31.8.19

Vivendo o Evangelho

Lição 10 

31 de Agosto a 06 de Setembro 


Sábado à tarde 

VERSO PARA MEMORIZAR: “Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura Dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” Efésios 2:8-10 

LEITURAS DA SEMANA: Romanos 8:20-23; João 3:16, 17; Mateus 9:36; Efésios 2:8-10; 1 João 3:16, 17; Apocalipse 14:6, 7 

Quando falamos em mandamentos, requisitos ou instruções de Deus corremos o risco de pensar que, de alguma forma, o que fazemos pode tornar-nos merecedores ou contribuir para a nossa salvação ou, de outro modo, obter o favor de Deus. Mas a Bíblia revela repetidamente que somos pecadores salvos pela graça de Deus mediante Jesus e a Sua morte substitutiva na cruz. O que podíamos acrescentar a isto? Ou, como Ellen G. White escreveu: “Se juntássemos tudo que é bom e santo, nobre e belo no ser humano, e apresentássemos o resultado aos anjos de Deus, como se desempenhasse uma parte na salvação humana ou na obtenção de mérito, a proposta seria rejeitada como traição” (Fé e Obras, p. 24). 

Portanto, as nossas obras de misericórdia e compaixão para com os necessitados não devem ter um foco legalista. Pelo contrário, à medida que crescemos na nossa compreensão e apreciação da salvação, o elo entre o amor de Deus e o Seu interesse pelos pobres e oprimidos será transmitido a nós, recebedores do Seu amor. Assim como recebemos, também doaremos. Quando vemos como Deus nos amou, também percebemos o quanto Ele ama os outros e nos convida a amá-los também.

Living the Gospel

Lesson 10, August 31-September 6


Sabbath Afternoon


Memory Text: “For by grace you have been saved through faith, and that not of yourselves; it is the gift of God, not of works, lest anyone should boast. For we are His workmanship, created in Christ Jesus for good works, which God prepared beforehand that we should walk in them.” Ephesians 2:8-10

As soon as we talk about God’s commands, requirements or instructions, we run the risk—or even face the temptation—of thinking that somehow what we do can earn or contribute to our salvation or otherwise gain favor with God. But the Bible tells us repeatedly that we are sinners saved by God’s grace through Jesus and His substitutionary death for us on the cross. What could we possibly add to this in any way? Or, as Ellen G. White has written: “If you would gather together everything that is good and holy and noble and lovely in man and then present the subject to the angels of God as acting a part in the salvation of the human soul or in merit, the proposition would be rejected as treason”. – Faith and Works, p. 24.

Thus, too, even our works of mercy and compassion toward those in need should not be seen as legalistic. On the contrary, as we grow in our understanding and appreciation of salvation, the link between God’s love and His concern for the poor and oppressed will be passed on to us, recipients of His love. We have received, so we will give. When we see how God so loved us, we also see how much He loves others and calls us to love them, as well.

30.8.19

“Ministry In The New Testament Church” (9 of 13) by Chris Buttery

Doug Batchelor - Ministry in the New Testament Church

Estudo Adicional 30.8.19

Sexta-feira, 30 de Agosto 

Textos de Ellen G. White: Beneficência Social, p. 66, 67 (“Dorcas – o Seu Ministério e Influência”) e p. 35-41 (“Eis a Religião Pura”); Atos dos Apóstolos, p. 335-345 (“Uma Igreja Liberal”). 

“O Salvador deu a Sua preciosa vida para estabelecer uma igreja capaz de cuidar de pessoas aflitas e tentadas. Um grupo de crentes pode ser pobre, sem instrução, desconhecido; entretanto, estando em Cristo, pode fazer no lar, na vizinhança, na igreja, e mesmo nas regiões distantes, uma obra cujos resultados serão de alcance eterno.” Ellen G. White, O Desejado 
de Todas as Nações, p. 640 

“Abnegada liberalidade levou a primeira igreja a um sentimento de alegria; pois os crentes sabiam que os seus esforços estavam a ajudar a levar o evangelho aos que estavam em trevas. A sua beneficência testificava que não tinham recebido a graça de Deus em vão. O que teria produzido tal liberalidade senão a santificação do Espírito? Aos olhos de crentes e incrédulos foi um milagre da graça.” Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 344 

Perguntas para discussão 

1. Que medidas pode a liderança da sua igreja tomar para se tornar mais parecida com a comunidade descrita no livro de Atos? 

2. A Igreja Adventista do Sétimo Dia utiliza alguns princípios discutidos no estudo desta semana para definir como os dízimos e ofertas são partilhados entre diferentes partes do mundo. Quais são os benefícios deste sistema que distribui os recursos mundialmente? 

3. As instruções resumidas em Romanos 12 são práticas e realistas ou parecem mais ser imagens idealizadas? 

4. A linguagem forte usada por Tiago, que ecoa as advertências severas dos profetas do Antigo Testamento, é apropriada e necessária? 

Resumo: Impelidos pela comissão de Jesus e pelo poder do Espírito Santo, os discípulos e os primeiros cristãos partiram para partilhar a mensagem o mais amplamente possível. Fundamentada nos ensinos de Jesus e nas Escrituras hebraicas, a igreja primitiva partilhava o que tinha com os necessitados dentro e fora da sua comunidade. Através do seu exemplo e ensino registado nas suas cartas, os primeiros líderes exortaram os cristãos a uma vida de fidelidade e serviço, especialmente para com os necessitados.

Further Thought 30.8.19

Friday, August 30



“The Saviour has given His precious life in order to establish a church capable of caring for sorrowful, tempted souls. A company of believers may be poor, uneducated, and unknown; yet in Christ they may do a work in the home, the neighborhood, the church, and even in ‘the regions beyond,’ whose results shall be as far-reaching as eternity.” Ellen G. White, The Desire of Ages, p. 640.

“Unselfish liberality threw the early church into a transport of joy; for the believers knew that their efforts were helping to send the gospel message to those in darkness. Their benevolence testified that they had not received the grace of God in vain. What could produce such liberality but the sanctification of the Spirit? In the eyes of believers and unbelievers it was a miracle of grace.” Ellen G. White, The Acts of the Apostles, p. 344.

Discussion Questions:

How can your church community become more like the one described in the first few chapters of the book of Acts? What might be some practical steps your church leadership could take to encourage the church in this direction?

The Seventh-day Adventist Church worldwide uses some of the principles discussed in this week’s study to dictate how tithes and offerings are shared between different parts of the world. What are the benefits of this kind of system of worldwide resource sharing?

Are instructions for living, like those summarized in Romans 12, for example, realistic, practical ways to live—do they work in the “real world”? - or do they feel more like idealized pictures for stained-glass window “saints”?

James 5:1-5 uses strong language that echoes the kind of harsh warnings given by the Old Testament prophets. Why is such strong expression appropriate and necessary?

Summary: Spurred by Jesus’ commission and the power of the Holy Spirit, the disciples and the early believers set out to share the message and mission of Jesus as widely as possible. Drawing from the teachings of Jesus and the Hebrew Scriptures, the early church was a new kind of community, sharing what they had with those in need, both within and beyond their community. By their example and their teaching recorded in their letters to these churches, the first Christian leaders urged the believers to lives of faithfulness and service, particularly to those in need.

29.8.19

Tiago, “o Justo”

Quinta-feira, 29 de Agosto 

A tradição cristã sugere que Tiago, o irmão ou meio-irmão de Jesus, tornou-se um líder da igreja primitiva em Jerusalém e atuou como presidente do Concílio de Jerusalém (veja Atos 15, assim como Gálatas 1 e 2). Se assim for, é provável que ele tenha sido o autor da carta preservada na Bíblia e que leva o seu nome. 

