testamento como tendo peso igual e harmonioso (Romanos 3:10-18; aqui Paulo fez citações bíblicas de Eclesiastes 7:20; Salmos 14:2, 3; 5:9; 10:7 e Isaías 59:7, 8).

Os escritores da Bíblia consideravam as Escrituras um todo coerente, inseparável, no qual os principais temas são desenvolvidos. Não há discordância entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento. O Novo Testamento não contém um novo evangelho nem uma nova religião. O Antigo Testamento é expandido no Novo, que se fundamenta no Antigo. Sendo assim, os dois Testamentos têm uma relação recíproca na qual ambos esclarecem um ao outro.

A unidade das Escrituras também implica que toda a Escritura (Tota Scriptura) deve ser levada em consideração quando estudamos um assunto bíblico, em vez de desenvolvermos o nosso ensino com base apenas em declarações isoladas.

O que devemos fazer quando nos deparamos com textos ou conceitos bíblicos que parecem contraditórios entre si? Como podemos trabalhar para os resolver?

The Unity of Scripture

Monday, April 27


The Bible itself claims that “all scripture is given by inspiration of God” (2 Timothy 3:16) and that “no prophecy of the scripture is of any private interpretation”, and that men “spake as they were moved by the Holy Ghost” (2 Peter 1:20, 21). With God as the Bible’s ultimate author, we can assume a fundamental unity and harmony among the various parts of Scripture in regard to the key issues it teaches.

Read Titus 1:9 and 2 Timothy 1:13. Why is the unity of the Bible important for our belief?

Only on the basis of its internal unity, a unity that is derived from its divine inspiration, can Scripture function as its own interpreter. If Scripture did not have an overarching unity in its teachings, we could not come up with a harmony in doctrine on any given issue. Without the unity of the Bible, the church would have no means to distinguish truth from error and to repudiate heresy. It would have no basis to apply disciplinary measures or to correct deviations from God’s truth. Scripture would lose its convincing and liberating power.

Jesus and the biblical writers, however, assume the unity of Scripture, which is based on its divine origin. We can see this in their common practice of quoting several Old Testament books as of equal and harmonious weight (Romans 3:10-18; here Paul makes use of Scriptural citations from Ecclesiastes [7:20], Psalms [14:2, 3; 5:9; 10:7] and Isaiah [59:7, 8]).

The Bible writers considered Scripture to be an inseparable, coherent whole in which major themes are further developed. There is no discord between the Old Testament and the New Testament. The New Testament does not contain a new gospel or a new religion. The Old Testament is unfolded in the New Testament, and the New Testament builds upon the Old Testament. As such, the two Testaments have a reciprocal relationship in which they shed light upon each other.

The Unity of Scripture also implies that all of Scripture (tota scriptura) should be taken into consideration when we study a biblical subject, rather than building our teaching only on isolated statements.

What should we do when we come across texts or ideas that appear contradictory to each other in the Bible? How do we work to resolve them?

26.4.20

As Escrituras Como a Norma Dominante

Domingo, 26 de Abril

Desde o início do seu movimento, os Adventistas do Sétimo Dia têm-se considerado um povo do “Livro”, isto é, cristãos que crêem na Bíblia. Para confirmar o princípio escriturístico do Sola Scriptura (Somente pelas Escrituras), reconhecemos a autoridade singular da Bíblia. Esta é a norma dominante para a nossa teologia e a autoridade suprema para a vida e a doutrina. Outras fontes, como a experiência religiosa, a razão humana ou a tradição, são subservientes à Bíblia. Na verdade, o princípio do Sola Scriptura tinha a intenção de proteger a autoridade das Escrituras da dependência da igreja e da sua interpretação, e ele descartava a possibilidade de que o padrão da sua interpretação viesse de fora da Bíblia.

1. Em 1 Coríntios 4:1-6, especialmente no verso 6, Paulo disse que não devemos “ultrapassar o que está escrito”. Porque é que este é ponto crucial para a nossa fé?

Não ultrapassar o que está escrito não exclui ideias de outros campos de estudo, como a arqueologia bíblica ou a história. Outros campos podem lançar luz sobre alguns aspectos bíblicos e sobre o contexto das passagens bíblicas, e assim podem-nos ajudar a compreender mais o texto bíblico. Também não exclui o auxílio de outros recursos na tarefa da interpretação, como léxicos, dicionários, concordâncias e outros livros e comentários. No entanto, na interpretação correcta da Bíblia, o texto das Escrituras tem prioridade sobre todos os outros aspectos, ciências e auxílios secundários. Outros pontos de vista devem ser avaliados cuidadosamente da perspectiva das Escrituras como um todo.

O que confirmamos positivamente quando praticamos o princípio do Sola Scriptura é que, se surge um conflito na interpretação da nossa fé, então apenas as Escrituras têm a autoridade que transcende e julga qualquer outra fonte ou tradição da igreja. Não devemos ultrapassar nem contrariar o que está escrito na Bíblia. O verdadeiro cristianismo e a pregação convincente do evangelho dependem de um firme compromisso com a autoridade das Escrituras.

“Somente as Escrituras são o verdadeiro senhor e mestre de todos os escritos e doutrinas da Terra.” Martin Luther, Luther’s Works, v. 32: Career of the Reformer II, ed. Jaroslav Jan Pelikan, Hilton C. Oswald e Helmut T. Lehmann [Philadelphia: Fortress Press, 1999], p. 11, 12.

Leia Atos 17:10, 11. Como é que estes versos esclarecem a primazia das Escrituras?