Tiago era um nome comum na época, mas se estes foram a mesma pessoa, ele também pode ter sido o líder da igreja conhecido como Tiago, “o Justo”, o que sugere que ele era um líder sábio, que dava prioridade adequada à maneira de tratar os outros e cuidava daqueles que eram muitas vezes esquecidos ou oprimidos. O livro que tem o seu nome tem sido descrito como “o livro de Provérbios do Novo Testamento”, centrado na piedade prática e no propósito de viver sabiamente como seguidor de Deus. 

O autor do livro de Tiago desejava lembrar aos seus leitores cristãos que se deviam tornar “praticantes da Palavra e não apenas ouvintes,” enganando-se a si mesmos (Tiago 1:22), e de que o foco da religião que importa, pura e duradoura aos olhos de Deus, está em cuidar dos necessitados e oprimidos e em resistir às influências corruptoras da sociedade ao redor (veja Tiago 1:27). 

5. Leia Tiago 2:1-9 e 5:1-5. A atitude de Tiago para com os ricos é diferente da atitude empregada de forma comum na maioria das sociedades? Qual é a instrução específica sobre como os ricos e os pobres devem ser tratados dentro da comunidade da igreja? 

Tiago defendeu que desejar o bem a alguém, até mesmo desejar-lhe a bênção de Deus, será de pouco conforto se a pessoa estiver a sofrer de frio e fome. Prover alimento e roupas será muito mais útil na expressão e demonstração do nosso interesse por essas pessoas do que todos os sentimentos nobres e desejos bons (veja Tiago 2:14-16). Tiago usou isto como um exemplo da relação entre fé e obras no contexto do nosso relacionamento com Deus. Ele também repetiu (Tiago 2:8) o que Jesus ensinou sobre amar o próximo como a si mesmo, mostrando como este mandamento deve ser obedecido no dia a dia. O preceito é vivido no serviço a Deus e aos outros, não para ganhar a salvação, mas por ser a manifestação da verdadeira fé. 

Porque é tão fácil, mesmo de forma inconsciente, preferir os ricos aos pobres?

James “the Just”

Thursday, August 29


Christian tradition suggests that James, the brother or stepbrother of Jesus, became a leader of the early church in Jerusalem and was the James who acted as chairman for the Jerusalem council (see Acts 15, as well as Galatians 1 and 2). If so, it is likely that he was the author of the letter preserved in the Bible as the book of James.

James was a common name at the time, but if these were the same person, he may also have been the church leader known as James “the Just”, which suggests a wise leader who properly prioritized his treatment of others and cared for those often forgotten or downtrodden. The book that bears his name has been described as “the New Testament’s book of Proverbs”, focused on practical godliness and living wisely as followers of God.

The author of James was anxious to remind his Christian readers to “be doers of the word, and not hearers only, deceiving yourselves” (James 1:22), and that the religion that matters—that is pure and lasting in God’s sight—is focused on caring for the needy and the oppressed and resisting the corrupting influences of the society around them (see James 1:27).

Read James 2:1-9 and 5:1-5. How is James’s attitude to those who are rich different from that commonly held in most societies? What are his particular instructions regarding how rich and poor are to be treated within the church community?

James argues that wishing someone well—even wishing them God’s blessing—will be of little comfort if they are suffering from cold and hunger. The provision of real food and clothing will be far more useful in expressing and demonstrating our concern for them than all the noble sentiments and good wishes (see James 2:14-16). James uses this as an example of the interaction between faith and works in the context of our relationship with God. He also repeats (James 2:8) what Jesus taught about loving your neighbor as yourself, showing how this commandment is to be obeyed in daily life. It is lived out in service to God and to others, not to earn salvation but because it is the manifestation of true faith.

Why is it so easy, even subconsciously, to prefer the rich over the poor?

28.8.19

Onde está a promessa da Sua vinda?

O Guia de Paulo Para Viver e Amar Intensamente

Quarta-feira, 28 de Agosto 

A carta de Paulo aos Romanos é mais conhecida pelas suas explicações detalhadas da grande doutrina da salvação pela fé mediante a morte de Cristo. Porém, depois de 11 capítulos sobre essa doutrina, ele muda a ênfase e oferece um guia prático para viver e amar satisfatoriamente, com base na graça e amor de Deus revelados em Jesus e na história do evangelho: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1). O que Paulo afirma é que, por causa do que Deus fez por nós em Jesus, devemos viver desta maneira. 

4. Leia e resuma Romanos 12, observe de maneira especial as instruções para amar e cuidar dos outros, principalmente dos necessitados. 

Em certo sentido, Romanos 12 funciona como um resumo de muitos assuntos aos quais Paulo deu atenção mais detalhada em algumas das suas outras cartas. Ele falou sobre as diferentes funções e dons dentro do corpo da igreja, inclusive o dom de servir e de encorajar outros e o de doar generosamente (veja os versos 3-8). Mas estas coisas devem ser feitas com entusiasmo e, acima de tudo, com amor (veja os versos 9-11). 

Paulo descreveu em termos práticos o que é esta maneira de viver. Ele rogou aos cristãos que fossem pacientes nas dificuldades e perseguições, cuidassem dos necessitados, fossem pacificadores em qualquer lugar e sempre que possível, como vimos anteriormente, reagissem ao mal e à injustiça com bondade, vencendo o mal com a prática do bem (veja Romanos 2:20, 21). 

Este capítulo descreve o que significa viver como uma nova criatura, servindo a Deus individualmente e como parte de uma comunidade de fé. Paulo declarou a estes novos seguidores de Cristo que a sua vida, prioridades e ações deviam mudar por causa da sua resposta ao que Jesus tinha feito por eles através da Sua morte na cruz e devido à esperança de vida eterna que resultava do Seu sacrifício. Vivendo como eles viviam, numa sociedade opressora e muitas vezes cruel no centro do Império Romano, Paulo instruiu-os a viver de maneira diferente: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Romanos 12:2). 

A que atitudes e práticas precisa resistir na sua comunidade para viver e amar de maneira ideal como um seguidor de Jesus?

Paul’s Guide to Living and Loving Well

Wednesday, August 28


Paul’s letter to the Romans is best known for its in-depth explanations of the great doctrine of salvation by faith through of the death of Christ. But after 11 chapters of such teaching, there is a change of emphasis. Paul offers a practical guide to living and loving well, based on the grace and love of God as revealed in Jesus and the gospel story: “I beseech you therefore, brethren, by the mercies of God, that you present your bodies a living sacrifice, holy, acceptable to God, which is your reasonable service” (Romans 12:1). In effect, Paul is saying that because of what God has done for us in Jesus, this is how we should live.

Read and summarize Romans 12, particularly noticing the instructions to love and care for others, especially those in need.

In a sense, Romans 12 acts as a summary of many of the topics Paul gives more detailed attention to in some of his other letters. He talks about the different roles and gifts within the church body, including serving and encouraging others, and giving generously (see vss. 3-8). But not only should these things be done, they should be done well, with enthusiasm and—above all—with love (see vss. 9-11).

Paul describes in practical terms what this kind of life is about. He urges the believers to be patient in difficulties and persecution, to care for the needy, to be peacemakers wherever and whenever possible and—as we have seen previously—to respond to evil and injustice with kindness, overcoming evil by doing good (see Romans 12:20, 21).