Scripture as the Ruling Norm

Sunday, April 26


From their beginning, Seventh-day Adventists have considered themselves to be people of the Book, that is, Bible-believing Christians. To affirm the scriptural principle of sola Scriptura (by Scripture alone), we acknowledge the unique authority of the Bible. Scripture alone is the ruling norm for our theology and the ultimate authority for life and doctrine. Other sources, such as religious experience, human reason, or tradition, are subservient to the Bible. In fact, the sola Scriptura principle was intended to safeguard the authority of Scripture from dependence upon the church and its interpretation, and it ruled out the possibility that the standard of its interpretation should come from outside the Bible.

Read 1 Corinthians 4:1-6, especially verse 6, in which Paul says we should not go “beyond what is written”. Why is this point so crucial for our faith?

Not to go beyond what is written does not exclude insights from other fields of study, such as biblical archaeology or history. Other fields may shed light on some biblical aspects and the background of scriptural passages, and thus may help us to understand the biblical text better. Nor does it exclude the help of other resources in the task of interpretation, such as lexicons, dictionaries, concordances, and other books and commentaries. However, in the proper interpretation of the Bible, the text of Scripture has priority over all other aspects, sciences, and secondary helps. Other viewpoints have to be evaluated carefully from the standpoint of Scripture as a whole.

What we positively affirm when we practice the sola Scriptura principle is that if a conflict arises in the interpretation of our faith, then Scripture alone carries the authority that transcends and judges any other source or church tradition. We should not go beyond or against what is written in the Bible. True Christianity and convincing, gospel preaching depend on a firm commitment to the authority of Scripture.

“Scripture alone is the true lord and master of all writings and doctrine on earth”. — Martin Luther, Luther’s Works, vol. 32: Career of the Reformer II, eds. Hilton C. Oswald and Helmut T. Lehmann, vol. 32 [Philadelphia: Fortress Press, 1999], pp. 11, 12.

Read Acts 17:10-11. How do these verses inform what we’re talking about here regarding the primacy of Scripture?

25.4.20

Somente pelas Escrituras – Sola Scriptura

Lição 5, 25 de Abril a 1 de Maio


Sábado à tarde

VERSO ÁUREO: “Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.” Hebreus 4:12

LEITURAS DA SEMANA: 1 Coríntios 4:1-6; Tito 1:9; 2 Timóteo 1:13; Marcos 12:10, 26; Lucas 24:27, 44, 45; Isaías 8:20

A declaração protestante “Somente as Escrituras” (Sola Scriptura) elevou a Bíblia como o único padrão e fonte decisiva para a teologia. Em contraste com a teologia católica romana, que enfatizava as Escrituras e a tradição, a fé protestante enfatizava a palavra-chave “somente”; isto é, somente as Escrituras são a autoridade final quando estão em discussão assuntos de fé e doutrina.

A Bíblia deu força e autoridade decisivas à Reforma Protestante e à sua revolta contra Roma e os erros que esta ensinou durante ­séculos. Em oposição a uma interpretação alegórica das Escrituras, em que eram atribuídos ao texto muitos significados diferentes, os reformadores enfatizaram a importância de uma interpretação histórico-gramatical da Bíblia, que levava a sério o significado gramatical e literal do texto bíblico.

Nesta semana, vamos examinar o princípio da Sola Scriptura com mais detalhes. Vamos descobrir que sola Scriptura implica alguns princípios fundamentais de interpretação bíblica indispensáveis a uma compreensão apropriada da Palavra de Deus. Sendo protestantes, devemos manter a Bíblia como a autoridade doutrinal suprema.

By Scripture Alone — Sola Scriptura

Lesson 5, April 25 - May 1


Sabbath Afternoon


Memory Text: “For the word of God is living and powerful, and sharper than any two-edged sword, piercing even to the division of soul and spirit, and of joints and marrow, and is a discerner of the thoughts and intents of the heart.” Hebrews 4:12

The Protestant claim of “Scripture alone” (sola Scriptura) elevated Scripture to the sole standard and decisive source for theology. In contrast to Roman Catholic theology, which emphasized Scripture and tradition, the Protestant faith emphasized the keyword “alone”; that is, Scripture alone is the final authority when matters of faith and doctrine are at issue.

It was the Bible that gave the decisive force and authority to the Protestant Reformation and its revolt against Rome and the errors it had been teaching for centuries. Over against an allegorical interpretation of Scripture, where many different meanings were read into the biblical text, the Protestant Reformers emphasized the importance of a grammatical-historical interpretation of the Bible, which took seriously the grammar and literal meaning of the biblical text.

This week we will look at sola Scriptura in greater detail. We will learn that sola Scriptura implies some fundamental principles of biblical interpretation that are indispensable for a proper understanding of God’s Word. As Protestants, we must maintain the Bible as the ultimate doctrinal authority.

24.4.20

A Bíblia: Fonte Autorizada da Nossa Teologia

"Somos confrontados por uma série de fontes e influências que podem determinar a forma como abordamos a Bíblia. Mas quem terá, afinal, a última palavra?"

Com Filipe Reis e o Pastor Paulo Cordeiro:



"Esta semana a lição fala sobre os 5 diferentes factores que influenciam e impactam a nossa interpretação das Escrituras: tradição, experiência, cultura, pensamento e a Bíblia. Confira!"

Com Thiago Helker:



Com Michelson Borges:



Com Leandro Quadros:

The Authority of Scripture - Commentaries

With Pastors Doug Batchelor and Jean Ross:


With The Sacramento Central Seventh-day Adventist Church Pastor’s Panel:

Estudo Adicional 24.04.20

Sexta-feira, 24 de Abril

Leia de Ellen G. White: “Nossa Única Salvaguarda” em O Grande Conflito, p. 593-602

A tradição, a experiência, a cultura, a razão e a Bíblia estão presentes na nossa reflexão sobre a Palavra de Deus. A pergunta decisiva é: qual destas fontes tem a palavra final e a autoridade suprema na nossa teologia? Uma coisa é confirmar a Bíblia, mas algo completamente diferente é permitir que ela, mediante o ministério do Espírito Santo, influencie e mude a vida.

“Na Sua Palavra, Deus conferiu aos homens o conhecimento necessário para a salvação. As Santas Escrituras devem ser aceites como autoritativa e infalível revelação da Sua vontade. Elas são a norma do caráter, o revelador das doutrinas, a pedra de toque da experiência religiosa.” Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 9

Perguntas para consideração:

1. Porque é mais fácil defender os detalhes de algumas tradições humanas do que viver o espírito da Lei de Deus: amar o Senhor, nosso Deus, de todo o nosso coração e entendimento, e amar o próximo como a nós mesmos? (veja Mateus 22:37-40).

2. Comente a sua resposta à pergunta final de domingo. Que função a deve ter tradição na nossa igreja? Que bênçãos e desafios observa nas tradições religiosas?

3. Como podemos garantir que a tradição, não importa quão boa ela seja, não substitua a Palavra escrita de Deus como a nossa norma e autoridade final?

4. Imagine que alguém afirme ter recebido um sonho em que o Senhor lhe teria dito que o domingo é o verdadeiro dia de descanso e adoração nos tempos do Novo Testamento. Como responderia a essa pessoa? O que nos ensina uma história semelhante a essa sobre como a experiência deve ser sempre provada pela Palavra de Deus?

5. Fale sobre a cultura em que a sua igreja está imersa. Como influencia essa cultura a sua fé? Que exemplos encontramos na História em que a cultura tenha influenciado grandemente as ações dos membros da igreja de uma forma que hoje vemos como negativa? Que lições podemos extrair deste facto para não cometer erros semelhantes?

Further Thought 24.04.20

Friday, April 24



Tradition, experience, culture, reason, and the Bible are all present in our reflection on the Word of God. The decisive question is: Which of these sources has the final say and the ultimate authority in our theology? It is one thing to affirm the Bible, but it is something else altogether to allow the Bible, through the ministry of the Holy Spirit, to impact and change the life.

In one sense, culture, experience, reason and even tradition, in and of themselves, might not of necessity be bad. They become problems when they contradict what Scripture teaches. But that is, often, to be expected. What’s worse, however, is when these things take precedence over the Word of God. So much of the history of apostasy in both Old Testament and New Testament times is when outside influences took precedence over divine revelation.

Discussion Questions:

1. Why is it easier to uphold details of some human traditions than to live the spirit of God’s law: to love the Lord our God with all my heart and soul and mind and my neighbor as myself (see Matthew 22:37-40)?

2. In class, discuss your answer to Sunday’s final question. What role should tradition play in our church? Where do you see blessings and challenges in religious traditions?

3. How can we make sure that tradition, no matter how good it may be, does not supersede the Written Word of God as our final norm and authority?

4. Suppose someone claims to have had a dream in which the Lord spoke to him or her, telling him or her that Sunday is the true day of rest and worship for New Testament times. How would you respond to that person, and what does a story like this teach us about how experience must always be tested by the Word of God?

5. In class, talk about the culture in which your church finds itself immersed. How does that culture impact your faith? What examples can we find from history in which culture greatly impacted the actions of church members in a way that, looking back now, we see as negative? What lessons can we take from this for ourselves today, so that we don’t make similar mistakes?

23.4.20

A Bíblia

Quinta-feira, 23 de Abril

O Espírito Santo, que revelou e inspirou o conteúdo da Bíblia, nunca nos vai conduzir contrariamente à Palavra de Deus nem para longe dela. Para os Adventistas do Sétimo Dia, a Bíblia tem uma autoridade superior à tradição, à experiência, à razão ou às culturas humanas. A Bíblia é a única norma pela qual todo o restante precisa ser provado.

7. Leia João 5:46, 47; 7:38. Para Jesus Cristo, qual era a melhor fonte para entender questões espirituais? Como é que a Bíblia confirma que Jesus é o verdadeiro Messias?

Algumas pessoas alegam ter recebido “revelações” e instruções especiais do Espírito Santo, mas essas instruções vão contra a mensagem clara da Bíblia. Para estas pessoas, um suposto “Espírito Santo” alcançou autoridade maior que as Escrituras. Quem anula a Palavra escrita e inspirada, e se esquiva da sua mensagem clara, está a andar em terreno perigoso e não está a seguir a direção do Espírito de Deus. A Bíblia é a nossa única salvaguarda espiritual. Ela é a única norma confiável para toda a matéria de fé e prática.

“Através das Escrituras, o Espírito Santo fala à mente e grava a verdade no coração. Assim expõe o erro, expulsando-o do coração. É pelo Espírito da verdade, agindo pela Palavra de Deus, que Cristo submete a Si o Seu povo escolhido.” Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 671

O Espírito Santo nunca deve ser interpretado como substituto da Palavra de Deus. Em vez disso, Ele trabalha em harmonia com a Bíblia e através dela para nos atrair a Cristo, tornando as Escrituras a única norma para a verdadeira espiritualidade bíblica. A Bíblia apresenta a sã doutrina (1 Timóteo 4:6) e, sendo a Palavra de Deus, é confiável e merece plena aceitação. A nossa tarefa não é julgar as Escrituras. Em vez disso, a Palavra de Deus tem o direito e a autoridade para julgar a nossa vida e os nossos pensamentos. Afinal, é a Palavra escrita do próprio Deus.