This chapter outlines what it means to live as a new person, serving God individually and as part of a community of faith. Paul told these new followers of Jesus that their lives, priorities, and actions should be changed because of their response to what Jesus had done for them by His death on the cross and the hope of eternal life. Living as they were in an oppressive and often cruel society in the heart of the Roman Empire, Paul instructs them to live differently: “do not be conformed to this world, but be transformed by the renewing of your mind” (Romans 12:2).

What are some attitudes and practices you need to resist in your community to help you live and love well as a follower of Jesus today?

27.8.19

Doação Como Forma de Partilhar

Terça-feira, 27 de Agosto 

Depois da sua conversão, Paulo assumiu a missão de levar o evangelho ao mundo gentio. O sucesso que Deus lhe deu levantou questões importantes sobre a relação entre as raízes judaicas da emergente fé cristã e os novos seguidores de Jesus. Um concílio de líderes cristãos judeus e gentios reuniu-se em Jerusalém para discutir o assunto e buscar a orientação divina sobre estas questões complicadas. A reunião e as suas resoluções estão registadas em Atos 15. 

No entanto, no relatório de Paulo sobre esta reunião, encontrado em Gálatas 2, ele acrescentou outro elemento importante às ordens que tinha recebido do concílio de Jerusalém para o seu ministério contínuo entre os gentios: “Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência” (Gálatas 2:10). 

E Paulo continuou a perseguir este objetivo pessoalmente (veja, por exemplo, Atos 20:35) durante todo o seu ministério. Como aconteceu com a igreja primitiva em Jerusalém, Paulo expandiu a visão da comunidade cristã para aceitar todos os crentes. 

3. Leia 2 Coríntios 8:7-15. Como relacionou Paulo o evangelho e a doação generosa? 

Paulo usou duas referências do Antigo Testamento para exortar os cristãos a cuidar dos seus irmãos em circunstâncias difíceis. Ele citou a história da provisão generosa de maná aos israelitas no deserto como um modelo de doação e do ato de partilhar entre a comunidade mais ampla da igreja (2 Coríntios 8:15). Ele também citou o Salmo 112:9: “Espalhou, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre.” (2 Coríntios 9:9). 

Paulo recomendou que os seus leitores fossem intencionais nas doações, que separassem regularmente uma parte da sua renda para que ele ou Tito recolhessem essas ofertas e as entregassem aos necessitados em Jerusalém. Ele usou o exemplo de uma igreja para encorajar outras a ter generosidade semelhante. Ele escreveu: “Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão, que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles, e para com todos;” (2 Coríntios 9:13). 

Como devemos dar prioridade às nossas doações quando não podemos doar a todas as causas nem a todas as necessidades apresentadas?

Giving as a Way of Sharing

Tuesday, August 27


After his conversion, the apostle Paul took up the mission to bring the gospel to the Gentile world. The success God gave him raised significant questions about the relationship between the Jewish roots of the emerging Christian faith and the new Gentile followers of Jesus. A council of Jewish and Gentile Christian leaders met in Jerusalem to discuss the matter and seek God’s guidance in relation to these complicated questions. The meeting and its outcomes are recorded in Acts 15.

However, in Paul’s report of this meeting found in Galatians 2, he adds another important element to the instructions he received from the Jerusalem council for his continuing ministry among the Gentiles: “They desired only that we should remember the poor, the very thing which I also was eager to do” (Galatians 2:10).

And Paul continued to pursue this focus personally (see, for example, Acts 20:35) and throughout his ministry. Like the early church in Jerusalem, Paul expanded the vision of the Christian community to embrace all fellow believers.

Read 2 Corinthians 8:7-15. How does Paul link the gospel and giving generously?

Paul also drew on two Old Testament references to urge the believers to generosity and care for their fellow believers in difficult circumstances. He cited the story of God’s generous provision of manna to the Israelites in the wilderness as a model of giving and sharing among the wider church community (see 2 Corinthians 8:15). He also quoted from Psalms 112:9 - “He has dispersed abroad, He has given to the poor; His righteousness endures forever” (2 Corinthians 9:9).

Paul urged his readers to be intentional about giving, to put aside regularly a portion of their income so that it would be easy to give when he or Titus visited their church to collect their offerings and deliver them to the Christians in need in Jerusalem. He used the example of one church to encourage other churches to similar generosity. “While, through the proof of this ministry”, Paul wrote, “they glorify God for the obedience of your confession to the gospel of Christ, and for your liberal sharing with them and all men” (2 Corinthians 9:13).

How should we prioritize giving when we are unable to give to every cause or need presented to us?

26.8.19

O Ministério e Testemunho de Dorcas

Segunda-feira, 26 de Agosto 

Tal como Jesus tinha predito, à medida que a igreja se começou a espalhar “tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da Terra” (Atos 1:8), novos cristãos abraçaram a fé e o ministério de Jesus. Entre eles estava Dorcas, também conhecida como Tabita, na cidade de Jope. É evidente que ela levou a sério o ensino especial de Jesus de que, quando vestia o nu, ela o estava a fazer ao próprio Jesus (veja Mateus 25:38, 40). 

2. Leia a descrição de Dorcas e do seu ministério em Atos 9:36. A sua vida e ministério podiam ser descritos num formato semelhante a este verso? Como gostaria que as pessoas o descrevessem? 

Parece que o ministério de Dorcas era tão notável que a descrição dela como “discípula” (veja Atos 9:36), bem como a sua fidelidade, energia e foco nos outros eram reconhecidos mesmo fora da sua cidade natal. 

Pedro estava a visitar Lida, a cidade vizinha, e o povo de Jope pediu-lhe que ele viesse em resposta à morte prematura de Dorcas (veja Atos 9:37-41). Na sua chegada a Jope, Pedro foi recebido por muitas pessoas que tinham sido auxiliadas por Dorcas através do trabalho dela com os pobres. Elas mostraram-lhe as roupas que Dorcas tinha feito e contaram-lhe histórias de como ela as tinha ajudado e a muitas outras pessoas. 

O facto de que Pedro orou por Dorcas e Deus restaurou esta mulher à vida não garante que vai sempre correr tudo bem aos que dedicam a sua vida ao serviço dos outros. Afinal, Dorcas já tinha sofrido doença e morte, e Estêvão, um dos primeiros diáconos nomeados para ministrar às viúvas na igreja, também se tinha tornado o primeiro mártir (veja Atos 7:54-60). Uma vida de serviço não é um caminho fácil, sem obstáculos; às vezes pode até ser a estrada mais difícil. 

No entanto, nesta história Deus usou o reconhecimento do Seu amor e poder tanto na vida como na morte de Dorcas para causar um forte impacto no povo de Jope: “Isto tornou-se conhecido por toda Jope, e muitos creram no Senhor” (Atos 9:42). 

Se morresse, as pessoas sentiriam falta da sua contribuição assim como o ministério de Dorcas foi lembrado e lamentado? Como podemos deixar um melhor legado de serviço? Considerando a história desta mulher que fazia roupas para os necessitados, quais são as suas habilidades práticas para usar no serviço às pessoas?

Dorcas’s Ministry and Witness

Monday, August 26


As the church began to spread—as Jesus predicted—“in Jerusalem, and in all Judea and nSamaria, and to the oend of the earth” (Acts 1:8), new believers took up the faith and ministry of Jesus. Among these was Dorcas—also known as Tabitha—in the city of Joppa. She obviously took seriously Jesus’ particular instruction that when clothing the naked, she was doing it for Jesus Himself (see Matthew 25:38, 40).

Read the description of Dorcas and her ministry in Acts 9:36. How might your life and ministry be described in a similar format to this verse? How would you like to be described?

It seems that Dorcas’s ministry was such that the description of her as a “disciple” (see Acts 9:36) and her faithfulness, energy, and focus on others were recognized even beyond her hometown.

Peter was visiting the nearby town of Lydda, and the people of Joppa asked him to come in response to Dorcas’s untimely death (see Acts 9:37-41). On his arrival in Joppa, Peter was met by many of the people Dorcas had helped through her work for the poor. They showed him the clothes that she had made and undoubtedly told him many stories of how she had helped them and others.

That Peter then prayed for Dorcas and God returned her to life is, of course, no guarantee that life will always work out well for those who devote their lives to serving others. After all, Dorcas had already suffered illness and death, and Stephen, one of those first deacons appointed to minister to the widows in the church, had also become the first martyr (see Acts 7:54-60). A life of service is not a smooth path; at times it could even be the rougher road.

However, in this story God used the recognition of His love and power in both Dorcas’s life and death to make a strong impact on the people of Joppa: “And it became known throughout all Joppa, and many believed on the Lord” (Acts 9:42).

If you were to pass away, would your contribution be mourned and missed like the ministry of Dorcas was remembered and mourned? How can we leave a better legacy of service? What practical skills do you have—like Dorcas’s skills with making garments—that you might use in service to others?

25.8.19

Um Novo Tipo de Comunidade

Domingo, 25 de Agosto 

Depois da ascensão de Jesus e da vinda do Espírito Santo no Pentecostes, o grupo de cristãos cresceu de forma rápida e criou a igreja primitiva, um novo tipo de comunidade entre os seguidores de Jesus, inicialmente liderada pelos Seus primeiros discípulos. No entanto, esta nova comunidade não foi apenas algo que eles criaram entre si; em vez disso, foi fundada sobre os ensinos e ministério de Jesus e fundamentada na longa história das Escrituras hebraicas e dos seus profetas. 

1. Leia Atos 2:42-47 e 4:32-37. Quais são os elementos essenciais nestas descrições da comunidade da igreja primitiva? 

Embora pareça que os israelitas não conseguiram viver o projecto de uma sociedade justa e generosa, a comunidade da igreja primitiva levou a sério a ordem de que não devia haver pobres entre eles (Deuteronómio 15:4). Uma das expressões práticas da sua fé foi partilhar os seus recursos materiais, até vender terras e doar o valor recebido (veja Atos 4:34 - 5:2) para atender às necessidades dos seus irmãos na fé, bem como ser uma bênção aos que não faziam parte daquela nova comunidade, especialmente através do ministério da cura (veja Atos 3:1-11; 5:12-16). 

No entanto, esta comunidade não era uma sociedade utópica. À medida que aumentava o número de cristãos, cresciam as tensões sobre a administração destes recursos, especialmente em relação à distribuição diária de alimentos às viúvas (veja Atos 6:1). Os discípulos, que eram os líderes naturais do grupo, desejavam concentrar-se na pregação do evangelho. Para lidar com a situação, eles precisaram de se reorganizar. 

Sete homens foram nomeados para se concentrarem nos assuntos práticos da comunidade da igreja. Este foi talvez o primeiro reconhecimento dos diferentes ministérios e habilidades a ser exercidos na igreja. Ao mesmo tempo, ficou demonstrada a importância do ministério prático para a vida e testemunho dos cristãos. “Os mesmos princípios de piedade e justiça que deviam orientar os líderes entre o povo de Deus nos dias de Moisés e de Davi, deviam ser igualmente seguidos por aqueles a quem foi entregue o cuidado da recém-organizada igreja de Deus na dispensação cristã” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 95). 

Tente imaginar como deve ter sido aquela comunidade primitiva. Como podemos refletir os princípios que a igreja manifestou neste período?

A New Kind of Community

Sunday, August 25


After Jesus’ ascension and the coming of the Holy Spirit at Pentecost, the group of believers grew rapidly and created the early church, a new kind of community among the followers of Jesus, and initially led by His original disciples. However, this new community was not just something that they made up among themselves; rather, it was built on the teachings and ministry of Jesus and drew on the long history of the Hebrew Scriptures and their prophets.

Read Acts 2:42-47 and 4:32-37. What do you identify as the key elements in these descriptions of the early church community?

While it seems the Israelites had failed to ever fully live out the blueprint for a just and generous society, the early church community took seriously the instruction that “there may be no poor among you” (Deuteronomy 15:4). One of the practical expressions of their faith was sharing their material resources—even selling land and contributing the funds raised (see Acts 4:34-5:2)—to meet the needs of their fellow believers, as well as to be a blessing to those outside the fledgling community, particularly through the ministry of healing (see Acts 3:1-11, 5:12-16).

Yet, this community was not a utopian society by any stretch of the imagination. As the number of believers increased, tensions grew about the administration of these resources, particularly in relation to the daily distribution of food to widows (see Acts 6:1). The disciples, who were the natural leaders of the group, wanted to focus on preaching the gospel. In order to deal with the situation at hand, they needed to do some re-organizing.

Thus, seven people were appointed to focus on the practical matters of the church community. This was perhaps the first recognition of the different ministries and abilities to be exercised in the church; at the same time, it demonstrated the importance of practical ministry for the church’s life and witness. “The same principles of piety and justice that were to guide the rulers among God’s people in the time of Moses and of David, were also to be followed by those given the oversight of the newly organized church of God in the gospel dispensation”. – Ellen G. White, The Acts of the Apostles, p. 95.

Try to envision what it must have been like in that early community. How can we reflect those same principles today?

24.8.19

O Ministério na Igreja do Novo Testamento

Lição 9, 24 a 30 de Agosto 


Sábado à tarde 

VERSO PARA MEMORIZAR: “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.” Tiago 1:27 

LEITURAS DA SEMANA: Atos 2:42-47; 4:32-37; 9:36; Mateus 25:38, 40; 2 Coríntios 8:7-15; Romanos 12; Tiago 2:1-9 

Os versos que conhecemos como a Grande Comissão (Mateus 28:18-20) estão entre os mais conhecidos da Bíblia, pelo menos pelos cristãos. Muitas vezes estes versos foram descritos como a nossa “declaração de missão” e inspiraram todos os tipos de projetos missionários e evangelísticos. Realmente, inspirados por esta passagem bíblica, os cristãos têm percorrido o mundo todo para espalhar o evangelho, às vezes com um grande custo pessoal. 

Quais foram as instruções de Jesus na Grande Comissão? Fazer discípulos, batizando e ensinando as pessoas “a guardar todas as coisas que” Ele nos ordenou (Mateus 28:20). E, como vimos, grande parte das determinações de Cristo tem a ver com o cuidado dos necessitados, dos sofredores, dos que são incapazes de cuidar de si mesmos. Sendo assim, precisamos lembrar-nos de que as ordens de Jesus aos Seus primeiros discípulos não eram incumbências novas, algo que eles jamais tivessem ouvido ou visto antes, mas uma continuação da missão que Jesus já desenvolvia entre eles. Por isso, este aspecto do ensino de Cristo pode ser visto claramente na vida da nova igreja como parte do cumprimento da Grande Comissão.

Ministry in the New Testament Church

Lesson 9, August 24-30


Sabbath Afternoon

Read for This Week’s Study: Acts 2:42-47; 4:32-37; Matthew 25:38, 40; Acts 9:36; 2 Corinthians 8:7-15; Romans 12; James 2:1-9.

Memory Text: “Pure and undefiled religion before God and the Father is this: to visit orphans and widows in their trouble, and to keep oneself unspotted from the world” (James 1:27).