Porque é que a Bíblia é um guia mais seguro em questões espirituais do que impressões subjectivas? Quais são as consequências de não aceitar a Bíblia como o padrão pelo qual provamos todos os ensinamentos e até a nossa experiência espiritual? Se a revelação particular fosse a palavra final nas questões espirituais, porque é que isso não levaria a nada além do caos e do erro?

The Bible

Thursday, April 23


The Holy Spirit, who has revealed and inspired the content of the Bible to human beings, will never lead us contrary to God’s Word or astray from the Word of God. For Seventh-day Adventists, the Bible has a higher authority than human tradition, experience, reason, or culture. The Bible alone is the norm by which everything else needs to be tested.

Read John 5:46, 47; and John 7:38. For Jesus Christ, the Bible is the ultimate source for understanding spiritual matters. How does the Bible confirm that Jesus is the true Messiah?

Some people claim to have received special “revelations” and instructions from the Holy Spirit, but these go against the clear message of the Bible. For them the Holy Spirit has attained a higher authority than God’s Word. Whoever nullifies the written and inspired Word of God and evades its clear message, is walking on dangerous ground and is not following the leading of God’s Spirit. The Bible is our only spiritual safeguard. It alone is a reliable norm for all matters of faith and practice.

“Through the Scriptures the Holy Spirit speaks to the mind, and impresses truth upon the heart. Thus He exposes error, and expels it from the soul. It is by the Spirit of truth, working through the word of God, that Christ subdues His chosen people to Himself.” Ellen G. White, The Desire of Ages, p. 671

The Holy Spirit should never be understood to replace the Word of God. Rather, He works in harmony with and through the Bible to draw us to Christ, thus making the Bible the only norm for authentic biblical spirituality. The Bible provides sound doctrine (see 1 Timothy 4:6), and as God’s Word is trustworthy and deserves full acceptance. It is not our task to sit in judgment over Scripture. The Word of God, rather, has the right and the authority to judge us and our thinking. After all, it is the Written Word of God Himself.

Why is the Bible a safer guide in spiritual questions than are subjective impressions? What are the consequences when we do not accept the Bible as the standard by which we test all teachings and even our spiritual experience? If private revelation were the final word in spiritual questions, why would this lead to nothing but chaos and error?

A Crise do Corona: É Hora de Deixar as Cidades?

"A Crise do Corona está a tornar a vida mais difícil para quem mora em grandes cidades, em comparação com aqueles que possuem casas no campo. Deus está a falar com o seu povo: "para fora das cidades!" é o Seu aviso. Precisa de ajuda? Descubra recursos para o ajudar a si e à sua família a deixar as Sodomas modernas, além de maneiras de ajudar os moradores da cidade, sem viver no meio deles."

Livros e recursos:





Se não percebe bem o inglês, pode clicar no [cc], no canto inferior direito da janela do vídeo, e activar as legendas automáticas em português. Que Deus o abençoe.

CoronaCrisis: Time to Leave the Cities?

"The CoronaCrisis is making life more difficult for those who live in large cities compared to those who have country homes. God is speaking to His people. “Out of the cities!” is His warning. Need help? Discover resources to help you and your family exit modern Sodoms, plus ways to help city dwellers, without living in their midst."


22.4.20

Razão

Quarta-feira, 22 de Abril

6. Leia 2 Coríntios 10:5, 6; Provérbios 1:7; 9:10. Porque é tão importante a obediência a Cristo nos nossos pensamentos? Porque é o temor do Senhor o princípio da sabedoria?

Deus deu-nos a capacidade de pensar e raciocinar. Toda a atividade humana e todo o argumento teológico supõem a nossa capacidade de pensar e tirar conclusões. Não apoiamos uma fé irracional. Entretanto, como consequência do Iluminismo do século 18, a razão assumiu uma função nova e dominante, especialmente no mundo ocidental, que vai muito além da nossa capacidade de pensar e chegar a conclusões correctas.

Em contraste com a ideia de que a base do nosso conhecimento é a experiência sensorial, uma outra visão considera que a razão é a principal fonte de conhecimento. Esta visão, chamada racionalismo, é a ideia de que a verdade não é sensorial, mas intelectual e deriva da razão. Ou seja, certas verdades existem, e apenas a razão as pode compreender directamente. Isto faz da razão o teste e a norma da verdade. A razão tornou-se a nova autoridade diante da qual tudo tinha que se curvar, inclusive a autoridade da igreja e, mais dramaticamente, até a autoridade da Bíblia como a Palavra de Deus. Tudo o que não era evidente para a razão foi descartado e teve a sua legitimidade questionada. Esta atitude afectou muitas partes das Escrituras. Todos os milagres e as acções sobrenaturais de Deus, como a ressurreição de Jesus, o nascimento virginal ou a criação em seis dias, para citar apenas alguns, deixaram de ser considerados verdadeiros e confiáveis.

Lembremo-nos de que mesmo o poder de raciocínio foi afetado pelo pecado e precisa ser colocado sob Cristo. O ser humano foi obscurecido na sua compreensão e alienado de Deus (Efésios 4:18). Precisamos ser iluminados pela Palavra. Além disso, o facto de que Deus é o Criador indica que a nossa razão não foi criada como algo que funciona de modo independente. Em vez disso, “o temor do SENHOR é o princípio da sabedoria” (Provérbios 9:10; 1:7). Apenas quando aceitamos a revelação de Deus, corporificada na Sua Palavra escrita, como suprema na nossa vida, e estamos dispostos a seguir o que está escrito na Bíblia, podemos raciocinar correctamente.

O presidente americano Thomas Jefferson (1743-1826) fez a sua própria versão do Novo Testamento excluindo o que, na sua opinião, fosse contrário à razão. Quase todos os milagres de Jesus foram excluídos, incluindo a Sua ressurreição. O que nos ensina isto sobre os limites da razão para a compreensão da verdade?

O PCC criou o coronavírus?

O PCC criou o coronavírus? Se não o fez, não são ainda assim responsáveis pela pandemia?

Devem-se lembrar de uma frase do nosso Presidente da Republica, Marcelo Rebelo de Sousa, que declarava assim: "Se isto é um milagre, o milagre chama-se Portugal". E na semana passada, se a memória não me engana, ouvi outra declaração (de quem, não me lembro) dizendo qualquer coisa como: "milagres não existem". Pois bem, a única razão pela qual o mundo ainda está minimamente inteiro, é pela acção protetora de Deus, E sim, apenas um milagre nos vai fazer sair da embrulhada em que nos metemos. Sim, nós, seres humanos, fomos nós que nos metemos nesta embrulhada.

Não mudamos muito desde os tempos antes do diluvio: "E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente." Génesis 6:5

O PCC (Partido Comunista da China) criou este vírus? Nesta altura é uma grande incógnita. Mas uma coisa continua a ser certa: o PCC, cujas acções contra o próprio povo chinês deixam o Hitler o Stalin como meninos de coro, não pode ser tido como confiável. O PCC vive de mentiras e acções nada claras. O virus pode não ter sido "criado" pelos laboratórios geridos pelo PCC, mas espalhou-se pelo mundo pela sua falta de informação para o exterior da China. As acções do PCC são nada menos do que criminosas, a todos os níveis, para o povo chinês e para o resto do mundo. E criminosas, também, são as acções daqueles poderes ocidentais que, claramente. se colocam do lado do PCC.

Vejam esta reportagem, e tirem as vossas próprias conclusões:

Reason

Wednesday, April 22


Read 2 Corinthians 10:5, 6; Proverbs 1:7; and Proverbs 9:10. Why is obedience to Christ in our thoughts so important? Why is the fear of the Lord the beginning of wisdom?

God has given us the ability to think and to reason. Every human activity and every theological argument assumes our ability to think and to draw conclusions. We do not endorse an unreasonable faith. In the wake of the 18th-century Age of Enlightenment, however, human reason assumed a new and dominant role, especially in Western society, that goes far beyond our ability to think and to arrive at correct conclusions.

In contrast to the idea that all our knowledge is based on sensory experience, another view regards human reason as the chief source of knowledge. This view, called rationalism, is the idea that truth is not sensory but intellectual and is derived from reason. In other words, certain truths exist, and our reason alone can directly grasp them. This makes human reason the test and norm for truth. Reason became the new authority before which everything else had to bow, including the authority of the church and, more dramatically, even the authority of the Bible as God’s Word. Everything that was not self-evident to human reason was discarded and its legitimacy questioned. This attitude affected large parts of Scripture. All miracles and supernatural acts of God, such as the bodily resurrection of Jesus, the virgin birth, or the six-day Creation, to name but a few, were no longer considered true and trustworthy.

The truth is, we should remember the fact that even our reasoning power is affected by sin and needs to be brought under the reign of Christ. Human beings are darkened in their understanding and alienated from God (Ephesians 4:18). We need to be enlightened by God’s Word. Furthermore, the fact that God is our Creator indicates that, biblically speaking, our human reason is not created as something that functions independently or autonomously of God. Rather, “the fear of the LORD is the beginning of wisdom” (Proverbs 9:10; compare with Proverbs 1:7). It is only when we accept God’s revelation, embodied in the Written Word of God, as supreme in our lives, and are willing to follow what is written in the Bible, that we can reason correctly.

Centuries ago, American President Thomas Jefferson made his own version of the New Testament by cutting out anything that, in his view, went against reason. Gone were almost all of the miracles of Jesus, including His resurrection. What should this alone teach us about the limits of human reason for understanding truth?

21.4.20

Cultura

Terça-feira, 21 de Abril

Todos pertencemos a culturas específicas. Também somos influenciados e moldados pela cultura. Nenhum de nós escapa dela. Basta analisarmos quanto do Antigo Testamento é a história do antigo Israel a ser corrompido pelas culturas ao seu redor. O que nos faz pensar que hoje as coisas ocorram de modo diferente?

A Palavra de Deus também foi dada numa cultura específica, embora não seja limitada a essa única cultura. Mesmo que os fatores culturais influenciem inevitavelmente a nossa compreensão da Bíblia, não devemos perder de vista o facto de que a Palavra também transcende às categorias culturais de etnia estabelecidas, império e status social. Esta é uma razão pela qual a Bíblia ultrapassa qualquer cultura humana e até é capaz de transformar e corrigir os elementos pecaminosos que encontramos em todas as culturas.

5. Leia 1 João 2:15-17. O que quis João dizer ao declarar que não devemos amar as coisas do mundo? Como podemos viver no mundo e ainda assim não ter uma mentalidade mundana?

A cultura, como qualquer outra faceta da criação de Deus, é afetada pelo pecado. Consequentemente, ela também está sob o juízo de Deus. É evidente que alguns aspectos da nossa cultura se podem alinhar muito bem com a nossa fé, mas devemos ter sempre o cuidado de distinguir entre as duas. O ideal é que, se necessário, a fé bíblica se oponha à cultura existente e crie uma contracultura que seja fiel à Palavra de Deus. A menos que tenhamos algo ancorado em nós que venha de cima, logo nos entregaremos ao que está ao nosso redor.