The verses known as the Great Commission (Matthew 28:18-20) are among the best known in the Bible, at least by Christians. The texts often have been described as our mission statement and have been the inspiration for all kinds of mission and evangelistic projects. Indeed, inspired by these texts, Christians have gone all over the world, sometimes at great personal cost, in order to spread the gospel.

And what did Jesus say in the Great Commission? To make disciples, to baptize, and to teach people “to observe all things that I have commanded you” (Matthew 28:20). And, as we have seen, so much of what Jesus commanded us has to do with taking care of those in need, those hurting, those who are unable to take care of themselves. As such, we need to remember that these instructions to Jesus’ first disciples were not so much a new assignment, something that they hadn’t heard or seen before, but more a continuation of the mission Jesus already had been working among them. As such, this aspect of Jesus’ teaching can be clearly seen in the lives of the new church community as part of fulfilling the Great Commission.

23.8.19

“The Least Of These” (8 of 13) by Mike Thompson

Luccas Rodor - The Least of These

Estudo adicional 23.8.19

Sexta-feira, 23 de Agosto 

Textos de Ellen G. White: O Desejado de Todas as Nações, p. 497-505 (“O Bom Samaritano”) e p. 637-641 (“Um Destes Meus Pequeninos Irmãos”); Parábolas de Jesus, p. 260-271 (“Como se Decide o Nosso Destino”) e p. 376-389 (“A Verdadeira Riqueza”). 

“Cristo derriba a parede de separação, o amor-próprio, o separatista preconceito de nacionalidade e ensina amor a toda a família humana. Ergue os homens do estreito círculo que lhes prescreve o egoísmo; elimina todos os limites territoriais e as convencionais distinções da sociedade. Não faz diferença entre vizinhos e estrangeiros, amigos e inimigos. Ele ensina-nos a considerar todo o necessitado como nosso semelhante, e o mundo como o nosso campo.” Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 42 

“A norma da regra áurea é o verdadeiro padrão do cristianismo; tudo o que a deixa de cumprir é um engano. Uma religião que induz os homens a estimarem pouco os seres humanos, avaliados por Cristo em tão alto valor que por eles Se doou; uma religião que nos leve a negligenciar as necessidades humanas e os seus sofrimentos ou direitos é religião falsa. Menosprezando os direitos do pobre, do sofredor e do pecador, estamos a demonstrar-nos traidores de Cristo. É porque os homens usam o nome de Cristo ao passo que na vida Lhe negam o caráter, que o cristianismo tem no mundo tão pouco poder.” Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 136, 137 

Perguntas para discussão 

1. Das passagens estudadas nesta semana, qual é a sua preferida? Porquê? 

2. Porque uma fé “que nos leve a negligenciar as necessidades humanas e os seus sofrimentos ou direitos é falsa religião”? 

3. Como os versos do estudo de quinta mostram o que também implica ter a “verdade”? 

Resumo: Os ensinos de Jesus estabelecem um modo de vida diferente para os cidadãos do Seu reino. Com base no Antigo Testamento, Ele ampliou a ênfase em cuidar dos pobres e oprimidos, destacando que os Seus seguidores viverão de modo compassivo enquanto aguardam o Seu regresso.

Further Thought 23.8.19

Friday, August 23



“Christ tears away the wall of partition, the self-love, the dividing prejudice of nationality, and teaches a love for all the human family. He lifts men from the narrow circle that their selfishness prescribes; He abolishes all territorial lines and artificial distinctions of society. He makes no difference between neighbors and strangers, friends and enemies. He teaches us to look upon every needy soul as our neighbor and the world as our field.” Ellen G. White, Thoughts From the Mount of Blessing, p. 42

“The standard of the golden rule is the true standard of Christianity; anything short of it is a deception. A religion that leads men to place a low estimate upon human beings, whom Christ has esteemed of such value as to give Himself for them; a religion that would lead us to be careless of human needs, sufferings, or rights, is a spurious religion. In slighting the claims of the poor, the suffering, and the sinful, we are proving ourselves traitors to Christ. It is because men take upon themselves the name of Christ, while in life they deny His character, that Christianity has so little power in the world.” Ellen G. White, Thoughts From the Mount of Blessing, pp. 136, 137

Discussion Questions:

Which is your favorite of the passages studied this week? Why?

Look at what Ellen G. White wrote about how a faith that “would lead us to be careless of human needs, sufferings, or rights, is a spurious religion”. Why must we be careful to avoid the easy trap of thinking that because we have the “truth” (which we do), then nothing else matters?

How do the verses in Thursday’s study show us what having the “truth” also entails?

Summary: Jesus’ teachings set out a different way of living for those who are citizens and agents of the kingdom of God. Building on the foundation of the Old Testament Scriptures, He echoed and broadened the focus on caring for the poor and oppressed, emphasizing that His followers will live as people of compassion and mercy while they wait for His return.

22.8.19

“Os Meus Pequeninos Irmãos”

Quinta-feira, 22 de Agosto 

Outra ocasião em que Jesus recebeu uma pergunta e deu uma resposta bastante diferente da expectativa dos Seus interlocutores encontra-se no sermão registado em Mateus 24 e 25. Os discípulos foram a Jesus e perguntaram sobre a destruição do templo em Jerusalém e sobre o momento do Seu regresso (veja Mateus 24:1-3). A conclusão da Sua prolongada resposta a esta pergunta referiu-se à prática de alimentar os famintos, dar de beber aos sedentos, acolher os estrangeiros, vestir o nu, cuidar dos doentes e visitar os que estavam na prisão. Ele assegurou-lhes: “Sempre que o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes” (Mateus 25:40) e “Sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a Mim o deixastes de fazer” (Mateus 25:45). 

Isto está relacionado com as perguntas que deram início a este ensino equivalente a uma descrição do juízo final. Ao longo de Mateus 24, Jesus apresentou respostas mais directas às perguntas dos discípulos, dando sinais e advertências sobre a destruição de Jerusalém e o fim dos tempos, mas Ele enfatizou a necessidade de “vigiar” e viver de maneira apropriada à luz da promessa da Sua segunda vinda. Na primeira parte de Mateus 25, a história das virgens sábias e das loucas instiga a necessidade de preparação para um regresso inesperado ou demorado; a história dos três servos apresenta a necessidade de viver de modo correcto e produtivo enquanto O aguardamos. Depois, a parábola das ovelhas e bodes é muito mais específica quanto às tarefas com as quais o povo de Deus deve estar ocupado. 

6. Leia Mateus 25:31-46. O que disse Jesus nesta passagem? Porque não fala este texto de salvação pelas obras? O que significa realmente ter uma fé salvadora? 

Jesus disse que quando servimos aos outros estamos a servir a Ele. Esta declaração deve transformar todos os nossos relacionamentos e atitudes. Imagine poder convidar Jesus para uma refeição ou visitá-Lo no hospital ou na prisão. [...] Jesus disse que fazemos isso quando oferecemos esse serviço às pessoas da nossa comunidade. Que oportunidade incrível Ele nos oferece desta maneira! 

Em espírito de oração, leia o que Jesus disse nestes versículos. Como entendemos a ideia de que Ele simplesmente Se igualou aos famintos, nus e aprisionados? Que obrigação poderosa coloca isto sobre a nossa maneira de viver?

The Least of These

Thursday, August 22


Another occasion when Jesus was asked a question and gave an answer quite different from what might have been anticipated is found in the sermon recorded in Matthew 24 and 25. The disciples came to Jesus and asked about the destruction of the temple in Jerusalem and the time of Jesus’ return (see Matthew 24:1-3). The conclusion of Jesus’ extended answer to this question referred to feeding the hungry, giving a drink to the thirsty, welcoming strangers, clothing the naked, caring for the sick, and visiting those in prison. He assured them, “When you did it to—or refused to help—one of the least of these my brothers and sisters, you were doing it to me!” (see Matthew 25:40, 45).

This is connected with the questions that began this teaching as a picture of the final judgment. Throughout Matthew 24, Jesus presented more direct answers to the disciples’ questions, giving signs and warnings about the destruction of Jerusalem and the end of the age, but He emphasized the need to “keep watch” and live well in light of the promise of His second coming. In the first part of Matthew 25, the story of the wise and foolish virgins urged the need for preparation for an unexpected or delayed return; the story of the three servants introduces the need to live well and productively while waiting; then the parable of sheep and goats is much more specific about the tasks God’s people should be busy with.

Read Matthew 25:31-46. What is Jesus telling us here? Why is this not salvation by works? But what do His words here teach about what it truly means to have a saving faith?

Jesus’ statement—that when we serve others, we are doing it to Him—should transform all our relationships and attitudes. Imagine being able to invite Jesus for a meal or visit Him in the hospital or prison. Jesus said that we do this when we offer that service to people in our community. What an incredible opportunity He offers to us in this way!

Read prayerfully what Jesus said in these verses. How do we understand the idea that He all but equated Himself with the hungry, the naked, the imprisoned? What powerful obligation does this put on us and how we live?

21.8.19

O Rico e Lázaro

Quarta-feira, 21 de Agosto 

Na parábola do rico e Lázaro (Lucas 16:19-31), Jesus comparou a vida de dois homens – um rico e outro extremamente pobre. Na ausência de assistência social, hospitais comunitários ou refeições para os pobres, era uma prática comum dos necessitados, portadores de deficiências ou desfavorecidos mendigar à porta das casas dos ricos. Esperava-se que os ricos fossem generosos em partilhar um pouco da sua riqueza para aliviar o sofrimento dos pobres. Mas nesta história, o homem rico era “egoisticamente indiferente às necessidades do seu irmão sofredor” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus,p. 261). Em vida, as respectivas circunstâncias destes dois homens permaneceram inalteradas; mas tendo morrido e sido julgados por Deus, as suas posições foram dramaticamente invertidas. 

5. Compare Lucas 16:19-31 com Lucas 12:13-21. Quais são as semelhanças e as diferenças entre estas duas histórias e, juntas, o que nos ensinam elas? 

Em nenhuma destas histórias há provas de que os homens ficaram ricos por fazerem alguma coisa errada. Talvez ambos tivessem trabalhado arduamente, administrado com cuidado e sido abençoados por Deus. Mas parece que algo correu mal nas suas atitudes em relação à vida, a Deus, ao dinheiro e aos outros, e isso trouxe-lhes um custo significativo e eterno. 

A partir do imaginário popular, dos dias de Jesus, acerca da vida após a morte, a história do homem rico e Lázaro ensina que as escolhas que fazemos nesta vida são importantes para a próxima. A nossa maneira de reagir aos que buscam a nossa ajuda ou necessitam dela demonstra as nossas escolhas e prioridades. Como “Abraão” disse ao homem rico sofredor, a Bíblia apresenta uma direção mais do que adequada para escolhermos o melhor: “Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos” (Lucas 16:29). 

Jesus ensinou que as tentações relacionadas ao desejo de ter, manter ou alcançar riquezas podem afastar-nos do Seu reino, distanciar-nos dos outros e levar-nos ao egocentrismo e à auto-suficiência. Jesus chamou-nos a procurar o Seu reino em primeiro lugar e partilhar as bênçãos que recebemos com aqueles que nos rodeiam, especialmente com os necessitados. 

Seja qual for a nossa condição financeira, como podemos impedir que o dinheiro ou o amor ao dinheiro distorçam a nossa perspectiva sobre qual deve ser o foco da vida do cristão?

The Rich Man and Lazarus

Wednesday, August 21


In the parable of the rich man and Lazarus (see Luke 16:19-31), Jesus contrasts the lives of two men—one rich, one desperately poor. In the absence of social welfare, community hospitals, or soup kitchens, it was a common practice for those in need, disabled, or otherwise disadvantaged, to beg outside the homes of the wealthy. It was expected that the rich would be generous in sharing a little of their wealth to alleviate the suffering. But in this story, the rich man was “selfishly indifferent to the needs of his suffering brother”. – Ellen G. White, Christ’s Object Lessons, p. 261. In life, their respective circumstances remained unchanged; but in death, as judged by God, their positions were dramatically reversed.

Compare Luke 16:19-31 with Luke 12:13-21. What are the similarities and differences between these two stories, and together what do they teach us?

There is no evidence in either of these stories that the men became rich by doing anything wrong. Perhaps they had both worked hard, managed carefully, and been blessed by God. But something seems to have gone wrong in their attitudes toward life, God, money, and others, and this cost them significantly and eternally.

Drawing from popular afterlife imagery of Jesus’ day, the story of the rich man and Lazarus teaches that the choices we make in this life matter for the next one. How we respond to those who seek or need our help is one way our choices and priorities are demonstrated. As “Abraham” points out to the suffering rich man, the Bible provides more-than-adequate direction for choosing better: “They have Moses and the prophets; let them hear them.” (Luke 16:29).

Jesus taught that the temptations of wealth—whether having it, keeping it, or seeking it—can draw us away from His kingdom, away from others and toward self-centeredness and self-reliance. Jesus called us to seek His kingdom first and to share the blessings we receive with those around us, particularly those in need.

Whatever your financial status, how can you be careful not to let money or the love of money distort your perspective about what Christians should focus on in life?

20.8.19

O Bom Samaritano

Terça-feira, 20 de Agosto 

3. Leia Lucas 10:25-27. O intérprete da Lei que interrogou Jesus apresentou um resumo padrão dos mandamentos do Antigo Testamento para uma vida aceitável a Deus. Como estão estes dois mandamentos relacionados? 

Quando Jesus era questionado, Ele concluía muitas vezes as Suas respostas de maneira muito diferente daquilo que o Seu interlocutor estava há espera. Em resposta à ordem de Levítico 19:18, de amar o próximo como a si mesmo, parece que muitos religiosos da Sua época passavam muito tempo e gastavam energia a debater a extensão e os limites deste princípio. Eles debatiam sobre quem podia ser incluído na categoria “próximo”. 

Jesus já tinha procurado expandir o entendimento dos Seus seguidores sobre este termo, insistindo que eles não apenas deviam amar o próximo, mas fazer o bem a todos: “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque Ele faz nascer o Seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mateus 5:44, 45). 

Mas quando um especialista na lei religiosa procurou pôr Jesus à prova, ele recorreu à questão muito debatida: “Quem é o meu próximo?” (Lucas 10:29). Em resposta, Jesus contou a história do bom samaritano, porém, a resposta suprema à pergunta do intérprete da lei não devia definir a terminologia do “próximo”. Em vez disso, Jesus disse, em essência: “Vá e seja o próximo de qualquer um que necessite da sua ajuda” (veja Lucas 10:36, 37). 

4. Leia Lucas 10:30-37. Qual é o significado do contraste entre os três personagens que viram o homem ao lado da estrada a precisar de ajuda? 

Como de costume, a crítica mais severa de Jesus foi dirigida aos que se diziam religiosos, mas não mostravam interesse pelos sofredores. “Na história do bom samaritano, Cristo ilustrou a natureza da verdadeira religião. Mostrou que consiste não em sistemas, credos ou ritos, mas no cumprimento de atos de amor, em proporcionar aos outros o maior bem, em genuína bondade” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 497). 