Ellen G. White apresentou a seguinte ideia:

“Os seguidores de Cristo devem separar-se do mundo em princípios e em interesses; não devem, porém, isolar-se do mundo. O Salvador misturava-Se constantemente com os homens, não para os animar em qualquer coisa que não estivesse em harmonia com a vontade de Deus, mas para os elevar e enobrecer.” Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 323

Que aspectos da sua cultura estão em completa oposição à fé bíblica? Como podemos manter-nos firmes contra estes aspectos que tendem a corromper a nossa fé?

Culture

Tuesday, April 21


We all belong to and are part of a particular culture or cultures. We are all influenced and shaped by culture, too. None of us escapes it. Indeed, think about how much of the Old Testament is the story of ancient Israel’s being corrupted by the cultures around it. What makes us think that we today are any different, or better?

The Word of God also is given in a specific culture, even though it is not limited to this one culture. While cultural factors unavoidably influence our understanding of the Bible, we should not lose sight of the fact that the Bible also transcends established cultural categories of ethnicity, empire, and social status. This is one reason why the Bible surpasses any human culture and is even capable of transforming and correcting the sinful elements that we find in every culture.

Read 1 John 2:15-17. What does John mean when He states that we should not love the things of the world? How can we live in the world and yet not have a worldly mindset?

Culture, like any other facet of God’s creation, is affected by sin. Consequently, it also stands under the judgment of God. Yes, some aspects of our culture might align very nicely with our faith, but we must always be careful to distinguish between the two. Ideally, biblical faith should challenge, if need be, the existing culture and create a counter culture that is faithful to God’s Word. Unless we have something anchored in us that comes from above us, we will soon give in to that which is around us.

Ellen G. White provides the following insight: “The followers of Christ are to be separate from the world in principles and interests, but they are not to isolate themselves from the world. The Saviour mingled constantly with men, not to encourage them in anything that was not in accordance with God’s will, but to uplift and ennoble them”. — Ellen G. White, Counsels to Parents, Teachers, and Students , p. 323.

What aspects of your culture are in complete opposition to biblical faith? More important, how do we stand firm against those aspects attempting to corrupt our faith?

20.4.20

Experiência

Segunda-feira, 20 de Abril

3. Leia Romanos 2:4 e Tito 3:4, 5. Como experimentamos a bondade, a paciência, o perdão, a benevolência e o amor de Deus? Porque é importante que a fé não seja apenas conhecimento abstrato, mas algo vivenciado? As experiências podem entrar em conflito com a Bíblia e até enganar-nos na fé?

A experiência faz parte da existência humana. Ela influencia os nossos sentimentos e pensamentos de uma forma poderosa. Deus projetou-nos de tal maneira que o nosso relacionamento com a criação, e até com o próprio Deus, é significativamente conectado com a nossa experiência e moldado por ela.

É desejo de Deus que experimentemos a beleza dos relacionamentos, da arte, da música e das maravilhas da criação, bem como a alegria da Sua salvação e o poder das promessas da Sua Palavra. A nossa religião e fé são mais do que apenas doutrinas e decisões racionais. O que experimentamos molda significativamente a nossa visão de Deus e até a nossa compreensão da Sua Palavra. Mas também precisamos ver claramente as limitações e insuficiências das nossas experiências quando se trata de conhecer a vontade de Deus.

4. Que advertência se encontra em 2 Coríntios 11:1-3? O que revela isso sobre os limites da confiança nas nossas experiências?

As experiências podem ser muito enganadoras. Biblicamente, a experiência precisa ter a sua esfera apropriada. Deve ser influenciada, moldada e interpretada pelas Escrituras. Às vezes desejamos experimentar algo que não está em harmonia com a Palavra e a vontade de Deus. Nessas ocasiões, precisamos confiar na Bíblia acima da nossa experiência e dos nossos desejos. Devemos estar atentos para assegurar que as experiências estejam em harmonia com as Escrituras e não contradigam o claro ensino da Bíblia.

Na fé em que o amor a Deus e aos outros (Marcos 12:28-31) são os mandamentos principais, a experiência é importante. Todavia, porque é crucial provar a experiência pela Palavra?

Experience

Monday, April 20


Read Romans 2:4 and Titus 3:4, 5. How do we experience the goodness, forbearance, forgiveness, kindness, and love of God? Why is it important that our faith be not just an abstract, intellectual knowledge, but something we actually experience? At the same time, in what ways can our experiences conflict with the Bible and even mislead us in our faith?

Experience is part of our human existence. It impacts our feelings and thoughts in a powerful way. God has designed us in such a way that our relationship to His creation, and even to God Himself, is significantly connected to and shaped by our experience.

It is God’s desire that we experience the beauty of relationships, of art and music, and of the wonders of creation, as well as the joy of His salvation and the power of the promises of His Word. Our religion and faith are more than just doctrine and rational decisions. What we experience significantly shapes our view of God and even our understanding of His Word. But we also need to see clearly the limitations and insufficiencies of our experiences when it comes to knowing God’s will.

What warning is found in 2 Corinthians 11:1-3? What should this tell us about the limits of trusting our experiences?

Experiences can be very deceiving. Biblically speaking, experience needs to have its proper sphere. It needs to be informed and shaped by Scripture and interpreted by Scripture. Sometimes we want to experience something that is out of harmony with God’s Word and will. Here we need to learn to trust the Word of God even over our experience and desires. We should be on guard to make sure that even our experience is always in harmony with the Word of God and does not contradict the clear teaching of the Bible.

A faith in which love for God and love for others (see Mark 12:28-31) are the chief commandments is, obviously, a faith in which experience is important. At the same time, why is it crucial that we always test our experience through the Word of God?

LA ÚLTIMA GRAN CRISIS #1 / TIEMPOS DE PRUEBA

"Para nadie es una sorpresa que hemos entrado en una crisis mundial sin precedentes. Sin aviso, sin tiempo para prepararnos, ha venido sobre el mundo como una tormenta abrumadora. Pero Dios no ha dejado a su pueblo en tinieblas.

Mediante esta serie de temas, el hermano Oliver Coronado presenta un valioso estudio basado en la Biblia y en un libro que arroja gran luz para estos Tiempos de prueba... "El Conflicto de los Siglos", escrito por la Sra. Elena G. de White, donde de manera sorprendente los profetas de Dios anunciaron "en orden cronológico" todo lo que está ocurriendo actualmente en el mundo, si... "en orden cronológico..."

Al ver esta serie no te quedará ninguna duda entender "exáctamente el momento proféticamente histórico en que nos encontramos..."

El Conflicto de los Siglos - https://egwwritings-a.akamaihd.net/pdf/es_CS54(GC).pdf

O Grande Conflito - https://egwwritings-a.akamaihd.net/pdf/pt_GC(GC).pdf

"¡ Que Dios te bendiga, y que Dios sea tu PAZ !"

19.4.20

Tradição

Domingo, 19 de Abril

A tradição não é má. Ela dá às ações recorrentes na vida uma certa rotina e estrutura. Ela ajuda-nos a permanecer ligados às nossas raízes. Por isso, não é surpresa que esta herança tenha uma função importante na religião. Porém, também existem perigos relacionados à tradição.

1. Leia Marcos 7:1-13. Como reagiu Jesus a algumas tradições humanas nos Seus dias? O que nos ensina isto?

A tradição que Jesus confrontou era cuidadosamente transmitida na comunidade judaica de mestre para discípulo. Nos dias de Jesus, ela tinha assumido um lugar ao lado das Escrituras. Contudo, a tradição tem uma tendência de se desenvolver durante longos períodos de tempo, acumulando assim mais e mais detalhes e aspectos que originalmente não faziam parte da Palavra de Deus nem do Seu plano. Embora as tradições fossem promovidas por “anciãos” (Marcos 7:3, 5), isto é, pelos líderes religiosos da comunidade judaica, não são iguais aos mandamentos de Deus (Marcos 7:8, 9). Eram tradições de homens e levaram finalmente a um ponto em que tornaram inválida “a Palavra de Deus” (Marcos 7:13).

2. Leia 1 Coríntios 11:2 e 2 Tessalonicenses 3:6. Como distinguimos entre a Palavra de Deus e a tradição humana? É importante fazer esta distinção?

A Palavra de Deus viva faz surgir em nós uma atitude reverente e fiel para com ela. Esta fidelidade gera certa tradição. Contudo, a nossa fidelidade precisa ser sempre dedicada ao Deus vivo, que revelou a Sua vontade na Palavra escrita. Portanto, a Bíblia possui uma função singular que suplanta todas as tradições humanas. Ela está acima de todas as tradições, mesmo das boas. Tradições que se desenvolvem a partir da nossa experiência com Deus e a Sua Palavra precisam ser testadas constantemente pela medida das Sagradas Escrituras.

O que fazemos como igreja que pode ser rotulado como “tradição”? Porque é importante distinguir tradição de ensino bíblico?

Tradition

Sunday, April 19


Tradition itself is not bad. It gives recurring acts in our daily life a certain routine and structure. It can help us to stay connected with our roots. Hence, it is no surprise that tradition also plays an important part in religion. But there are also some dangers connected with tradition.

What does Mark 7:1-13 teach us about how Jesus reacted to some human traditions in His day?

The tradition Jesus confronted was carefully handed down in the Jewish community from teacher to pupil. In Jesus’ day, it had assumed a place alongside Scripture. Tradition, however, has a tendency to grow over long periods of time, thus accumulating more and more details and aspects that were not originally part of God’s Word and plan. These human traditions — even though they are promoted by respected “elders” (see Mark 7:3, 5), i.e., by the religious leaders of the Jewish community — are not equal to God’s commandments (see Mark 7:8, 9). They were human traditions, and ultimately they led to a point where they made “the word of God of no effect” (Mark 7:13).

Read 1 Corinthians 11:2 and 2 Thessalonians 3:6. How do we distinguish between the Word of God and human tradition? Why is it so important that we make this distinction?

The living Word of God initiates in us a reverent and faithful attitude toward it. This faithfulness generates a certain tradition. Our faithfulness, however, always needs to be loyal to the living God, who has revealed His will in the Written Word of God. Thus, the Bible holds a unique role that supersedes all human traditions. The Bible stands higher and above all traditions, even good ones. Traditions that grow out of our experience with God and His Word constantly need to be tested against the measuring rod of Holy Scripture.

What are the things we do as a church that could be put under the label “tradition”? Why is it always important to distinguish them from a biblical teaching? Bring your answer to class on Sabbath.

18.4.20

A Bíblia – A Fonte Autorizada da Nossa Teologia

Lição 4, 18 a 24 de Abril


Sábado à tarde

VERSO ÁUREO: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva.” Isaías 8:20

LEITURAS DA SEMANA: Marcos 7:1-13; Romanos 2:4; 1 João 2:15-17; 2 Coríntios 10:5, 6; João 5:46, 47; 7:38

Não há igreja cristã que não use as Escrituras para sustentar as suas crenças. No entanto, a função e a autoridade das Escrituras na teologia não são as mesmas em todas as igrejas. Na verdade, a função das Escrituras pode variar muito de igreja para igreja. Vamos explorar este assunto importante, porém complexo, através do estudo de cinco diferentes fontes que influenciam a nossa interpretação das Escrituras: a tradição, a experiência, a cultura, a razão e a própria Bíblia.