Jesus indicou um estrangeiro, alguém considerado infiel a Deus, para demonstrar qual é o chamado do Senhor a todos os que alegam ser Seus seguidores. Como aconteceu com o intérprete da Lei no passado, ao perguntarmos a Cristo o que precisamos fazer para herdar a vida eterna, Ele ordena-nos, em última análise, que sejamos o “próximo” de todo necessitado.

The Good Samaritan

Tuesday, August 20


Read Luke 10:25-27. The lawyer who questioned Jesus offered a standard summary of the Old-Testament commands for living a life acceptable to God. How are these two commands linked?

When Jesus was questioned, He often concluded His answers with an outcome quite different from what the questioner was seeking. In response to the instruction in Leviticus 19:18 to “love your neighbor as yourself”, it seems many of the religious people of His day had spent much time and energy debating the extent and limits of this “neighbor” principle.

Jesus had already sought to expand His followers’ understanding of this term, urging that not only should they love their neighbors, but they should do good to everyone: “But I say to you, love your enemies, bless those who curse you, do good to those who hate you, and pray for those who spitefully use you and persecute you, that you may be sons of your Father in heaven; for He makes His sun rise on the evil and on the good, and sends rain on the just and on the unjust” (Matthew 5:44, 45.

But when an expert in religious law sought to test Jesus, he fell back on the much-debated question: “Who is my neighbor?” (Luke 10:29). In response, Jesus told the story of the good Samaritan, but the ultimate response to the lawyer’s question was not to define the “neighbor” terminology. Instead, Jesus said—in effect—“Go and be a neighbor to anyone who needs your help” (see Luke 10:36, 37).

Read Luke 10:30-37. What is the significance of the contrast Jesus makes between the three characters who see the man on the side of the road needing their help?

As was common in Jesus’ teaching, His harshest criticism was aimed at those who claimed to be religious but showed little concern for the suffering of others. “In the story of the good Samaritan, Christ illustrates the nature of true religion. He shows that it consists not in systems, creeds, or rites, but in the performance of loving deeds, in bringing the greatest good to others, in genuine goodness”. – Ellen G. White, The Desire of Ages, p. 497.

In Jesus’ teaching, He points to an outsider, someone considered unfaithful to God, to demonstrate what the call of God is to all who claim to be His followers. Like His first hearers, when we come to Jesus asking what we need to do to inherit eternal life, He ultimately instructs us to go and be a neighbor to anyone in need.

19.8.19

Vencer o mal com o bem

Segunda-feira, 19 de Agosto 

Quando consideramos o ensino de Jesus, vale a pena ter em mente os Seus interlocutores e as circunstâncias em que eles viviam. Jesus tinha começado a atrair multidões das regiões em que Ele tinha ministrado (veja Mateus 4:25; 5:1). A maioria era de pessoas comuns, viviam sob o domínio do Império Romano, mas alguns eram governantes judeus e líderes religiosos. A vida das pessoas comuns era difícil. Elas tinham poucas escolhas para a sua vida, que era sobrecarregada por pesados impostos e pela tradição religiosa. 

Ao ensinar estas pessoas, Jesus estava evidentemente interessado em oferecer-lhes um modo de viver bem, com dignidade e coragem, quaisquer que fossem as circunstâncias. Um exemplo disso encontra-se em Mateus 5:38-48. Na língua portuguesa, estas ordens, “dar a outra face”, “dar também a capa” e “andar a segunda milha”, são bem conhecidas como clichês. Mas essa familiaridade interpreta mal as ações e atitudes radicais que Jesus ensinou neste texto. 

Os cenários descritos por Jesus eram experiências comuns para muitos que O ouviam. Esses ouvintes eram muitas vezes agredidos violentamente pelos seus “superiores” ou senhores. Muitas vezes ficavam endividados e perdiam a sua propriedade para os proprietários de terras e credores. Muitas vezes eram pressionados pelos soldados romanos e forçados a trabalhar arduamente. Jesus ensinou o povo a responder com integridade, a tratar os opressores melhor do que eles mereciam e, ao fazê-lo, a resistir à perda da sua humanidade. Embora estes opressores tentassem exercer o seu poder, o povo teve sempre a liberdade de escolher como reagiria e, resistindo de maneira não violenta e respondendo generosamente, expunham o mal da opressão e da injustiça que estava a ser cometida. 

2. Compare Mateus 5:38-48 com Romanos 12:20, 21. Como devemos viver estes princípios radicais na nossa vida? 

Jesus resumiu toda a lei e os profetas, isto é, todos os escritos sagrados que chamamos Antigo Testamento, num princípio simples que veio a ser conhecido como a regra áurea: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Mateus 7:12). De que maneira pode fazer o que Ele ordenou, independentemente do custo?

Overcoming Evil With Good

Monday, August 19


When we consider the teaching of Jesus, it is worthwhile to keep in mind the people He was talking to and the circumstances in which they lived. Jesus had begun to attract large crowds of people from the regions where He had ministered (see Matthew 4:25, 5:1). Most were common people, living under the imperial rule of the Roman Empire, but some were the Jewish rulers and religious leaders. The existence of the common people was difficult. They had few choices for their own lives, burdened by heavy taxation and weighed down by religious tradition.

In teaching these people, Jesus was obviously concerned with offering them a way to live well, to live with dignity and courage, whatever their circumstances. One example of this is found in Matthew 5:38-48. In the English language, these instructions—“turn the other cheek”, “give them the shirt off your back”, and “go the extra mile”—are so well known as to be clichés. But this familiarity belies the radical actions and attitudes that Jesus is teaching here.

The scenarios Jesus described were common experiences for many of His listeners. They were often violently assaulted by their “superiors” or masters. They were often indebted and lost their property to the landlords and lenders. They were often pressed into labor by the occupying Roman soldiers. Jesus taught the people to respond with integrity, to treat the oppressors better than they deserved, and, by so doing, to resist the loss of their humanity. While these oppressors tried to exert their power, the people always had the freedom to choose how they would respond and, by resisting nonviolently and responding generously, they exposed the evil of the oppression and injustice that was being done.

Compare Matthew 5:38-48 with Romans 12:20, 21. How are we to live out these radical principles in our lives?


Jesus summarized all of “the law and the prophets”—all of the sacred writings we often describe as the Old Testament—in a simple principle that has come to be known as the Golden Rule: “whatever you want men to do to you, do also to them” (Matthew 7:12). In what ways, right now, can you make an effort to do what He commands us here, regardless of the cost?

18.8.19

Apresentação do Sermão da Montanha

Domingo, 18 de Agosto 

O sermão (ou coleção de ensinos) mais longo de Jesus é o Sermão da Montanha. A Sua descrição de três capítulos sobre a vida no reino de Deus começa com uma declaração de valores que veio a ser conhecida como as “Bem-aventuranças”. 

1. Leia Mateus 5:2-16. Quais são as características comuns destes nove valores ou tipos de pessoas descritas por Jesus como “bem-aventurados”? 

Junto com a profunda aplicação espiritual destas palavras, não devemos perder de vista a sua interpretação prática. Jesus falou sobre reconhecer a pobreza em nós e no nosso mundo. Ele também falou sobre retidão (traduzida como “justiça” em algumas versões da Bíblia), humildade, misericórdia, pacificação e pureza de coração. Devemos observar a diferença prática que estas qualidades fazem na nossa vida e no nosso mundo quando elas são vividas. Esta interpretação prática é enfatizada nas declarações seguintes de Jesus, nas quais Ele instou com os Seus discípulos a ser sal e luz no mundo (Mateus 5:13-16). 