Estas fontes desempenham uma função significativa em todas as teologias e igrejas. Todos fazemos parte de diversas tradições e culturas que nos influenciam. Todos temos experiências que moldam o nosso pensamento e influenciam a nossa compreensão. Todos temos uma mente para pensar e avaliar as coisas. Todos lemos a Bíblia e a usamos para entender Deus e a Sua vontade.

Qual destas fontes, ou combinações delas, tem autoridade final sobre a nossa maneira de interpretar a Bíblia? Como são usadas em relação umas às outras? A prioridade dada a alguma fonte ou fontes leva a ênfases e resultados muito diferentes e determina, por fim, a direção de toda a nossa teologia.

The Bible — The Authoritative Source of Our Theology

Lesson 4, April 18-24


Sabbath Afternoon


Memory Text: “To the law and to the testimony! If they do not speak according to this word, it is because there is no light in them.” Isaiah 8:20

There is no Christian church that does not use Scripture to support its beliefs. Yet the role and authority of Scripture in theology is not the same in all churches. In fact, the role of Scripture can vary greatly from church to church. This is an important but complex subject that we will explore by studying five different influential sources that impact our interpretation of Scripture: tradition, experience, culture, reason, and the Bible itself.

These sources play a significant role in every theology and in every church. We all are part of various traditions and cultures that impact us. We all have experiences that shape our thinking and influence our understanding. We all have a mind to think and to evaluate things. We all read the Bible and use it for our understanding of God and His will.

Which of these sources, or combinations of them, has the final authority in how we interpret the Bible, and how are they used in relation to each other? The priority given to any source or sources leads to very different emphases and results and will ultimately determine the direction of our entire theology.

Confinados











17.4.20

A Perspetiva de Jesus e dos Apóstolos Sobre a Bíblia

Recapitulação com o irmão Filipe Reis e o Pastor Paulo Cordeiro:

"Vivemos num tempo em que a Bíblia tem sido re-interpretada à luz de filosofias humanas. Ao estudarmos a forma como Jesus e os apóstolos compreenderam o Antigo Testamento, rejeitamos essa abordagem."


"Infelizmente nesta época pós-moderna, a Bíblia tem sido re-interpretada à luz da filosofia que questiona tanto a Sua inspiração quanto Sua autoridade. De fato, a Bíblia tem sido vista apenas com ideias de seres humanos que viveram relativamente em uma cultura primitiva e que possivelmente não podiam entender o mundo como entendemos hoje. Mas será que é mesmo assim? Confira ao recapitular esta lição com Tiago Helker."


Recapitulação com o irmão Leandro Quadros:

Jesus and The Apostles’ View Of The Bible

With the Sacramento Central Seventh-day Adventist Church Pastor’s panel:


With Pastors Doug Batchelor and Jean Ross:

Estudo Adicional 17.04.20

Sexta-feira, 17 de Abril

Leia de Ellen G. White: “Em Criança”, p. 68-74, e “A Tentação”, p. 114-123, em O Desejado de Todas as Nações.

“Os homens consideram-se mais sábios do que a Palavra de Deus, mais sábios até do que o próprio Deus; e em vez de firmar os seus pés no fundamento inabalável, e pôr tudo à prova da Palavra do Senhor, eles provam essa Palavra pelas suas próprias ideias de ciência e natureza, e se essa Palavra não concorda com as suas ideias científicas, ela então é descartada como indigna de crédito.” Ellen G. White, Signs of the Times [Sinais dos Tempos], 27 de Março de 1884, p. 1

“Os que mais bem se acham familiarizados com a sabedoria e o propósito de Deus da maneira como foram revelados na Sua Palavra tornam-se homens e mulheres de vigor mental; e podem tornar-se obreiros eficientes com o grande Educador, Jesus Cristo [...]. Ele deu a Seu povo as palavras da verdade, e todos são convidados a desempenhar uma parte em torná-las conhecidas ao mundo [...]. Não há santificação à parte da verdade – a Palavra. Quão essencial, portanto, que ela seja compreendida por todos!” Ellen G. White, Fundamentos da Educação Cristã, p. 432

Perguntas para consideração:

1. Se Jesus, os escritores dos evangelhos e Paulo trataram o Antigo Testamento como a Palavra de Deus, porque muitas visões sobre as Escrituras estão erradas? Porque não devemos cair nesses argumentos?

2. Muitos estudiosos bíblicos modernos vão tão longe no seu ceticismo que chegam a negar verdades bíblicas: rejeitam a criação literal de seis dias e aceitam bilhões de anos de evolução; recusam um Adão sem pecado num mundo perfeito; repudiam o Dilúvio universal; rejeitam a existência literal de Abraão; negam a história do Êxodo; contestam os milagres de Jesus, incluindo até a Sua ressurreição; e rejeitam a profecia preditiva, em que os profetas revelam o futuro, às vezes com séculos ou milénios de antecedência. O que revelam estas conclusões sobre o que acontece quando pessoas duvidam da autoridade e autenticidade da Bíblia? Como podemos ajudar as pessoas a compreender claramente a verdade?

3. Todas as Escrituras são inspiradas, mesmo as partes que não são necessariamente aplicáveis a nós hoje e que se cumpriram em Cristo? Em que sentido essas porções da Bíblia nos beneficiam hoje?