Quando usados apropriadamente, o sal e a luz fazem a diferença nos contextos em que são adicionados. O sal traz sabor e preserva os alimentos aos quais ele é acrescentado. Ele simboliza o bem que devemos fazer para os que nos rodeiam. De forma semelhante, a luz afasta a escuridão, revela obstáculos e perigos, torna uma casa ou cidade mais segura e apresenta um ponto de referência para a nossa localização e navegação, mesmo a certa distância. Jesus mostrou que devemos resplandecer como a luz numa noite escura: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos Céus” (Mateus 5:16). 

Os símbolos do sal e da luz indicam a responsabilidade dos discípulos em influenciar e melhorar a vida dos que estão à sua volta. Somos sal e luz quando choramos apropriadamente, temos um coração puro, praticamos a humildade, mostramos misericórdia, promovemos a paz e resistimos à opressão. Portanto, Jesus começou este sermão com o chamado a incorporar estes valores do Seu reino, às vezes desprezados. 

De que maneira a sua igreja atua como sal e luz ? A sua comunidade é um lugar melhor porque a sua igreja está ali? Se ela fosse desativada, que diferença isso faria?

Introducing the Sermon on the Mount

Sunday, August 18


Jesus’ longest sermon—or collection of teachings—is the Sermon on the Mount. His three-chapter survey of life in God’s kingdom begins with a statement of values that has come to be known as the Beatitudes.

Read Matthew 5:2-16 (see also Luke 6:20). What are the common features of these nine values or kinds of people described by Jesus as “blessed”?

Along with the deep spiritual application of these words, we must not miss the practical reading of them, as well. Jesus talked about recognizing the poverty in ourselves and in our world. He also talked about righteousness (translated as “justice” in some Bible versions), humility, mercy, peacemaking, and purity of heart. We should take note of the practical difference that these qualities will make in our lives and in our world when they are lived out. Such a practical reading is emphasized in Jesus’ following statements in which He urged His disciples to be salt and light in the world (Matthew 5:13-16).

When used appropriately, salt and light are to make a difference in the contexts in which they are added. Salt brings out flavors, as well as preserves the foods it is added to; it is symbolic of the good that we should be for those around us. Similarly, light pushes back the darkness, revealing obstacles and hazards, making a house or city safer and providing a point to navigate by, even when some distance away. Like a light on a dark night, Jesus said, “Let your light so shine before men, that they may see your good works and glorify your Father in heaven” (Matthew 5:16).

Both these salt and light symbols point us to the responsibility of disciples to influence and improve the lives of those around them. We are salt and light when we mourn appropriately, have purity of heart, practice humility, show mercy, make peace, and endure oppression. So, Jesus begins this sermon with the call to embody these sometimes “undervalued values” of His kingdom.

In what ways does your church community work as salt and light in your community? How is your community a better place because your church is at work there? On the other hand, if you were to disband, what difference would it make in your community?

17.8.19

“Os Meus pequeninos irmãos”

Lição 8, 17 a 23 de Agosto 


Sábado à tarde 

VERSO PARA MEMORIZAR: “O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes.” Mateus 25:40 

LEITURAS DA SEMANA: Mateus 5:2-16, 38-48; Romanos 12:20, 21; Lucas 16:19-31; 12:13-21; Mateus 25:31-46 

Considerando que Jesus demonstrava interesse pelas outras pessoas, especialmente os sofredores e perdidos, seria de se esperar que Ele tivesse muito a dizer sobre o cuidado para com os outros. As Suas palavras confirmam esta expectativa. 

O ensino de Jesus é prático, centrado no significado de viver como seguidor de Deus. Sendo assim, vemos que o Senhor nos recomenda que pratiquemos atos de justiça, bondade e misericórdia como aqueles que Ele mesmo praticou enquanto esteve na Terra. Se seguirmos o Seu exemplo, vamos ministrar aos outros como Ele fez. 

Jesus também falou sobre o reino dos Céus. Na Sua descrição, esse reino é uma realidade da qual podemos fazer parte hoje. É um modo de viver que funciona com um conjunto diferente de prioridades, valores e moral em comparação com os elementos encontrados nos reinos terrestres. Os ensinamentos de Cristo estabelecem o modelo para este reino, o qual inclui uma forte ênfase na nossa maneira de servir a Deus e, ao servi-lo, na forma como devemos relacionar-nos com os outros. Também descobrimos que servir aos outros – cuidar das suas necessidades e elevá-los – é uma forma de servir diretamente a Deus.

The Least of These

Lesson 8, August 17-23


Sabbath Afternoon


Memory Text: “And the King will answer and say to them, ‘Assuredly, I say to you, inasmuch as you did it to one of the least of these My brethren, you did it to Me’.” Matthew 25:40

After seeing that Jesus lived a life concerned about others, particularly those who were hurting and lost, we should expect that Jesus would also have a lot to say about care for others. He did.

Jesus’ teaching is practical, focused on what it means to live as a follower of God. As such, we can see that Jesus urges us toward acts of justice, kindness, and mercy, like those that Jesus Himself did while here on earth. If we follow His example, we will minister to others, as He did.

Jesus also talked about the kingdom of heaven. In Jesus’ description, the kingdom of heaven is a reality that we can be part of, even now. It is a way of life that functions with a different set of priorities and values and morals than are found in earthly kingdoms. Jesus’ teachings set out the blueprint for this kingdom, and it includes a strong focus on how we serve God and, in serving Him, how we are to relate to others. We also discover that serving others—caring for their needs and uplifting them—is one way in which we can directly offer service to God.

"Jesus & Those In Need" (7 of 13) by Chris Buttery

Doug Batchelor - Jesus and Those in Need

Further Thought 16.8.19

Friday, August 16



“God has given in His word decisive evidence that He will punish the transgressors of His law. Those who flatter themselves that He is too merciful to execute justice upon the sinner, have only to look to the cross of Calvary. The death of the spotless Son of God testifies that ‘the wages of sin is death,’ that every violation of God’s law must receive its just retribution. Christ the sinless became sin for man. He bore the guilt of transgression, and the hiding of His Father’s face, until His heart was broken and His life crushed out. All this sacrifice was made that sinners might be redeemed. In no other way could man be freed from the penalty of sin. And every soul that refuses to become a partaker of the atonement provided at such a cost must bear in his own person the guilt and punishment of transgression.” Ellen G. White, The Great Controversy, pp. 539, 540.

Discussion Questions:

Read the Ellen G. White statement above. Talk about the reality of injustice: Christ, the innocent, suffering the penalty of the guilty! Why is it so important to keep this crucial truth before us?

Jesus never advocated political reform in order to bring about the kind of “kingdom” He referred to. After all, history is filled with very sad stories of people who used violence and oppression, all in the name of helping the downtrodden and the oppressed. So often all that had been accomplished was the replacement of one oppressive class with another one. Though Christians can and should work with the powers that be in order to try to help the downtrodden, why must they always be wary of using politics to achieve these ends?

Think about what the plan of salvation entailed. Jesus, the just, suffering for the unjust—which means each one of us. Why should this great sacrifice, in our behalf, make us new people in Christ?

Summary: In the Gospels, Jesus’ ministry is introduced and explained with reference to the work of the Old Testament prophets. Good news to the poor, freedom for the oppressed, and healing for the broken were proclaimed as markers of the Messiah—and something Jesus demonstrated throughout His ministry. Yet, in His death, He also suffered the brunt of injustice and ultimately overcame the worst of fallen humanity and inhumanity. Thanks to His unjust death in our behalf, our sins can be forgiven, and we have the promise of eternal life.